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9º ANO

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1. CadernoC0901 AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA 3° BIMESTRE Língua Portuguesa e Matemática 9° ano do Ensino Fundamental 2012 Nome do Aluno(a): Orientações  Você está…
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  • 1. CadernoC0901 AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA 3° BIMESTRE Língua Portuguesa e Matemática 9° ano do Ensino Fundamental 2012 Nome do Aluno(a): Orientações  Você está recebendo um caderno com 52 questões.  Você dispõe de duas horas para responder a todas as questões e de 20 minutos para preencher o Cartão de Respostas.  Leia com atenção cada questão antes de respondê-la.  Cada questão tem uma única resposta correta.  Em alguns textos, há, na margem esquerda, uma indicação com a numeração de linhas.  Ao terminar a prova, passe suas respostas para o Cartão de Respostas, utilizando caneta esferográfi ca azul ou preta. Não rasure seu Cartão de Respostas.  Depois, passe suas respostas para folha de rascunho. Ela servirá para você acompanhar as questões junto ao professor. Boa prova!
  • 2. 01: A B C D 02: A B C D 03: A B C D 04: A B C D 05: A B C D 06: A B C D 07: A B C D 08: A B C D 09: A B C D 10: A B C D 11: A B C D 12: A B C D 13: A B C D FOLHA DE TRANSCRIÇÃO 14: A B C D 15: A B C D 16: A B C D 17: A B C D 18: A B C D 19: A B C D 20: A B C D 21: A B C D 22: A B C D 23: A B C D 24: A B C D 25: A B C D 26: A B C D 27: A B C D 28: A B C D 29: A B C D 30: A B C D 31: A B C D 32: A B C D 33: A B C D 34: A B C D 35: A B C D 36: A B C D 37: A B C D 38: A B C D 39: A B C D 40: A B C D 41: A B C D 42: A B C D 43: A B C D 44: A B C D 45: A B C D 46: A B C D 47: A B C D 48: A B C D 49: A B C D 50: A B C D 51: A B C D 52: A B C D Língua Portuguesa e Matemática 9° ano do Ensino Fundamental Caro(a) Aluno(a), Após transcrever as respostas para o Cartão de Respostas, repasse todas as respostas também para essa folha. Em outro momento, essa folha será utilizada para que seja realizada a correção da prova junto ao seu professor.
  • 3. BL01P09 C0901 ATENÇÃO, ALUNO! Agora, você vai responder a questões de Língua Portuguesa. Leia o texto abaixo. 5 10 15 20 25 O Quinze Capítulo 7 Na primeira noite, arrancharam-se numa tapera que apareceu junto da estrada, como um pouso que uma alma caridosa houvesse armado ali para os retirantes. O vaqueiro foi aos alforjes e veio com uma manta de carne de bode, seca, e um saco cheio de farinha, com quartos de rapadura dentro. Já as mulheres tinham improvisado uma trempe e acendiam o fogo. E a carne foi assada sobre as brasas, chiando e estalando o sal. Pondo na boca o primeiro pedaço, Chico Bento cuspiu: – Ih! Sal puro! Mesmo que pia! Mocinha explicou: – Não tinha água mode lavar... Sem se importarem com o sal, os meninos metiam as mãos na farinha, rasgavam lascas de carne, que engoliam, lambendo os dedos. Cordulina pediu: – Chico, vê se tu arranjas uma aguinha pro café... Apesar da fadiga do longo dia de marcha, Chico Bento levantou-se e saiu; a garganta seca e ardente, parecendo ter fogo dentro, também lhe pedia água. Os meninos, passado o furor do apetite, exigiam com força o que beber; gemiam, pigarreavam, engoliam mais farinha, ou lambiam algum taco de rapadura, entretendo com o doce a garganta sedenta. Pacientemente, a mãe os consolava: – Esperem aí, seu pai já vem... Em meia hora, realmente, ele chegou, com a cabaça cheia duma água salobra que arranjara a quase um quilômetro de distância. O Josias, que era o que mais se lastimava e mais tossia, correu para o pai, tomou-lhe a vasilha da mão e colando às bordas a boca sôfrega, em sorvos lentos, deliciados, sugou a água tão esperada; mas os outros, avançando, arrebataram-lhe a cabaça. Aflita, Cordulina interveio: – Seus desesperados! Querem ficar sem café? QUEIROZ, Rachel de. Disponível em: <http://www.visionvox.com.br/biblioteca/o/o-quinze.txt>. Acesso em: 28 mar. 2012. Fragmento. (P091460RJ_SUP) Questão 01 P091460RJ De acordo com esse texto, Chico Bento foi arrumar água, porque A) Cordulina queria fazer café. B) Josias lastimava e tossia. C) os meninos comeram carne salgada. D) os meninos exigiam com força o que beber. 1
  • 4. Leia novamente o texto “O Quinze” para responder às questões abaixo. Questão 02 P091461RJ O trecho “– Não tinha água mode lavar...” (ℓ. 9) expressa um exemplo de linguagem comum em A) textos jornalísticos. B) revistas de ciência. C) palestras acadêmicas. D) falas regionais. Questão 03 P091462RJ No trecho “... a garganta seca e ardente, parecendo ter fogo dentro,...” (ℓ. 14-15), o recurso utilizado para a construção da expressão destacada é A) a comparação de ideias. B) a enumeração de fatos. C) a oposição de ideias. D) a repetição de sons. Questão 04 P091463RJ Esse texto é um fragmento de A) crônica. B) diário de bordo. C) relato de viagem. D) romance. Questão 05 P091464RJ No trecho “... e colando às bordas a boca sôfrega,...” (ℓ. 24), a palavra em destaque sugere A) aflição. B) ambição. C) fúria. D) temor. BL01P09 C0901 2
  • 5. BL01P09 Leia o texto abaixo. 5 10 15 20 25 30 C0901 Relato de um náufrago Nada disso era errado, até certo ponto. Em todos os momentos, tratei de me defender. Encontrei sempre um meio de me defender. Encontrei sempre um meio de sobreviver, um ponto de apoio, por insignificante que fosse, para continuar esperando. No sexto dia, porém, já que não esperava mais nada. Eu era um morto na balsa. À tarde, pensando que logo seriam cinco horas e os tubarões voltariam, fiz um desesperado esforço para me levantar e me amarrar à borda. Em Cartagena, há dois anos, vi na praia os restos de um homem destroçado por tubarão. Não queria morrer assim. Não queria ser repartido em pedaços entre um montão de animais insaciáveis. Eram quase cinco horas. Pontuais, os tubarões estavam ali, rodando a balsa. Levantei-me penosamente para desatar os cabos do estrado. A tarde era fresca. O mar, tranquilo. Senti-me ligeiramente fortalecido. Subitamente, vi outra vez as sete gaivotas do dia anterior e essa visão infundiu em mim renovados desejos de viver. Nesse instante teria comido qualquer coisa. A fome me incomodava. Mas o pior era a garganta e a dor nas mandíbulas, endurecidas pela falta de exercício. Precisava mastigar qualquer coisa. Tentei arrancar tiras de borrachas dos sapatos, mas não tinha com que cortá-las. Foi então que lembrei dos cartões da loja de Mobile. Estavam num dos bolsos da calça, quase completamente desfeitos pela umidade. Rasguei-os, levei-os à boca e comecei a mastigar. Foi um milagre: a garganta se aliviou um pouco e a boca se encheu de saliva. Lentamente continuei mastigando, como se aquilo fosse chiclete. [...] Pensava continuar mastigando os cartões indefinidamente