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UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU PROJETO A VEZ DO MESTRE LIDERANÇA: OBTENDO RESULTADOS ATRAVÉS DAS PESSOAS

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UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU PROJETO A VEZ DO MESTRE LIDERANÇA: OBTENDO RESULTADOS ATRAVÉS DAS PESSOAS Por: Gisele Abreu Cunha de Oliveira Orientador Prof. Jorge Vieira Niterói
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UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU PROJETO A VEZ DO MESTRE LIDERANÇA: OBTENDO RESULTADOS ATRAVÉS DAS PESSOAS Por: Gisele Abreu Cunha de Oliveira Orientador Prof. Jorge Vieira Niterói Fevereiro/2010 UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES 2 PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU PROJETO A VEZ DO MESTRE LIDERANÇA: OBTENDO RESULTADOS ATRAVÉS DAS PESSOAS Apresentação de monografia à Universidade Cândido Mendes como condição prévia para a conclusão do Curso de Pós-Graduação Lato- Sensu em Gestão Empresarial. Por: Gisele Abreu Cunha de Oliveira AGRADECIMENTOS 3 A Deus que me rege, ilumina, guia os meus passos e me concede a graça de concretizar mais este objetivo em minha vida. Tudo posso naquele que me fortalece. (Filipenses 4:13). Aos professores do Projeto A Vez do Mestre da Universidade Cândido Mendes, ao meu marido e filho que, com muita paciência entenderam a importância deste curso e contribuíram de forma especial para que eu chegasse até o final. E a todos aqueles que direta ou indiretamente contribuíram para o desenvolvimento do trabalho. RESUMO 4 Diante do ritmo acelerado das inovações, há um freqüente desafio para as organizações que buscam a liderança no mercado utilizando-se de brilhantes estratégias. Neste cenário é evidente e necessária a importância da liderança, pois, o alcance dos objetivos propostos, basicamente está atrelado ao comportamento do líder. Uma equipe de sucesso admira o seu líder e tem orgulho em ser liderado por este. A postura de um líder e seu estilo causa um impacto ultra-imediato sobre os seus liderados, fator este, determinante para o desempenho de sua equipe e o sucesso da organização. O conceito de liderança organizacional está sofrendo muitas mutações, o que tem haver com a globalização e a competitividade acirrada. Os papéis começam a ficar mais claros: Você gerencia coisas e lidera pessoas (Hunter, 2004, p.25). A sociedade do conhecimento não se comporta passivamente a espera de uma tarefa simplesmente a desempenhar. A espera é por grandes desafios, oportunidades de crescimento e desenvolvimento profissional. Clarificar a importância da liderança nas organizações é um desafio muito grande. O entendimento é sempre muito pessoal. Mesmo não havendo anuência entre os estudiosos a respeito da liderança eficaz e das diversas variáveis que nela interferem, todos harmonizam num ponto central: sua importância para a sobrevivência e o desenvolvimento das organizações geradoras de bens ou serviços, sejam elas privadas ou públicas. Como lideramos pessoas e não coisas bem definido por Hunter- tornam-se óbvio que, para obter resultados satisfatórios só podemos alcançá-los através das pessoas. Palavras chave: Inovações, Desafio, Liderança, Estilo de liderança, Estratégias, Resultados. METODOLOGIA 5 A metodologia utilizada foi o método dedutivo com uma abordagem descritiva, utilizando a pesquisa do tipo bibliográfica, consulta em revistas especializadas no assunto e acesso a sites afins do tema. SUMÁRIO 6 INTRODUÇÃO 07 CAPÍTULO I 09 ESTUDO DA LIDERANÇA CAPÍTULO II 26 PROBLEMAS OCASINADOS PELA FALTA DE LIDERANÇA CAPÍTULO III 39 INOVE O SEU ESTILO E ALCANCE RESULTADOS FANTÁSTICOS CONCLUSÃO 47 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 49 ANEXOS 50 ÍNDICE 52 INTRODUÇÃO 7 Grandes líderes mudam de estilo para levantar a autoestima de suas equipes. É impressionante o que as pessoas conseguem realizar quando passam a acreditar nelas mesmas. (Sam Walton) O tema desta monografia é Liderança. A questão central deste trabalho é saber como um líder pode obter um maior resultado levando em