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AVALIAÇÃO EXTERNA DAS ESCOLAS

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AVALIAÇÃO EXTERNA DAS ESCOLAS Relatório Agrupamento de Escolas de Anadia 13 a 15 março 2013 Área Territorial de Inspeção do Centro 1 INTRODUÇÃO A Lei n.º 31/2002, de 20 de dezembro, aprovou o sistema de
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AVALIAÇÃO EXTERNA DAS ESCOLAS Relatório Agrupamento de Escolas de Anadia 13 a 15 março 2013 Área Territorial de Inspeção do Centro 1 INTRODUÇÃO A Lei n.º 31/2002, de 20 de dezembro, aprovou o sistema de avaliação dos estabelecimentos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário, definindo orientações gerais para a autoavaliação e para a avaliação externa. Neste âmbito, foi desenvolvido, desde 2006, um programa nacional de avaliação dos jardins de infância e das escolas básicas e secundárias públicas, tendo-se cumprido o primeiro ciclo de avaliação em junho de A então Inspeção-Geral da Educação foi incumbida de dar continuidade ao programa de avaliação externa das escolas, na sequência da proposta de modelo para um novo ciclo de avaliação externa, apresentada pelo Grupo de Trabalho (Despacho n.º 4150/2011, de 4 de março). Assim, apoiando-se no modelo construído e na experimentação realizada em doze escolas e agrupamentos de escolas, a Inspeção-Geral da Educação e Ciência (IGEC) está a desenvolver esta atividade consignada como sua competência no Decreto Regulamentar n.º 15/2012, de 27 de janeiro. O presente relatório expressa os resultados da avaliação externa do Agrupamento de Escolas de Anadia realizada pela equipa de avaliação, na sequência da visita efetuada entre 13 e 15 de março de As conclusões decorrem da análise dos documentos fundamentais do Agrupamento, em especial da sua autoavaliação, dos indicadores de sucesso académico dos alunos, das respostas aos questionários de satisfação da comunidade e da realização de entrevistas. ESCALA DE AVALIAÇÃO Níveis de classificação dos três domínios EXCELENTE A ação da escola tem produzido um impacto consistente e muito acima dos valores esperados na melhoria das aprendizagens e dos resultados dos alunos e nos respetivos percursos escolares. Os pontos fortes predominam na totalidade dos campos em análise, em resultado de práticas organizacionais consolidadas, generalizadas e eficazes. A escola distingue-se pelas práticas exemplares em campos relevantes. MUITO BOM A ação da escola tem produzido um impacto consistente e acima dos valores esperados na melhoria das aprendizagens e dos resultados dos alunos e nos respetivos percursos escolares. Os pontos fortes predominam na totalidade dos campos em análise, em resultado de práticas organizacionais generalizadas e eficazes. BOM A ação da escola tem produzido um impacto em linha com os valores esperados na melhoria das aprendizagens e dos resultados dos alunos e nos respetivos percursos escolares. A escola apresenta uma maioria de pontos fortes nos campos em análise, em resultado de práticas organizacionais eficazes. Espera-se que o processo de avaliação externa fomente e consolide a autoavaliação e resulte numa oportunidade de melhoria para o Agrupamento, constituindo este documento um instrumento de reflexão e de debate. De facto, ao identificar pontos fortes e áreas de melhoria, este relatório oferece elementos para a construção ou o aperfeiçoamento de planos de ação para a melhoria e de desenvolvimento de cada escola, em articulação com a administração educativa e com a comunidade em que se insere. A equipa de avaliação externa visitou a escolasede do Agrupamento, as Escolas Básicas de Anadia e de Samel e o Jardim de Infância de Samel. SUFICIENTE A ação da escola tem produzido um impacto aquém dos valores esperados na melhoria das aprendizagens e dos resultados dos alunos e nos respetivos percursos escolares. As ações de aperfeiçoamento são pouco consistentes ao longo do tempo e envolvem áreas limitadas da escola. INSUFICIENTE A ação da escola tem produzido um impacto muito aquém dos valores esperados na melhoria das