para aliviar a dor das mandíbulas e até achei que seria desperdício jogá-los no mar. Senti descer até o estômago a minúscula papa de papelão moído e desde esse instante tive a sensação de que me salvaria, de que não seria destroçado pelos tubarões. [...] Afinal, amanheceu o meu sétimo dia no mar. Não sei por que estava certo de que esse não seria o último. O mar estava tranquilo e nublado, e quando o sol saiu, mais ou menos às oito da manhã, eu me sentia reconfortado pelo bom sono da noite. Contra o céu cinza e baixo passaram sobre a balsa as sete gaivotas. Dois dias antes eu sentira uma grande alegria vendo as sete gaivotas. Mas quando as vi pela terceira vez, depois de tê-las visto durante dois dias consecutivos, senti o terror renascer. “São sete gaivotas perdidas”, pensei, com desespero. Todo marinheiro sabe que, às vezes, um bando de gaivotas se perde no mar e voa sem direção, durante vários dias, até encontrar e seguir um barco que lhes indique a direção do porto. Talvez aquelas gaivotas que vira durante três dias fossem as mesmas todos os dias, perdidas no mar. Isso significa que eu me distanciava cada vez mais da terra. MÀRQUEZ, Gabriel Garcia. Relato de um náufrago. 3. ed. Rio de Janeiro: Record, 1970. p. 70-3. Fragmento. (P091465RJ_SUP) Questão 06 P091466RJ O trecho desse texto que apresenta uma opinião do narrador é: A) “... fiz um desesperado esforço para me levantar...”. (ℓ. 5-6) B) “... vi na praia os restos de um homem destroçado por tubarão.”. (ℓ. 7) C) “Nesse instante teria comido qualquer coisa.”. (ℓ. 13) D) “... até achei que seria desperdício jogá-los no mar.”. (ℓ. 21) 3
  • 6. Leia novamente o texto “Relato de um náufrago” para responder às questões abaixo. Questão 07 P091465RJ No trecho “Não queria morrer assim.” (ℓ. 7), o verbo em destaque revela A) desejo. B) ordem. C) sugestão. D) súplica. Questão 08 P091467RJ De acordo com esse texto, no sétimo dia, o náufrago A) pensava em continuar mastigando os cartões. B) pensava que logo os tubarões voltariam. C) sentia-se alegre vendo as sete gaivotas. D) sentia-se reconfortado pela boa noite de sono. Questão 09 P091469RJ No trecho “Rasguei-os,...” (ℓ. 18), o pronome em destaque refere-se à palavra A) bolsos. B) cabos. C) cartões. D) sapatos. Questão 10 P091468RJ No trecho “... e quando o sol saiu...” (ℓ. 25), a palavra em destaque tem o mesmo sentido que A) afastar. B) passar. C) separar. D) surgir. BL01P09 C0901 4
  • 7. BL01P09 Leia o texto abaixo. 5 10 15 C0901 A bolsa amarela – Toma, Raquel, fica pra você. Era a bolsa. A bolsa por fora: Era amarela. Achei isso genial: pra mim amarelo é a cor mais bonita que existe. Mas não era um amarelo sempre igual: Às vezes era forte, mas depois ficava fraco; não sei se porque ele já tinha desbotado um pouco, ou porque já nasceu assim mesmo, resolvendo que ser sempre igual é muito chato. Ela era grande; tinha até mais tamanho de sacola do que de bolsa. Mas vai ver ela era que nem eu: achava que ser pequena não dá pé. A bolsa não era sozinha: tinha uma alça também. Foi só pendurar a alça no ombro que a bolsa arrastou no chão. Eu então dei um nó bem no meio da alça. Resolveu o problema. E ficou com mais bossa também. Não sei o nome da fazenda que fez a bolsa amarela. Mas era uma fazenda grossa, e se a gente passava a mão arranhava um pouco. Olhei bem de perto e vi os fios da fazenda passando um por cima do outro; mas direitinho; sem fazer bagunça nem nada. Achei legal. Mas o que eu ainda achei mais legal foi ver que a fazenda esticava: “vai dar pra guardar um bocado de coisa aí dentro”. A bolsa por dentro: Abri devagarinho. Com um medo danado de ser tudo vazio. Espiei. Nem acreditei. Espiei melhor. BOJUNGA, Lígia. A Bolsa Amarela. 