consideração o principal ativo das organizações: AS PESSOAS. O tema sugerido é de fundamental relevância, pois entendo que a liderança é o calcanhar de Aquiles de uma organização e os líderes põem tudo a perder quando não sabem liderar. Bem sabemos que uma equipe bem liderada supera qualquer crise, qualquer obstáculo e é capaz de realizar muito com quase nada. É sempre uma equipe de destaque, ou seja, vencedora, porque acredita e se sente segura junto ao seu líder. Hoje, basicamente, os liderados fazem parte da geração y, uma geração cheia de perspectivas e comportamentos conflitantes. Por ser esta geração caracterizada como sendo confiante, otimista, independente, moderada, inteligente, orientada por objetivos, mestres na Internet e nos computadores pessoais. Definida como a geração da autoestima. Torna-se urgente e necessária a liderança exercida por grandes mestres, capacitados e treinados para o novo mundo organizacional. Saber liderar é questão urgente de reflexão, pois, como se pode alcançar resultados senão através das pessoas? É basicamente esta reflexão que pretendo levar a muitos. As pessoas estão mais exigentes, pois, diante de tanta competitividade, se vêem na obrigação de se atualizar constantemente, desenvolver suas competências e adquirir o maior número de ferramentas para o alcance do sucesso profissional, em consequência, o grau de exigência por parte destes liderados se torna cada vez maior, motivo este, de grandes conflitos entre líderes e liderados. Deste modo, torna-se necessário um aprofundamento nesta questão tão difícil para o mundo organizacional: Saber liderar eficazmente nesse novo tempo. São, portanto, objetivos desta pesquisa: Apresentar a importância da liderança para uma empresa de sucesso; Propor mudança de conceitos e valores ultrapassados. 8 CAPÍTULO I 9 ESTUDO DA LIDERANÇA O teste decisivo de um líder é que ele deixa por trás dele em outros homens a convicção e a vontade de continuar. Walter Lippmann 1.1 DEFININDO LIDERANÇA 10 Dentre as definições encontradas, liderança é o processo de conduzir um grupo de pessoas. É a habilidade de motivar e influenciar os liderados de forma ética e positiva, para que contribuam da melhor forma com os objetivos do grupo ou da organização. Desta forma, o líder diferencia-se do chefe, que é tido como o encarregado pela fiscalização do andamento de uma determinada tarefa ou atividade de uma organização. Por comandar uma equipe, se sente no direito de exercer autoridade e exigir obediência das pessoas. Para os gestores atuais, são necessárias não só as competências de chefe, mas principalmente as de líder. Segundo Chiavenato a Teoria das Relações humanas constatou a influência da liderança sobre o comportamento das pessoas. Com o passar dos anos tornou-se cada vez mais evidente que o empregado respeitado por seu líder passa ter mais comprometimento e confiança na empresa, assim sendo, supera suas expectativas em relação aos resultados, o que não ocorre ao empregado mandado, controlado e vigiado. Segundo Carlos Alberto de Faria (2007) cabe discutir o que é liderança e aponta equivalência para as seis definições abaixo: 1. LIDERAR é conectar os seus empregados ao seu negócio; 2. LIDERAR é obter e manter empregados que ajam e trabalhem como proprietários; 3. LIDERANÇA é a arte de fazer com os outros tenham vontade de fazer algo que você está convencido que deva ser feito; 4. LIDERANÇA é a arte de mobilizar os outros a batalhar por aspirações compartilhadas; 5. LIDERANÇA é arte de obter resultados desejados, acordados e esperados através de empregados engajados; 6. LÍDER é o portador da autoridade legitimada, ou seja, aquele em quem se reconheçam motivos para ser ouvido, acatado e seguido. (Benedito Milioni) Vejo a liderança como se fosse uma arte, a arte da habilidade com pessoas, transformando-as em discípulos fiéis e convictos, motivando-os a produzir cada vez mais sem a percepção de súditos, mas por prazer em alcançar resultados cada vez mais satisfatórios. Todo liderado que não se sente podado, impedido de realizar o seu trabalho, age como se proprietário fosse do negócio, quanto mais atinge suas metas, mais aumentam os seus objetivos e expectativas em fazer acontecer, ou seja, ele faz o impossível para tornar a sua empresa, uma empresa de sucesso. Resumindo: liderar é servir aos outros. É aceitar que o reconhecimento pode vir tardio, talvez até após a sua despedida do poder. É saber que será combatido. É saber que só terá colaboradores se convencê-los de que é a pessoa certa para levar as idéias e ideais adiante. Como define James Hunter: Liderança é a habilidade de influenciar pessoas para trabalharem entusiasticamente visando atingir aos objetivos identificados como sendo para o bem comum. 