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Laurell K. Hamilton - Anita Blake 04 - Café Lunático(TL).doc

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Anita Blake 4 ­Café Lunático PREFÁCIO  O negócio de levantar zombis descende em dezembro, nesse momento, Anita Blake começa a trabalhar em alguns  casos estranhos. Ela tem uma lista datilografada de oito licantropos desaparecidos entregue por Marcus, líder do grupo de homens lobo local, que quer que os encontre. O problema é o, de vez em quando, peludo noivo da Anita. Richard  está centrado na luta pelo poder contra Marcus. Jean­Claude, o mestre vampiro da cidade, tem interesse amoroso em  Anita
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  Anita Blake 4 -Caf  é  Lun á tico PREF Á CIO O neg ó cio de levantar zombis descende em dezembro, nesse momento, Anita Blake come ç a a trabalhar em alguns casos estranhos. Ela tem uma lista datilografada de oito licantropos desaparecidos entregue por Marcus, l í  der do grupode homens lobo local, que quer que os encontre. O problema é  o, de vez em quando, peludo noivo da Anita. Richard est á  centrado na luta pelo poder contra Marcus. Jean-Claude, o mestre vampiro da cidade, tem interesse amoroso em Anita e tamb é m est á  com ci ú mes. Para piorar, Anita tem que solucionar alguns assassinatos horrorosos e impedir que seu amigo de ca ç a, Edward, mate ao Richard e ao Jean-Claude. Hamilton alterna entre o divertido e o tem í  vel nesta divertida serie sobre uma ca ç adora de monstros com alguns segredos obscuros. CAP Í TULO 1 Est á vamos h á  duas semanas do Natal. Um p é ssimo momento do ano para levantar os mortos. Meu ú ltimo clienteda noite estava sentado frente a mim. N ã o havia nenhuma dica no seu nome. Nenhuma dica que dissesse:levantamento de zombis ou matan ç a de vampiros. Nada. O que provavelmente significava que queria que fizessealgo que n ã o podia fazer.O pr é -natal é  a é poca morta do ano, n ã o é  um jogo de palavras. Meu chefe, Bert, aceita qualquer trabalho quechega.  George Smitz era um homem alto, de aproximadamente 1,80 M. Tinha ombros largos e musculosos. N ã o a classede m ú sculos que se conseguem levantando pesos e correndo ao redor de uma pista indoor. Eram m ú sculos dos quese conseguem com for ç a e trabalho f  í  sico. Apostaria meu dinheiro que o Sr. Smitz era oper á rio da constru çã o,agricultor, ou algo similar. Estava amplo e firmemente constitu í  do com imund í  cie incrustada sob umas unhas que osab ã o nunca tocava.Sentou-se diante de mim esmagando seu chap é u, amassando-o em suas grandes m ã os . O caf  é  que tinha aceitoestava esfriando na beirada de minha mesa. N ã o tinha tomado nem um gole. Ela dirige uma loja de carnes especial. É  um bom neg ó cio. Herdou-ode seu pai. Eu bebia meu caf  é  em uma grande caneca de natal que meu chefe, Bert, havia insistido que trouxesse.A caneca de natal personalizada era para acrescentar um toque pessoal ao escrit ó rio. Minha caneca tinha uma renaem um roup ã o e chinelos com luzes de Natal em seus chifres, celebrando a alegre temporada com champanha euma frase que dizia Bingle Jells .Bert, realmente, n ã o gostava de minha ta ç a, mas o deixava passar, provavelmente, temendo o que eu pudessetrazer. Mostrou-se muito contente com meu traje para a tarde. Uma blusa de gola alta, t ã o perfeitamente vermelhaque tinha tido que usar maquiagem para n ã o parecer t ã o p á lida. A saia e o casaco faziam jogo, eram de umprofundo verde escuro. N ã o me havia vestido para o Bert. Tinha-me vestido para meu encontro.O contorno de um anjo de prata brilhava em minha lapela. Parecia muito natalino. A 9 mm Browning Hi-powern ã o parecia muito natalina contudo, mas j á  que estava escondida sob o casaco n ã o importava.Poderia ter incomodado ao Sr. Smitz, mas ele parecia preocupado o suficiente para n ã o notar. Enquanto n ã o desseum tiro nele pessoalmente. Ent ã o, Sr. Smitz, como posso ajud á -lo hoje? Perguntei.Contemplava suas m ã os, e s ó  seus olhos se elevaram para me olhar.Era um gesto de menino, um gesto incerto. Parecia estranho em seu rosto de homem adulto. Preciso de ajuda e n ã o sei a quem mais recorrer. Exatamente