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Atb para infecção abdominal

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1. Infecção de foco abdominal Herickssen Medeiros FCM-UPE 2014 2. Introdução ã Infecções intra-abdominais (IIA) abrangem uma variedade de condições…
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  • 1. Infecção de foco abdominal Herickssen Medeiros FCM-UPE 2014
  • 2. Introdução • Infecções intra-abdominais (IIA) abrangem uma variedade de condições patológicas, variando de apendicite simples à peritonite fecal. • Um regime antimicrobiano insuficiente ou inadequado é uma das variáveis mais fortemente associadas à evolução desfavorável, sendo esse problema comum. • Deve-se levar em consideração um esquema otimizado, mas que induza o mínimo possível a resistência.
  • 3. Introdução • Nos últimas décadas, houve um aumento da prevalência de infecções causadas por patógenos resistentes à antibióticos. • Para resolver a tendência da comunidade médica para antibióticos de uso excessivo, um conjunto de diretrizes que define o uso adequado de antimicrobianos tem sido implementado para abordagem de Infecção intra-abdominal(IIA). • Dois diferentes conjuntos de diretrizes que esboçam o manejo clínico da infecção Intra Abdominal (IIA) foram publicados recentemente.
  • 4. Introdução • Em 2010: – A Sociedade de Infecção Cirúrgica (SIS) e do Infectious Diseases Society of America (IDSA), instituiu diretrizes padronizadas para o diagnóstico e manejo da IIA complicadas. – A Sociedade Mundial de Cirurgia de Emergência (WSES) apresentou uma contribuição adicional para o debate por especialistas em todo o mundo. – Devido a facilidade manejo, utilizaremos as diretrizes da WSES, mas ressaltaremos os principais pontos da outra diretriz.
  • 5. Diretriz da WSES • A diretriz da WSES leva em consideração, primeiramente, se o patogeno envolvido é adquirido na comunidade ou é nosocomial e se são de vias biliares ou extra-biliares. • Em seguida leva em consideração a estabilidade do paciente, a gravidade da patologia e o risco de associação com germes multidrogas resistente, principalmente ESBL.
  • 6. IIA extra-biliar comunitária • O antibiótico empírico da IIA adquirida na comunidade deve ser conduzido de acordo com os germes mais freqüentemente isolados e as tendências locais de resistência aos antibióticos. Os principais patógenos envolvidos na IIA adquirida na comunidade são enterobactérias, estreptococos e anaeróbios. • O problema são as Enterobactérias produtoras de ESBL, que são freqüentemente encontrados em infecções adquiridas na comunidade. • Muitos fatores podem aumentar o risco de seleção de ESBL, sendo que a exposição prévia a antibióticos (principalmente as cefalosporinas de terceira geração) e comorbidades que exigem continuamente regimes terapêuticos com antibióticos, estão entre os critérios predisponentes mais importantes.
  • 7. IIA extra-biliar comunitária • A terapia antimicrobiana para enterococos deve ser considerado em uma base paciente-a-paciente, principalmente para pacientes mais graves e imunodeprimidos, bem como pacientes com doença cardíaca valvular ou implantes protéticos. • IIA da Comunidade pode ser tratada com tanto regimes antimicrobianos únicos ou múltiplos, dependendo da condição do paciente, Fatores de risco predominantes para microorganismos específicos e padrões de resistência.
  • 8. Tratamento da IIA extra-biliar comunitária 1. Estáveis, não-críticos que apresentam nenhum fator de risco associado à ESBL: -Amoxicilina / clavulanato ou ciprofloxacina + metronidazol. 2. Os pacientes estáveis , não críticos que apresentem factores de risco associados à ESBL: -Ertapenem ou tigeciclina. 3. Críticos, sem fatores de risco associados a ESBL, tratamentos de -Piperacilina / tazobactam. 4. Criticos com fatores de risco associados a ESBL, -Meropenem ou imipenem. -Se risco de candida*: ASSOCIAR fluconazol . Obs.: com risco usa-se carbapenêmicos ou tigeciclina (essa se estável e não-crítico).