11 1.2 TIPOS E ESTILOS DE LIDERANÇA 12 De acordo com o grande professor Chiavenato (2005), existem três tipos de liderança: autocrática, democrática e liberal. Abaixo, algumas características que estas possuem: Cronograma Liderança Liderança Liderança de Trabalho Autocrática Democrática Liberal Tomada de Decisões Apenas decide e fixa as diretrizes sem qualquer participação do grupo. As diretrizes são debatidas e decididas pelo grupo que é estimulado e assistido pelo líder. Total liberdade para a tomada de decisões grupais ou individuais, com participação mínima do líder. Programação dos Trabalhos O líder determina providências para a execução das tarefas, uma por vez, na medida em que são necessárias e de modo imprevisível para o grupo. O próprio grupo esboça providências e técnicas para atingir o alvo com o aconselhamento técnico do líder. As tarefas ganham novos contornos com os debates. A participação do líder no debate é limitada apresentando apenas alternativas ao grupo, esclarecendo que poderia fornecer informações desde que solicitada. Divisão do Trabalho O líder determina qual a tarefa que cada um deverá executar e qual é o seu companheiro de trabalho. A divisão das tarefas fica a O Tanto a divisão das critério do grupo e cada tarefas quanto a escolha dos membro tem liberdade de colegas ficam por conta do escolher seus próprios colegas. grupo. Com absoluta falta de participação do líder. Participação do Líder O líder pessoal é dominador nos elogios e nas críticas ao trabalho de cada um. O líder procura um membro normal do grupo. É objetivo e estimula com fatos, elogios ou críticas. O líder não faz nenhuma tentativa de avaliar o curso das coisas. Faz apenas comentários quando perguntado. Fonte: CHIAVENATO, 2005, p.187. Mesmo não havendo anuência entre os estudiosos a respeito da liderança eficaz e das diversas variáveis que nela interferem, todos harmonizam num ponto central: sua importância para a sobrevivência e o desenvolvimento das organizações geradoras de bens ou serviços, sejam elas privadas ou públicas. A história, grande mestra da humanidade, tem demonstrado que a utilização inadequada e abusiva do poder coercitivo, autoritarista e distribuidor de recompensas manipuladoras que oprimem e despersonalizam os seres humanos no intuito de influenciá-los para benefício pessoal, começa a criar reações de sublevação individual e coletiva em vários setores da sociedade, particularmente nas organizações. Desta forma, torna-se urgente que a liderança organizacional obtenha transparência, lealdade, comprometimento e, assim sendo, o merecido respeito por parte dos seus liderados. Só assim poderá exercer atos influenciais que integrem os indivíduos ao redor de objetivos comuns e ações coletivas. 13 A dominação é um estado de coisas pelo qual uma vontade manifesta do dominador ou dos dominadores influi sobre os atos de outros. (Weber, 1994, p.177). Segundo Weber (1994) que é conduzido a desdobrar a natureza dos elementos essenciais que constituem o Estado e assim chega ao conceito de autoridade e de legitimidade. Para que um Estado exista, diz Weber, é necessário que um conjunto de pessoas (toda a sua população) obedeça a autoridade alegada pelos detentores do poder no referido Estado. Por outro lado, para que os dominados obedeçam é necessário que os detentores do poder possuam uma autoridade reconhecida como legítima. A autoridade pode ser distinguida segundo três tipos básicos: a racionallegal, a tradicional e a carismática. Esses três tipos de