que tipo de ajuda precisa, Sr. Smitz? ' É  minha esposa. Esperei a que continuasse, mas s ó  contemplou suas m ã os. Seu chap é u era uma bola apertada. Quer que levante sua esposa de entre os mortos? Perguntei.Elevou a vista com os grandes olhos alarmados. N ã o est á  morta. Eu sei. Ent ã o, o que posso fazer por voc ê , Sr. Smitz? Levanto os mortos e sou executora judicial de vampiros. O que h á nessa descri çã o que possa ajudar a sua esposa? O Sr. Vaughn disse que voc ê  sabia tudo sobre os licantropos Disse isso como se explicasse tudo. N ã o explicava. Meu chefe faz uma s é rie de alega çõ es, Sr. Smitz. Mas, o que t ê m os lic á ntropos a ver com sua esposa? Esta era asegunda vez que perguntava sobre sua esposa. Acreditava que falava em ingl ê s, mas possivelmente minhasperguntas eram realmente no Swahili (l í  ngua oficial do Qu ê nia e Tanz â nia, falada no leste e centro africanos) e n ã ome dava conta. Ou talvez o que tinha acontecido era muito horr í  vel para diz ê -lo com palavras.Acontece muito em minha profiss ã o.Inclinou-se para frente, seus intensos olhos sobre minha cara. Tamb é m meinclinei para frente, n ã o poderia ajud á -lo. Peggy, minha esposa, é  um lic á ntropo Pisquei. E? Se soubessem ela perderia o emprego. N ã o discuti com ele. Legalmente, n ã o se podia discriminar aos lic á ntropos, mas acontecia muito freq ü entemente. Que tipo de trabalho tem Peggy? É  a ç ougueira. Um lic á ntropo a ç ougueiro. Era muito perfeito. Mas via por que perderia seu trabalho. Preparava comida tendo umaenfermidade potencialmente fatal. Eu n ã o acreditava. Eu sabia, e o minist é rio de sa ú de sabia, que a licantrop í  a s ó podia ser transmitida por um ataque em sua forma animal. A maioria das pessoas n ã o acreditavam nisso. N ã o possodizer que as culpe. Tampouco quero ser peluda. Tamb é m era um lic á ntropo? Perguntei.Negou com a cabe ç a. N ã o, Peggy foi atacada uns anos atr á s. Sobreviveu... Encolheu-se  de ombros, mas voc ê  j á  sabe. Realmente sabia. Ent ã o, sua esposa é  um lic á ntropo e perder á  seu neg ó cio se istovier à  tona. Entendo-o. Mas, como posso lhe ajudar? Lutei contra o impulso de jogar uma olhada a meu rel ó gio. Tinha asentradas. Richard n ã o podia ir sem mim. Peggy desapareceu. Ah. N ã o sou detetive particular, Sr. Smitz. N ã o procuro desaparecidos. Mas n ã o posso ir à  pol í  cia. Poderiam averigu á -la. Quanto tempo est á  desaparecida? Dois dias. Meu conselho é  que v á   à  pol í  cia. Sacudiu a cabe ç a obstinadamente. N ã o. Suspirei. N ã o sei nada sobre a busca de desaparecidos. Levanto os mortos, mato vampiros, isso é  o que fa ç o. O Sr. Vaughn disse que voc ê  poderia me ajudar. Contou-lhe seu problema? Assentiu com a cabe ç a.Merda. Bert e eu í  amos ter uma longa conversa. A pol í  cia é  habilidosa em seu trabalho, Sr. Smitz. S ó  lhes conte que sua esposa desapareceu. N ã o mencione alicantrop í  a. Ver á  como a encontram. Eu n ã o gosto de lhe dizer a um cliente que oculte informa çã o à  pol í  cia, mas é melhor que n ã o ir absolutamente. Sra. Blake, por favor, estou preocupado. Temos duas crian ç as. Comecei a lhe dizer todos os motivos pelos que n ã o podia lhe ajudar, depois me detive. Tinha uma id é ia. Reanimators Inc. tem um detetive particular em sua lista de nomes. Ver ô nica Sims interveio em muitos casossobrenaturais. Poderia ser capaz de lhe ajudar. Posso confiar nela? Pode Contemplou-me durante um longo momento, depois assentiu. Bem, como entro em contato com ela? Deixe-me fazer uma liga çã o, ver se pode lhe atender. Isso seria ó timo, obrigado Quero lhe ajudar, Sr. Smitz. Ca ç ar a c ô njuges desaparecidos n ã o é  minha especialidade. Disquei o telefone.Sabia o n ú mero do Ronnie de cor. Trein á vamos ao menos duas vezes por semana juntas, sem contar algum filmeocasionalmente, jantar, que seja. As melhores amigas, um conceito que a maioria das mulheres n ã o superam com aidade. Pergunte a um homem quem é  seu melhor amigo e ter á  que pens á -lo. N ã o saber á . Uma mulher o saberia.Um homem n ã o seria capaz de pensar em um nome, n ã o para seu melhor amigo. As mulheres conservam a pistadessas coisas. Os homens