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Grupo I Parte A 1. O saldo real de clientes está sempre nas necessidades de fundo de maneio ou na tesouraria activa. F 2. A descida do custo nominal dos capitais alheios de uma empresa permite aumentar os seus meios libertos brutos de exploração. F 3. Numa empresa com uma autonomia financeira de 0,5 os efeitos de alavancagem financeira em sentido estrito e em sentido lato são sempre iguais. V 4. A natureza da actividade das empresas condiciona fortemente o nível de fundo de maneio líquido funcional de que as empresas devem dispor para assegurar as condições de equilíbrio financeiro estrutural V Parte B 1. A aquisição de uma propriedade de investimento com crédito do próprio fornecedor de imobilizado, que implica um pagamento mensal de durante 48 meses, não modifica o fundo de maneio funcional da empresa. a) Verdadeira. b) Falsa. c) Depende da existência e prazo de um eventual período de carência acordado para o capital. X d) Depende do tipo de equipamento adquirido. 2. Um aumento do nível de depreciações de um dado exercício: a) Aumenta a capacidade de autofinanciamento gerada. X b) Diminui a capacidade de autofinanciamento gerada. c) Não modifica a capacidade de autofinanciamento gerada. d) Não modifica a capacidade de autofinanciamento mas aumenta o autofinanciamento. 3. O rácio período de recuperação da dívida é utilizado para analisar: a) A capacidade de cobertura da dívida em termos prospectivos. b) O número de anos que a empresa levará a pagar todo o seu passivo. c) O número de anos estimados que a empresa levaria a liquidar a sua dívida financeira através do seu autofinanciamento. d) As alíneas a) e c) são verdadeiras. X 4. Numa abordagem funcional, para que se verifique a condição de equilíbrio financeiro, tem que se garantir que: a) O fundo de maneio (FM) é positivo. b) As suas necessidades de fundo de maneio (NFM) são positivas. c) A tesouraria líquida seja superior à diferença entre o FM e as NFM. d) Todas as alíneas são falsas. X Página 1 de 8 Grupo II PARTE A RESOLUÇÃO Sobrevalorização dos resultados por falta de cálculo das depreciações e amortizações Corrigir os capitais próprios e o activo fixo líquido (as depreciações e amortizações aumentam) no valor de Sobrevalorização dos resultados por reconhecimento no período de todos os proveitos Corrigir os capitais próprios e os proveitos diferidos no valor de PARTE B RESOLUÇÃO Fundo de Maneio Líquido (AC PC) RESPOSTAS Investimento em FM (Variação no FML) c Liquidez geral (AC / PC = ) 2,84 b Liquidez reduzida (AC Inv) / PC = ( )/ 2.570) 1,35 PSL (= AC Inv)/DOD) = ( )/(6310/360) * 197,40 * A resposta correcta para o ano de 2010 é a c, mas a questão foi eliminada da cotação Análise Na óptica patrimonial o equilíbrio financeiro está assegurado caso o FML seja positivo. Em consequência, a empresa evidencia capacidade para liquidar os seus compromissos a curto prazo sempre que apresenta LG 1. Neste caso pode se concluir que a empresa está financeiramente equilibrada e evidencia capacidade para liquidar os seus compromissos a curto prazo. Para melhorar a análise financeira de curto prazo da empresa, interessa também analisar a sua liquidez reduzida e o seu prazo de segurança de liquidez. Neste caso, verificamos que a empresa apresenta uma LR 1 o que significa que apesar do peso significativo dos inventários a capacidade para liquidar as dívidas de curto prazo sem liquidar as existências é elevada. Por fim, avaliando a capacidade da empresa para pagar as suas despesas operacionais concluimos que existe capacidade para o fazer ao longo de 197 dias, sem que existam