autoridade correspondem a três tipos de legitimidade: a racional, a puramente afetiva e a utilitarista. O tipo racional-legal tem como fundamento a dominação em virtude da crença na validade do estatuto legal e da competência funcional, baseada, por sua vez, em regras racionalmente criadas. A autoridade desse tipo mantém-se, assim, segundo uma ordem impessoal e universalista, e os limites de seus poderes são determinados pelas esferas de competência, defendidas pela própria ordem. Quando a autoridade racional-legal envolve um corpo administrativo organizado, toma a forma de estrutura burocrática, amplamente analisada por Weber. A autoridade tradicional é imposta por procedimentos considerados legítimos porque sempre teria existido, e é aceita em nome de uma tradição reconhecida como válida. O exercício da autoridade nos Estados desse tipo é definido por um sistema de status, cujos poderes são determinados, em primeiro lugar, por prescrições concretas da ordem tradicional e, em segundo lugar, pela autoridade de outras pessoas que estão acima de um status particular no sistema hierárquico estabelecido. Os poderes são também determinados pela existência de uma esfera arbitrária de graça, aberta a critérios variados, como os de razão de Estado, justiça substantiva, considerações de utilidade e outros. Ponto importante é a inexistência de separação nítida entre a esfera da autoridade e a competência privada do indivíduo, fora de sua autoridade. Seu status é total, na medida em que seus vários papéis estão muito mais integrados do que no caso de um ofício no Estado racional-legal. 14 Em relação ao tipo de autoridade tradicional, Weber apresenta uma subclassificação em termos do desenvolvimento e do papel do corpo administrativo: gerontocracia e patriarcalismo. Ambos são tipos em que nem um indivíduo, nem um grupo, segundo o caso, ocupam posição de autoridade independentemente do controle de um corpo administrativo, cujo status e cujas funções são tradicionalmente fixados. No tipo patrimonialista de autoridade, as prerrogativas pessoais do chefe são muito mais extensas e parte considerável da estrutura da autoridade tende a se emancipar do controle da tradição. A dominação carismática é um tipo de apelo que se opõem as bases de legitimidade da ordem estabelecida e institucionalizada. O líder carismático, em certo sentido, é sempre revolucionário, na medida em que se coloca em oposição consciente a algum aspecto estabelecido da sociedade em que atua. Para que se estabeleça uma autoridade desse tipo, é necessário que o apelo do líder seja considerado como legítimo por seus seguidores, os quais estabelecem com ele uma lealdade de tipo pessoal. Fenômeno excepcional, a dominação carismática não pode estabilizar-se sem sofrer profundas mudanças estruturais, tornando-se, de acordo com os padrões de sucessão que adotar e com a evolução do corpo administrativo, ou racional-legal ou tradicional, em algumas de suas configurações básicas. Segundo Likert (1961), os estilos de lideranças podem ser classificados da seguinte forma: 1. Sistema Autocrático Coercivo: autocrático, fortemente arbitrário e que organiza e controla rigidamente tudo o que ocorre dentro da organização. São usadas ameaças e punições; a comunicação é rara e o trabalho de grupo é inexistente. Verifica-se geralmente em organizações de mão-de-obra intensiva, não especializada e com pouca tecnologia. 2. Sistema Autoritário Benevolente: autoritário e impositivo, mas condescendente e menos rígido que o Sistema número 1. Neste sistema já existe alguma delegação e consulta e, a par das ameaças, existem também recompensas. As consequências são semelhantes as do Sistema Autoritário Coercivo embora menos intensas. Acontece em organizações industriais com alguma tecnologia e mão-de-obra mais especializada. 3. Sistema Consultivo: mais participativo e com menor arbitrariedade organizacional; os objetivos e as tarefas são discutidas previamente, existe alguma comunicação de baixo para cima e existe algum encorajamento do trabalho de grupo. Permite alguma segurança coletiva e motivação entre os trabalhadores, tornado-se, contudo, os processos mais morosos que nos sistemas anteriores. Sistema usualmente aplicado em empresas de prestação de serviços e algumas áreas de empresas industriais mais organizadas. 