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REFLEXÕES SOBRE A FORMAÇÃO INICIAL: MAL/BEM-ESTAR E MOTIVAÇÃO PARA DOCÊNCIA. Palavras-Chave: Motivação, Formação Inicial, Licenciandos

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REFLEXÕES SOBRE A FORMAÇÃO INICIAL: MAL/BEM-ESTAR E MOTIVAÇÃO PARA DOCÊNCIA O presente painel aborda as temáticas tratadas na Linha de Pesquisa Pessoa e Educação, do Programa de Pós-Graduação em Educação
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REFLEXÕES SOBRE A FORMAÇÃO INICIAL: MAL/BEM-ESTAR E MOTIVAÇÃO PARA DOCÊNCIA O presente painel aborda as temáticas tratadas na Linha de Pesquisa Pessoa e Educação, do Programa de Pós-Graduação em Educação da PUCRS, preponderantemente desenvolvidas por autores, que pertencem ao Grupo de Pesquisa Mal-estar e Bem-estar na Docência, e da Linha de Pesquisa Formação de Professores, do Grupo de Extensão e Pesquisa em Educação Física Escolar, da UNIOESTE, naqueles aspectos de formação inicial docente. No primeiro trabalho, os autores destacam resultados sobre o processo de formação docente em licenciandos de Educação Física, inerentes aos desafios sobre a motivação e apoio pedagógico em sua formação, resultando na construção do bem-estar a partir de vivências universitárias positivas na formação acadêmica e pela inserção no ambiente escolar. No segundo trabalho, também são ressaltados achados relacionados com a motivação na formação inicial em licenciandos relacionando aspectos de motivação e mal/bem-estar para docência. No terceiro trabalho, se expõem as preocupações pedagógicas de estudantes estagiários no primeiro ano de prática de estágio curricular obrigatória e como isto pode se relacionar com a experiência dos estudantes, principalmente a pessoal, representada através da faixa etária. Assim, se evidencia que os estudantes que estão na faixa etária intermediária, possuem maiores níveis de preocupação, principalmente, no que disse respeito ao impacto da tarefa de ensinar. Os resultados interessantes dos estudos revelam a relevância de estruturas de apoio aos licenciandos, visando a superação de desafios impostos pelo período de formação e na futura profissão. Reiteramos a otimização dos processos de formação inicial dando ênfase ao apoio pedagógico e institucional, estímulo à autonomia e prática reflexiva aos licenciandos e docentes iniciantes em sentido continuado de formação. Palavras-Chave: Motivação, Formação Inicial, Licenciandos 3984 ELEMENTOS DE (DES)MOTIVAÇÃO E MAL/BEM-ESTAR NA FORMAÇÃO INICIAL DOCENTE Adelar Aparecido Sampaio - UNIOESTE Marcio Alessandro Cossio Baez - UNIPAMPA Resumo: O trabalho aborda o contexto de formação inicial acadêmica de potenciais futuros professores e destaca a motivação inicial à docência e apoio pedagógico recebido nessa etapa de formação. Contou com a participação de sessenta e oito licenciandos de uma instituição privada do Estado do Paraná - Brasil. Foram utilizados questionários tratados com Estatística Descritiva e Inferencial e entrevistas com análise de conteúdo. Os resultados que emergiram do questionário motivação e apoio pedagógico, apresentam elementos positivos na fase final da licenciatura. No entanto, o estudo revela carências sobre o processo de formação, principalmente nos apoios pedagógicos entre as instituições envolvidas. Sugerimos ações de apoio ao desenvolvimento profissional docente em sentido continuado, visando otimizar o processo formativo tanto nos cursos de licenciatura e instituições envolvidas nessa fase de formação. Palavras-chave: Motivação Inicial; Mal/Bem-estar Docente; Formação Inicial. Introdução A motivação para docência na formação inicial, constitui-se elemento de elevada importância para a construção de referenciais para a futura prática docente, sendo determinante para o desenvolvimento profissional. Nessa perspectiva de formação, temos investido estudos sobre o maior reconhecimento de indicativos para adequação dos enfoques formativos, no sentido de contribuir para a motivação do licenciando e docente iniciante, visando otimizar de estratégias de desenvolvimento profissional