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[ABNT-NBR 7675] - Conexões de Ferro Fundido Dúctil

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Cópia não autorizada JUL 1988 NBR 7675 Conexões de ferro fundido dúctil ABNT-Associação Brasileira de Normas Técnicas Sede: Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13 - 28º andar CEP 20003-900 - Caixa Postal 1680 Rio de Janeiro - RJ Tel.: PABX (021) 210 -3122 Fax: (021) 240-8249/532-2143 Endereço Telegráfico: NORMATÉCNICA Especificação Copyright © 1988, ABNT–Associação Brasileira de Normas Técnicas Printed in Brazil/ Impresso no Brasil Todos os direitos reservados Origem: Projeto 02:009.25-028/1
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  Copyright © 1988,ABNT–Associação Brasileirade Normas TécnicasPrinted in Brazil/ Impresso no BrasilTodos os direitos reservadosSede:Rio de JaneiroAv. Treze de Maio, 13 - 28º andarCEP 20003-900 - Caixa Postal 1680Rio de Janeiro - RJTel.: PABX (021) 210-3122Fax: (021) 240-8249/532-2143Endereço Telegráfico:NORMATÉCNICA ABNT-AssociaçãoBrasileira deNormas Técnicas NBR 7675 JUL 1988 Conexões de ferro fundido dúctil Palavras-chave: Conexão. Conexão de ferro fundido37 páginas SUMÁRIO 1 Objetivo2 Documentos complementares3 Definições4 Condições gerais5 Condições específicas6 Inspeção7 Aceitação e rejeiçãoANEXO - Tipos e dimensões das conexões 1 Objetivo 1.1 Esta Norma fixa as condições exigíveis para aceitaçãoe recebimento de conexões de ferro fundido dúctil, paratubos de ferro fundido ou tubos de outros materiais comdimensões compatíveis, destinadas à condução de fluidossob pressão. 1.2 Esta Norma abrange as conexões de diâmetrosnominais de 50 a 1200. 1.3 Os diferentes tipos de juntas, tais como elástica, me-cânica e de flanges, constituem objeto de normas espe-cíficas. 2 Documentos complementares Na aplicação desta Norma é necessário consultar:NBR 6152 - Determinação das propriedades mecâ-nicas à tração de materiais metálicos - Método deensaioNBR 6394 - Determinação da dureza Brinell de ma-teriais metálicos - Método de ensaioNBR 7663 - Tubo de ferro fundido dúctil, centrifugado,para canalizações sob pressão - EspecificaçãoNBR 7665 - Tubo de PVC rígido DEFOFO com juntaelástica para adutoras e redes de água - Especi-ficaçãoNBR 7670 - Conexões de ferro fundido cinzento com junta elástica para tubos de PVC rígido DEFOFO paraadutoras e redes de água - Tipos e dimensões - Pa-dronizaçãoNBR 7674 - Junta elástica para tubos e conexões deferro fundido dúctil - EspecificaçãoNBR 7676 - Anel de borracha para junta elástica emecânica de tubos e conexões de ferro fundido dúctile cinzento - EspecificaçãoNBR 7677 - Junta mecânica para conexões de ferrofundido dúctil - Especificação 3 Definições Para os efeitos desta Norma são adotadas as definiçõesde 3.1 a 3.4. EspecificaçãoOrigem: Projeto 02:009.25-028/1987 (EB-1324)CB-02 - Comitê Brasileiro de Construção CivilCE-02:009.25 - Comissão de Estudo de Tubos de Ferro Fundido DúctilNBR 7675 - Fittings of ductile cast iron - SpecificationIncorpora Errata nº 1, de SET 1997 Cópia não autorizada  2NBR 7675/1988 3.1 Ferro fundido dúctil ou nodular Ferro fundido que, depois de ter sido tratado, ainda noestado líquido, com magnésio, cério, suas ligas ou outrassubstâncias chamadas nodularizantes, apresenta, apóssolidificação, grafita primária em forma de esferas ou nó-dulos (grafita esferoidal ou nodular). 3.2 Grafita esferoidal Carbono livre, em forma de esferas ou nódulos, encon-trado em grandes proporções no ferro fundido dúctil. 3.3 Nodularização Operação que consiste em introduzir no ferro fundido lí-quido, de composição e temperatura determinadas, umagente nodularizante à base de magnésio, cério ou outroelemento que causa a formação de grafita esferoidal. 3.4 Panela tratada Recipiente contendo ferro fundido dúctil, em estado lí-quido, resultante de uma operação de nodularização. 