Slides

BIOREMEDIAÇÃO EM ÁREAS DE CULTIVO 2013 (Peixe e Camarão)

Description
1) CARCINICULTURA SUSTENTÁVEL” - O uso de Probióticos e Remediadores em áreas degradadas (Prevenção e Recuperaçâo). 2) IMPLANTAÇÃO DE BIOTECNOLOGIA EM ÁREAS DE CULTIVO - Região Nordeste; * Implantação de Remediadores, Suporte Técnico e Desenvolvimento de projetos ambientais sustentáveis em áreas produtivas; * PESQUISAS E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO; * BIOREMEDIAÇÃO e BIO ESTIMULAÇÃO; - Conceito; - Princípios; - Prevenção e recuperação; - Aplicabilidade; * BIOREMEDIAÇÃO EM ÁREAS DE CULTIVO (Viveiros e Açudes); - Conceito; - Objetivos; * DESPOLUIÇÃO DE RIOS, LAGOS E MANANCIAIS HÍDRICOS: - CASES - Serviços executados e resultados obtidos;
Categories
Published
of 62
All materials on our website are shared by users. If you have any questions about copyright issues, please report us to resolve them. We are always happy to assist you.
Related Documents
Share
Transcript
  • 1. A TECNOLOGIA DA NATUREZA “Pesquisas e Desenvolvimento Tecnológico”
  • 2. MISSÃO: “Levar soluções ambientais de forma segura e rentável aos seus clientes, fornecendo consultoria, produtos e serviços com responsabilidade social e ambiental, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do país”.
  • 3. VISÃO: “Ser reconhecida nacionalmente como uma empresa líder de mercado em biotecnologia e remediação ambiental. Referência na prestação de serviços e fornecimento de produtos biorremediadores, garantindo melhor qualidade de vida para as gerações futuras”.
  • 4. VALORES: •Ética; •Profissionalismo e Eficiência; •Comprometimento e Dedicação; •Seriedade e transparência; •Excelência nos serviços prestados; •Responsabilidade social.
  • 5. OBJETIVOS: “Desenvolver e distribuir produtos eficientes visando à melhoria do meio ambiente, para as linhas Óleo-Petróleo, Industrial, Varejo e Aquicultura.”
  • 6. LABORATÓRIO E CONTROLE DE QUALIDADE
  • 7. AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL – LINHA POTES
  • 8. AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL – LINHA POTES
  • 9. A TECNOLOGIA DA NATUREZA “Bioremediação e Bio Estimulação”
  • 10. Biorremediadores e Probióticos Biorremediação: • Bioaumentação introduz combinações específicas de Bioaumentação: microrganismos em um ambiente contaminado ou em um biorreator para iniciar o processo da biorremediação. • Bioestimulação fornece nutrientes às populações de Bioestimulação: microrganismos autóctones, aumentando sua população, promovendo o crescimento e o incremento da atividade metabólica na degradação de contaminantes.
  • 11. Biorremediadores e Probióticos Biorremediação: Requerimentos: • Microrganismos com capacidade metabólica para degradar o contaminante; • O contaminante tem que ser passível e acessível ao processamento enzimático microbiano • Condições ambientais satisfatórias para a atividade do agente biorremediador.
  • 12. Biorremediadores e Probióticos Probióticos • Definições: termo de origem grega que significa “para vida” Cultura pura ou composta de microrganismos vivos que, fornecidos ao homem ou a animais, beneficiam o hospedeiro pelo estímulo das propriedades existentes na microbiota natural. (FULLER, 1989; HAVENAAR et al., 1992)
  • 13. Biorremediadores e Probióticos Probióticos Animais: Objetivos -Princípio da Competição: • Estabelecem o equilíbrio na microflora gastrointestinal, reduzindo as bactérias de potencial patogênico e favorecendo a colonização das desejáveis.
  • 14. Curva de crescimento bacteriano Estacionária Curva de Crescimento do Bacillus spp Declínio Crescimento Bactérias patógenas Logarítmica Lag Tempo
  • 15. Biorremediadores e Probióticos Probióticos x Antimicrobianos Antimicrobianos - Impacto: • Apresentam uma resposta mais rápida no tratamento de doenças bacterianas. • Exercem pressão seletiva em favor do aumento de cepas resistentes
  • 16. Biorremediadores e Probióticos Probióticos x Antimicrobianos Antimicrobianos – Impacto: • Aumento da mortalidade de animais devido a proliferação de cepas resistentes. • Patógenos resistentes, presentes em animais que serviram como fonte de alimento, carreiam multiresitência a antibacterianos: tetraciclinas, sulfonamidas, cloranfenicol. quinolonas
  • 17. Biorremediadores e Probióticos Probióticos x Antimicrobianos Probióticos : • Resposta de tratamento mais lenta, porém mais duradoura. • Não exercem a pressão seletiva que leva resistência de patógenos. • Biomix: B. subtilis e B. licheniformis
  • 18. Questões Fundamentais • Condições para o crescimento bacteriano e multiplicação – Um meio contendo alimento (matéria orgânica). – Oxigênio dissolvido (para os tipos aeróbicos) em quantidades suficientes. – pH adequado – entre 7 e 9 na escala. – Temperatura moderada.
