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Alzheimer terapias complementares

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1. TERAPIAS COMPLEMENTARES NA PREVENÇÃO E TRATAMENTO DA DOENÇA DE ALZHEIMER Luciana Mateus 2. Envelhecimento no Brasil 3. Longevidade no Brasil 4. DOENÇA DE ALZHEIMER…
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  • 1. TERAPIAS COMPLEMENTARES NA PREVENÇÃO E TRATAMENTO DA DOENÇA DE ALZHEIMER Luciana Mateus
  • 2. Envelhecimento no Brasil
  • 3. Longevidade no Brasil
  • 4. DOENÇA DE ALZHEIMER É a causa mais frequente de demência nas sociedades ocidentais. Estima-se que em 2050, 115 milhões de pessoas serão afetadas pela doença. Nos países desenvolvidos, aproximadamente 1 em cada 10 pessoas acima dos 65 anos sofre de uma forma de demência, números que aumentam para mais de 1/3 naqueles acima dos 85 anos.
  • 5. DOENÇA DE ALZHEIMER Demência é uma síndrome clínica caracterizada pela redução da função intelectual, que afeta a memória, linguagem, capacidades visuais e espaciais, cognição.
  • 6. Tipos de Demência
  • 7. DOENÇA DE ALZHEIMER Distúrbio progressivo da memória recente, da linguagem, da função visuoespacial e da função executiva. Está associada, durante algum momento da doença, à elevada frequência de alterações neurocomportamentais.
  • 8. DOENÇA DE ALZHEIMER A Doença de Alzheimer (DA) = diminuição do tecido cerebral. Atrofia e perda de neurônios, presença de placas amilóides e de emaranhados neurofibrilares..
  • 9. DOENÇA DE ALZHEIMER Os sintomas neuropsiquiátricos estão presentes, durante a progressão da DA, em pelo menos 85% dos pacientes. Estes dividem-se em: • Distúrbios do afeto ou do humor; • Psicoses; • Mudanças na personalidade; • Mudanças comportamentais.
  • 10. DOENÇA DE ALZHEIMER Sintomas parkinsonianos, após um ano do início das alterações cognitivas, podem estar presentes. Estes sintomas usualmente são do tipo acinético rígido e sem tremor.
  • 11. A evolução é progressiva, levando a incapacidade completa e morte. Ás vezes há estabilizações por um ou dois anos. O paciente geralmente vive com a doença entre 4 a 10 anos, com extremos de menos de 1 ano e mais de 20 anos. DOENÇA DE ALZHEIMER
  • 12. DOENÇA DE ALZHEIMER É fatal! Não tem cura.
  • 13. DOENÇA DE ALZHEIMER Fatores que contribuem para o aumento do risco: • Gênero feminino (o risco é 3 vezes maior); • História familiar de DA; • Doença arterial coronária, hipertensão e diabetes; • Traumatismo craniano significativo/repetitivo; • Dieta rica em gorduras.
  • 14. DOENÇA DE ALZHEIMER A herança de genes conhecidos que predispõe à DA engloba apenas 5 a 10% de todos os casos de doença com apresentação clínica.
  • 15. DOENÇA DE ALZHEIMER Apesar de vários estudos epidemiológicos mostrarem associação de baixo nível educacional e DA, não se sabe ao certo o papel da educação formal no desenvolvimento da DA. Uma hipótese plausível seria que pessoas com maior escolaridade teriam mais condições de lidar com suas dificuldades cognitivas nas fases iniciais da DA e apresentariam seu déficit em fases mais avançadas.
  • 16. DOENÇA DE ALZHEIMER Atividades que estimulem a cognição foram associadas com a redução de 64% do risco de desenvolver a DA, após 4 anos de seguimento.
  • 17. DOENÇA DE ALZHEIMER Atividade física regular, de intensidade moderada, realizada durante 50 minutos, três vezes por semana, durante 24 semanas consecutivas, teve efeito na melhora da cognição em idosos com problemas de memória e risco de demência. O início da melhora é observado após seis meses de treinamento e o efeito terapêutico persiste até 12 meses após parar a atividade.