  • 9. Resumo do tratamento em IIA extra-biliar comunitária
  • 10. IIA de vias biliares adquiridas na comunidade • Antibióticos são sempre recomendados durante o tratamento de colecistite complicada e avançada colecistite não complicada. • Os fatores mais importantes para a seleção: atividade antimicrobiana contra determinado, o estado clínico do paciente em questão, e os níveis biliares dos agentes antimicrobianos. • Os microorganismos que são mais frequentemente isolados em infecções das vias biliares são as bactérias aeróbias gram-negativas, E. coli e Klebsiella pneumoniae, e vários anaeróbios, especialmente Bacteroides fragilis. • Antibióticos com cobertura para enterococos normalmente não é necessária, uma vez que a sua patogenicidade nas infecções do trato biliar permanece incerto.
  • 11. Tratamento das IIA de vias biliares comunitárias 1. Para pacientes estáveis, não-críticos que apresentam nenhum fator de risco associado à ESBL: -Amoxicilina/clavulanato ou ciprofloxacina + metronidazol. 2. Estáveis, não-críticos com fatores de risco associados a ESBL: -Tigeciclina. 3. Críticos, sem fatores de risco associados a ESBL: - Piperacilina / tazobactam. 4. Criticos com fatores de risco associados a ESBL, - Piperacilina + Tigecicline -Se risco de candida*: ASSOCIAR fluconazol
  • 12. Resumo do Tratamento das IIA de vias biliares comunitárias
  • 13. IIA nosocomial • IIA hospitalar são, por definição, as infecções que não estavam presentes no momento da internação, mas se tornam evidentes, pelo menos, 48 h após a admissão em pacientes hospitalizados por um motivo diferente de IIA. • Infecções hospitalares são geralmente causadas por cepas mais resistentes, e para estas infecções, os regimes de múltiplas drogas complexas são geralmente recomendados. • O uso de drogas anti-enterococos em regimes de antibióticos empíricos para tratar IIA nosocomial é sempre garantido, sendo dirigido contra Enterococcus faecalis.
  • 14. IIA nosocomial • O uso de equinocandinas é geralmente favorecida como uma terapia de primeira linha empírica para pacientes criticamente doentes, ao passo que o fluconazol é tipicamente utilizado para pacientes com doenças menos graves (ou comunitárias). • Aplicando essas tendências pode-se sugerir a prescrição de echinocandinas como um tratamento de primeira linha para casos de grave de IIA nosocomial.
  • 15. Tratamento das IIA nosocomiais • Estáveis, não-críticos que apresentam fatores de risco para patógenos multirresistentes, - Piperacilina+Tigeciclina +fluconazol • Criticos que apresentam fatores de risco que apresentam para patógenos multirresistentes: -Meropenem OU imipenem OU Doripenem + teicoplanina + equinocandina ou; -Piperacillina+ Tigeciclina + Equinocandina .
  • 16. Tratamento das IIA nosocomiais
  • 17. Observações do manejo com a diretriz do SIS/DISA • Pacientes com IIA são classificados por diretrizes SIS-IDSA em baixo risco e de alto risco. No entanto, a definição de "risco" no IIA permanece muito vago. • As cefalosporinas de terceira geração, recomendadas pelo SIS-IDSA para pacientes de alto risco, em associação com metronidazol, não deve ser utilizado para o tratamento de infecções com suspeitas ESBL • Cefepima não deve ser utilizado como terapia de primeira linha contra os organismos produtores de ESBL. • Piperacilina-tazobactam, recomendado por diretrizes SIS-IDSA para pacientes de alto risco(CRÍTICOS), não é considerada terapia de primeira linha para infecções graves causadas por ESBL. • Ciprofloxacina tem sido um potencial antimicrobiano como opção para o tratamento de infecções causadas por enterobacterias ESBL (sem fator de risco e não crítico).
  • 18. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA • Sartelli, M., et al. "Antimicrobial management of intra-abdominal infections: literature's guidelines." World journal of astroenterology: WJG 18.9 (2012): 865.
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