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a mente e a materia - d scott rogo.pdf

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    A Mente e a Matéria Como o Pensamento Pode Manipvlar o Mundo Físico Você alguma vez já rezou na esperança de que, de alguma maneira, seus pensamentos silenciosos pudessem influenciar, 0 situações materiais? Você alguma vez já lançou uma bola e deu a ela um “impulso mental” para ajudá -la no caminho certo? Quantas vezes em sua vida você tentou convencer- se de que “pensando a gente consegue coisas” Em nível consciente, a id eia de que podemos influenciar o mundo físico apenas por um ato da mente é tão contrária à nossa cultura científica material ística que, frequentemente, a rejeitamos de imediato. No entanto, em nível intuitivo, parecemos admitir que de alguma maneira nossos pensamentos podem atuar fora do mundo privado de nossa mente. A ideia de que a mente pode manipular diretamente a matéria não é nova, e este livrotraça as srcens das ideias e experiências a respeito da psicocinese até as mais recentes pesquisas científicas sobre PC e outros fenômenos psíquicos. Os assuntos discutjdos incluem a capacidade de entortar metal usando apenas um leve toque e de mover grandes objetos usando apenas o poder da mente. Alguns médiuns produziram imagens em filmes fotográficos, balançaram pêndulos em vasilhas fechadas e fizeram a temperatura de salas flutuar. Objetos chegaram mesmo a aparecer repentinamente em um aposento fechado. O poder de cura psíquica é também examinado. Este fascinante estudo apresenta uma análise equilibrada de todas as mais recentes pesquisas e conclui com a tentativa do próprio autor de definir o que pode ser psicocinese. D. Scott Rogo, conhecido pesquisador da paranormalidade e editor consultivo da revista FATE, examina aqui objetivamente os indícios sobre psicocinese em todos os seus aspectos e conclui que existe de fato fortes razões em favor da imemorial crença em que a mente pode influenciar diretamente a matéria. Verso A ideia de que a mente pode manipular diretamente a matéria não é nova e este livro traça as srcens das ideias e experiências a respeito de psicocinese até as mais recentes pesquisas  científicas sobre este e outros fenômenos psíquicos. Eis as questões examinadas objetivamente  pelo autor desta obra, conhecido pesquisador da paranormalidade: ã  Psicocinese espontânea ã  Os indícios a favor do poltergeist ã  A idade de ouro da mediunidade ã  Os casos de Rudi Schneider e Stella Cranshaw ã  Avançostfmodernos da psicocinese ã  O efeito Geller ã  Psicocinese (PC) em grupo  f   Psicocinese e cura ã  A causa em favor da mente sobre A MENTE E A MATÉRIA Como o Pensamento Pode Manipular o Mundo Físico A Causa a Favor da Psicocinese D. SCOTT ROGO Editor Consultivo da Revista FATE Tradução de AYDANO ARRUDA IBRASA INSTITUIÇÃO BRASILEIRA DE DIFUSÃO CULTURAL LTDA. SÃO PAULO Título do srcinal inglês:  MIND OVER MATTER The Case for Psychokinesis Copyright © 1986 by D. SCOTT ROGO Capa de MÁRIO DINIZ DA SILVA FILHO  Publicado em 1992   Direitos exclusivos para a língua portuguesa no Brasil da IBRASA INSTITUIÇÃO BRASILEIRA DE DIFUSÃO CULTURAL LTDA. R. 13 de Maio, 361 Tel. 37-4107  FAX (011) 36.4238 01327 SÃO PAULO SP IMPRESSO NO BRASIL PRINTED IN BRAZIL Sumário    Introdução  . ....................................................... 9  Capítulo 1. Psicocinese Espontânea ................................... 14  2. Os Indícios em Favor do Poltergeist ............... 25  S. A Idade de Ouro da Mediunidade ................ 46 4. Rudi Schneider e Stella Cranshaw ............... 72  5. Avanços Modernos da Psicocinese ............. 86  6. O Efeito Geller ............................................. Ill 7. Psicocinese em Grupo ............................... 133  8. Psicocinese e Cura ........................................... 