e pessoal, frente aos desafios emergentes do contexto laboral docente. Há evidências muito fortes que podem ser aprendidas formas de prevenção e competências para o enfrentamento de situações contextuais adversas que envolvem a docência (JESUS, 1998; 2002; 2007). Nesse sentido, parece-nos um importante passo, no processo de promoção da formação profissional para a docência, o direcionamento e desenvolvimento de planos de intervenção voltados a diminuir o mal-estar e aumentar os níveis de motivação e bem-estar docente. Ademais, a importância de estudos nessa área é de elevada medida, pois verificamos a carência de trabalhos sobre essa temática, principalmente as que destacam a motivação e mal/bem-estar nas licenciaturas. Ao ressaltarmos nosso reconhecimento sobre contextos de motivação, mal-estar e de bem-estar na docência, entendemos que os elevados índices de estresse e mal-estar que verificamos nesta profissão (JESUS, 1998; 2002; 2007; SAMPAIO, 2008; 2014; 3985 MOSQUERA e STOBÄUS, 1996; 2000) requerem que sejam implementadas algumas medidas no sentido de otimizar enfoques formativos dos professores e de potenciais futuros professores em âmbito de formação inicial e continuada. De acordo com Jesus et al. (2012) programas de intervenção voltados aos docentes, consoantes com medidas ao nível das organizações em que trabalham, considerando também elementos de influência da cultura, suportam a hipótese de que existem benefícios a ponto de diminuir o mal-estar e de aumentar a motivação e o bemestar dos professores. Cremos que tais benefícios, podem servir da mesma forma, na formação inicial acadêmica. Em relação aos estudos sobre motivação, os mesmos nos remetem a compreendê-la como um processo complexo de interinfluências, às quais se revelam em distintas situações. No processo de formação docente, temos verificado como determinante para o desenvolvimento profissional. No entanto, a realidade evidenciada, revela a imprescindibilidade de se proceder ao estudo sistemático da motivação dos professores e dos potenciais professores, de forma a fundamentar estratégias de promoção da motivação para a profissão docente (SAMPAIO, 2014). No Brasil, há carências de apoios pedagógico e psicológico na fase inicial de formação aos futuros docentes e no início da docência, por isso, destaca-se a necessidade de fomentar programas de intervenção, tanto no início da docência, como na formação acadêmica (SAMPAIO, 2008; 2014), no sentido de promover competências tanto teóricas como práticas na formação de professores contribuindo para diminuir o mal-estar e promover o bem-estar docente (JESUS, 1998). Os estudos longitudinais em formação continuada de professores, de investigação-ação, realizados em Portugal (JESUS, 1996; 1998; JESUS e ESTEVE, 2000) e mais recentemente no Brasil (SAMPAIO, 2008; SAMPAIO et al., 2008) revelam que intervenções temáticas abordando o contexto atual, podem contribuir para diminuir o mal-estar e promover o bem-estar docente, inclusive na manutenção de seus efeitos por períodos mais longos revelados por Sampaio e Stobäus (2009, 2010). Os estudos comparativos entre professores de Portugal e do Brasil (JESUS et al., 2011; 2012) traduzem bem esses benefícios de aumento significativo da motivação intrínseca em docentes. De acordo com Jesus (1996; 2012), Jesus et al. (2011; 2012), Esteve (1994) esta linha de investigação sobre a motivação em contextos de formação docente, revela-se importante, pois esta profissão perdeu seu poder atrativo nos últimos anos e cada vez 3986 mais, é uma escolha secundária ou por ausência de melhores alternativas profissionais. O autor destaca que uma das manifestações do mal-estar docente é a falta de motivação dos professores, quer em termos cognitivos, através de seu projeto de abandono da profissão docente, quer em termos comportamentais, através do absentismo e de um menor empenhamento nas suas atividades profissionais. Temos evidenciado que o período de formação acadêmica tem se configurado como um dos mais importantes estágios do processo de formação de professores. Conforme Jesus (2002), é a fase em que