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O Livro do Ego Osho Introdução - A O ego é um icebergue. Derreta-o. Derreta-o com amor profundo, para que desapareça e se torne parte do Oceano. - A simplicidade não é um desafio à altura do ego; ao contrário da dificuldade e da impossibilidade, que representam o desafio supremo. - A dimensão do ego é mensurável e pode ser conhecida através da dimensão dos desafios que aceitamos. - A simplicidade representa a morte do ego. - O Homem aspira a ascender hierarquicamente em tudo o que se envolve
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  O Livro do Ego Osho Introdução - A O ego é um icebergue. Derreta-o. Derreta-o com amor profundo, para que desapareça e se torne parte do Oceano.- A simplicidade não é um desafio à altura do ego; ao contrrio da dificuldade e da impossibilidade, que representam o desafio supremo.- A dimensão do ego é mensur!el e pode ser conhecida atra!és da dimensão dos desafios que aceitamos.- A simplicidade representa a morte do ego.- O omem aspira a ascender hierarquicamente em tudo o que se en!ol!e.- A pr#pria psicologia est orientada de forma a fortalecer o ego.- Os psic#logos empenham-se a demonstrar que o omem precisa de construir um ego forte.- Assim, a educação é um programa que ser!e para nos tornar ambiciosos atra!és da dicotomia do castigo e recompensa, condu$indo numa determinada direcção.- Os pais condicionam os filhos a pensar que, acaso não se consigam afirmar, serão in%teis.- O homem simples é !isto como um simpl#rio in%til. A simplicidade nunca foi um ob&ecti!o da sociedade, nem pode ser um ob&ecti!o porque todos nascemos simples'- As crianças são simples, mas cedo são corrompidas pelas ideias dos pais, professores, padres e pol(ticos.- )odos fa$em questão de enfati$ar o que uma pessoa de!e ser ou não.- *omos um ser, não precisamos de nos tornar noutra pessoa, que é um intermin!el caminho.- O omem nunca disse+ cheguei ao ponto mais alto da minha !ida porque o omem anda sempre em c(rculos.-  sempre alguém superior a n#s.- A !ida é multidimensional.  imposs(!el ser melhor em todas as direcç/es.- O ego é a doença do homem.- De!emos estar à !ontade com n#s mesmos e aceitar o nosso pr#prio ser.- )ornar-se alguém é a doença, e ser é a sa%de.- O ego não passa de uma fantasia.- A morte chega sempre antes da reali$ação do ego. 1. O EGOO que é o ego - O ego é o oposto do !erdadeiro ser. 0#s não somos o ego.- O ego é uma ilusão criada pela sociedade.- 1uando nascemos éramos um ser aut2ntico, mas foi criado um falso ser a partir da(.  - 3m torno de um nome erguem-se ambiç/es e condicionamentos.- O ego alimenta o dese&o e a !ontade de ser o primeiro em tudo.- Os que procuram a !erdade t2m de começar a ignorar o que a sociedade lhes foi di$endo.- 0inguém sabe nada sobre n#s, tudo que disseram sobre n#s é falso.- 3scolher o ego é escolher frustração, sofrimento e triste$a.- 4ecuperar a inoc2ncia é escolher pa$, sil2ncio e felicidade. As Crianças não nascem com ego - As crianças não nascem com ego, o ego é incutido.- Os bebés nunca di$em 3stou com fome, mas sim o 5oão tem fome- 0ão t2m qualquer noção do eu.- A denominação do eu marca o in(cio do funcionamento de uma energia distinta.- 3sse eu quer crescer, quer engrandecer.- 1uer subir cada !e$ no mundo das hierarquias.- 0ão t2m qualquer noção do eu- A denominação do eu marca o in(cio do funcionamento de uma energia distinta.- 3sse eu quer crescer, quer engrandecer- 1uer subir cada !e$ mais no mundo das hierarquias- )odos os esforços são feitos no sentido de atingir um estatuto superior- 6i!emos na senda de um sonho, que torna o eu cada !e$ maior- O ego humano é a srcem de todos os problemas- A comparação cont(nua face a terceiros gera sentimento de falhanço e mgoa- 7ilh/es de coisas nos podem magoar, mas não são essas coisas, mas o ego.- O ego treme constantemente de medo porque tem consci2ncia do artif(cio que é.- O ego manifesta-se atra!és de !rios &ogos. )odos os &ogos, são &ogos do ego.- )odos se esforçam por subir na !ida, os demais para fa$er tropeçar quem tenta subir. - O ego foi incutido pela sociedade e professores.- O ego é a maior de todas as mentiras. O ego prende as pessoas a uma espera constante.- O ego não sente alegria no presente, porque apenas e8iste no passado e no futuro, que não e8istem. - O ego s# e8iste na não-e8ist2ncia. A noção de um centro separado é a raiz do ego - 1uando a criança nasce não possui um centro pr#prio, est unida.- 0a nossa profunde$a não somos indi!idual+ somos 9ni!ersal.