  • 18. DOENÇA DE ALZHEIMER O tratamento da doença é sintomático, e consiste em: 1 – aliviar os sintomas cognitivos; 2 – aliviar os sintomas comportamentais e psicológicos; 3 – diminuir a progressão da doença.
  • 19. DOENÇA DE ALZHEIMER Tratamento farmacológico Inibidores de colinesterase: benefícios modestos mas consistentes na cognição, atividade da vida diária e função global.
  • 20. DOENÇA DE ALZHEIMER O tratamento não farmacológico tem a mesma importância que o farmacológico, na melhoria da qualidade de vida dos pacientes e dos cuidadores.
  • 21. DOENÇA DE ALZHEIMER Atividades de relaxamento e atividades ocupacionais podem beneficiar tanto o paciente quanto o cuidador.
  • 22. DOENÇA DE ALZHEIMER AROMATERAPIA Estudo realizado com pacientes portadores da DA em estágio avançado, institucionalizados, comprovaram a melhora dos sintomas comportamentais com a utilização do óleo esencial de lavanda. Outro estudo, utilizando o óleo essencial de toranja, auxiliou na redução da agitação.
  • 23. DOENÇA DE ALZHEIMER MUSICOTERAPIA Estudo demonstrou a melhora da depressão e apatia em pacientes portadores da DA leve a moderada. A musicoterapia também auxiliou no processo de perda da memória. As possibilidades comunicativas oportunizaram a realização de trocas sociais pautadas pela expressão de suas musicalidades, identidades e afetividades.
  • 24. DOENÇA DE ALZHEIMER TOQUE TERAPÊUTICO Pesquisas revelaram que o toque terapêutico foi efetivo no tratamento da agitação em pacientes portadores da DA, embora não tenha havido padronização na frequência das sessões, que eram realizadas, no mínimo, uma vez ao dia, por semanas consecutivas.
  • 25. DOENÇA DE ALZHEIMER MASSOTERAPIA Estudo realizado no Hospital Corentin Celton, na França, com idosos que apresentavam alterações comportamentais típicas da DA, e foram submetidos a duas sessões semanais, de 30 min, de massagem terapêutica, durante seis meses. Foram observados sinais físicos de relaxamento (59%), sonolência (34%), diferentes maneiras de estabelecer comunicação com os enfermeiros (59%), fim ou redução do comportamento anormal (79%).
  • 26. DOENÇA DE ALZHEIMER ACUPUNTURA Uma pesquisa realizada pelo Healthcare Medicine Institute (USA), concluiu que a acupuntura estimulou uma maior atividade do cérebro em áreas afetadas pela DA. Os pacientes apresentaram evolução na orientação verbal, coordenação motora, funções cognitivas e redução da ansiedade. A acupuntura incidiu sobre pontos que aumentam o fluxo sanguíneo cerebral, equilibrando o yin e yang e regulando o ki.
  • 27. DOENÇA DE ALZHEIMER TERAPIA ASSISTIDA POR ANIMAL Segundo pesquisas, a interação com animais de estimação pode ajudar a equilibrar sentimentos de agitação e agressão em pacientes portadores de DA. A interação com animais tem demonstrado influenciar parâmetros fisiológicos e psicológicos. Acariciar um cão tem efeito sedativo no ritmo cardíaco e na pressão arterial de um indivíduo.
  • 28. DOENÇA DE ALZHEIMER A magnitude de melhora dos sintomas neuropsiquiátricos com a terapia com luz não foi significativa e a reabilitação cognitiva ainda não tem provas consistentes sobre a eficácia em pacientes na fase inicial da doença. Terapia com luz
  • 29. Na Doença de Alzheimer, valorize mais os sentimentos do que os comportamentos. O ser humano e amado que você conheceu ainda está ali.
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