SRGIO MLLIET
 
Quando foi ·lançada a tercera edição deste romance de Herberto Saes, udaosamente revista, o crítico
G 
escreveu a

guinte nota entuiástca: " de

 primeir edição de
clh
Chamando, então, atenção do público para a bela estréia do escitr baiano, observei, a par das quaidades excepcionas do omancista, cert defet ecrentes de sua inexriênia.
A
obra  aria
ariuar, e e.
dto eio
s otações ealstas da primeira ate diuíam-se na expressão ago demagógia d segunda
A
crtca sial esmagava a realdae huma dos persongens Na segunda edção do ivro, mostrou Herbero Saleque não sente reesudara as falas do oanc coo in o esra p assim dir d �o, preendo a profundas altÇs e etil e coosição
Ao
esmo tmpo em que torca o pescoço
andiloqüência fazi de eus heróis omens d carne  oso uano
 filosofia scal da obra, suia ela então menos do comentáro; sempre pergo ea sedução moralzante, que da ação do onstas Não mas esit, a arr desse mmen, em  lassfiar
clh
de imeio ande romance a ão damantía Va ele omletar o uadro eaista do coloiaismo econômco asileiro e tal qua os romances a ana e do caau os da s e do
 
ao de J n d Reo Jo e Amado Rae de ueo
confirmava, acentuando -as, as co
res negras dos demis painéis."
[
] Há em
clh
aém do vao  eáo, uma poane onbuo ao eudo do vabuá e da nae de a uma eo ba a Do ponto de va do eo e
a
a á tave e o meo e ma eduto apeo do omane Atee anda que ao onáo do que feam numeoo etoe n no e aa no ao de uma antao euda e moa e m de uma penetao vva e auda de uma muno ea do auo om o meo deo Seu ao fam e aem em efoo deno do deenvovmeno noma do tema No e ente a peena de um obevado de adenn em mo a eta palava eóa ou meáfoa uoa paa om a maéapma oda onta tóa faa, afa em ua tama e na ooa do potaona N ea ente do ampo é mmo de ampo Ea etá nematoafada na ua eêna odana e o auto ompata ua oupae eu aneo ua doe e alea A ttea e a méa da tuao onôma e oal da ona damantífea elm voetnte  que paa a entendemo e neete ana
 uendade o nepetae
maem Gande omane, em vedade
meeedo do to que vem aanando
 
CSCLHO
agor m

 
 o rand omane da eio damanfera Nea obapma de noa e,
ERBERT LE
naa, om vedade umana e andea aía, o dama do apo
O
íio paua
RG LT
am de deaa a mnia dee  ivo no uado da o naona, eala ue
clho
 uma mane onribuião ao eudo o vabuláo e da nae de a uma reão baea
Ms uma ediçã de cegor d EDTRA AÇÃ RASERA
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