  • 19. Programa de Recuperação de Áreas Degradadas “Desenvolvimento Sustentável” SERVIÇOS DE ENGENHARIA PARA BIOREMEDIAÇÃO E MONITORAMENTO AMBIENTAL
  • 20. BIORREMEDIAÇÃO DAS SUB-BACIAS DA LAGOA DA PAMPULHA
  • 21. PONTOS A SEREM MONITORADOS AO LONGO DO PROCESSO DE BIOREMEDIAÇÃO
  • 22. BATIMETRIA E PARÂMETROS MORFOMÉTRICOS DA LAGOA DA PAMPULHA
  • 23. A TECNOLOGIA DA NATUREZA Bioremediação de Áreas Degradadas “CASES – RESULTADOS OBTIDOS”
  • 24. Projeto Piloto – Córrego Água Funda/MG
  • 25. Projeto Piloto – Córrego Água Funda/MG Foto tirada em 30 de outubro de 2009 Foto tirada em 30 de novembro de 2009
  • 26. Projeto Piloto – Córrego Água Funda/MG Foto tirada em 30 de outubro de 2009 Foto tirada em 30 de novembro de 2009
  • 27. Marina da Glória - RJ
  • 28. Marina da Glória - RJ
  • 29. Figura 9: Ponto de início da mancha de esgoto na Marina da Glória observada no Prognóstico (dia 24/04/2009) Figura 12: Após o tratamento. Água sem vestígios de efluente sendo possível visualizar pedregulhos no fundo (dia 01/05/2009). Figura 10: Características visuais de despejo considerável de efluentes domésticos observada no Prognóstico (dia 24/04/2009). Figura 13:Rio que chega a Marina da Glória (dia 01/05/2009) Figura 11:Vistoria na Marina da Glória no dia da vistoria do C.O.I. Água sem presença de mau cheiro e mancha de esgoto (dia 01/05/2009). Figura 14: Rio que chega a Marina da Glória (dia 01/05/2009)
  • 30. Figura 15: Rio que chega a Marina da Glória mostrando a transparência da água. (dia 01/05/2009) Figura 16: Esgoto que chega a Marina da Glória. (dia 01/05/2009) Figura 17: Qualidade da água (dia 01/05/2009) Figura 18: Transparência da água (dia 01/05/2009) Figura 19:Tartaruga vista ao fundo da Marina durante a vistoria no dia da visita do C.O.I. (dia 01/05/2009) Figura 20:Tartaruga vista ao fundo da Marina durante a vistoria no dia da visita do C.O.I. (dia 01/05/2009)
  • 31. Córrego Receptor– DMAE – Caldas Novas - GO Lançamento Final no Córrego
  • 32. Córrego Receptor– DMAE – Caldas Novas - GO INÍCIO FINAL
  • 33. A TECNOLOGIA DA NATUREZA Bioremediação em Áreas de Cultivo “Desenvolvimento Sustentável”
  • 34. Linha Aquicultura BIO AMBIENTAL E PARCEIROS
  • 35. Linha Aquicultura Linha Aquicultura Objetivo: Oferecer Produtos e Servicos com qualidade e eficiência comprovadas. Serviços oferecidos: Implantação de Remediadores, Suporte Técnico e Desenvolvimento de projetos ambientais sustentáveis.