- O nosso nome não passa de uma ficção. 1uando chegmos ao mundo não t(nhamos nenhum nome.- 7as o nome é uma ficção %til e necessria.  - Ao mergulharmos profundamente na nossa e8ist2ncia, tanto o nome como a noção do eu desaparecem. Funcionamos constantemente através do ego ou e!istem momentos em que nos i#ertamos de e$ - *endo o ego uma ficção, h momentos que nos conseguimos libertar.- 9ma ficção e8ige manutenção constante porque est constantemente a ruir.- )oda a !ida as pessoas apro8imaram a ficção da !erdade.- O ego de um mendigo é frgil porque não tem dinheiro que o fortaleça.- )udo que fa$emos na nossa !ida é como escre!er na gua.- 7as mesmo assim continuamos a erguer castelos nas nu!ens.- O sono profundo e isento de sonhos é uma morte menor.- *ushupti : sono isento de sono.- O sono é muito !alioso, não de!emos menospre$ar.- O se8o, o amor, é a segunda maior fonte de e8peri2ncias destitu(das de ego.- 7as tem sido destru(da pelas condenaç/es dos padres.- 0o clim8 mais alto do se8o, con!ertemo-nos em energia pura, desaparecendo o ego.- O tantra optou pelo caminho mais curto, e agrad!el' Ao contrrio do ioga.- Os padres são mediadores entre Deus e n#s, por isso o seu poder.- O cientista tomou o lugar do padre, pois descobre formas de alcançar o poder oculto das forças da 0ature$a.- O padre liga as pessoas a Deus, o cientista liga as pessoas à 0ature$a.- O padre antes de ser mediador tem de quebrar as ligaç/es indi!iduais e pri!adas com Deus.- O padre ganhou poder, as pessoas perderam amor e !ida e encheu-se de sentimentos de culpa.- Deus não nos en!iou para um mundo sem cha!es.- O ego tem de ser reconhecido insistindo em estados de fusão com a e8ist2ncia.- 3m momentos de grande perigo o ego desaparece por sua conta.- *empre que o perigo se acerca a mente pra.- A mente s# funciona quando não e8iste perigo. O perigo torna-nos espontneos.- 7as as pessoas são diferentes, e este fen#meno pode acontecer noutras circunstncias que não situaç/es de perigo <p.e. apreciar a bele$a da 0ature$a=- >raças a estes momentos a religião ainda não morreu. E!istem % &entidades' dentro de si1( Entidade  - ?ersonalidade, o ego- ?ersonalidade @ per  sona <atra!és da mscara  som=- *obrepomos !rias mscaras, como as camadas de uma cebola- 4etirando uma mscara, surge sempre outra. )antas'  - 5 as coleccionamos h muito tempo, todas se re!elaram %teis, pois precisamos de mudar constantemente.- A BC entidade foi atribu(da pela sociedade, a pol(tica, o padre, os pais e os pedagogos.- As mscaras são tantas e mudam tão rapidamente que acabamos por perder a confiança em n#s mesmos.- 0ão sabemos qual a nossa !erdadeira face, porque nenhuma é !erdadeiramente nossa.- 0ascemos como uda e !i!emos uma mentira.- As mscaras foram impostas por outrens, nem sequer perguntaram ou pediram opinião. Eoi imposta !iolentamente e à força.- O mundo não nos é e8terior. 0#s somos o mundo. Onde formos, continuaremos a ser quem somos.- A !erdadeira mudança é interior. 7elhorar a nossa !ida também é uma mentira.- 1uanto mais bela a personalidade mais dif(cil larg-la.- A transformação est em abandonar por completo a personalidade e não em insistir no seu aperfeiçoamento.- A mentira não se pode tornar !erdade. A pr#pria busca da !erdade também ad!ém da mentira.- A !erdadeira e8ploração não é econ#mica ou pol(tica, mas sim psicol#gica.- *er e8plorado psicologicamente é não poder ser aut2ntico.- *# respeitamos os papéis que as pessoas assumem. )( Entidade  - O corpo material, o animal de cada um-  a parte reprimida, instinti!a e inconsciente.- 4e!ela-se em situaç/es em que perdemos o autocontrolo- 3sta identidade é mais aut2ntica, e não é falsa.- As religi/es condenam a nossa herança sel!agem como a srcem de todo o pecado.-  mais profunda mas não abai8o do consciente.- 0ão h nada de errado com o que é sel!agem.- O omem foi o %nico animal afectado pela anormalidade.- Fn!e&amos a felicidade das crianças por isso condenamos a infantilidade.- O adulto est congelado, estagnado e moribundo, arrasta-se em !e$ de !i!er.- De!emos &untar-nos à GC entidade, mas não é a %ltima. %( Entidade  :  a face srcinal, a !erdadeira-  o n(!el de uda, a consci2ncia pura e una.- A BC entidade é social, a GC natural, a HC di!ina- A face social não é in%til, nem a face natural, mas é preciso que a HC e8ista, é preciso manter o contacto com a fonte, com as ra($es.- A fonte tem de ser encontrada Aqui e Agora.   ). Os Ideiais

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Mar 17, 2018
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