aprendizagens e dos resultados dos alunos e nos respetivos percursos escolares. Os pontos fracos sobrepõem-se aos pontos fortes na generalidade dos campos em análise. A escola não revela uma prática coerente, positiva e coesa. A equipa regista a atitude de empenhamento e de mobilização do Agrupamento, bem como a colaboração demonstrada pelas pessoas com quem interagiu na preparação e no decurso da avaliação. O relatório do Agrupamento e o contraditório apresentados no âmbito da Avaliação Externa das Escolas estão disponíveis na página da IGEC. 1 2 CARACTERIZAÇÃO DO AGRUPAMENTO O, criado em agosto de 2010, abrange o concelho de Anadia e é constituído pela Escola Básica e Secundária de Anadia (escola-sede, com edifícios em áreas distintas), Escola Básica n.º 2 de Vilarinho do Bairro (com 2.º e 3.º ciclos), Escola Básica de Anadia (Centro Escolar de Arcos), 19 escolas básicas do 1.º ciclo e 13 jardins de infância. A qualidade das instalações é bastante diferenciada, desde as ótimas condições de conforto e segurança do Centro Escolar de Arcos, ao razoável estado de conservação dos jardins de infância e escolas básicas do 1.º ciclo, até à deficiente conservação da Escola Básica e Secundária de Anadia cujos fortes sinais de degradação nalguns espaços interferem com o normal desenvolvimento da ação educativa e bem estar dos utentes. Em geral, as unidades educativas estão dotadas dos recursos pedagógicos essenciais. No presente ano letivo ( ), a população escolar totaliza 2706 crianças e alunos: 249 da educação pré-escolar (18 grupos), 866 do 1.º ciclo (52 turmas), 402 do 2.º ciclo (19 turmas), 656 do 3.º ciclo (32 turmas, das quais uma turma de percurso curricular alternativo, quatro de curso de educação e formação Serviço de Mesa, Serralheiro Mecânico e formação de adultos) e 533 do ensino secundário (29 turmas, sendo nove de cursos profissionais Técnicos de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos; Turismo; Apoio à Gestão Desportiva; Eletrónica, Automação e Computadores; Secretariado; Multimédia; Receção; Gestão e Programação de Sistemas Informáticos e Manutenção Industrial/Eletromecânica. Da totalidade dos alunos, 4,8% possui nacionalidade estrangeira, 64,4% não beneficia de auxílios económicos da ação social escolar e, das habilitações conhecidas dos pais, cerca de 22,0% possui uma habilitação académica de nível secundário ou superior. Trabalham no Agrupamento 303 docentes, dos quais 95,7% pertence aos quadros. A experiência destes profissionais é bastante significativa, sendo que 97,0% leciona há 11 ou mais anos. O pessoal não docente é composto por 122 elementos (10 a tempo parcial), dos quais três são técnicos superiores (psicólogos) e outros três pertencem aos quadros da autarquia. No ano letivo de , para o qual há indicadores nacionais calculados, o Agrupamento, quando comparado com outras escolas/agrupamentos com contextos semelhantes, apresenta valores bastante favoráveis nas variáveis de contexto (percentagens de raparigas 3.º ciclo e secundário de alunos sem ação social escolar, bem como na percentagem de docentes do quadro e na média do número de anos da habilitação dos pais/mães), embora não seja dos mais favorecidos. 3- AVALIAÇÃO POR DOMÍNIO Considerando os campos de análise dos três domínios do quadro de referência da avaliação externa e tendo por base as entrevistas e a análise documental e estatística realizada, a equipa de avaliação formula as seguintes apreciações: 3.1 RESULTADOS RESULTADOS ACADÉMICOS A avaliação qualitativa das aprendizagens na educação pré-escolar nas diferentes áreas de conteúdo é realizada periodicamente e dada a conhecer aos encarregados de educação. A sistematização desta informação, tanto por jardim de infância como pelo Agrupamento, não é realizada por forma a conhecer os progressos das crianças nas diferentes áreas avaliadas. Em , ano para o qual foram calculados os valores esperados para os resultados académicos, tendo em conta o contexto de grupos de escolas com características semelhantes, verifica-se que as taxas de conclusão dos 2.º e 3.