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de prestações, contribui para as despesas mensais de quem o utilizou. VITÓRIA NA JUSTIÇA

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Cartas 2 Ação 2007 SEM DÍVIDAS Gostaria de comentar a matéria Equilíbrio Financeiro, do Jornal Ação 188, em que a autora foi feliz em abordar a ne cessidade de um bom planejamento familiar na equalização
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Cartas 2 Ação 2007 SEM DÍVIDAS Gostaria de comentar a matéria Equilíbrio Financeiro, do Jornal Ação 188, em que a autora foi feliz em abordar a ne cessidade de um bom planejamento familiar na equalização do orçamento doméstico. Porém, o texto contém a frase: Suas dívidas são engordadas com os cerca de R$ referentes às parcelas de financiamento do carro e de empréstimos da Previ, do CDC e da Cooperforte. Da forma como foi colocado, a Previ e a Cooperforte aparecem como eterna fon te de endividamento dos funcionários, o que não é verdade. A Previ, todos já conhecem. Mas poucos sabem que a Cooperforte é uma das maiores e mais bem-sucedidas cooperativas de crédito do mundo e que tem boas oportunidades em aplicações financeiras para seus cooperados. Na minha opinião, o jornal deve à Cooperforte um direito de resposta para que sua imagem não fique estigmatizada como uma instituição que empresta dinheiro ou contribui para o endividamento dos funcionários. Magno Soares dos Santos Belo Horizonte MG NR: Quando foi abordado na matéria que os empréstimos da Previ e da Cooperforte contribuíram para aumentar a dívida do entrevistado, a ANABB não teve, em nenhum momento, intenção de denegrir a imagem das duas instituições. O que deve ficar claro, no entanto, é que qualquer empréstimo, sendo pago por meio MAIORIDADE PENAL O tema da redução da maioridade penal para 16 anos não está sendo discutido só no Congresso. O assunto também foi tema de enquete publicada no site da ANABB entre 21/02 e 15/03. A pesquisa foi respondida por internautas. Este espaço destina-se à opinião dos leitores. Por questão de espaço e estilo, as cartas podem ser resumidas e editadas. Serão publicadas apenas correspondências assinadas e que sejam selecionadas pelo Conselho Editorial da ANABB. As cartas que se referem a outras entidades, como Cassi e Previ, serão a elas encaminhadas. mar-abr/2007 de prestações, contribui para as despesas mensais de quem o utilizou. VITÓRIA NA JUSTIÇA Com muita satisfação, acuso o recebimento de carta da ANABB de 15/01/07. Vinha acompanhando com alguma preocupação o desenrolar da ação rescisória pretendida pela CEF, já que vemos acontecer neste país coisas inacreditáveis, sobretudo no que se refere à Justiça. Estou imensamente agradecido a essa Associação pela defesa dos interesses de seus associados, até mesmo nos casos mais intrincados. É uma dedicação rara no Brasil e que merece a nossa gratidão e respeito. Parabéns! João Baptista de Araújo Rio de Janeiro RJ Registro meus sinceros agradecimentos pelo desfecho, a mim favorável, da ação FGTS/Planos Econômicos conduzida por essa Associação. Parabenizo os dirigentes, advogado e funcionários da ANABB pela dedicação e competência. Nelson Nunes de Souza Jequié - BA ENCONTRO DE MULHERES A minha opinião sobre o ótimo evento do Dia Internacional da Mulher é que basta um pocket show, pois o melhor da noite é o reencontro mágico que só a ANABB sabe proporcionar. Ruth Kauffmann Rio de Janeiro - RJ * O sistema da enquete não registra porcentagem decimal. Por isso, o total resulta em 101%. DIRETORIA-EXECUTIVA VALMIR CAMILO Presidente WILLIAM JOSÉ ALVES BENTO Diretor Administrativo e Financeiro DENISE LOPES VIANNA Diretora de Comunicação e Desenvolvimento GRAÇA MACHADO Diretora de Relações Funcionais, Aposentadoria e Previdência EMÍLIO S. RIBAS RODRIGUES Diretor de Relações Externas e Parlamentares CONSELHO DELIBERATIVO ANTONIO GONÇALVES (Presidente) Ana Lúcia Landin Antilhon Saraiva dos Santos Augusto Silveira de Carvalho Cecília Mendes Garcez Siqueira Cláudio José Zucco Douglas José Scortegagna Élcio da Motta Silveira Bueno Genildo Ferreira Reis Inácio da