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Genética Artificial_ Efeitos Positivos e Negativos Na Promoção Da Saúde e Da Performance

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Genética Artificial_ Efeitos Positivos e Negativos Na Promoção Da Saúde e Da Performance
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  10/3/2017 Genética artificial: efeitos positivos e negativos na promoção da saúde e da performance. Uma revisão de literaturahttp://www.efdeportes.com/efd225/genetica-artificial-efeitos-positivos-e-negativos.htm 1/17 Genética artificial: efeitos positivos e negativos napromoção da saúde e da performance. Uma revisão de literatura  Artificial genetics: effects positive and negatives in promoting health and performance. Aliterature reviewGenética artificial: efectos positivos y negativos en la promoción de la salud y el rendimiento.Revisión de la literatura   *Graduado em Educação Física e Pós-Graduado em Fisiologiae Bioquímica do Exercício pela Faculdade Adventista de Hortolândia**Prof. Mestre. Docente nos cursos de graduação em Educação Físicae especialização Latu Sensu em Fisiologia e Bioquímicado Exercício pela Faculdade Adventista de Hortolândia Leandro Paiva Ferreira* leo.rota66@yahoo.com.br Eliézer Guimarães Moura** eliezer.guimaraes@ucb.org.br(Brasil)   Resumo  Este trabalho vem questionar e tenta responder o que acontece e qual a finalidade quando uma pessoa comum praticantede atividade física ou um atleta faz uso de Esteroides Androgênicos Anabolizantes (EAA) para melhorar seu desempenho ousimplesmente seu estereótipo. O método de pesquisa utilizado foi uma revisão bibliográfica escritos nos últimos 15 anos, a partirdo ano 2000. Foram utilizados os bancos de dados, Scielo, Lilacs e Google Acadêmico. A administração de EAAs induz o aumentodo volume muscular a partir de alterações sofridas no DNA tendendo a melhorar a tolerância ao exercício, mas traz junto também,efeitos nocivos à saúde como: alterações dermatológicas, endocrinológicas, cardíacas, hepáticas, neuropsiquiátricos, entre outros. Sugerimos que mais estudos sejam realizados com a intenção de analisar as cobranças de técnicos, clubes, patrocinadores e até mesmo a do próprio atleta, em relação a vitória, bem como sobre o consumo aumentado e desenfreado dos EAAs.  Unitermos:  Doping. Genética. Anabolizantes. Fármacos. Atletas.   Abstract  This work is to question and try to answer what happens and what is the purpose when an ordinary person physical activitypractitioner or an athlete uses Anabolics Androgenic Steroids (AAS) to improve their performance or simply their stereotype. Theresearch method used was a hand-written literature review in the last 15 years, from 2000. Data bases were used, Scielo, Lilacsand Google Scholar. The AAS administration induces increased muscle volume from amendments made in the DNA tends toimprove exercise tolerance, but brings along too harmful health effects such as skin changes, endocrine, cardiac, liver,    10/3/2017 Genética artificial: efeitos positivos e negativos na promoção da saúde e da performance. Uma revisão de literaturahttp://www.efdeportes.com/efd225/genetica-artificial-efeitos-positivos-e-negativos.htm 2/17 neuropsychiatric, among others. We suggest that further studies be carried out with the intention of analyzing the technicalcharges, clubs, sponsors and even the athlete himself, for victory, as well as the increased and uncontrolled consumption of AAS.  Keywords:  Doping. Genetics. Anabolic. Drugs. Athletes.  Resumen  Este trabajo intenta cuestionar y trata de responder a lo que sucede y cuál es el propósito, cuando una persona que practicaactividad física o un deportista utiliza anabólicos esteroides (AE) para mejorar su rendimiento o simplemente su figura. El métodode investigación utilizado fue una revisión de la literatura publicada en los últimos 15 años, desde 2000. Se utilizaron las bases dedatos, Scielo, Lilacs y Google Académico. La administración de AE induce un aumento del volumen muscular a partir de cambiosrealizados en el ADN que tienden a mejorar la tolerancia al ejercicio, pero trae consigo efectos sobre la salud demasiadoperjudiciales tales como cambios en la piel, endocrinológicos, cardiacos, hepáticos, trastornos neuropsiquiátricos, entre otros.Sugerimos que se lleven a cabo más estudios con la intención de analizar la responsabilidad de técnicos, clubes, patrocinadores eincluso del propio deportista, en relación a la victoria, así como el aumento del consumo e incontrolada de AE.  