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Mudanças Climáticas e Perspectiva de Impactos Patológicos Na Cultura Da Cebola

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  Mudanças Climáticas e perspectiva de impactos patológicos na Culturada Cebola, no Vale do São Francisco (Nordeste, Brasil, !Mudanças climáticas e seus impactos na cultura da Cebola no Vale doSão Francisco (Nordeste, Brasil, ! Introdução  Problemas ambientais e consequências para o clima; O modo de vida moderno, juntamente com a queima de combustíveisfósseis de forma descontrolada, vem contribuindo para que essasmudanças ocorram de forma não natural. O aquecimento global, queé um fenômeno natural, vem sendo inuenciado pelos gases lançadosna atmosfera pelas atividades antrópicas.    !ncontro acional da #nppas $ a % de outubro de &'(')lorianópolis * + - rasil /////////////////////////////////////////////////////// ontribuiçãodo 0eio 1rbano nas 0udanças lim2ticas - !studo de aso do0unicípio de astro - 34 arlos 0ello 5arcias 631347 !ngen8eiroivil, 9outor em !ngen8aria ivil * 3lanejamento em !ngen8aria1rbana, 9ocente do 3rograma de 3ós*graduação em 5estão 1rbana3134 e do curso de graduação em !ngen8aria #mbientalcarlos.garcias:pucpr.br onsuelo 0arques da +ilva 631347)ormanda em !ngen8aria #mbiental - 3134. olsista do 3rogramade 3;; &''<=&'('. consuelo.marques:pucpr.br+egundo >al?er e @ing 6&''A7, B medida que se aumenta aconcentração dos gases do efeito estufa 65!!7 na atmosfera, o caloreCtra que eles capturam leva a um aquecimento global forçado, queeCerce uma pressão sobre o sistema clim2tico do planeta e que podeprovocar as mudanças clim2ticas. # superfície terrestre encontra*seem um aquecimento cada veD mais acelerado, e os padrEesclim2ticos vFm saltando de um estado est2vel para outrodescon8ecido.   >#G@!4, 5abrielleH @; 5, 9avid. O Iema JuenteK como combater oaquecimento global e manter as luDes acesas. 4io de LaneiroKObjetiva, &''AO aquecimento global é um fenômeno clim2tico de larga eCtensãoHum aumento da temperatura média superMcial global que vemacontecendo nos Nltimos (' anos. 5rande parte da comunidadecientíMca acredita que o aumento de concentração de poluentes desrcem 8umana na atmosfera é causa do aquecimento global, quepotencialiDa o efeito estufa natural do 3laneta. # Ierra recebe  radiação emitida pelo +ol e devolve grande parte dela para o espaçoatravés de radiação de calor. Os poluentes atmosféricos retFm umaparte dessa radiação que seria reetida para o espaço, em condiçEesnormais. !ssa parte retida causa um importante aumento doaquecimento global. 9enomina*se efeito de estufa B absorção, pelaatmosfera, de emissEes infravermel8as impedindo que as mesmasescapem para o espaço eCterior 6>#G@!4 e @; 5, &''A7.  Características climáticas; O Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas em seu Quarto elat!riode valiação #$ourt% ssessment eport & '( #IPCC) *++,( concluiu que -muito provável #com probabilidade acima de .+ /( que a maior parte doincremento observado nas temperaturas m-dias globais desde meados dos-culo 00 se1a devido ao aumento observado nas concentraç2es antr!picas degases de e3eito estu3a4 5o 6erceiro elat!rio de valiação #6%ird ssessmenteport & 6 () de *++7) era provável a3irmar #com probabilidade superior a 88/( que a maior parte do aquecimento observado ao longo dos 9ltimos :+ anosdeveu&se ao aumento das concentraç2es de gases de e3eito estu3a4 egundo oIPCC #*++,() o aumento de con3iabilidade das conclus2es entre os doiselat!rios em evidenciar a in3luência %umana sobre o clima deveuse aosavanços que ocorreram desde a publicação do 6  na compreensão de comoo clima está