os professores sentem maior necessidade de aprendizagem, estando mais suscetíveis às correções e sugestões, sendo talvez, o único período do percurso profissional em que está institucionalmente previsto que haja acompanhamento e orientação. Gold (citado por JESUS, 2002) explica que, provavelmente, os professores que abandonam a profissão docente no início da carreira teriam potencial para serem eficazes se tivessem sido mais encorajados, apoiados e preparados durante os primeiros anos de ensino, na transição da formação inicial para a prática profissional. Nesse sentido, o apoio fornecido nos estágios de formação influencia muito na percepção dos potenciais futuros professores e docentes iniciantes, podendo bem contribuir para a prevenção dessa situação. Quanto ao apoio acadêmico oferecido pelo docente formador/mediador responsável pela orientação do aluno, é necessário ir além das competências técnicas pertinentes à profissão, no sentido de uma prática orientada a uma motivação docente, preparando-o para uma atuação mais personalizada aos reais desafios e adversidades presentes no cotidiano escolar. Assim, relacionar a formação do licenciando com sua futura atuação de forma mais ajustada às necessidades do contexto educativo, requer, em nosso entender, maiores níveis de motivação, que devem estar baseados em metas, expectativas de eficácia e de possibilidades concretas de realização de suas ações com sucesso, mais reais e alcançáveis. São elementos que desafiam a formação inicial docente. A partir do exposto, o presente estudo aborda a motivação como elemento de bem-estar docente, pretendendo trazer à tona reflexões sobre a motivação para a profissão docente e o contexto de formação de licenciandos, potenciais futuros professores, assim como destacar as razões pela escolha e desenvolvimento da (des)motivação pela profissão docente. 3987 Metodologia A partir do estudo quanti-qualitativo em nível exploratório-descritivo, objetivouse buscar informações sobre os períodos de formação inicial para docência, no final da formação acadêmica e início da vida docente. Os dados foram coletados no final da formação acadêmica em 2012, com licenciandos do último período dos cursos de Pedagogia, Letras e Educação Física de uma instituição privada do Estado do Paraná. Como instrumento de coleta de dados, utilizamos questionários com questões abertas e o instrumento de Avaliação da Motivação Inicial e Apoio Pedagógico, de Jesus (1996). Os sujeitos participantes dessa primeira etapa constituíram a amostra de 68 alunos, sendo 53 são do sexo feminino e 15 do sexo masculino, com idades compreendidas entre 19 e 46 anos de idade, todos cursando o último ano dos seus respectivos cursos e ainda não haviam exercido docência como professor titular. A identificação dos sujeitos foi realizada por números que vão de 1 a 68 antecedido da letra S (de sujeito). Os questionários com questões abertas foram tratados com análise de conteúdo na proposta de Bardin (2010) e para o questionário quantitativo (JESUS, 1996), utilizamos o Programa SSPS, versão 18, com estatística descritiva e inferencial, através de teste t, de Student. O estudo, foi aprovado Comissão Científica, em 2012, sob número 079/2012 e do Comitê de Ética da PUCRS CEP sob número , contando com o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido TCLE e respeitando os aspectos éticos de pesquisas com pessoas. Resultados e discussão Inicialmente, apresentaremos os resultados do Instrumento de Avaliação da Motivação Inicial à Docência (JESUS, 1996), realizado na primeira etapa do estudo e apresentado no Quadro 1, a seguir: Quadro 1: Resultados sobre a motivação inicial na formação acadêmica. Medidas Média do instrumento Média obtida Desvio padrão Motivação Inicial *28,22 4,42 Modelo de Formação Educacional *62,10 9,90 Resultados Profissionais *32,03 3,40 Apoio no Estágio *60,53 8,33 *p. 0, Fonte: Os autores (2016) Os resultados do questionário revelam todas as variáveis avaliadas estatisticamente significativas. Nos resultados da motivação inicial para o exercício da docência, as questões relacionam-se à