º ciclos e dos cursos científico-humanísticos do ensino secundário situam-se aquém dos valores esperados e acima desse valor para o 1.º ciclo. Relativamente às avaliações externas, 2 constata-se que os resultados a Língua Portuguesa nas provas dos 4.º e 6.º anos e no exame nacional do ensino secundário de Português estão aquém dos valores esperados, ao invés da prova de Língua Portuguesa do final do 3.º ciclo que se posiciona acima do valor esperado. Na disciplina de Matemática os resultados encontram-se acima dos valores esperados no 6.º ano e nos exames nacionais do ensino secundário, estando em linha com os valores esperados nas provas do 4.º ano e do final do 3.º ciclo. Neste conjunto de indicadores os resultados estão predominantemente próximos da mediana, com exceção dos alcançados nas provas externas de Matemática dos 2.º e 3.º ciclos e Língua Portuguesa do 3.º ciclo, que se posicionam acima, e de Português do ensino secundário que estão aquém da mediana. No último triénio ( a ), na avaliação interna, verifica-se uma estabilização nas elevadas taxas de transição/conclusão no 1.º ciclo, um decréscimo significativo no 2.º ciclo e uma estabilização quer no 3.º ciclo quer no ensino secundário nos cursos científico-humanísticos. Nos cursos profissionais, os resultados são baixos e decresceram nos dois últimos anos (58,7% para 50,0%). No que respeita aos cursos de educação e formação, concluídos em , o sucesso é elevado ou mesmo pleno no caso do curso de Práticas Técnico-Comerciais. Quanto às provas externas nas disciplinas de Língua Portuguesa e de Matemática do ensino básico, por regra, os resultados alcançados baixaram, mantendo-se, contudo, quase sempre em registos superiores ou muito superiores aos correspondentes valores nacionais. Quanto aos exames nacionais do ensino secundário, os resultados obtidos nas disciplinas de Matemática A e de Português diminuíram, mas em Matemática A o desempenho alcançado posicionou-se continuamente acima do correspondente valor nacional. Nas disciplinas de Biologia e Geologia A e Física e Química A os resultados progrediram, alcançando-se, inclusive, no último ano, valores visivelmente acima dos correspondentes nacionais. Têm sido nulas as taxas de abandono no ensino básico e residuais nos cursos científico-humanísticos do ensino secundário (apenas ocorreram dois casos em ). No ensino profissional, os casos de não continuidade dos estudos no Agrupamento prendem-se, essencialmente, com situações de transferência de estabelecimentos de ensino. RESULTADOS SOCIAIS O desenvolvimento das relações interpessoais nos alunos é muito valorizado no projeto educativo, sendo promovido, essencialmente, através da concretização de atividades ligados à preservação do ambiente Recreio Limpo e educação para a saúde, bem como de iniciativas no campo do voluntariado e solidariedade (Grupo de Intervenção Comunitária na recolha e entrega pelos alunos de alimentos e roupas para famílias necessitadas). A promoção de uma cidadania esclarecida e participativa nas escolas do Agrupamento e no meio envolvente é outro referencial de ação. Todavia, esta dimensão, que implica uma atitude proativa e responsável das crianças e dos alunos na vida da Escola, não está ainda alcançada como demonstra a escassa participação dos alunos (especialmente dos delegados de turma) na discussão organizada dos problemas do Agrupamento. Refira-se, porém, a reativação da associação de estudantes que procura ser representativa dos alunos dos 2.º, 3.º ciclos e ensino secundário do Agrupamento dando-lhes voz sobre os seus problemas. Os alunos mostram conhecer aspetos fundamentais do regulamento interno (direitos e deveres dos alunos), mas desconhecem a natureza e o conteúdo do projeto educativo e do plano anual de atividades. O comportamento das crianças e dos alunos é, em geral, correto e adequado, para o qual contribui essencialmente a divulgação, no início do ano letivo, das normas inscritas no regulamento interno, das regras estabelecidas em cada sala, incluindo as de convivência para as crianças da educação pré-escolar, a vigilância dos profissionais e o registo e acompanhamento das situações de indisciplina. 