mudando em termos espaciais e de tempo4 Isso 3oi possibilitadograças < mel%oria das análises dos dados) < ampliação de numerososcon1untos de dados) < análise mais ampla da cobertura vegetal aodesenvolvimento de modelos climáticos e ambientais mais comple=os) <mel%or compreensão das incerte>as e < maior variedade de mediç2es) apesar da cobertura dos dados em algumas regi2es do planeta ser ainda limitada#IPCC) *++,(4 avaliação das pro1eç2es das mudanças do clima apresentadano ' - resultado de um grande n9mero de simulaç2es reali>adas por umagama de modelos climáticos globais) que 1untamente com as in3ormaç2esadicionais obtidas de dados observados) 3ornecem uma base quantitativa paraestimar as probabilidades de muitos aspectos das mudanças do clima no3uturo4  m-dia das pro1eç2es dos modelos climáticos para o período de *+,7*7++)cenário *) estima um aumento na temperatura m-dia do ar no ?rasil) emtodos os meses) comparado ao período de re3erência #7.87&7..+() por-m)apresentando o mesmo comportamento sa>onal #$ig4 '(4 maior temperaturam-dia do ar no País ocorrerá em 3evereiro #*@): AC( e a menor nos meses de 1un%o e 1ul%o #*'). AC(4 5a região 5orte) a maior temperatura m-dia no 3uturoocorrerá em setembro e outubro) com B7): AC e a menor temperatura nosmeses de 1aneiro a março) maio e 1un%o) com *.), AC4 5as demais regi2es) asmenores temperaturas m-dias do ar ocorrerão todas em 1ul%o) com *,): AC no  5ordeste; *8). AC no Centro&Oeste; **): AC no udeste; e 7,)' AC no ul4 maior temperatura m-dia ocorrerá em novembro no 5ordeste #B+)B AC() emoutubro no Centro&Oeste #B+). AC() em 3evereiro no udeste #*,), AC() e em 1aneiro e 3evereiro no ul #*8): AC() con3orme a 6abela '4 Os acr-scimos natemperatura m-dia do ar ou anomalias positivas ocorrerão tanto na m-dia doPaís) como igualmente em todas as regi2es e meses do ano) por-m comconsiderável variação regional) com e=tremos m-dios de aquecimento variandode *). AC de novembro a 3evereiro no ul a ')@ AC em setembro no Centro&Oeste4 5a m-dia do País) as anomalias variarão de B)BAC em 1aneiro e3evereiro a ')7AC em outubro #6abela '(4 Por consequência) os aumentos detemperatura no 3uturo tamb-m serão variáveis nas estaç2es do ano para am-dia do País) com a maior anomalia ocorrendo na primavera #setembro anovembro() com B). AC e a menor no verão #de>embro a 3evereiro() com B)' AC#$ig4 : e 6abela :(4 s anomalias tamb-m serão variáveis nas regi2es do País)com a maior anomalia ocorrendo nas regi2es 5orte e Centro&Oeste naprimavera) com '): AC) enquanto que a menor está prevista ocorrer na regiãoul no verão) com *). AC4 Para todas as estaç2es do ano) as menoresanomalias ocorrerão na região ul #$ig4 : e 6abela :(4 s maiores anomalias detemperatura m-dia do ar ocorrerão na primavera) e=ceto para a região ul) queserá no inverno #1un%o a agosto(4 distribuição geográ3ica da temperaturam-dia do ar pode ser observada nas $ig4 8 e ,4    lteraç2es climáticas e pat!genos; O termo mudança ambiental globalD envolve essa ampla gama de eventos)incluindo o aumento da concentração de CO* atmos3-rico) de o>Enio #OB( natropos3era #da super3ície do planeta at- 7+ Fm de altura( e outros impactos4 Ostermos mudança bios3-ricaD ou mudança globalD tamb-m 3oram sugeridosporque envolvem o conceito de que interaç2es comple=as estão ocorrendoentre o ambiente 3ísico e o biol!gico #CO GHJ) 7..:(4 s alteraç2es em umpodem a3etar o outro e podem resultar em e3eitos aditivos ou sinergísticos noambiente4 s mudanças climáticas podem a3etar de di3erentes 3ormas um grupode organismos; este grupo a3eta outros e o con1unto de mudanças pode voltar a causar e3eitos no ambiente 3ísico4m uma estimativa