influência positiva na escolha da profissão docente: querer ser professor; querer preparar-se para ser professor; sentir-se vocacionado para a profissão; gostar de ensinar; gostar de relacionar-se com jovens e contribuir para seu desenvolvimento. O modelo de formação educacional, na formação acadêmica indica: a valorização de estratégias pedagógicas que o professor pode usar, assim como sobre a autonomia e iniciativa do formando nas suas atividades de estágio; o fornecimento de exemplos concretos, reais ou de ficção; a defesa de que há vários estilos potencialmente eficazes de professor. Ainda, aponta que houve sucesso nas ações que propiciaram aos formandos poder refletir sobre as possíveis atitudes a adotar perante situações de desinteresse, indisciplina e insucesso escolar com os alunos. Sobre os resultados profissionais prévios, em situações relacionadas aos períodos de regência em sala de aula, destacam sucessos no desenvolvimento de competências profissionais para saber lidar com as situações que ocorrem na sala de aula, assim como, de qualidades pessoais para ser professor. Da mesma forma, a partir dos resultados nos estágios, as respostas do instrumento indicam que foram proporcionadas e refletidas situações para descobrir o seu estilo pessoal de ser professor, a superar experiências de menor sucesso profissional na sala de aula. a possibilitar condições para desenvolver expectativas de sucesso profissional, a superar a ansiedade de antes de dar as aulas, a ter autonomia para fazer uso da criatividade e opções pessoais nos processos de ensino e de aprendizagem. Quanto à avaliação sobre os aspectos de apoio no estágio, está relacionada a realização de objetivos quanto ao bom relacionamento com os alunos, a levar os alunos a aprender, ajudar a ser recordados de forma agradável, a contribuir para a formação plena dos alunos e levá-los a gostar da matéria, assim como de controlar o comportamento dos mesmos na sala de aula. O estudo da motivação inicial (JESUS, 1996; 2012) revelou sua influência direta e significativa sobre o projeto profissional e uma influência significativa da motivação inicial sobre o apoio fornecido no estágio pedagógico, sendo percepcionado um apoio tanto maior pelo estagiário quanto mais este se encontrava motivado para a profissão docente antes de seu início. 3989 Quanto aos resultados do questionário que abordou sobre a formação na licenciatura, na categoria que resultou dos aspectos mais relacionados com a motivação inicial à docência (SAMPAIO, 2014), os destaques a seguir são apresentados em síntese, primeiramente das respostas, seguido das análises e discussão dos achados. Inicialmente os relatos sobre a motivação ao ingresso nos cursos de licenciatura, recebemos respostas indicativas sobre a influência de pessoas ligadas à família, das quais citamos: Primeiramente por influência de um familiar que começou a fazer o curso e me motivou S61; Por já existir uma pessoa da família atuando na profissão S23; Tenho uma irmã com Pedagogia S28. Ainda, os relatos relacionados à influência da convivência com pessoas ligadas à Educação, como por exemplo: Trabalhava na secretaria de uma escola, então fui motivada pelos meus colegas de trabalho S64; Eu já lecionava inglês e senti a necessidade de me qualificar com a licenciatura, isso me motivou a escolher o curso de Letras S30; Contato com crinças a partir de trabalho administrativo na escola. O sentimento de vocação, gosto, vivências e admiração pela área, foi elemento muito presente nos relatos, como por exemplo: Por que admiro a profissão docente S51; Por gostar de uma língua estrangeira S60; Me identifico muito com a prática do esporte S7; O fato de gostar da matéria na escola e de ser atleta S8; Me senti vocacionada para essa profissão S43. Apesar das dificuldades encontradas, me sinto vocacionada para desempenhar a profissão S12; Me sinto apta, na verdade descobri minha vocação [...] S33; Através dos estágios pude vivenciar diversas áreas que abrangem a profissão S24. Esses apontamentos retratam as experiências iniciais docentes nas atividades de estágio como