4 Condições gerais 4.1 Generalidades As conexões devem satisfazer aos seguintes requisitos:a)ser usináveis, podendo ser facilmente furadas, ros-queadas, cortadas e limadas;b)apresentar as superfícies interna e externa con-venientemente lisas;c)ser isentas de defeitos prejudiciais ao seu em-prego;d)ser protegidas interna e externamente por pintura;e)trazer marcadas as informações constantes nestaNorma (ver 4.6). 4.2 Características visuais 4.2.1 As conexões que apresentarem pequenas imper-feições inerentes ao processo de fabricação e que nãoprejudiquem em nada sua utilização devem ser aceitas. 4.2.2 Defeitos de fundição, tais como porosidades, cavi-dades produzidas por gases, bolhas, depressões, rebar-bas, inclusões de areia, escamas de oxidação, trincas ououtros defeitos, quando de maior porte, são motivos derejeição prévia da peça, podendo no entanto ser repa-radas conforme 4.7. 4.2.3 As superfícies usinadas devem apresentar acaba-mento uniforme e isento de arranhões, cortes ou mossas. 4.3 Dimensões 4.3.1 As dimensões principais do corpo e flanges das co-nexões, assim como suas respectivas tolerâncias, encon-tram-se nas Tabelas constantes nesta Norma. 4.3.2 As dimensões não tabeladas devem obedecer aosdesenhos de fabricação. 4.4 Massas e tolerâncias 4.4.1 As massas nominais das conexões são as indicadasnas Tabelas para os tipos de juntas elásticas, mecânicase de flanges constantes nesta Norma. 4.4.2 As massas nominais das conexões devem corres-ponder às peças sem qualquer revestimento ou pintura. 4.4.3 Sobre as massas nominais das conexões admite-sea tolerância de ± 12%. 4.4.4 As conexões com massa superior à máxima espe-cificada devem ser aceitas, desde que satisfaçam aosdemais requisitos desta Norma. 4.5 Revestimento 4.5.1 O revestimento deve ser bem aderente, não deveescamar, não deve ser quebradiço quando frio, nempegajoso quando exposto ao sol. 4.5.2 O revestimento interno não deve conter qualquerproduto suscetível de transmitir toxidez, sabor ou odor àágua, depois da conveniente lavagem do conduto. 4.5.3 A não ser quando especificado de outro modo, apintura interna e externa das conexões deve ser obtidapela aplicação direta de tinta betuminosa sobre o ferro. 4.6 Marcação 4.6.1 Cada conexão deve trazer, na superfície externa docorpo, as seguintes indicações:a) marca do fabricante;b) indicação de ferro fundido dúctil;c) diâmetro(s) nominal(is);d) ângulo central da curva (se for o caso);e) pressão nominal do flange (se for o caso); 4.6.2 As marcas devem ser de fundição ou puncionadas afrio. 4.7 Reparação de defeitos Mediante acordo entre comprador ou seu representantee o fabricante, certos defeitos podem ser reparados porqualquer processo válido, tal como soldagem. 4.8 Usinabilidade Deve ser feita a verificação de que uma lima bastarda,chata ou quadrada, atuando na superfície externa dasconexões, produz entalhe. Em caso de dúvida, deve-serecorrer ao ensaio de determinação da dureza Brinell, deacordo com 5.2. Cópia não autorizada  NBR 7675/19883 5 Condições específicas 5.1 Tração As propriedades mecânicas das conexões, reveladaspelo ensaio de tração, devem responder aos seguintesvalores mínimos:a) limite de resistência: 400 MPa;b) limite elástico (a 0,2%): 300 MPa;c) alongamento: 5%. 5.1.1 O limite elástico só deve ser determinado medianteacordo especial e sob condições especificadas na enco-menda. 5.2 Dureza A dureza superficial não deve ser superior a 250 HB. 5.3 Ensaio à pressão interna 5.3.1 Pressão interna da peça5.3.1.1 A pressão de ensaio pneumático para controledeve ser de 100 kPa. 5.3.1.2 Opcionalmente, o ensaio pneumático pode sersubstituído por um ensaio hidrostático e, neste caso, asconexões devem suportar, sem vazamento, exsudaçãoou borbulhamento, as pressões indicadas na Tabela 1. Tabela 1 - Pressão de ensaio hidrostático Diâmetro nominalPressão em MPa50 a 3002,5350 a 6001,6700 a 12001,0 5.3.2 Pressão interna da junta Para este efeito devem ser consultadas, naquilo em quese apliquem, as normas específicas, tais como NBR 7663,NBR 7665, NBR 7670, NBR 7674, NBR 7676 eNBR 7677. 