Religion & Spirituality

Kerk in Actie - Kalumbonjambonja -Tomo III Completo e o último volume de três

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Uma viagem pelo passado delicioso de Angola e o seu folclore e religiões e Guerras... e Pecado
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  AVISO DO ROMANCE:Abro uma frente contra o individualismo liberal, que reduztudo o que envolve a Humanidade à mera economia, e contra ototalitarismo que faz desaparecer o individuo dentro damáquina absorbente do Estado e da Religião, proclamo quesomente numa sociedade com vida própria pode desenvolver-se a liberdade concreta a que a humanidade tem direito. Omoto “Ecclesia Reformata et Semper Reformanda Est”(“Igreja Reformada e sempre reformando-se”) continuavigente. Quero reforçar a sociedade como travão ao Estado e àReligião, a fim de proteger e promover a liberdade doIndivíduo. Corresponde ao Estado a função de coordenadorpolítico, para manter a unidade teológica e orgánica do corposocial, dirigindo, vigiando e impulsionando a vida colectiva.Through the grace of our Lord YAOHÚSHUA (Jesus), the loveof G-d, and the communion of the ‘Rukha Hol-Hodshúa (HolySpirit), I trust in the one triune G-d (YÁOHU ULHÍM), theShúam (Name), the Holy One of Yaoshorúl (Israel), whomalone I worship and serve(http://gamc.pcusa.org/ministries/pda/).God comes to us in free and undeserved favor in the person of YAOHÚSHUA who lived, died, and rose for us that we mightbelong to G-d and serve Mehushkhay (Christ) in the world.Following YAOHÚSHUA, Presbyterians are engaged in theworld and in seeking thoughtful solutions to the challenges of our time.   Presbyterians affirm that G-d comes to us with grace and lovein the person of YAOHÚSHUA, who lived, died, and rose forus so that we might have eternal and abundant life in him. AsMehushkhay’s (Christ’s) disciples, called to ministry in hisname, we seek to continue his mission of teaching the truth,feeding the hungry, healing the broken, and welcomingstrangers. G-d sends the ‘Rukha Hol-Hodshúa (Holy Spirit) todwell within us, giving us the energy, intelligence, imagination,and love to be Mehushkhay’s (Christ’s) faithful disciples in theworld. More than two million people call the Presbyterian Church,http://www.pcusa.org/, (in the U.S.A.) their spiritual home.Worshipping in 10,000 Presbyterian congregations throughoutthe United States (also in other countries and cities like thecity of Braga, Portugal [NOT DIRECTLY CONNECTED BUTINSPIRED BY]: Apresento-vos, amados santos(consagrados) do D-us Ela-Ele/Ele-Ela Eterno, formalmente aMINHA AMADA IGREJA/OHOLYÁO/CONGREGAÇÃOOFICIAL, no meumagnífico site/sítio:http://www.wix.com/ViktorMoreno/conviteavalsa: IGREJA BAPTISTA (PRESBITERANA)PENTECOSTAL – Vias Prebendas dignas duma lauda ou deum asteísmo: Rua de S. Martinho, 9 / Rua Manuel Álvares, 9,Braga; Horários: Terça: 20:30/21:00 (Verão: 21:00); Sábado:19:00 hrs (Abaixo dos Bombeiros Municipais; em frente dagasolineira “BP” – Sapadores) C.P./Cidade: 4700 Braga;Telemóvel oficial do Pastor: 964 803 540, “ESCRITURASOFICIAIS”:http://verdadesquelibertam.wordpress.com/as-escrituras-na-versao-yaohushua-clique-aqui/), they engage thecommunities in which they live and serve with G-d’s love.  O Homem que casou com uma Alma do outro Mundo OS BAILUNDOS - KALUMBONJAMBONJA – TOMO IIIKALUMBONJAMBONJA(O HOMEM QUE CASOU COM UMA ALMA DO OUTRO MUNDO)ROMANCE – AUTOBIOGRÁFICOANGOLAOS BAILUNDOS(AS SUAS ORIGENS, AS SUAS TRADIÇÕES E A CULTURA CRISTÃ, OS SEUS BELOSMITOS E EXQUISITAS SUPERSTIÇÕES, OS SEUS PECADOS/CRIMES,PADECIMENTOS COM AS GUERRAS E A CHEGADA DO EVANGELHOINTERPRETADO PELA TRADIÇÃO REFORMADA E EVANGELICAL; INCLUIALGUMAS PASSAGENS DO MAGISTÉRIO CATÓLICO – A SUA PRESENÇAMISSIONÁRIA NUM CONTEXTO SINCRÉTICO E A SOLO)TOMO IIIARMANDO RIBEIRO SIMÕES(O autor é um cristão reformado metodista que congrega na Igreja Evangélica Metodista deBraga e congrega como colaborador activo na Igreja Baptista (Presbiterana) Pentecostal(Regeneração Monergística) de Braga)Trabalharam como revisores deste trabalho de autor:José Júlio Vieira Fernandes (Encontra-se já na Intimidade [Seio] da Deidade. E no seu Seioestá a ver-nos; vide info adicional:Diácono José Júlio Vieira Fernandes)(Ex-Diácono da Igreja Evangélica Metodista de Braga)Braga, 26 de Fevereiro de 2.009 ADLuís Manuel da Silva Magalhães(Élder [Ancião de orientação Baptista Particular e calvinista] congregante da Igreja BaptistaPentecostal (dependente da Regeneração Monergística) de Braga)Braga, 12 de Maio de 2.010 ADTOMO III:Começamos com o capítulo: O MODO DE VIVER DOS BAILUNDOS ANTESDOS BRANCOS CHEGAREM A ESTA ZONA DE ANGOLA (Esta é uma continuação dehttp://www.scribd.com/magcalcauvin/shelf ; NB: Pode aceder aos outros excelentes e notáveisvolumes: Tomo I e II