Silva Mafra Isa Musa de Noronha José Antônio Diniz de Oliveira José Bernardo de Medeiros Neto José Branisso José Sampaio de Lacerda Júnior Luiz Antonio Careli Mércia Maria Nascimento Pimentel Nilton Brunelli de Azevedo Romildo Gouveia Pinto Tereza Cristina Godoy Moreira Santos Vitor Paulo Camargo Gonçalves CONSELHO FISCAL Humberto Eudes Vieira Diniz (Presidente) Armando César Ferreira dos Santos Saul Mário Mattei Antônia Lopes dos Santos Dorilene Moreira da Costa Elaine Michel DIRETORES ESTADUAIS Paulo Crivano de Moraes (AC) Ivan Pita de Araújo (AL) Marlene Carvalho (AM) Franz Milhomem de Siqueira (AP) Olivan de Souza Faustino (BA) Francisco Henrique Ellery (CE) Elias Kury (DF) Pedro Vilaça Neto(ES) Saulo Sartre Ubaldino (GO) Joel Duarte de Oliveira (MA) Francisco Alves e Silva - Xixico (MG) Edson Trombine Leite (MS) José Humberto Paes Carvalho (MT) José Marcos de Lima Araújo (PA) Maria Aurinete Alves de Oliveira (PB) Carolina Maria de Godoy Matos (PE) Benedito Dias Simeão da Silva (PI) Moacir Finardi (PR) Antonio Paulo Ruzzi Pedroso (RJ) Heriberto Gadê de Vasconcelos (RN) Valdenice de Souza Nunes Fernandes (RO) Robert Dagon da Silva (RR) Edmundo Velho Brandão (RS) Carlos Francisco Pamplona (SC) Emanuel Messias B. Moura Júnior (SE) Walcinyr Bragatto (SP) Saulo Antônio de Matos (TO) ANABB - SCRS 507, bl. A, lj. 15 CEP: Brasília/DF Atendimento ao associado: (61) Geral: (61) Site: Redação: Ana Cristina Padilha, Marianna Jungmann e Priscila Mendes Arte anúncio: Alisson Sakamoto Edição e Editoração: Optare Comunicação Editor e jornalista resp.: Pierre Triboli Revisão: Júlia Luz Periodicidade: mensal Tiragem:102 mil Capa: Ablestock Impressão: Gráfica Positiva Fotolito: Colorpress Editorial Mais de R$ 20 bilhões na reserva especial da Previ e uma discussão que persiste todos os anos: qual o melhor destino para esse dinheiro? É sobre isso que o presidente da ANABB e conselheiro deliberativo da Caixa de Previdência, Valmir Camilo, fala em entrevista para o Ação. A necessidade de corrigir injustiças criadas desde 1997, a aposentadoria antecipada aos 45 anos para mulheres e benefícios maiores para quem trabalha mais tempo estão entre as sugestões apoiadas por Camilo. O excesso de dinheiro da Previ contrasta com o esforço dos dirigentes da Cassi para salvar a Caixa de Assistência. Enquanto o funcionalismo do BB tem aposentadoria garantida, a saúde corre sério risco caso as alterações no estatuto, necessárias para implementação do acordo fechado com o BB, não sejam aprovadas. A primeira consulta ao Corpo Social acontece entre 18 e 30 de abril e precisa da aprovação de dois terços dos associados. Se não conseguir o quórum e aprovação mínima, a Cassi terá que esperar até maio para a segunda votação, quando precisará de 50% mais um para aprovar o novo texto do estatuto. Sem a manifestação favorável de seus associados, a Caixa não poderá receber o aporte imediato de R$ 150 milhões prometido pelo Banco do Brasil. Todos os detalhes e a opinião dos dirigentes da Cassi e de outras entidades você lê na matéria A Cassi em suas mãos, na página 12. Seguindo a tendência de explorar os assuntos de interesse dos funcionários do BB, o Ação procurou Banco do Brasil, sindicatos, Contec e TST para saber como funcionam as Comissões de Conciliação Prévia (CCP). Saiba que direitos podem ser negociados com o Banco para evitar uma briga na Justiça e os prós e contras desse tipo de acordo. E como a saúde também é importante, a alimentação saudável foi tema de reportagem na página 18. Veja como evitar o efeito obesidade + hipertensão provocado pelo excesso de sal, de gordura e de alimentos pobres na dieta do brasileiro; o desastre que as refeições fora de casa e o sedentarismo têm provocado na vida de crianças, adolescentes e adultos; e os benefícios dos alimentos orgânicos e integrais. Confira, ainda, nesta edição, os projetos de ressocialização da Colônia Penal Feminina de Recife, onde 410 presas trabalham e estudam. Lá, a ANABB, por meio do Comitê de Cidadania dos Funcionários do BB em Pernambuco, já ajudou a montar uma cozinha-escola e um salão de beleza. E, para