recebimentos. Página 2 de 8 Grupo II PARTE C RESOLUÇÃO Capitais estáveis (CP + CA mlp) Activos estáveis (Imo líquido) FMF Necessidades cíclicas (Clientes + Inventários) Recursos cíclicos (Fornecedores + EOEP) NFM Tesouraria activa (Caixa de Depósitos bancários) Tesouraria passiva (Empréstimos cp) TL (=TA TP) Controlo TL (=FMF NFM) Apresentando a empresa FM 0 simultaneamente com NFM 0, sendo estas superiores, isso conduz a uma TL 0. Assim, a empresa evidencia desequilíbrio financeiro estrutural na medida em que o FM é insuficiente para financiar as necessidades financeiras do ciclo de exploração, obrigando a a depender de financiamentos de curto prazo. Porque esta situação pode decorrer da duração do ciclo de exploração, interessa fazer a sua análise. Ciclo financeiro de exploração Duração CFE (dias) Estrutura do ciclo financeiro Prazo médio de recebimentos Duração média de existências Total Duração média de pagamentos Duração média de pagamentos ao EOEP 4 4 Total Controlo DCFE O ciclo financeiro de exploração da empresa tem uma duração superior a 2 meses, tendo mesmo evidenciado um ligeirissima agravamento de 2009 para Analisando a estrutura do CFE constatamos que a empresa tem quase 100 dias necessidades cíclicas, enquanto apenas obtém 28 dias de financiamento junto dos seus credores de exploração. Em consequência, torna se importante que a empresa actue sobre o CFE, em particular sobre o PMR e a duração média de inventários. PS: A título complementar, se tivermos em consideração as informações sectoriais disponíveis na questão seguinte, verifica se que a empresa recebe mais tarde dos seus clientes comparativamente ao que acontece nas suas concorrentes. Também ao nível dos inventários se constata existir uma situação é pior que nas empresas do sector. Ao nível dos fornecedores também a empresa apresenta indicadores piores (24 contra 33 dias). Página 3 de 8 Grupo II Alguns rácios Endividamento 44,8% 52,7% Estrutura do endividamento 66,3% 79,6% Solvabilidade 1,23 0,90 Debt to equity ratio (ou grau de endividamento) 0,81 1,11 Análise: A análise do equilibrio financeiro estrutural pode ser completada com a leitura conjunta de outros rácios financeiros. Se a gestão do CFE fosse conforme a média do sector teríamos: NOVOS Saldos em Clientes (Vendas / 365 x 30 dias) Inventários (Custo das mercadorias vendidas / 8) Fornecedores (=Compras/365 x 33 dias) = ((CMV + Δ Inventários)/365 x 33) EOEP 350 NFM (=Clientes+Inventários Fornecedores EOEP) PS: Registe se que, caso a empresa tivesse gerido o seu ciclo financeiro de exploração em 2010 de acordo com os padrões sectoriais, teria apresentado uma TL positiva ( ), logo apresentaria equilíbrio financeiro. Página 4 de 8 Grupo III RESOLUÇÃO Para analisar a ROE e os seu factores necessitamos de conhecer os RL, os CP e as diferentes componentes da equação fundamental: ROE = ROA + GE x (ROA CMPCA) RendeMuito RendeMais Solvabilidade (= CP / CA) 1,25 1,00 Debt to equity ratio (= CA / CP) == 1 / Solvabilidade 0,8 1,00 MOB (= MB / VN) 0,375 0,35 Margem Bruta (= VN x MOB) Efeito dos custos fixos (= RO / MB) 0,4 0,4 Resultado operacional (= MB x ECF) Rácio de cobertura dos EFF (= RO / EFF) 3 2,8 EFF (= RO x Rácio de cobertura EFF) Considerando a equação fundamental da ROA MC/VN x RO/MC x VN/AT e sabendo MOB (= MB / VN) 0,375 0,35 Efeito dos custos fixos (= RO / MB) 0,4 0,4 ROA = REE 12,50% 12,60% temos Activo total (= MOB x ECF x VN) / ROA Activo total Solvabilidade (= CP / CA ou CP / (AT CA)) 1,25 1,0 Capitais próprios (CP = 1,25 x ( CP) Capitais alheios (= AT CP) Resultado operacional Custos financeiros líquidos Imposto sobre o rendimento Resultado líquido t (= ISR / RAI = ISR / (RO Cfinanceiros) 25,0% 27,0% Página 5 de 8 Grupo III ROE e factores explicativos RendeMuito RendeMais Resultado líquido Capitais próprios ROE di 11,250% 11,83% Resultado operacional Activo total ROA ai 12,50% 12,60% t 25,0% 27,0% ROA di 9,38% 9,20% Custos financeiros líquidos Capitais alheios CMPCA ai 9,375% 9,000% CMPCA di 7,03% 6,57% Efeito de alavanca financeiro em sentido estrito 2,344% 2,628% Debt to equity ratio 0,8 1,0 Efeito de alavanca financeiro em sentido lato 1,875% 2,628% ROE di 11,250% 11,826% Controlo OK OK Análise A empresa Rende Mais apresenta uma rendibilidade dos capitais próprios um pouco superior à da Rende Muito , apesar da sua rendibilidade económica ser inferior justificando se esta situação com o efeito de alavanca financeiro. Ao nível da rendibilidade económica a empresa Rende Muito evidencia uma margem mais elevada, mas em contrapartida apresenta uma rotação mais baixa, traduzindo se isso numa ROA inferior. Recomendações A Rende Muito poderá obter um melhor desempenho se conseguir, por exemplo, aumentar a rotação do activo. Também pode obter uma melhoria da ROE através de um aumento do endividamento. A Rende Mais também pode melhorar o seu desempenho financeiro actuando sobre o grau de endividamento, na medida em que o efeito de financeiro de alavanca é favorável. Seria útil ainda melhorar a sua MOL. Melhorar Return on Investment Considerando ROI ROA e sabendo que ROA (= RO / AT) REE temos: As propriedades de investimento estão incluídas no AT, mas não têm gerado resultados, ROA = REE Caso sejam arrendadas passam a gerar resultados extra exploração, afectando favoravelmente a ROA A REE também melhora porque os resultados de exploração se mantêm com uma diminuição do AE, logo o rácio melhora Página 6 de 8 Grupo IV RESOLUÇÃO Questão 1 : MLBE = RE + D&A e RE = RO + Gastos operacionais não recorrentes (ou extra exploração) Donde: Resultado operacional Gastos operacionais não recorrentes (ou extra exploração) RESULTADO DE EXPLORAÇÃO Resultado de exploração Gastos de depreciação e de amortização MLBE : Capacidade de autofinanciamento = MLLT = RL + D&A Donde: Resultado líquido do período Gastos de depreciação e de amortização Capacidade de autofinanciamento (MLLT) O que significa que a empresa, em 2012, terá gerado excedentes financeiros de exploração da ordem dos e excedentes financeiros globais no montante de Questão 2 Cálculo do VAB pelo método subtractivo (ou óptica da produção): VAB = VBP CI Assim: VAB pelo método subtrativo 2012 Vendas e serviços prestados Variação nos inventários da produção Valor Bruto da Produção Custo das mercadorias vendidas e matérias consumidas Fornecimentos e serviços externos Impostos indirectos Consumos Intermédios VAB Página 7 de 8 Grupo IV Cálculo do VAB pelo método aditivo (ou óptica da repartição): VAB = Pessoal + Juros + ISR + MLLR + DIV + Outros gastos Outros rend. Repartição do VAB 2012 % Pessoal ,5% Instituições financeiras ,5% Estado 0 0,0% Empresa [MLLR (RL + D&A Dividendos)] ,5% Proprietários (Dividendos) 0 0,0% Outros (Outros gastos e perdas, excepto impostos indirectos Outros rendimentos e ganhos) ,5% VAB ,0% 6,5% 0,0% 7,5% Controlo 0 0,0% 50,5% 35,5% Questão 3 Produtividade 2012 VAB Número de trabalhadores 22 Produtividade do trabalho ( /trabalhador) Em média cada trabalhador gerou em 2012 um VAB para a empresa na ordem dos Produtividade 2012 VAB Gastos com pessoal Produtividade do trabalho ( /Gastos c/ pessoal) 1,98 Em média a empresa conseguiu gerar um VAB de quase 2 por cada gasto com os trabalhadores que nela trabalham. Página 8 de 8
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