35 ed. Rio de Janeiro: Casa Lígia Bojunga, 2003. p. 27. Fragmento. (P091470RJ_SUP) Questão 11 P091470RJ No trecho “Achei isso genial:” (ℓ. 3), o uso dos dois pontos A) indica uma opinião da narradora. B) expressa uma citação. C) apresenta uma enumeração. D) anuncia a fala de uma personagem. Questão 12 P091471RJ No trecho “... se a gente passava a mão arranhava um pouco.” (ℓ. 12), o conectivo em destaque estabelece com a oração anterior uma ideia A) causal. B) condicional. C) consecutiva. D) opositiva. Questão 13 P091472RJ Qual é o fato que dá início a essa narrativa? A) Raquel ter ganhado a bolsa. B) A bolsa ser amarela. C) Raquel ter dado um nó na alça da bolsa. D) A bolsa poder guardar muitas coisas dentro. 5
  • 8. 1 no sábado e, no BL01M09 C0901 ATENÇÃO, ALUNO! Agora, você vai responder a questões de Matemática. Questão 14 M090014E4 A tabela abaixo mostra a relação entre a quantidade de minério removida (M), em toneladas, e a quantidade de ouro obtida (z), em quilogramas, em uma mina de ouro. Quantidade de Minério removida (ton) 50 75 100 125 150 Quantidade de Ouro obtida (kg) 2 3 4 5 6 De acordo com os dados dessa tabela, qual é o gráfico que melhor representa a quantidade de ouro obtida (z) em função da quantidade (M) de minério removida? A) 150 100 50 0 1 2 3 4 5 6 z M B) 150 100 50 0 1 2 3 4 5 6 z M C) 50 100 150 z 6 4 2 M D) 50 100 150 z 6 4 2 M Questão 15 M090028E4 Valdir participou em um final de semana de uma campanha de vacinação contra a gripe para idosos. Na sexta-feira, ele vacinou um total de 72 idosos, sendo que esse número aumentou em 4 domingo, teve uma queda de 1 em relação ao número de vacinados no sábado. 3 Quantos idosos Valdir vacinou nesse final de semana? A) 222 B) 232 C) 240 D) 282 6
  • 9. Questão 16 M090002E4 Observe o retângulo MNPQ representado no plano cartesiano abaixo. BL01M09 5 N M 0 –2 –1 4 3 2 1 –3 4 –1 –2 –3 1 2 3 x P Q As coordenadas dos vértices desse retângulo são A) M(3, 4), N( – 2, 4), P( – 2, – 3) e Q(3, – 3). B) M(3, 4), N(4, – 2), P( – 3, – 2) e Q(3, – 3). C) M(4, 3), N( – 2, 4), P( – 2, – 3) e Q( – 3, 3). D) M(4, 3), N(4, – 2), P( – 3, – 2) e Q( – 3, 3). Questão 17 M090018E4 Se o salário atual de Marcelo fosse aumentado em um terço e o de Pedro fosse diminuído em R$ 500,00, o salário de Marcelo passaria a ser a metade do salário de Pedro. Considerando Se Scomo os salários atuais de Marcelo e Pedro, em reais, qual é a relação entre M P esses valores? A) S+ 1 = M 3 SP – 500 2 B) SM + 1 = 3 1 (SP – 500) 2 C) 4 SM = 2 3 SP – 500 D) 4 SM = 2 3 1 (SP – 500) C0901 7
  • 10. C0901 Questão 18 M090011E4 Observe no esquema abaixo os cruzamentos de algumas ruas do bairro onde Júlia mora. Nesse bairro, as ruas Japão e Salvador são perpendiculares e as ruas Goiás e Salvador se cruzam formando um ângulo de 30º. A medida do comprimento da rua Salvador, entre as ruas Goiás e Japão, é 400 m. BL01M09 Japão Rua Goiás Rua Rua Salvador x Dado: sen 30º = 1 2 3 cos 30º = 2 tg 30º = 1 3 Considerando que todas as ruas são retas e estão no mesmo plano, qual é a medida do comprimento x da rua