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Resenha critica Margo

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Resenha critica Margo
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  Resenha critica acerca do texto “Historia do mundo grego antigo” de François Lefèvre, capitulo nove. O capitulo oito da obra “Historia do mundo grego antigo” que se inicia com o titulo “Evolução das cidades na época arcaica” o autor inicia fazendo uma pequena analise sobre os problemas das cidades nos séculos VII e VI, citando Heródoto, Tucídes e Xenofonte e as primeiras inscrições jurídicas como fontes. Em seguida, com o subtítulo “A crise da cidade: tiranos e legisladores”, assim afirma que em tal contexto que surgem os grandes personagens que conseguiram diminuir os efeitos da crise econômica, social e politica nas cidades, além dos conflitos internos com a aristocracia vigente, os tiranos por meio da força de poder e os legisladores por meio de reformas, salientando não ser usualmente clara a distinção entre as duas formas de poder. Seguindo esse raciocino, o autor começa a discorrer sobre o denominado pelo mesmo, “fenômeno ambíguo” que a tirania apresenta, na maioria das vezes recebe definições estereotipadas e contraditórias, como um déspota sanguinário e de personalidade extravagante. Afirma que os tiranos geralmente provem da aristocracia, citando como exemplo Cipselo, que pertencia pelo lado materno à família dos baquiadas, além de suas raízes aristocráticas, o autor afirma que os tiranos alcançam e mantem o poder pela força através de uma magistratura militar e ate mesmo, se necessário, através de assassinatos, possuem o auxilio de alguns, não muitos, fieis e sempre cercados por uma guarda pessoal e as vezes passam o poder a seus filhos. De acordo com Lefèvre, ocorre uma difícil avaliação do papel da tirania na afirmação do ideal de isonomia, define que os tiranos podem ser qualificados de demagogos, ou seja, condutor do demos  (povo) que tentaram obter o apoio popular através da organização da classe hoplitica, desapoderando os mais ricos e tomando medidas de tendência igualitária. Citando o exemplo de Atenas e Esparta, a primeira que viu o triunfo da democracia isonômica e a segunda que não conheceu a tirania pois na maioria dos casos foi a aristocracia na forma de uma oligarquia moderada, ele afirma que: “é forçoso reconhecer que as causas e consequências politicas, sociais e econômicas desse fenômeno srcinal ainda escapam amplamente á analise”.  Já acerca dos legisladores, como os mais conhecidos- Licurgo de Esparta e Drácon ou Solon de Atenas, estes representaram um esforço notável de fixação do direito, como resolução de conflitos, contratos de casamento e herança, com o objetivo de preservação do oikos, constituição de arquivos e embrião de legislação do trabalho. Assim surgiram as primeiras leis “constitucionais”, com votos emitidos pela maioria para a rotatividade dos magistrados, com tal feito, o autor afirma que se tornou possível cada vez mais a intervenção da comunidade no trato dos interesses individuais da justiça, entre os exemplos por ele citado estão: tabelas de multas, emanação de assembleia de ou de um conselho restrito, sistema de cauções, testemunhos e debates etc. Mudando agora seu foco de analise para o subtítulo “Esparta”, o autor discorre sobre a historia arcaica da mesma, que apresenta certo mistério devido a ausência de fontes que  não fossem de obediência ateniense, ou seja, desfavoráveis. O final do século IX e incio do século VIII é definido como “nada excepcional”, com presença marcante de festas  prestigiosas em homenagem a Apolo, artesanatos de alta qualidade, cerâmica com decoração figurada e músicos e poetas de renome. Porem, o que de acordo com o autor realmentemerece prestigio chama atenção são as questões de ordem militar, recheada de conflitos territoriais. Esparta detinha de um território de mais de 8 mil km² e manteve sua vocação continental, devido a esse desenvolvimento militar e territorial que a cidade se tornou uma exceção no mundo grego. O poder é comandado pelos reis, que provem de duas famílias, os agidas e os euripontidas, os quais são proibidos de ter relações matrimoniais e apenas um deles de cada vez comanda as tropas de campo além das responsabilidades sociais e religiosas, além dos reis, haviam os gerontes, com mais de 60 anos de idade, apresentam a função jurídica, submetem propostas à Assembleia,  porem, são irreponsaveis, o que faz de Esparta uma cidade oligárquica, pelo ponto de vista de Atenas pós-clisteniana e por fim, os cinco éforos, que constituaiam um colégio eminente democrático, são eleitos por ano entre todos os cidadãos, em resumo, todas as áreas acabam sendo de atribuição religiosa, politica, judiciaria, militar, diplomática e  policial. A educação espartana é feita através da agogé, instituição atribuída a Licurgo, os filhos dos cidadãos (esparciatas) são pegos com sete anos de idade para iniciarem o treinamento miltar, as meninas são treinadas com arteficios fisicos para que no futuro gerem os melhores soldados, a pederastia (soldados jovens adultos) assume uma dimensão social e pedagofica em Esparta, como maneira de fortalecimento.
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