153  9. A Causa em Favor de Mente Sobre Matéria167  Referências 183 Introdução Este livro trata de um assunto muito incomum. Refere-se a um fenômeno em que a humanidade acredita, mas do qual ao mesmo tempo duvida. Esta declaração pode parecer paradoxal, mas realmente não é.  Você acredita que, simplesmente querendo, é capaz de fazer uma pequena garrafa deslizar sobre uma mesa a vários pés de distância? Provavelmente não acredita. Ou acredita que por meio de concentração mental é capaz de fazer dados caírem do mesmo lado várias vezes em seguida? Também, provavelmente não. E é provável que também igualmente não acredite a maioria das pessoas com as quais você mantém contato no curso de sua vida cotidiana. Por outro lado, porém, você alguma vez já rezou na esperança de que, de alguma maneira, seus pensamentos silenciosos pudessem influenciar suas situações materiais? Ou as de um amigo? Você já lançou uma bola de golfe ou de boliche, dando-lhe depois um pequeno impulso mental para ajudá-la um pouco, se parecesse estar errando o alvo? Assim como responderia negativamente sem hesitar ao primeiro grupo de perguntas, você talvez não sentisse o menor embaraço em responder afirmativamente às últimas. E este o  paradoxo de que estou falando. Em nível consciente, a ideia de que podemos influenciar o mundo material apenas por um ato da mente ou da vontade contraria tanto nossa maneira materialística prática de encarar o mundo que a rejeitamos prontamente. Contudo, em nível intuitivo, parecemos perceber que de alguma maneira nossos pensamentos  são capazes  de sair do mundo privado de nossa mente. Em tempos antigos, filósofos discutiam dias sem fim questões como a relação entre a mente e o corpo, a mente e o cérebro, a mente e o mundo exterior, ad infinitum.  O Renascimento trouxe consigo, porém, a maravilhosa ideia de que é melhor testar uma teoria experimentalmente do que simplesmente discuti-la. Foi nessa ocasião que intelectuais e filósofos começaram pela  primeira vez a considerar seriamente se a mente podia ou não influenciar diretamente o mundo exterior... talvez através de alguma força oculta. O conceito de que a mente pode manipular diretamente matéria física não é uma ideia nascida da fértil imaginação de algum escritor de ficção científica. Durante séculos, intelectuais e cientistas estiveram vagamente cônscios de que a existência de “mente sobre matéria” é uma clara possibilidade. Mesmo antes da Revolução Industrial e do renascimento do interesse pelos métodos de ciência que ela trouxe, havia histórias de pessoas dotadas de capacidades muito peculiares e milagrosas. Eram comuns também histórias de casas infestadas  por manifestações muito peculiares. De acordo com registros da Igreja Católica, pessoas santas como Santa Teresa de Ávila e São José de Copertino eram capazes de levitar e flutuar no ar diante de numerosas testemunhas. Igualmente, mesmo os escritores de papiros egípcios falavam de casas infestadas por demônios que jogavam objetos de um lado para outro e quebravam móveis.  Na Idade Média, cientistas tinham pleno conhecimento de que alguma força psíquica dentro da mente do homem podia ser induzida a sair para o aberto por força de vontade direta. Por exemplo, em Sylva Sylvarum,  obra publicada postumamente, Francis Bacon (1561-1626) escreveu que havia dentro da imaginação do homem uma força física que podia ser testada... “sobre coisas que têm os movimentos mais leves e fáceis... como sobre o repentino murchar ou desabrochar das ervas; ou sobre a curvatura para um lado ou outro... ou sobre o lançamento de dados”. Mas só recentemente cientistas tentaram demonstrar experimentalmente o efeito de mente sobre matéria no laboratório. Essa busca já tem agora mais de cem anos. Mente sobre matéria não é uma questão filosófica