6 Inspeção 6.1 Generalidades 6.1.1 As conexões fabricadas de acordo com esta Normadevem ser sujeitas à inspeção do comprador ou seurepresentante, desde que esta exigência conste na ordemde fornecimento. 6.1.2 A menos que seja estabelecido de outra maneira, ainspeção deve ser feita no local de fabricação. 6.1.3 O comprador ou seu representante deve ter livreacesso a todos os locais relacionados com a fabricaçãodo produto a ser inspecionado. 6.1.4 O fabricante deve proporcionar ao comprador ouseu representante todas as facilidades para a execuçãoda inspeção e observação dos ensaios, colocando à suadisposição todos os equipamentos e mão-de-obra ne-cessários. 6.1.5 Caso o comprador ou seu representante, após devidacomunicação feita com a necessária antecedência pelofabricante, não esteja presente para acompanhar osensaios de recebimento em tempo oportuno, o fabricantepode proceder aos ensaios ainda que sem a presençado mesmo. 6.2 Formação da amostra A amostragem das conexões deve ficar sujeita às se-guintes condições:EnsaioAmostragemExame visualTodas as peçasExame dimensionalUma peça de cada tipo porpanela tratadaEnsaio de traçãoUma amostra por panelatratadaProva de limaUma peça por panela tra-tadaEnsaio de durezaUma peça por panela tra-tadaEnsaio de pressão internaMediante acordo prévioentre comprador e fabrican-te, caracterizando enco-menda especial 6.3 Corpos-de-prova 6.3.1 Os corpos-de-prova devem ser preparados segundoas instruções do método correspondente. 6.3.2 O corpo-de-prova usinado para o ensaio de traçãodeve ser retirado de uma amostra fundida separadamente,mas proveniente da mesma panela tratada das conexõese que tenha recebido, se necessário, o mesmo tratamentotérmico das conexões. 6.3.3 A espessura da amostra para o ensaio de tração e odiâmetro do respectivo corpo-de-prova são dados naTabela 2, em função da espessura média da peça. Asdemais dimensões da amostra ficam a critério do fabri-cante. Cópia não autorizada  4NBR 7675/1988 Tabela 2 - Dimensões do corpo-de-provapara o ensaio de traçãoUnid.: mm Espessura EspessuraDiâmetro domédia da peça da amostracorpo-de-provaMenor que 1212,5 612 ou mais2512 6.3.4 Qualquer corpo-de-prova de ensaio físico que apre-sentar usinagem defeituosa ou falta de continuidade demetal deve ser recusado e substituído por outro, fundidono mesmo período de amostragem do defeituoso. 6.4 Ensaios 6.4.1 Tração O ensaio de aceitação normal das conexões quanto àscaracterísticas físicas deve ser feito de acordo com aNBR 6152. 6.4.2 Dureza A verificação da dureza Brinell é feita de acordo com aNBR 6394, sendo aceitável medir com aparelhos por-táteis que tenham sido aferidos por aparelhos que aten-dam ao método acima descrito. 6.4.3 Pressão interna O ensaio à pressão interna deve ser executado em dis-positivo capaz de satisfazer ao exposto em 5.3. 7 Aceitação e rejeição 7.1 As conexões que satisfizerem a todos os requisitosdesta Norma devem ser aceitas. 7.2 A rejeição de peças deve respeitar o critério constantena Tabela 3. Tabela 3 - Critério de rejeição Exame ou ensaioNúmero de amostrasreprovadas querejeitam o loteExame visualReposição admissívelExame dimensionalUma peçaEnsaio de traçãoUma peça (A) Prova de limaUma peça (B) Ensaio de durezaUma peçaEnsaio de pressãoReposição admissívelinterna (A) Se os resultados deste ensaio forem inferiores aos mínimosimpostos, dois outros corpos-de-prova devem ser retiradosda mesma amostra e devem satisfazer aos mesmos requisitosespecificados. (B) No caso de rejeição, efetuar ensaio de dureza na peça re- jeitada. /ANEXO Cópia não autorizada
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