conservadora) grios #*++:( discute que doenças) pragas eplantas invasoras inter3erem ou destroem a produção entre B7 / e '* / detodas as culturas no mundo4 ssas perdas são menores nos paísesdesenvolvidos e maiores nos países em desenvolvimento) 1ustamente os quemais necessitam de alimentos4 Considerando a m-dia de B8): / de perdas)7')7 / delas são causadas pelas doenças) 7+)* / pelas pragas e 7*)* /pelas plantas invasoras4 Kessa 3orma) o autor calcula que as perdas devidas <sdoenças de plantas totali>am anualmente no mundo) apro=imadamente)  L**+ bil%2es4 essas perdas devem ser adicionados de 8&7* / de perdasem p!s&col%eita) as quais são particularmente maiores nos países tropicaisonde 3altam recursos) tais como para re3rigeração4 5esses cálculos não estãoincluídas as perdas causadas pelos 3atores ambientais) tais como a ocorrênciade bai=as temperaturas) secas) poluição do ar) de3iciência de nutrientes e3itoto=icidade4 O ambiente pode in3luenciar o crescimento e a suscetibilidade daplanta %ospedeira) a multiplicação) a disseminação) a sobrevivência e asatividades do pat!geno) assim como a interação entre a planta %ospedeira e opat!geno4 Por esse motivo) as mudanças climáticas constituem uma s-riaameaça < agricultura) pois podem promover signi3icativas alteraç2es naocorrência e severidade de doenças de plantas4 6ais alteraç2es podemrepresentar graves m uma estimativa conservadora) grios #*++:( discute quedoenças) pragas e plantas invasoras inter3erem ou destroem a produção entreB7 / e '* / de todas as culturas no mundo4 ssas perdas são menores nospaíses desenvolvidos e maiores nos países em desenvolvimento) 1ustamenteos que mais necessitam de alimentos4 Considerando a m-dia de B8): / deperdas) 7')7 / delas são causadas pelas doenças) 7+)* / pelas pragas e 7*)*/ pelas plantas invasoras4 Kessa 3orma) o autor calcula que as perdas devidas<s doenças de plantas totali>am anualmente no mundo) apro=imadamente)L**+ bil%2es4 essas perdas devem ser adicionados de 8&7* / de perdasem p!s&col%eita) as quais são particularmente maiores nos países tropicaisonde 3altam recursos) tais como para re3rigeração4 5esses cálculos não estãoincluídas as perdas causadas pelos 3atores ambientais) tais como a ocorrênciade bai=as temperaturas) secas) poluição do ar) de3iciência de nutrientes e3itoto=icidade4 O ambiente pode in3luenciar o crescimento e a suscetibilidade daplanta %ospedeira) a multiplicação) a disseminação) a sobrevivência e asatividades do pat!geno) assim como a interação entre a planta %ospedeira e opat!geno4 Por esse motivo) as mudanças climáticas constituem uma s-riaameaça < agricultura) pois podem promover signi3icativas alteraç2es naocorrência e severidade de doenças de plantas4 6ais alteraç2es podemrepresentar graves  importNncia do ambiente sobre o desenvolvimento de doenças de plantas -con%ecida %á s-culos #COHOL5) 7.,B(4 Por-m) a preocupação com ose3eitos das mudanças climáticas sobre doenças de plantas assumiu a es3erainternacional com as revis2es publicadas por tFinson #7..B( e Manning e6iedemann #7..:(4 Outras três publicaç2es se seguiram) alertando sobre asnovas ameaças < $itopatologia) de autoria de CoaFle #7..:() CoaFle ec%erm #7..8( e CoaFle et al4 #7...(4 arrett et al4 #*++8( apresentaram umarevisão sobre di3erentes abordagens do assunto) considerando diversasescalas de interação pat!geno&%ospedeiro) desde o microclima at- o climaglobal4 ecentemente) C%aFrabort et al4 #*++@( analisaram os trabal%ospublicados sobre o assunto e propuseram novas iniciativas de pesquisa4ventos internacionais tamb-m começaram a incluir o tema em suas
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