as mulheres, tudo sobre o V Encontro Regional de Mulheres do BB. Veja as fotos dos eventos em cada cidade, os depoimentos de quem foi e a presença das mulheres que venceram e chegaram aos cargos mais altos nas entidades ligadas ao BB. Um brinde a elas! Diretoria-Executiva Ação mar-abr/2007 3 Capa É preciso corrigir as injustiças 4 Ação O presidente da ANABB, Valmir Camilo, avalia as possibilidades de utilização da reserva especial da Previ, que atingiu R$ 20,5 bilhões no fim de A reserva especial da Previ acumula recursos de forma crescente, razão pela qual a ANABB tem buscado ampliar o debate sobre o seu uso. Em entrevista ao Jornal Ação, no dia 26/03, o presidente da Associação e conselheiro deliberativo da Previ, Valmir Camilo, afirmou que o atual nível da reserva permite que as contribuições dos associados e do Banco do Brasil sejam extintas, sem que o fundo de Previdência corra riscos. Ele ressaltou, no entanto, que a prioridade atual da Previ deve ser a correção de injustiças com alguns segmentos de associados. O saldo da reserva especial é o resultado da diferença entre o superávit da Previ e a reserva de contingência (que assegura o benefício dos associados em situações imprevistas, como crises econômicas). mar-abr/2007 por Ana Cristina Padilha Fotos: Saulo Cruz Ação Qual é a origem da reserva especial da Previ? Valmir A Previ vive uma situação muito boa, muito particular. Ela é a maior investidora privada no Brasil, num momento em que a economia apresenta índices excelentes de desempenho. A Previ, que tem participação em empresas, se vê em cenário no qual a bolsa de valores apresenta bons resultados. Outra parte dos investimentos é a renda fixa, que foi beneficiada nos últimos anos com altas taxas de juros. Ação Pode-se dizer que os investimentos em empresas são fundamentais para a Previ? Valmir Sim. A Previ tem participação nas maiores empresas do setor privado, o que acaba refletindo na própria Previ. Melhor desempenho das empresas, maior distribuição de lucro e maior participação da Previ nos dividendos. Ação O que mais contribui para o superávit? Valmir A alteração no Plano de Benefícios 1 realizada em 1997, que impôs uma regra muito dura para quem se aposentou a partir daquele ano. Existiam muitas dúvidas sobre a possibilidade de a Previ continuar honrando seus compromissos. Essa expectativa não se confirmou. No entanto, os benefícios desse grupamento foram reduzidos e as contribuições continuaram no mesmo patamar. Isso acabou sobrando no caixa da Previ. Ação É por isso que o senhor costuma falar que existem injustiças que devem ser sanadas? Valmir Exatamente. A ANABB não consegue pensar diferente. Se nós, em algum momento no passado, colocamos para um segmento do funcionalismo uma alteração no plano, que significou prejuízo para ele, em nome da estabilidade e segurança da Previ, hoje a gente tem um cenário diferente apontando para uma outra situação. É justo corrigir isso. Ação Parar de contribuir pode ser um risco? Valmir Existe no funcionalismo uma tendência em acreditar que parar de contribuir é um risco. Em algum momento, seria. Atualmente, se isso for feito de forma segura, não é. É um absurdo, em um fundo com mais de R$ 30 bilhões de recursos, que não estão comprometidos, os trabalhadores colocarem mais R$ 300 milhões por ano e o Banco, outros R$ 300 milhões por ano. Realmente, é uma insensatez. Estamos tirando daquelas pessoas uma oportunidade de viver melhor hoje. Acho que o funcionário do Banco do Brasil, aquele que tem dúvidas sobre isso, poderia pegar esses recursos e fazer uma aplicação financeira. o Banco continue contribuindo? Vamos discutir com o Banco outros tipos de participação na vida do funcionário, para que o BB coloque mais dinheiro na Cassi, por exemplo. É necessário ter uma boa aposentadoria, mas também é preciso ter acesso a uma saúde com mais tranqüilidade e isso está faltando. Ação A extinção da contribuição não poderia gerar problemas futuros? Valmir Não, porque podemos monitorar esse plano todos os anos. O que a gente propõe é formar um fundo com parte do superávit para cobrir