4. Sistema Participativo: democrático, onde todos participam democraticamente na tomada de decisões; existe boa comunicação em 15 todos os sentidos e atinge-se um bom nível de motivação. Das principais consequências destacam-se o sentimento de segurança coletiva e de interdependência e uma maior motivação, podendo, contudo, o processo de decisão tornar-se mais demorado. Localizada em empresas de elevada tecnologia e pessoal especializado, onde os profissionais desenvolvem atividades complexas. Coletamos aqui três grandes escritores com suas respectivas definições quanto ao tipo/estilo de liderança, portanto, podemos observar várias semelhanças em suas definições. Resta-nos identificar qual é o estilo adequado, ou seja, será que a nova geração conhecida por y aceita que a liderança seja autocrática, por exemplo? Cabe-nos avaliar, pois o acesso ao conhecimento tornou as pessoas livres no sentido mais amplo da palavra. O líder é avaliado por seu liderado a todo instante. Honestidade, transparência, comprometimento com a empresa, respeito as pessoas, tornou-se fundamental para que a liderança seja estabelecida de fato. Considero que o mais almejado de todos os estilos, seja aquele que se fundamenta a luz da sabedoria, praticado de forma clara, direta e ética, provocando desta forma, a admiração e/ou reverência de seus seguidores. O exemplar O Monge e o Executivo do ilustríssimo escritor James Hunter (2004) provocou uma nova visão/reflexão quanto ao modelo mais assertivo de liderança, eficazmente nesse novo tempo. Adiante, analisaremos como obter resultados através das pessoas, baseados no estudo fundamentado por este grande escritor que veio para revolucionar conceitos ultrapassados e não mais aplicáveis neste novo milênio. 16 1.3 TEORIAS E CONCEITO DA LIDERANÇA 17 Liderança requer humildade suficiente para aprender, permanentemente, a lidar com indivíduos e grupos, de forma a mobilizá-los por uma causa, no caso, atrelados as escolhas da empresa. Espera-se que o líder da nova era possua múltiplas habilidades, tanto de natureza comportamental quanto técnica que, ancoradas em valores e atitudes, lhe permitam lidar adequadamente com ambiguidades. (Rhinesmith,1993) A liderança não é uma característica genética, é um desenvolvimento diário, é uma característica pessoal. Constroem-se líderes através da aprendizagem e experiência, mesmo porque, se analisarmos, veremos que há uma faceta técnica e metodológica, além do componente comportamental. O líder tem um papel primordial no alcance dos resultados da empresa, direcionando assim, os seus liderados ao atingimento das metas, propósitos, missão e estratégias estabelecidas, promovendo a maximização e o aproveitamento dos recursos da empresa. Sem uma liderança dificilmente esses propósitos seriam alcançados, já que as empresas, como qualquer coletividade, são movidas por movimentos contrários de cooperação e conflito, assim sendo, é preciso magnificar a cooperação e direcionar os conflitos para seus aspectos contributivos de mudança e de criatividade. Esse é o papel da liderança. É um papel integrador. Das inúmeras teorias que existem em torno da liderança abordaremos três a seguir: 1. Teoria dos traços de personalidade: segundo essa teoria, alguns indivíduos já nascem líderes, ou seja, com determinadas características físicas (estatura, força física, aparência), intelectuais (inteligência elevada, entusiasmo, autoconfiança), traços sociais (cooperação, habilidades administrativas e interpessoais) e traços relacionados com a tarefa (iniciativa, impulso de realização, persistência); 2. Teoria contingencial: segundo essa teoria, a atenção do líder é desfocada no que diz respeito ao fenômeno liderança. Liderança é uma relação entre líderes, liderados e a situação. Não se pode falar desses pilares independentemente. Quando se fala em líder, essa teoria destaca a questão da autor
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