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Um Ponto de Vista Sobre a Pena de Morte No Brasil

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Texto referente a pena de morte no Brasil.
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  Um ponto de vista sobre a pena de morte no Brasil Publicado por  Mila Mnemosyne  em 7 de maio de 2012 às 2:40  Pena de morte em geral leva a discussões polêmicas, onde cada qual tem a suaopinião baseada em dogmas e crenças, porém - por mais extremista que soe - hoenão vou !alar sobre todos os lados e as suas consequências, vim expor minha opiniãopessoal, mostrando dados que possam me dar embasamento #ão estou aqui para!alar sobre o politicamente correto, sobre o que as religiões pensam sobre o assunto,estou aqui para !alar sobre o que pode vir a ser e!iciente para a diminuição dacriminalidade no nosso pa$s   Matar alguém em nome da ustiça é algo muito radical, podendo soar comosemelhante ao %elho &este, ou h' v'rios lugares sem lei onde temos o !amoso (&lhopor olho, dente por dente), mas até que ponto s* colocar alguém atr's das grades ésu!iciente para punir um crime+ #ão digo qualquer crime, estou !alando daquelesbrutais, hediondos, estou !alando de chacina, genoc$dio, tortura, palavras nem umpouco bonitas de se ler, muito menos de ser v$tima direta ou indiretamente desse tipode situação .im, estou de!endendo a pena de morte para certos casos, para casostão extremos quanto essa (punição)  /odos ' devem ter ouvido !alar do !amoso (Man$aco do Parque), que - h' maisou menos uma década - levava moças para um parque de .ão Paulo, com apromessa de contrat'-las como modelos, torturava, estuprava e matava suas v$timas Para crimes desse tipo, não existe tempo su!iciente atr's das grades que garanta asegurança dos que estão aqui !ora, nem para o criminoso pagar pelo mal que !e0 atodas as pessoas atingidas as que perderam suas vidas e suas !am$lias 1lém domais, h' quem diga que receber um grande n2mero de anos para !icar na prisão podeser o su!iciente, uma ve0 que existe a chance do criminoso nunca mais ter a liberdade,caso morra antes de cumprir toda sua pena Porém acredito que isso não valha nada,sabendo que l' dentro ele estar' sendo bem tratado, ganhar' privilégios con!orme seucomportamento, receber' comida todos os dias, poder' até trabalhar e receber dinheiro, entre outras coisas 3ealmente é uma punição digna para quem matou,es!aqueou, en!orcou, torturou, esquarteou, estuprou, ou qualquer coisa do gênero,muitas pessoas+ .erial 4illers devem realmente receber um tratamento tão leve+5laro que de!endo o (inocente até que se prove o contr'rio), mas acho que algumaspessoas merecem sim serem executadas, pois, além de serem uma ameaça paratodos a sua volta, causaram danos irrevers$veis, agiram brutal, cruel e !riamente e não  merecem simplesmente !icar vivendo !inanciados pelo governo ou sea, por n*stodos enquanto esperam a vida passar .u0ane %on 3ichtho!en   /enho ainda mais exemplos em que a punição deveria sim ser aplicada, como no!amoso caso (.u0ane %on 3ichtho!en), onde a garota premeditou e !oi mandante daexecução dos seus pais, com ambição de herdar seu dinheiro e !ugir com o namoradoque estes não aprovavam 1ssim como no caso da (3ua do 1rvoredo), ocorrido em6789, em Porto 1legre, onde um homem e sua esposa atraiam suas v$timas, matavamestas esquarteadas e !a0iam linguiças com os corpos para vender em um açougue 5rimes hediondos, chocantes, a sangue !rio, brutais como esses são os que sequali!icariam per!eitamente para a pena de morte :' o tr'!ico de drogas é algo paraser pensado e repensado, pois tra!icar ilegalmente algo- por si s*- não é motivo paramatar alguém como punição, alguns anos atr's das grades seriam su!icientes;porém temos todo um esquema montado por tr's disso, onde quem est' na cadeiatem celulares e consegue se comunicar com quem est' do lado de !ora, mandandocrimes serem executados por terceiros <em como o (tra!icante che!e) tambémconhecido como dono da (boca) tem muitos homens armados a sua disposição, quematam !riamente quem !ica devendo, ou seus rivais; é praticamente uma m'!iaitaliana nos morros do <rasil 1lém do mais, o tr'!ico gera crimes, como roubo paraconseguir dinheiro para o craque, entre outros =ogo, essa (rede de crimes) mereceuma punição extrema, desde que sea aplicada somente aos (che!es)    Mapa mundi de acordo com a pena de morte  >m <rasil com pena de morte é um <rasil com menos violência, um pa$s quepossa emergir e se desenvolver dignamente, ao invés de ser conhecido como umlugar onde s* tem marginais, modo que os pa$ses de primeiro mundo nos veem >m<rasil com pena de morte é um pa$s onde os criminosos pensam antes de !a0er qualquer atrocidade, a!inal, não querem arriscar suas vidas 5laro que a criminalidadenão cair' para ?@ apenas com essa medida, mas com certe0a ter' uma reduçãosigni!icativa 5hina, 5oréia do #orte, 5oréia do .ul, A8 estados dos B? que compõemos Cstados >nidos permitido pelo Doverno Eederal, :apão- sendo os dois 2ltimos, os2nicos pa$ses democr'ticos que utili0am desse tipo de punição- são lugares onde apena de morte é aplicada /ambém são lugares onde temos $ndices de criminalidadeabaixo do brasileiro, o que mostra que seria uma solução e!iciente que, se aplicada emconunto com outras, como por exemplo, a de!endida no post 5ampanha Pr* 1rmamento, pode ser exatamente o que precisamos para viver sem medo, em umpa$s digno, que respeite o direito de todos, mas que também saiba de!ender seuscidadãos Fispon$vel emG httpGHHIII u!rgs brHviesHviesHum-ponto-de-vista-sobre-a-pena-de-morte-no-brasilH  1cesso emG 67 de maio J?69  a Kual a tese que a autora de!ende+ Cm que par'gra!os ela pode ser identi!icada+b & que é L!alar sobre o politicamente corretoL+ Cssa expressão no texto deixaimpl$citos de sentido Kuais são+c Kual o ditado popular utili0ado no texto+ Kual o peso argumentativo dele+d Kualis os argumentos mais contundentes utili0ados pela autora+ Clesrepresentam qual tipo de argumento+e Kual o contra-argumento considerado+! Kual a usti!icativa para a de!esa da pena de morte no <rasil+g C você, concorda com a pena de morte+ 1rrole suas considerações e usti!icativas h & artigo de opinião apresenta uma estrutura predominanteG introdução,desenvolvimento e conclusão ndique, por meio do n2mero dos par'gra!os cada umadestas partes ntroduçãoG NNNNNNNNNNNNNO FesenvolvimentoG NNNNNNNNNNNNNO 5onclusãoG NNNNNNNNNNNNNO
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