Japão, entre as ruas Goiás e Salvador? A) 200 m B) 200 3 m C) 400 m 3 D) 400 3 m Questão 19 M090026E4 Carlos viajou do Rio de Janeiro para Moscou, na Rússia. Ao partir, a temperatura no Rio de Janeiro era de 32 ºC e a previsão para a temperatura em Moscou, na hora de sua chegada, era de – 8 ºC. Porém, ao chegar em Moscou, ele percebeu que a temperatura estava 5 ºC abaixo da que havia sido prevista. Qual é a diferença entre a temperatura no Rio de Janeiro, na hora da partida de Carlos, e a temperatura em Moscou, na sua chegada? A) 45 ºC B) 40 ºC C) 37 ºC D) 35 ºC 8
  • 11. C0901 Questão 20 M090029E4 Observe os triângulos abaixo. Nesses triângulos, o perímetro está indicado no interior de cada um deles por P. BL01M09 H P = 14 cm J I 6 cm 3 cm K P = 16,5 cm L M 7,5 cm 5,5 cm N O P P = 16,5 cm 3 cm 7,5 cm S P = 35 cm P= 35 cm Q R 7,5 cm 12,5 cm V T 15 cm 5,5 cm P = 35 cm U O triângulo semelhante ao triângulo HIJ, com fator de ampliação igual a 2,5, é A) ΔKLM B) ΔNOP C) ΔQRS D) ΔTUV 9
  • 12. Questão 21 M090023E4 Nas retas abaixo, o intervalo [2, 3] está subdividido em segmentos de mesmo comprimento. Em qual dessas retas o número 6 está melhor localizado? A) BL01M09 6 B) 6 C) 6 D) 6 Questão 22 M090016E4 A tabela abaixo mostra a relação entre as grandezas s e w. s 0 5 10 15 20 w 6 0 – 2 0 6 De acordo com os dados dessa tabela, qual é o gráfico que melhor representa a grandeza w em função da grandeza s? A) 5 10 15 20 s w 6 4 2 0 –2 B) 5 10 15 20 s w 6 4 2 0 –2 C) 20 15 10 5 s 2 4 6 w –2 0 D) 20 15 10 5 s 2 4 6 w –2 0 C0901 10
  • 13. C0901 Questão 23 M090009E4 O desenho abaixo representa quatro estradas retas que ligam as cidades M, N, P e Q. A estrada que liga as cidades N e Q passa pela cidade P. Além disso, a estrada que passa pelas cidades M e N é perpendicular à estrada que passa pelas cidades M e Q e a estrada que passa pelas cidades M e P é perpendicular à estrada que passa pelas cidades N e Q. BL01M09 M N 50 km P 18 km Q Qual é a distância entre as cidades M e P? A) 25 km B) 30 km C) 32 km D) 34 km Questão 24 M090006E4 Observe abaixo o desenho de uma circunferência de centro O, em que M, N, P, Q e R são pontos dessa circunferência. P N O M Q R Os segmentos OP, MN e QR são, respectivamente, A) um diâmetro, um raio e uma corda dessa circunferência. B) um diâmetro, uma corda e um arco dessa circunferência. C) um raio, um diâmetro e uma corda dessa circunferência. D) um raio, uma flecha e uma corda dessa circunferência. 11
  • 14. Questão 25 M090021E4 A representação percentual do número racional 0,035 é A) 35% B) 3,5% C) 0,35% D) 0,035% Questão 26 M090012E4 Observe o triângulo MNP desenhado abaixo, no qual o lado MN mede 3 m. BL01M09 M 45º N P Dado: sen 45º = cos 45º = 2 2 tg 45º = 1 Qual é a medida do lado NP desse triângulo? A) 3 2 m 4 B) 3 m C) 3 2 m 2 D) 3 2 m C0901 12
  • 15. BL02P09 C0901 ATENÇÃO, ALUNO! Agora, você vai responder a questões de Língua Portuguesa. Leia o texto abaixo. 