a ser debatida por hipóteses, refutações, teoremas ou  polêmicas. E uma teoria que pode ser cientificamente testada. O resultado dessas experiências e observações constitui o núcleo deste volume. Psicoçinese o u “mente sobre matéria” é, naturalmente, apenas um de uma variedade de fenômenos inter- reladonados, em geral chamados “paranormais” ou “psíquicos”. Os  parapsicólogos estudam psicocinese (PC) juntamente com telepatia, clarividência,  precognição, casas assombradas e outros fenômenos bizarros e pouco compreendidos. Embora PC seja um fenômeno físico e PES seja puramente mental, há uma relação intrínseca entre as duas. É por isso que são consideradas juntas. Parece não haver barreiras que limitem a eficácia  de PES ou PC, que podem atravessar livremente obstáculos de qualquer natureza. Distância também não tem grande efeito sobre qualquer dos fenômenos. Mas o mais importante é que ambos os fenômenos representam alguma espécie de interação entre a mente e o mundo material. Este é provavelmente o mais impressionante paralelo entre as duas. Quando alguém faz uso de PES, está mostrando que a mente pode interagir diretamente com outra mente, cérebro ou diretamente com o mundo físico. Psicocinese demonstra meramente que a mente  pode influenciar   o mundo exterior. J. B. Rhine, que é geralmente considerado o fundador da moderna parapsicologia, insiste sobre esse ponto em seu livro The Reach of the Mind,  no qual escreve: A hipótese de PC é um seguimento lógico do próprio trabalho de PES. Na percepção clarividente de objetos é preciso haver alguma operação entre a mente e os objetos materiais. Cada um precisa ter um efeito sobre o outro; pelo menos essa é a maneira como funcionam todas as reações conhecidas. A mente, portanto, faz algo ao objeto, ainda que esse algo seja ligeiro demais para ser observado. O teste de clarividência, naturalmente, não era destinado a descobrir qualquer desses efeitoí. O necessário era um meio de medição suficientemente sensível para registrar tal efeito mental sobre o objeto físico. Seria de esperar que interação psicofísica mostrasse efeitos no lado físico, assim como no ladosíquico. Por que não percepção extra mo tora, assim como extra-sensória? 71   As primeiras tentativas de Rhine para demonstrar cientificamente a existência de PC na Universidade Duke, onde instalara seu laboratório na década de 1930, foram por meio do lançamento de dados. Pacientes ativavam lançamento de dados em aparelhos mecanicamente acionados, tentando influenciá-los de modo que faces selecionadas aparecessem com mais frequência do que seria justificado pelo acaso. Esses testes, que serão descritos posteriormente com mais detalhes, foram finalmente bem sucedidos. Efeitos psicocinéticos no lançamento de dados são, porém, apenas uma medida de PC. Os efeitos são pequenos. Na realidade não os testemunhamos diretamente, mas apenas os inferimos  por meio da aplicação de estatísticas e outras medições. A única maneira pela qual sabemos que PC vem atuando consiste em fazer o teste vezes e vezes. Então podemos medir com que frequência os dados se desviam da maneira como deviam comportar-se normalmente, isto é, ao acaso. Poroutro lado, têm sido registrados relatos de efeitos de PC mais sensacionais. Aqui está uma pequena seleção deles: Algumas pessoas possuem a capacidade de mover objetos sobre balcões e mesas por meio de PC. Este poder psíquico não se limita a caixas de fósforos ou outros objetos pequenos. Algumas pessoas, sob bom controle e observação, fizeram mesas levitar, produziram imagens em filmes fotográficos, balançaram pêndulos em caixas fecliadas e até mesmo fizeram flutuar a temperatura na sala da experiência. Existem agora certos indícios de que algumas pessoas são capazes de ajudar animais e
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