3 Além do número de alunos que ingressam no ensino superior, 1.ª e 2.ª fases, face aos candidatos, o Agrupamento não selecionou outros indicadores do impacto da escolaridade no prosseguimento de estudos, nem da empregabilidade dos cursos profissionais ministrados. RECONHECIMENTO DA COMUNIDADE O grau de satisfação da comunidade educativa sobre o serviço prestado pelo Agrupamento, decorrente da aplicação dos questionários no âmbito do presente processo de avaliação externa, é diferenciado, sendo os alunos do 1.º ciclo e os pais e encarregados de educação de todos níveis de educação e ensino os que se mostram mais satisfeitos. Os alunos do 1.º ciclo não evidenciam qualquer aspeto negativo, ao invés, destacam como muito positivo o conhecimento das regras de comportamento, a segurança e tranquilidade na escola e gosto da prática de educação física e desporto. Os alunos do 2.º e 3.º ciclo assinalam apenas como aspetos muito positivos os amigos que têm na escola e o conhecimento das regras de comportamento, revelando, ao invés, significativa insatisfação no que respeita à frequência da utilização do computador na sala de aula, conforto destas salas e higiene e limpeza da escola. Os pais das crianças da educação pré-escolar manifestam-se bastante satisfeitos em relação à maioria dos campos do questionário, mostrando-se particularmente agradados com o desenvolvimento dos filhos no jardim de infância, o incentivo dado para os apoiar nas aprendizagens e o conhecimento das regras de funcionamento do estabelecimento. Os encarregados de educação dos alunos dos ensinos básico e secundário declaram-se globalmente satisfeitos. Como muito positivo, destacam apenas a disponibilidade e boa ligação escola-família realizada pelo diretor de turma, e em sentido inverso, mostram unicamente desagrado pela qualidade das instalações. Os docentes salientam, pela positiva, a abertura do Agrupamento ao exterior, o ambiente e gosto de nele trabalhar e a disponibilidade da direção. Com menores níveis de satisfação, referem a falta de conforto das salas de aula, a inadequação dos espaços de desporto e de recreio, bem como o comportamento dos alunos, compreendendo o respeito destes pelo pessoal docente/não docente. Os trabalhadores não docentes mostram uma satisfação muito elevada quanto ao gosto de trabalhar no Agrupamento e à limpeza das instalações. Com valores não tão elevados, mas ainda assim altos, destacam o funcionamento dos serviços administrativos e a disponibilidade da direção. A adequação dos espaços de desporto e de recreio, o conforto das salas de aula e o comportamento dos alunos, incluindo o respeito pelo pessoal docente, reúnem a menor percentagem de satisfação. O Agrupamento desenvolve algumas ações no sentido de reconhecimento do sucesso e do incentivo às aprendizagens, destacando-se a entrega em ato público dos diplomas de conclusão do ensino secundário, participação em concursos, realização de exposições e divulgação de prémios. Neste âmbito, tem colaborado na atribuição dos prémios Professor Doutor Rodrigues Lapa, da iniciativa da Câmara Municipal de Anadia, que reconhece a nível concelhio os sucessos escolares de alunos. O projeto educativo do Agrupamento enaltece o esforço dos alunos e o alcance por parte destes de elevados desempenhos académicos mas, de forma incoerente, o conselho pedagógico optou pela não criação de qualquer distinção formal dos discentes (quadros de honra/mérito). A ação do Agrupamento tem produzido um impacto em linha com os valores esperados na melhoria das aprendizagens e dos resultados dos alunos e nos respetivos percursos escolares. O Agrupamento apresenta uma maioria de pontos fortes nos campos em análise, em resultado de práticas organizacionais eficazes. Tais fundamentos justificam a atribuição da classificação de BOM no domínio Resultados. 