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o Mercado de Trabalho Na Educacao No Nordeste Brasileiro Nos Anos 2000 e 2010

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A educação tem um papel fundamental aos interesses do capital na formação de Trabalhadores para os setores produtivos. Para o capital, é necessário um trabalhador altamente qualificado para estar de acordo com as necessidades produtivas e comerciais, para melhor gerenciá-los, tirando maior aproveitamento possível para que a acumulação se torne cada vez mais rápida e maior (BRITO, 2003). O presente trabalho tem como objetivo ilustrar o número de pessoas empregadas na educação com carteira assinada nos estados do Nordeste brasileiro. Como também o número de estabelecimentos da educação nos respectivos estados. A metodologia utilizada no trabalho tomou com referência autores como; Arroyo (2006), Freire (2001), Freire (2006), Rego (2000), Brito (2003), Corti (2007). O banco de dados que deu suporte a pesquisa foi o da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), disponibilizados pelo Ministério do Trabalho e do Emprego (MTE). Os resultados mostraram que em 2000 o número total de empregos formais na educação no Nordeste foi de 142.359 e em 2010 o total de pessoas ocupadas foi de 142.359. Os estabelecimentos em 2000 apresentaram 12.907 e em 2010 ultrapassou para 17.391 empreendimentos da educação. Concluir-se que os estados com os maiores números de vínculos formais foram os estados da Bahia, Pernambuco e Ceará. No Nordeste a quantidade de pessoas ocupadas na educação cresceu significativamente.
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    _____________________________________________________________________________  ________________________________________________________________________ Natal/RN Universidade Federal do Rio Grande do Norte 30 de setembro a 02 de outubro e 2015   1 O MERCADO DE TRABALHO NA EDUCAÇÃO NO NORDESTE BRASILEIRO NOS ANOS 2000 E 2010 Maria das Mercês do Nascimento Alves 1  Osmar Faustino de Oliveira 2   Resumo:  A educação tem um papel fundamental aos interesses do capital na formação de Trabalhadores para os setores produtivos. Para o capital, é necessário um trabalhador altamente qualificado para estar de acordo com as necessidades produtivas e comerciais, para melhor gerenciá-los, tirando maior aproveitamento possível para que a acumulação se torne cada vez mais rápida e maior (BRITO, 2003). O presente trabalho tem como objetivo ilustrar o número de pessoas empregadas na educação com carteira assinada nos estados do Nordeste brasileiro. Como também o número de estabelecimentos da educação nos respectivos estados. A metodologia utilizada no trabalho tomou com referência autores como; Arroyo (2006), Freire (2001), Freire (2006), Rego (2000), Brito (2003), Corti (2007). O banco de dados que deu suporte a pesquisa foi o da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), disponibilizados pelo Ministério do Trabalho e do Emprego (MTE). Os resultados mostraram que em 2000 o número total de empregos formais na educação no Nordeste foi de 142.359 e em 2010 o total de pessoas ocupadas foi de 142.359. Os estabelecimentos em 2000 apresentaram 12.907 e em 2010 ultrapassou para 17.391 empreendimentos da educação. Concluir-se que os estados com os maiores números de vínculos formais foram os estados da Bahia, Pernambuco e Ceará. No Nordeste a quantidade de pessoas ocupadas na educação cresceu significativamente. Palavras-chave: Educação, Emprego Formal, Estabelecimentos, Nordeste. 1  Graduada em Pedagogia pela FAIBRA. E-mail: mercesmmna@gmail.com 2  Graduando em Economia pela UFRN. E-mail: osmarfaustino@yahoo.com.br       _____________________________________________________________________________  ________________________________________________________________________ Natal/RN Universidade Federal do Rio Grande do Norte 30 de setembro a 02 de outubro e 2015   2 Referências    ARROYO, Miguel G. Educação de jovens e adultos: um campo de direitos e de responsabilidade pública. In: SOARES, L; MEC/UNESCO, 2006. BRASIL. Ministério do Trabalho e do Emprego (MTE). Relação Anual de Informações Sociais (RAIS). Brasília  –  DF; MTE. BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: introdução aos parâmetros curriculares nacionais / Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEE, 1997. BRITO, Leonardo Chagas. A ideologia da qualificação, trabalho e a ampliação do “mercado da educação superior”. São Paulo: Cortez, 5ª edição, 2003.  CORTI, Ana Paula; VÓVIO, Cláudia Lemos. Jovens na alfabetização: além das palavras, decifrar mundos.Brasília: Ministério da educação. Ação educativa, 2007. FREIRE, Paulo. Educação como prática da liberdade. Rio de Janeiro: Editora Paz e Terra,1983. FREIRE, Paulo. A educação na sociedade. 7. ed. São Paulo: Editora Cortez, 2006 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Educação no Brasil: atrasos, conquistas e desafios. Brasília DF. 2006. REGO, Tereza C. Vygotsky: uma perspectiva histórico-cultural da educação. 10. ed. Petrópolis: Vozes, 2000.
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