importantes, pois, colocaram os potenciais futuros professores em confronto com as situações reais da profissão docente, o que permitiram elaborar uma autoavaliação da vocação/competência para ser professor, por meio de vivências de sucesso na sua socialização profissional. A escolha profissional para Soares (1991) constitui um processo contínuo que vai desde a infância até a idade adulta, sendo que fatores políticos, econômicos, sociais, familiares e psicológicos influenciam na escolha profissional. Consideramos, pautados nas narrativas dos licenciandos, que seus apontamentos estão de acordo para uma vocação construída no dia a dia, a partir de suas vivências de formação. Nesse sentido, nos arriscamos dizer, que a vocação, está aqui, estreitamente aliada ao gosto, à descoberta do prazer pelo exercício da docência. É importante destacar que um prazer que, de acordo com as histórias narradas, não desconhece as 3990 dificuldades da profissão, mas que ajuda a superá-las. Neste sentido, os indicativos de adesão e sentimento de vocação à profissão podem despertar um sentido marcado pela busca de um desenvolvimento que favoreça a construção de sua identidade profissional. Outros apontamentos estão relacionados com a maior acessibilidade de trabalho e relação dos custos com o curso: Escolhi esse curso pela maior facilidade do campo de trabalho e valor acessível do curso S40; Por ser um curso barato S34; Minha opção era outro curso, mas devido à falta de condições financeiras [...] S49. Três respostas complementares a essa questão nos chamaram a atenção, por iniciarem o curso com pouca motivação inicial, mas no decurso da formação foram desenvolvendo gosto pela profissão, das quais citamos: Eu não tinha outra opção, mas no decorrer do curso me identifiquei e a cada dia me sinto mais motivada S40; No começo tinha dúvidas se me enquadraria no curso, mas fui gostando e estou muito feliz S49. Segundo Valle (2006) a opção profissional não é feita com base em características de personalidade, como poderia aceitar o senso comum. Ao contrário, enfatiza que tal opção depende principalmente do fato de ter nascido num determinado momento histórico e num certo ambiente sociocultural, definido por elementos estruturais de ordem econômica, política, educacional, orientando a escolha pessoal e exercendo forte influência sobre o itinerário profissional. O estudo de Gatti e Barreto (2009), de 2005, baseado no questionário socioeconômico do ENADE - Exame Nacional de Cursos, que avalia os cursos superiores no Brasil, abrangendo sujeitos, sobre o principal motivo da escolha pela Licenciatura, nos apresenta, que 65,1% dos alunos de Pedagogia atribuem a escolha ao fato de querer ser professor, ao passo que esse percentual cai para aproximadamente a metade entre os demais licenciandos. Para as autoras, a escolha da docência seria uma espécie de seguro desemprego, ou seja, como uma alternativa no caso de não haver possibilidade de exercício de outra atividade. O estudo ainda revelou a percepção pelos licenciandos sobre a discrepância entre teoria e a prática, o que gerou uma conscientização acerca da importância das disciplinas de formação educacional/estágio pedagógico quanto à sua utilidade a preparação profissional. Na prática é muito diferente S12; Não tem nem como comentar a diferença é muito grande S19; A licenciatura te ensina o básico, mas na realidade você aprende que há muitas diferenças S23. Houve também indicativos de aprimoramento da experiência prática e vários apontamentos sugerem o aumento da carga horária de atividades práticas voltadas ao ensino e diminuição das teóricas, como 3991 citam: Deveria ter mais prática e menos teoria S12; Senti que faltou mais carga horária para regência de sala de aula S38; Deveria ter mais aulas que trabalhassem mais a didática S21. Garcia (1999), nos oferece pistas sobre a formação docente a qual é geralmente planificada e desenvolvida fora do contexto escolar sem se atender à necessária formação dos professores. Sobre este distanciamento da realidade escolar e a universid
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