n ã o o fazem. N ã o me pergunte por que.A secret á ria eletr ô nica do Ronnie fez clique. Ronnie, se estiver a í  , sou Anita, atenda. O telefone fez clique, e um segundo mais tarde falava com a pessoa de verdade. Ol á , Anita. Pensava que tinha um encontro com o Richard esta noite. Algo errado? V ê , melhores amigas. N ã o com o encontro. Tenho aqui a um cliente que acredito ser mais seu estilo que meu Diga-me Disse ela.Fiz-o. Recomendaste-lhe que v á   à  pol í  cia? Sim. N ã o ir á ? N ã o! Suspirou. Bem, procurei antes a desaparecidos, mas geralmente, depois de que a pol í  cia tivesse feito tudo o quepodia. T ê m recursos que n ã o posso tocar. Estou consciente disso Disse. N ã o trocar á  de id é ia?' N ã o acredito.   Ent ã o, sou eu... Bert aceitou o trabalho sabendo que era um desaparecido. Poderia tratar de dar-lhe ao Jamison. Jamison n ã o sabe fazer um buraco na terra, salvo levantar os mortos. Sim, mas sempre est á  impaciente por ampliar seu repert ó rio. Pergunte-lhe se pode estar em meu escrit ó rio... Fez uma pausa, enquanto folheava sua agenda. O neg ó cio deve irbem. Amanh ã   à s nove da manh ã . Jesus, sempre foi uma madrugadora Uma de minhas poucas falhas Disse ela.Perguntei ao George Smitz se à s nove da manh ã  estava bem. Seria poss í  vel ela me ver esta noite? Quer verte esta noite. Pensou nisso durante um minuto. Por que n ã o? N ã o é  como se tivesse um ardente encontro, diferentemente dealgumas pessoas que poderia mencionar. Sim, envia-o. Esperarei. A noite da sexta-feira com um cliente é  melhorque a noite da sexta-feira sozinha, suponho. Realmente, deste com uma temporada de seca disse. E voc ê  acertaste com uma temporada ú mida. Muito engra ç ado. Ela riu. Vou aguardar ansiosamente a chegada do Sr. Smitz. Aprecie Guys e Dolls (musical dos anos 50). Apreciarei. Verei-te amanh ã  pela manh ã  para nossa corrida. Tem certeza que me quer a í   t ã o cedo se por acaso o navio de sonho decide ficar? Conhece-me melhor que isso Disse. Sim, conhe ç o. Era s ó  uma brincadeira. Verei-te amanh ã . Desligamos. Entreguei um cart ã o de visita de Ronnie ao Sr. Smitz, a dire çã o de seu escrit ó rio, e o pus em caminho.Ronnie era o melhor que podia fazer por ele. Embora ainda me incomodava que n ã o fora à  pol í  cia, mas ou ç a, n ã oera minha esposa.Temos duas crian ç as, ele havia dito. N ã o era meu problema. De verdade. Craig, nosso secret á rio noturno estava noescrit ó rio, o que significava que era mais tarde que as seis. Estava atrasada. Realmente, n ã o era o momento dediscutir com o Bert sobre o Sr. Smitz, mas...Joguei uma olhada ao escrit ó rio do Bert. Estava escuro. O chefe foi pra casa? Craig levantou a vista do teclado do computador. Tem o cabelo castanho curto, fino como o de um beb ê . Ó culosredondos que combinam com uma cara redonda. É  magro e mais alto que eu, mas quem n ã o o é ?Estava h á  vinte anos com esposa e dois beb ê s. O Sr. Vaughn partiu faz aproximadamente trinta minutos. É  t í  pico isso Disse. Aconteceu algo? Neguei com a cabe ç a. Agende algum hor á rio para eu falar com o patr ã o amanh ã . N ã o sei, Anita. J á  tem bastante tempo reservado. Encontre-me um pouco de tempo, Craig. Ou interromperei em uma dasoutras entrevistas.' Est á  louca! Disse ele. Pode apostar. Encontre tempo. Se reclamar, lhe diga que te apontei uma arma. Anita disse com um sorriso, como se brincasse.Deixei-lhe folheando a agenda tratando de me achar algum espa ç o. Quis lhe dizer isso. Bert falaria comigo manh ã .Dezembro era nossa temporada mais baixa para levantar zombis. As pessoas pareciam pensar que n ã o pod í  amosfaz ê -lo t ã o perto de Natal, como se isto fosse magia negra ou algo.Ent ã o Bert programou outras coisas para passar o per í  odo de pouca atividade. Tinha-me cansado de clientes comproblemas sobre os que nada podia fazer. Smitz n ã o era o primeiro este m ê s, mas ia ser o ú ltimo.Com aquele alegre pensamento me apertei em meu casaco e parti.Richard esperava. Se o tr á fego cooperasse, podia chegar antes de que o espet á culo come ç asse. Tr á fego de umasexta-feira de noite, certamente n ã o.
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