Palabras clave : Doping. Genética. Anabólicos esteroides. Drogas. Deportistas. Recepção: 08/07/2016 - Aceitação: 24/02/2017 1ª Revisão: 08/02/2017 - 2ª Revisão: 20/02/2017  Lecturas: Educación Física y Deportes, Revista Digital  . Buenos Aires, Año 21, Nº 225, Febrero de 2017.http://www.efdeportes.com/ 1 / 1   Introdução  Yesalis e Bahrke (2002, p. 42) relatam que sempre houve pessoas que, na busca por vitórias transcenderamas normas sociais e, no esporte tal conduta já existe há tanto tempo, quanto o esporte tem sido organizado. Ouso de drogas para melhorar o desempenho físico tem sido uma característica de competição humana desde oinício da história com o objetivo na maioria das vezes do aumento da força ou superar a fadiga. Hoje taisdrogas são classificadas como anabolizantes e estimulantes. Até a década de 1920 não havia qualquer tentativageneralizada de detectar o doping no esporte, muito menos designá-lo como uma violação formal das regras. Apartir de 1967 o Comitê Olímpico Internacional (COI) mostrou-se a favor da adoção de uma política de teste dedrogas que proibisse o uso de medicamentos específicos. Em 1982, a National Football League (NFL) finalmente  10/3/2017 Genética artificial: efeitos positivos e negativos na promoção da saúde e da performance. Uma revisão de literaturahttp://www.efdeportes.com/efd225/genetica-artificial-efeitos-positivos-e-negativos.htm 3/17 começou a realizar o teste do uso de drogas nos jogadores, embora não fossem feitos testes para esteróidesanabolizantes, até 1987 (Yesalis e Bahrke 2002, p. 43) .  O alto desempenho esportivo vem sendo analisadoconstantemente pela ciência (Júnior e Pereira, 2010, p. 232), e indagado de, como a biologia determina se umatleta é de elite? Por suas capacidades inatas ou adquiridas? E quando esse atleta recebe uma “ajuda extra”!?O que acontece? Qual a finalidade? Este trabalho fará uma análise de aspectos como estes e também será feitoum breve relato sobre os efeitos que algumas substâncias podem gerar ao se fazer uso das mesmas. Revisão de literatura  Diversas formas de uso de estimulantes foram relatadas por Yesalis e Bahke (2002), em diferentes fases dahistória do esporte desde os tempos antigos, com base em métodos empíricos sobre a função anabólica eandrogênica dos testículos, a partir de observação dos efeitos da castração sobre animais caseiros. Além disso,os antigos, bem como no período medieval participavam do espetáculo de organoterapia (Ingestão de órgãosde animais e humanos) para a cura de doença, melhorar a vitalidade e outros aspectos de desempenho. Umcoração poderia ser comido para promover a bravura e o cérebro para melhorar a inteligência. A Índia e o Egitoantigo concediam poderes medicinais para os testículos para cura de doenças. Segundo o relato, grandes obraspressagiavam a função endócrina testicular, em particular os efeitos anabólicos e androgênicos, por exemplo,os efeitos da testosterona: pois se acreditava que o sêmen, quando possuídos de vitalidade, era o que nos faziaser homens, vigorosos, de postura firme, espirituoso, forte no seu modo de pensar e agir. E se algum desseshomens por ventura fosse capaz de conseguir conter a emissão de sêmen, ele seria corajoso, ousado, e fortecomo feras. Na antiguidade, os gregos se embebeciam com várias misturas de vinhos e conhaques, cogumelosalucinógenos e gergelim para a melhora do desempenho. Da mesma forma, os gladiadores no Coliseu romanofaziam uso de estimulantes não especificados para superar fadigas e lesões. Muitos dos primeiros estimulantes  10/3/2017 Genética artificial: efeitos positivos e negativos na promoção da saúde e da performance. Uma revisão de literaturahttp://www.efdeportes.com/efd225/genetica-artificial-efeitos-positivos-e-negativos.htm 4/17 eram de srcem vegetal, como por exemplo, o bufotenina, um cogumelo contendo muscarine (um alcalóidemortal) que era utilizado para aumentar a força. Também uma planta africana chamada Catha Edulis quecontém norapseudoefedrina, um estimulante psicomotor, que era utilizado pelas pessoas daquela região paraaumentar a força e retardar o aparecimento da fadiga e, muitas outras formas eram utilizadas para a melhorado desempenho (Yesalis e Bahrke 2002, p. 44-45) .    Desde os Jogos Olímpicos da Antiguidade, homens competiam por fama eterna e reconhecimento, e aindatais motivos hoje em dia continuam a serem razões importantes para atletas que desejam competições emníveis internacionais; no entanto, o dinheiro tem sido um fator adicional para um atleta, que para garantia decontratos lucrativos no futuro deve expressar seu bom desempenho através de uma medalha ou título que, sobpressão o atleta se submete a vários fatores que conspiram para um grau até então, sem precedentes que oslevam à medidas extremas, que incluem desde dopagem convencional, até o doping genético (Oliveira etal    ,2011). Hormônios Anabólicos  Atualmente se nota uma crescente variabilidade de suplementações ergogênicas, co efeitos de esteróidesandrogênicos anabolizantes (EAA), como; efedrina, somatotrofina, cafeína, agonistas ou bloqueadores dosreceptores beta-adrenérgicos, diuréticos, creatina, eritropoietina, entre outros, como o doping genético. Mesmosabendo as contraindicações, as informações e os estudos que relatam o uso de EAA para a melhora dodesempenho ou a aparência física são relativamente pequenos (Rocha, Aguiar e Ramos, 2014, p. 99). Os hormônios esteróides são de srcem lipídica formados a partir do colesterol e sintetizada pelas gônadas,ovários e glândulas adrenais (Oviedo, 2013, p. 14). A administração de EAAs como a testosterona induz oaumento do volume muscular a partir de alterações sofridas no DNA, elevando a síntese de proteínas
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