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Caracterizç o dos res duos - crislene

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1. UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE INCUBADORA UNIVERSITÁRIA DE EMPREENDIMENTOS ECONÔMICOS SOLIDÁRIOS Profa. Dra. Crislene Rodrigues S. Morais 2. Para que…
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  • 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE INCUBADORA UNIVERSITÁRIA DE EMPREENDIMENTOS ECONÔMICOS SOLIDÁRIOS Profa. Dra. Crislene Rodrigues S. Morais
  • 2. Para que caracterizar? Para gerenciar; Para dimensionar; Para acondicionar; Para transportar; Para projetar...
  • 3. CARACTERIZAÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS A caracterização dos resíduos sólidos urbanos, é realizada através da determinação da composição gravimétrica, permite identificar a quantidade e principalmente a qualidade do resíduo gerado pelas residências, sendo a etapa inicial de qualquer definição posterior de gerenciamento.
  • 4. A identificação e caracterização dos constituintes de cada localidade são fundamentais na determinação da alternativa tecnológica mais adequada, desde a etapa de coleta, transporte, reaproveitamento, reciclagem até a destinação final dos rejeitos em aterros sanitários. A identificação e caracterização dos constituintes
  • 5. A obtenção dessa informação é muitas vezes dificultada pela inexistência de procedimentos padrões de amostragem e pela heterogeneidade dos resíduos. Para tal, utilizou-se a metodologia descrita na NBR 10.004 – ABNT (2004) para amostragem de resíduos enquanto que para obtenção da amostra utilizou-se o procedimento proposto na NBR 10.007 – ABNT (2004).
  • 6. Realização da composição volumétrica Separação dos resíduos para a realização da composição gravimétrica Pilha resultante de resíduos Quarteamento Descarregamento dos resíduos do caminhão compactador Coleta dos resíduos sólidos da cidade FLUXOGRAMA DAS ETAPAS DE CARACTERIZAÇÃO DOS RESÍDUOS
  • 7. Etapa 1 - Coleta dos Resíduos no Município
  • 8. Etapa 2 - Descarregamento dos resíduos
  • 9. Etapa 3 - Homogeneização e Quarteamento
  • 10. Descarta as duas pilhas que estão diametralmente oposta Etapa 4 - Quarteamento
  • 11. As outras duas pilhas que não foram descartadas homogeiniza novamente e forma uma pilha resultante. Etapa 5 - Pilha resultante
  • 12. • O material retirado da pilha resultante será pesado; • Em seguida disposto em local previamente preparado com lona plástica para o processo de composição gravimétrica.
  • 13. O que é composição gravimétrica? % % % % % %
  • 14. A composição gravimétrica permite o reconhecimento dos RSU quanto a sua quantidade em peso, que é expressa em percentual, e identifica a presença de cada componente, tratando-se da primeira etapa a ser realizada em um gerenciamento e transmitindo informações imprescindíveis a compreensão do comportamento dos resíduos. COMPOSIÇÃO GRAVIMÉTRICA
  • 15. O conhecimento da composição gravimétrica permite uma avaliação preliminar da: •Degradabilidade; •Poder de contaminação ambiental; •Possibilidades de reutilização; •Reciclagem; •Valorização energética e •Orgânica dos resíduos sólidos urbanos. IMPORTÂNCIA DA COMPOSIÇÃO GRAVIMÉTRICA
  • 16. PARA FAZER A COMPOSIÇÃO GRAVIMÉTRICA Usando recipientes de aproximadamente 65 Litros, serão retiradas amostras da pilha resultante, sendo 4 amostras das laterais da base, 3 do centro e 2 do topo da pilha, resultando aproximadamente 160 kg de resíduo ou 585 Litros.
  • 17. A classificação dos resíduos deve ser realizada segundo Lipor (2000), de acordo com as seguintes categorias: plásticos, metal, vidro, compósitos, têxteis sanitários, papel e papelão, matéria orgânica e outros. COMPOSIÇÃO GRAVIMÉTRICA
  • 18. COMPOSIÇÃO GRAVIMÉTRICA O material retirado da pilha resultante será pesado e em seguida disposto em local previamente preparado com lona plástica para o processo de triagem. Após esta etapa, faz-se necessário a classificação dos resíduos.
  • 19. Composição Gravimétrica dos RSU: (a) Recipientes para separação dos resíduos; (b) Separação física dos resíduos; (c) Pesagem dos resíduos Etapas da composição gravimétrica
  • 20. COMPOSIÇÃO GRAVIMÉTRICA Inicia-se o processo de triagem dos materiais segundo os subgrupos: plásticos, metal, vidro, compósitos, têxteis sanitários, papel e papelão, matéria orgânica e outros. Em recipientes tarados e etiquetados, serão realizadas as devidas medições do peso dos RSU separados por categorias e anotados os dados em planilhas.
  • 21. Para determinar o percentual de cada componente: Para determinar o percentual de cada componente presente nos resíduos através da determinação da massa destes em relação à massa total utilizou-se da Equação 1. T FS P P CF  Em que: CF = Composição Fração (%); PFS = peso de cada fração segregada (Kg); Tf = peso total dos resíduos a serem segregados (Kg). Para determinar a caracterização volumétrica, este procedimento foi realizado logo em seguida a caracterização gravimétrica, no qual, após a pesagem dos resíduos mediu-se o volume.
  • 22. COMPOSIÇÃO VOLUMÉTRICA Já as análises de composição volumétrica servem como indicador de quanto cada tipo de resíduo ocupa em termos de volume. Este procedimento é realizado logo em seguida a caracterização gravimétrica, no qual, após a pesagem dos resíduos mede- se o seu volume. De posse das medidas do diâmetro (base do recipiente) passa-se a medir a altura e o diâmetro maior com auxílio de régua e trena métrica.
  • 23. COMPOSIÇÃO VOLUMÉTRICA Em seguida os resíduos serão compactados estaticamente com um soquete manual confeccionados em concreto de acordo com os recipientes utilizados, após a compactação mede-se a altura e o diâmetro e obtém-se o volume dos resíduos compactados.
  • 24. Composição Gravimétrica de Resíduos Sólidos de Cajazeirinhas/PB Resíduo Total da cidade de Cajazeirinhas- PB Tipo Peso (kg) Volume Solto (L) Volume Compactado (L) Plástico 22,075 606,48 265,85 Papel/ Papelão 11,660 485,18 192,74 Compósitos 0,700 89,73 18,28 Metal 3,915 68,13 14,95 Outros 26,830 88,27 61,49 Vidro 0,600 3,32 3,32 Têxtil Sanitário 1,615 64,80 61,48 Matéria Orgânica 49,747 289,12 174,47 Total 117,142 1.695,03 792,59
  • 25. Composição Gravimétrica de Resíduos Sólidos de Cajazeirinhas/PB
  • 26. OBRIGADA PELA ATENÇÃO!
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