as contribuições futuras do Banco e do funcionalismo. Se aquele fundo for acabando, a gente sabe que vai ter de repor. Agora, para que tenhamos a consciência tranqüila ao fazer essas mudanças, antes é preciso corrigir as injustiças do plano. Se quem se aposentava antes de 1997 podia receber mais de 100% do salário da ativa, por que as pessoas hoje têm que se aposentar com apenas 75%? Não seria justo voltar a aposentar essas pessoas com valor integral de salário? Ação O BB pode parar de contribuir para este plano? Valmir O Banco do Brasil ajudou a construir esse fundo. Eu tenho orgulho de trabalhar nessa empresa, o Banco é meu parceiro. Se o fundo não precisar mais que o Banco ponha dinheiro nele, por que exigir que Ação mar-abr/2007 5 6 Ação Ação O que é preciso recuperar? Valmir Se quem se aposentava antes de 1997 recebia até mais de 100% do salário da ativa, por que as pessoas hoje têm que se aposentar com apenas 75%? Não seria justo voltar a aposentar essas pessoas com valor integral de salário? Isso significa garantir a esses aposentados um salário bem próximo ou igual ao que ele ganhava. Ninguém está querendo distribuir mais do que a pessoa ganha. O que existe hoje é que as pessoas têm dificuldade em se aposentar porque perdem muito na aposentadoria. mar-abr/2007 A Previ tem uma aposentadoria antecipada aos 50 anos de idade. Mas as mulheres só precisam trabalhar até 48 anos, ou seja, elas nunca vão usar esse dispositivo. Ação E quanto àqueles que trabalham mais tempo que o necessário? Valmir Esse é outro ponto importante. Principalmente porque a nova legislação impõe a aposentadoria com 35 anos de serviço. Por que a pessoa vai trabalhar mais cinco anos, contribuindo para a Previ sem nenhum benefício adicional? Se ela contribuir 31, 32 anos, tem que receber de volta a contribuição que está fazendo. Isso não pode simplesmente virar superávit, porque esse é um direito individual, é uma contribuição que ela fez a mais sobre o tempo de trabalho. Não é justo que você coloque isso num superávit para ser diluído para todo mundo. Então, corrigir uma injustiça é dizer: olha, a legislação impõe a você 35 anos de trabalho, o fundo garante a integralidade com 30 anos. Se você tiver que trabalhar até 35 anos, eu vou lhe pagar essa diferença. É o que chamamos de alteração do índice de 360/360 para 420/360 meses de contribuição. Já existia isso no passado. Temos que recuperar. Outro ponto importante é corrigir uma injustiça com as mulheres. Ação Você defende a aposentadoria antecipada para a mulher? Valmir Sim. A Previ tem uma aposentadoria antecipada aos 50 anos de idade. Ela serve muito bem para os homens que, pela legislação, devem trabalhar até 53 anos. Mas as mulheres só precisam trabalhar até 48 anos, ou seja, elas nunca vão usar esse dispositivo. A nossa proposta é que a Previ possa oferecer para as mulheres uma aposentadoria antecipada aos 45 anos de idade. É um direito que elas precisam ter. A escolha tem que ser delas. E não custa nada para a Previ, pois, na medida em que elas se aposentam antes, terão um benefício menor porque contribuíram menos. Ação E quanto aos pensionistas? Há alguma providência de utilização da reserva especial em relação a esse segmento? Valmir Hoje existem dois segmentos de pensionistas. Um deles, de pensionistas dos funcionários que se aposentaram antes das mudanças, com média salarial próxima de R$ 6 mil por mês. É de se imaginar que os pensionistas desse grupamento tenham uma pensão maior em relação aos pensionistas dos que se aposentaram após 1998, cujo benefício médio é de cerca de R$ 2,4 mil. Quando se propõe a ampliação do teto, leva-se em conta que o grupamento de pensionistas pós-98 vai ter uma melhoria junto com os aposentados. No entanto, não podemos perder de vista que os pensionistas, Os pensionistas, de modo geral, têm uma redução muito brusca de salário. Como a maioria não tem mais filhos em idade de receber pensão, acaba recebendo 60% do benefício. Então, em um segundo momento, seria interessante melhorar a pensão, saindo de 60% para 70% ou 80%. de modo geral, têm uma redução muito brusca