  • 36. Linha Aquicultura TRATAMENTO DE ÁGUA ADITIVO DE RAÇÃO TRATAMENTO DE SOLO
  • 37. Linha Aquicultura
  • 38. Linha Aquicultura Avaliação da Aquicultura e Camarão • Atividade Bacteriana no sedimento
  • 39. Linha Aquicultura ADITIVO DE RAÇÃO
  • 40. Linha Aquicultura BIOMIXBIOMIX-LB.Y FísicoCaracterísticas Físico-Químicas: Umidade (105 ± 2°C ) .................................Máx. 7,0% Densidade g/l .............................................. 650 pH ................................................................. 5,0 - 7,0 Microbiologia: BACILLUS LICHENIFORMIS ...................3,5 x 1011 UFC/g BACILLUS SUBITILIS …………..……..........3,5 x 1011 UFC/g SACCHAROMYCES CEREVISIAE .............2,6 x 1011 UFC/g SACCHAROMYCES BOULARDII …............2,6 x 1011 UFC/g Modo de aplicação (2 kg / Tonelada de ração): 1. Diluir 50 gr em 03 litros de água morna; 2. Homogenizar a solução por aproximadamente 30 minutos; 3. Misturar a solução em 25 kg de ração e deixar descansar por 45 minutos antes de usar. Obs.: A solução terá uma estabilidade de até 12 horas. Perfil de Aminoácidos: Alanina, Arginina, Ácido Aspártico, Glicina, Isoleucina, Leucina, Ácido Glutâmico, Lisina, Cistina, Metionina, Fenilalanina, Tirosina, Treonina, Triptofano, Prolina, Valina, Histidina, Serina. Vitaminas: Vitamina A, Vitamina D3, Vitamina E, Vitamina K, Tiamina, Riboflavina, Piridoxina, Cianocobalamina, Ácido Fólico, Ácido Pantotênico, Niacina, Biotina, Cloreto de Colina, Monóxido de Manganês, Óxido de Zinco, Sulfato de Ferro, Sulfato de Cobre, Iodato de Cálcio, Selenito de Sódio, DL-Metionina, Aditivo Antioxidante, Aditivo Coccidiostático, Aditivo Promotor de Crescimento, Cloreto de Sódio, Calcário Calcítico, Fosfato Bicálcico. Embalagem: 1,5 kg / 8 kg. Armazenagem: Manter em local seco e ventilado. Validade: 12 meses após data de fabricação.
  • 41. Linha Aquicultura BIOMIXBIOMIX-LB.Y Aditivo de ração para larvicultura, alevinagem larvicultura, e tanques de engorda (peixe e camarão) • Eliminação de vetores patógenos (doenças); • Melhor digestibilidade da ração; • Redução do fator de conversão alimentar; • Melhor ganho de peso; • Redução do tempo de cultivo.
  • 42. Linha Aquicultura Avaliação da Aquicultura e Camarão • Ração, Crescimento e FCA
  • 43. RESULTADOS PRÁTICOS OBTIDOS NO ESTADO DE GOIÁS COM BIOMIX Organismos cultivados – Tilápia e Peixe Redondo (Tambacu). CONTROLE água: Análise da Qualidade da água: TESTE água: Análise da Qualidade da água: • pH – Variação média 6.2 e 8.2 • Amônia Tóxica máxima monitorada – 0.028 mg/L. • Transparência – 40 cm • Oxigênio – Variação média 2 mg/L a 8 mg/L. • Nitrato – 5 mg/L • Nitrito – 0 mg/L • Alcalinidade – 12 mg/L • Vazão de Água – Reposição de Infiltração e Evaporação e 1 l/seg por tanque. • pH – Variação média 7.2 e 7.6 • Amônia Tóxica máxima monitorada – 0.014 mg/L. • Transparência – 30 cm • Oxigênio – Variação média 4,5 mg/L a 6 mg/L. • Nitrato – 25 mg/L • Nitrito – 0 mg/L • Alcalinidade – 40 mg/L • Vazão de água – Reposição de Infiltração e Evaporação. Índices produzidos: • Produtividade Tilápia – 1,3 kg/m². Índices produzidos: • Produtividade Tambacu – 1,0 kg/m² • Sobrevivência média – 90% (Tilápia) 85% (Tambacu) • Conversão Alimentar Tilápia – 1/1,2 • Conversão Alimentar Tambacu – 1/1,6 • Custo de Produção Tilápia - 2,08 R$/Kg • Custo de Produção Tambacu – 2,25 R$/Kg • Produtividade Tilápia – 1,52 kg/m². • Produtividade Tambacu – 1,2 kg/m² • Sobrevivência média – 94% (Tilápia) 90% (Tambacu) • Conversão Alimentar Tilápia – 1/1,1 • Conversão Alimentar Tambacu – 1/1,5 • Custo de Produção Tilápia - 1,88 R$/Kg • Custo de Produção Tambacu – 2,03 R$/Kg
  • Search
    Similar documents
    View more...
    Related Search
    We Need Your Support
    Thank you for visiting our website and your interest in our free products and services. We are nonprofit website to share and download documents. To the running of this website, we need your help to support us.

    Thanks to everyone for your continued support.

    No, Thanks