5 10 15 20 25 30 Sertão dos Confins O Sertão dos Confins é um mundo de chão arenoso e branco, que principia na Serra dos Ferreiros e acaba no Ribeirão das Palmas. [...] Ah, e a caatinga! Lavoura, lavoura mesmo, por ora nada: meia quarta de arroz aqui, litrinho ali de feijão comum; milho, cana e mandioca; e, lá uma vez na vida, um canteirinho de algodão. [...] Se o Sertão dos Confins é magro de boas terras, tem lá as suas compensações. A caça encontra-se à vontade nas tiras de mato e nos varjões beira-rio: jacus, jaós, patos, e tudo o que é raça de passarão morador nas redondezas de água corrente e parada. Nos campos pragueja a caça miúda das perdizes, codornas e nhambus. Para os que apreciam bichos de porte, há fartura de emas, queixadas, capivaras, e todo o tipo de veados das três moradas: campeiros, catingueiros e mateiros. Antas e cervos não fugiram de todo ainda, apesar de um ou outro caçador que sempre dá de aparecer por aquelas bandas. Tampouco as onças-pintadas, e outras pestes da mesma marca: sucuris e jacarés, sem falar nas piranhas, a maldição mor das águas sertanejas. As sucuris [...], essas, então, infestam as cabeceiras e brejos daqueles cafundós. Uma desgraça! Jacaré, também, enxame deles. E jacarés papo-amarelo, dos manatas – sornas sempre, mas refinadíssimos ladrões de tudo o que é criação de terreiro. Uma beleza, o Sertão dos Confins, para quem gosta de caçadas. [...] Para quem gosta da pesca, então é que é pagode! Peixe por demais: de escama ou de couro, de bigode ou sem bigode, a peixaria é um dilúvio. Dourados e matrinxãs, surubis e pacus, taguaras e piaus, jaús, pirás, corvinas... – povo aquático de todas as categorias e tamanhos. Tarrafa jogada em rasoura não volta murcha. Na pior das desgraças, são lá as suas oito ou dez curimatás de palmo e tanto, e cascudões de mais de quilo (um ensopado de cascudo, torrado antes no borralho para se conseguir arrancar o capotão de couro duro que nem ferro, e temperado sem misérias de pimenta, é prato de muito luxo). Anzol iscado com muçum não esfria na água e vai parar certinho no bucho de um moleque dos seus oito ou dez quilotes. Isso, quando o pescador é azarado, porque na maioria dos casos o peixe costuma pesar arroba e coisa. E não é novidade, não senhor, arrancar-se um pintadão de mais de cinco arrobas! [...] Este, um ligeiro apanhado do Sertão dos Confins. Esqueceram-no as geografias, esqueceram-no os governos. Quem desejar pormenores, só mesmo dando um pulo até lá. PALMÉRIO, Mário. Vila dos Confins. 10. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2003. Fragmento. (P091473RJ_SUP) Questão 27 P091473RJ De acordo com esse texto, a caça é encontrada à vontade A) nas faixas de mato. B) nas lavouras de arroz. C) nos campeiros. D) nos catingueiros. 13
  • 16. Leia novamente o texto “Sertão dos Confins” para responder às questões abaixo. Questão 28 P091474RJ No último parágrafo desse texto, percebe-se que o narrador A) convida o interlocutor para conhecer o lugar. B) despreza os detalhes do lugar. C) evidencia o descaso com o lugar. D) explica a importância política do lugar. Questão 29 P091475RJ No trecho “... a peixaria é um dilúvio.” (ℓ. 19), o termo em destaque sugere A) fartura. B) ironia. C) menosprezo. D) temporalidade. Questão 30 P091477RJ No trecho “... essas, então, infestam as cabeceiras e brejos...” (ℓ. 14), o pronome demonstrativo em destaque refere-se à palavra A) antas. B) cordonas. C) emas. D) sucuris. Questão 31 P091476RJ No trecho “e piaus, jaús, pirás, corvinas...” (ℓ. 20), o uso das reticências dá ideia de A) continuidade. B) hesitação. C) pausa. D) suspense. Questão 32 P091478RJ No trecho “... apesar de um ou outro caçador...” (ℓ. 11-12), a expressão em destaque estabelece com a oração anterior uma ideia de A) comparação. B) concessão. C)
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