de salário, porque como a maioria não tem mais filhos em idade de receber pensão, acaba recebendo 60% do benefício. Então, em um segundo momento, seria interessante melhorar a pensão, saindo de 60% para 70% ou 80%. Ação Para utilizar a reserva especial, é preciso haver reforma estatutária? Valmir É necessário alterar o plano de benefícios. E isso o Conselho Deliberativo tem o poder de fazer. É claro que se busca uma forma de trazer a participação do corpo social no debate, mas não é necessário realizar uma consulta ao corpo social para fazer essa mudança. Ação Então, está garantido um futuro tranqüilo para os associados da Previ? Valmir Penso que, no futuro, teremos que discutir a criação de um outro plano de benefício dentro desse plano. Pode-se pensar, por exemplo, em destinar parte das reservas para pagar um benefício complementar de R$ 500,00 para todos os aposentados e pensionistas. Para algumas pessoas, não vai ser uma grande mudança, mas para muita gente vai ser uma melhoria fantástica. O plano de benefícios 1 hoje é um fundo desigual. Há muitos que podem viver bem com o benefício da Previ, mas outros passam necessidade. Ou tornamos agora esse fundo exemplar, construindo uma relação entre aposentadoria e qualidade de vida, ou perdemos essa chance. O atual momento político possibilita fazer a discussão com mais tranqüilidade. Será uma pena se perdermos essa oportunidade. Tem um ponto que é consenso: o funcionalismo só aceita reduzir ou acabar com a contribuição se tiver convicção de que a melhoria dos benefícios já veio. Ação Na sua opinião, como deve ser feito o debate sobre a reserva especial? Valmir A ANABB vem provocando essa discussão. O assunto é recorrente na pauta dos veículos de comunicação da ANABB e nos fóruns que a Associação organiza. Ela sempre leva essa questão para o debate. Da mesma forma, tenho assistido ao movimento sindical provocar essas discussões nas assembléias e reuniões. Nós temos realizado, inclusive, reuniões conjuntas com entidades de aposentados e o movimento sindical para discutir o tema. Tem um ponto que é consenso: o funcionalismo só aceita reduzir ou acabar com a contribuição se tiver convicção de que a melhoria dos benefícios já veio. Não justifica parar de contribuir para a Previ antes de ver os benefícios melhorarem. Ação mar-abr/2007 7 Encontro Um brinde às mulheres por Priscila Mendes Evento realizado pela ANABB com o patrocínio da Cooperforte atraiu cerca de funcionárias do BB em diversas cidades. Foto: Fábio Martins O debate em torno dos direitos femininos teve proporções diferentes ao longo dos anos: as mulheres, que já foram estigmatizadas como o sexo frágil, quebraram vários tabus que as envolviam. Décadas atrás, elas ainda eram proibidas de trabalhar em muitas instituições. Inclusive no Banco do Brasil, onde hoje ocupam 35% das 85 mil vagas de concursados da ativa e continuam seu esforço pela abertura de espaço. Foto: Saulo Cruz Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher (8 de março), a ANABB promoveu o V Encontro Regional de Mulheres do BB, realizado em dez cidades brasileiras. A peça Rádio Esmeralda AM e os palestrantes Malcolm Montgomery e Nelma Penteado integraram a programação do evento, cujas estrelas principais foram as mulheres que prestigiaram as atividades. O encontro, organizado com o apoio da Cooperforte, ocorreu em nove capitais (Brasília, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Curitiba, Fortaleza, Recife e Salvador) e em uma cidade do interior de São Paulo (Ribeirão Preto). Hoje as mulheres representam uma força de trabalho muito importante dentro da estrutura do Banco do Brasil, das empresas e da própria sociedade, afirmou o presidente da ANABB, Valmir Camilo. Ele também chamou a atenção para a participação feminina na Associação. Mais de 80% dos funcionários da ANABB são mulheres. Isso é uma prova de que a mulher dá conta do recado, enfatizou. As conquistas alcançadas pelas mulheres dentro do Banco foram destacadas pela diretora de Comunicação e Desenvolvimento da ANABB, Denise Via
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