emhttp://www.scribd.com/doc/34716696/KALUMBONJAMBONJA-TOMO-1; para o tomo II é favor aceder a uma viagem mística em crescendo:http://www.scribd.com/doc/35712838/KALUMBONJAMBONJA-TOMO-II) ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- TOMO III: Conheci um fumbelo (empresário/comerciante) que viveu até ao meu tempo, queme contou que certa ocasião organizou uma grande caravana a fim de transportarmercadorias da região de Nganguela para Benguela. No regresso a caravana trazia muitacarga de fardos de panos, angoretas, barris de pólvora e armas de fogo. No segundo dia deviagem de Benguela para Nganguela chegaram a um acampamento antigo, e como era lugargeralmente habitado por leões, fortificaram ainda mais o campo, construindo cercas de paus  grandes à volta das palhotas. Durante a noite ouviram ao longe o rugir do leão, e para oafugentar começaram a fazer muito ruído com o que pudessem, batendo nas panelas equeimando farrapos, mas, sem de todo se aperceberem, já uma leoa estava perto doacampamento. Durante a noite foram ouvindo os rugidos, e tal como se fosse um sinal dosanimais entre si, a leoa saltou a cerca, entrou no acampamento, e tomando um irmão dofumbelo atirou-o para fora do cercado, ferrado pela nuca e arrastado por entre a escuridão danoite. Já de manhã, muito cedo, o fumbelo disse aos seus carregadores: - Se vocês quiseremseguir viagem podem fazê-lo, porém eu só o farei depois de ver o local onde o meu irmão foidevorado. Armou o seu canhangulo (arma defensiva) com algumas cargas e seguiu o rasto doirmão, que entravam pela mata fechada. Continuou sem desalentar, e às tantas lá viu, pelaspegadas, que o animal com a sua presa havia saltado um precipício e tinha-se dirigido a ummorro. Quando ali chegou, encontrou uma caverna onde estavam os sinais da leoa e os restosdo seu irmão. Entrou na caverna onde encontrou quatro filhotes da fera e parte do corpo doseu irmão, mas o animal não estava lá; provavelmente tinha ido à caça. Tirou o seumachadinho da cinta e matou as quatro crias da leoa. Depois foi em busca de ramos deárvores com os quais tapou a entrada da caverna, ficando ele dentro esperando pelos leões.Logo que eles apareceram, logo disso se apercebeu com os seus rugidos. Preparou-se para osdefrontar, e logo que a fêmea começou a desimpedir a entrada, o fumbelo disse: - Já quemataste o meu irmão, também te vou liquidar. - Disparou o canhangulo, acertando na testada leoa, que logo caiu morta. O macho vendo a fêmea estendida no chão lançou-se para dentroda caverna mas, ao tentar puxar os ramos também apanhou um tiro no peito, morrendo. Onegociante ainda esperou mais algum tempo para ver se haveria mais algum outro animal,mas estava tudo calmo, nenhum mais apareceu.Saiu da caverna chorando pela morte do irmão onde o deixou abandonado. cortou as duascaudas do leão e levou-as para o acampamento, onde o esperavam os outros, e onde foirecebido em apoteose.As pessoas desta região efectuavam muitas destas viagens do Moxico para Benguela. Oscaminhos estavam sempre cheios de homens e mulheres. Quando chegavam a Benguelaacampavam ao ar livre, em virtude de não haver muitos materiais para fazer as palhotas,onde permaneciam por algum tempo. Ali comiam e bebiam, plenos de satisfação por teremchegado ao local onde podiam tratar dos seu negócios.Durante a noite iam para um lugar especialmente escolhido onde dançavam uma dançachamada ombenguela , que ainda hoje se dança. É do nome desta dança que se srcinou apalavra Benguela. Depois vendiam as suas mercadorias que levavam do Moxico, mas onegócio mais lucrativo era o tráfico de escravos.Entre os bailundos os tios, do lado materno, tinham mais poder sobre os seus sobrinhos que osseus próprios pais. Se um filho fosse rebelde ou praticasse maus actos, como o de raptar ouviolar mulheres alheias, o seu tio materno propunha aos pais a sua venda como escravo.Assim, quando se preparassem para mais uma viagem de negócios a Benguela, o rebelde eraconvidado para carregar a carga dum fumbelo qualquer, mas muito longe de suspeitar do seudestino. Tratavam-no com todo o cuidado e carinho. No dia de regressar ao Bailundo, iam àloja onde propunham o negócio da venda do moço. Selado o negócio, o rapaz era levadoàquela loja, onde, sem o saber, era mostrado ao negociante com gestos apenas de olhos. Emseguida o branco mandava-o ao seu quintal em busca de alguma coisa onde ficava preso eescravo. Depois o preço era estipulado em função da idade do jovem. A título de exemplo, umrapaz com a idade entre os vinte e os vinte e cinco anos era muito oneroso e, geralmente, osvendedores recebiam por ele cinco fardos de peças de pano, cinco armas, quatro ancoretascom aguardente, dois barris de pólvora e outras coisas mais.

Vitamina c

Aug 11, 2017
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