4 3.2 PRESTAÇÃO DO SERVIÇO EDUCATIVO PLANEAMENTO E ARTICULAÇÃO O planeamento das atividades letivas, realizado pelos docentes, ao nível do respetivo grupo de recrutamento e grupo de ano, encontra-se devidamente organizado, potenciando o trabalho cooperativo das equipas pedagógicas. Na educação pré-escolar o desenvolvimento das orientações curriculares assenta num plano de atividades e projetos comuns. Nos departamentos curriculares e grupos de recrutamento é feita uma regular monitorização do cumprimento dos diferentes planos de forma a assegurar a sua concretização. Também, ao nível destas estruturas e dos conselhos de turma, é desenvolvida com regularidade a análise sobre a eficácia das diferentes metodologias de ensino, o que tem permitido reajustamentos da planificação. A planificação de conteúdos programáticos em algumas disciplinas, bem como a elaboração do plano anual de atividades são delineados em ligação com o meio envolvente, verificando-se a divulgação e exploração do património local, de que são exemplos as visitas de estudo no concelho e aulas de campo (sobre rochas sedimentares, em Ciências Naturais). A articulação vertical, no plano da sequencialidade dos ciclos de ensino, é garantida com a transmissão de informações sobre as crianças e alunos e na exploração de conteúdos curriculares, em especial, nas disciplinas de Matemática e Português. Esta é, também, favorecida pela definição de critérios de avaliação das aprendizagens com referenciais comuns para todos os ciclos de ensino e por práticas organizacionais, como, por exemplo, a continuidade da docência nos grupos/turmas ao longo de cada ciclo de ensino. No plano da promoção da leitura e da articulação interdisciplinar são de realçar as atividades realizadas pelas bibliotecárias do Agrupamento e da Biblioteca Municipal, em articulação com os docentes de todos os níveis de educação e ensino, designadamente, na construção e utilização de guiões de pesquisa e de apresentação de trabalhos, e no desenvolvimento do projeto Uma Aventura na Casa dos Livros. Este serviço apresenta um elevado nível de utilização e de satisfação junto dos seus utentes. Constatou-se, porém, existirem alguns constrangimentos à sua livre utilização por parte dos alunos no 1.º ciclo no Centro Escolar de Arcos. PRÁTICAS DE ENSINO As práticas de educação e ensino tendem, globalmente, a respeitar as capacidades e os ritmos de aprendizagem das crianças e dos alunos, sendo visível por parte dos docentes o recurso a estratégias de diferenciação pedagógica, designadamente na utilização de tarefas e materiais diferenciados em sala de aula. Sobressaem, a este nível, a implementação no presente ano letivo do projeto Turma+ no Centro Escolar de Arcos dirigido às áreas disciplinares de Português e de Matemática, das práticas de coadjuvação sistemática no 1.º ciclo e das salas de estudo, para os restantes ciclos, mais procuradas pelos alunos como complemento das aprendizagens em momentos de avaliação. São também de referir como relevantes, apesar de menos regulares, a coadjuvação em sala de aula no 2.º, 3.º ciclos e ensino secundário, a existência da figura de aluno tutor e o recurso às plataformas informáticas na troca de materiais pedagógicos entre discentes e docentes. O Agrupamento aposta preferencialmente nos apoios educativos em contexto de sala de aula e em aulas complementares como mecanismos de recuperação das dificuldades de aprendizagem e de reforço da preparação para as avaliações externas. Quando evidenciam dificuldades, os alunos do ensino básico são, por regra, indicados para a frequência destes apoios. No ensino secundário a frequência assume um caráter facultativo. A esta medida podem, também, aderir alunos sem dificuldades que pretendam melhorar o seu desempenho. O impacto destas práticas é aferido nos conselhos de turma. A eficácia do 5 serviço prestado é satisfatória, tendo em conta os resultados e a integração dos alunos nos diversos percursos escolares. Em geral, são criados ambientes favoráveis à aprendizagem, explorando a diversidade de contextos de educação e ensino, designadamente com utilização de espaços e atividades comuns do Agrupamento e da comunidade para aprendizagem (bibliotecas do Agrupamento, biblioteca Mu
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