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Decisão da empresa monopolista

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1. DECISÃO DA EMPRESA MONOPOLISTA 2.  Apresentar um modelo básico para o entendimento de mercados com estrutura monopolista. OBJETIVO GERAL OBJETIVOS ESPECÍFICOS…
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  • 1. DECISÃO DA EMPRESA MONOPOLISTA
  • 2.  Apresentar um modelo básico para o entendimento de mercados com estrutura monopolista. OBJETIVO GERAL OBJETIVOS ESPECÍFICOS  Caracterizar o mercado do tipo monopólio, e suas principais origens.  Identificar e explicar a forma pela qual empresas monopolistas tomam decisões produtivas.  Discutir o custo social dos monopólios, e possíveis motivos para sua necessidade.  Citar políticas públicas voltadas para monopólios.
  • 3. CARACTERIZAÇÃO DO MERCADO MONOPOLISTA  Um mercado monopolista seria caracterizado por:  Muitos ou milhares de compradores;  Um único vendedor;  Os bens ofertados não possuem substitutos;  Produtores podem influenciar os preços de mercado de seus produtos. São definidores de preços.  Ou seja, possuem poder de mercado.  Existem barreiras significativas à entrada ou saída de empresas. Ou seja, empresas tem obstáculos significativos entrar ou sair do mercado em questão.
  • 4. ORIGEM DOS MONOPÓLIOS  O principal motivo para o surgimento de monopólios é a existência de significativas barreiras à entrada de firmas neste mercado. Esta podem assumir três diferentes formas:  Recurso Monopolista: Posse exclusiva de um recurso chave à produção;  Concessão do Governo: Autorização de exclusividade fornecida pelo governo para realização de uma atividade produtiva;  Processo de produção: Situações em que os custos de produção são tão altos ao ponto que um único produtor é mais eficiente que vários pequenos produtores.
  • 5. ORIGEM DOS MONOPÓLIOS: RECURSOS MONOPOLISTAS  Este tipo de monopólio surge da propriedade exclusiva de um recurso-chave para a produção por parte da empresa.  A exclusividade combinada com a ausência de substitutos, mesmo em nível local, pode gerar o surgimento de alguns monopólios.  Este tipo monopólio é muito raro atualmente, mas pode ter surgido por motivos históricos ou de formação, específicos de um tipo de setor ou localidade.
  • 6. ORIGEM DOS MONOPÓLIOS: CONCESSÃO DO GOVERNO  São monopólios que surgem pela concessão de uso exclusivos de recurso ou exploração exclusiva de mercado ou produto sem substitutos.  Existem basicamente uma motivação para tal ação:  Situação em que os serviços/bens não seriam produzidos ou ofertados sem o direito de monopólio concedido pelo governo.  Ou seja, o mercado não seria interessante dentro do contexto geral a menos que o governo concedesse o monopólio de produção e/ou comercialização do bens ou serviço.
  • 7. ORIGEM DOS MONOPÓLIOS: PROCESSO DE PRODUÇÃO  São monopólios que surgem do fato de que existe uma escala produtiva mínima tão alta que impede que o mercado seja viável para mais de uma empresa;  Ou, que a diferença de eficiência produtiva entre a produção com uma empresa e varias empresas seja grande o suficiente para impedir a viabilidade de uma mercado que não seja monopolista.  Este tipo de monopólio surge de situações onde existam ganhos substancias de escala com o aumento
  • 8. COMPARAÇÃO ENTRE MERCADO COMPETITIVO E MONOPÓLIO Mercado Competitivo Monopólio Vários produtores/vendedores Um produtor/vendedor Curva de demanda horizontal no longo prazo (curto prazo no caso de concorrência perfeita) Curva de demanda com inclinação negativa no curto e longo prazo São tomadores de preços São “escolhedores” (formadores) de preço Vende quantidades diversas ao mesmo nível de preços Relação inversa entre o preço e quantidade vendida
  • 9. COMPARAÇÃO ENTRE MERCADO COMPETITIVO E MONOPÓLIO PreçoPreço QuantidadeQuantidade D D Curva de demanda do uma empresa em mercado competitivo Curva de demanda de uma empresa monopolista
  • 10. MEDIDAS DE RECEITA DA FIRMA EM MONOPÓLIO  Receita total da firma seria dada pelo total produzido e vendido vezes o preço de venda, neste caso o preço de mercado. Podemos expressar a receita total pela formula:
  • 11. MEDIDAS DE RECEITA DA FIRMA EM MONOPÓLIO  A receita média da firma é dada pela divisão da receita total da firma pela quantidade produzida e vendida. Sendo identificado pela seguinte formula:  Resolvendo a equação para RT = PxQ, temos:  Diferente dos mercados de concorrência perfeita a receita média do monopolista é decrescente e igual ao preço de mercado para cada diferente nível de demanda.  A curva de receita média é igual à demanda de mercado.
  • 12.  Receita marginal é a variação na receita total decorrente da venda de uma unidade adicional de produto. Sendo dado pela formula abaixo:  Para empresas monopolistas, a receita marginal será decrescente (e não fixa, como no mercado de concorrência perfeita), e sempre será inferior à receita total média (curva de demanda). MEDIDAS DE RECEITA DA FIRMA EM MONOPÓLIO
  • 13. MEDIDAS DE RECEITA DA FIRMA EM MONOPÓLIO  Exemplo: Quantidade (Q) Preço (P) Receita Total (RT=PxQ) Receita Média (RMe=RT/Q) Receita Marginal (RMg=ΔRT/ΔQ) 0 R$ 16,00 R$ 00,00 - - 1 R$ 14,00 R$ 14,00 R$ 14,00 R$ 14,00 2 R$ 12,00 R$ 24,00 R$ 12,00 R$ 10,00 3 R$ 10,00 R$ 30,00 R$ 10,00 R$ 6,00 4 R$ 8,00 R$ 32,00 R$ 8,00 R$ 2,00 5 R$ 6,00 R$ 30,00 R$ 6,00 - R$ 2,00 6 R$ 4,00 R$ 24,00 R$ 4,00 - R$ 6,00 7 R$ 2,00 R$ 14,00 R$ 2,00 - R$ 10,00
  • 14. MEDIDAS DE RECEITA DA FIRMA EM MONOPÓLIO  Exemplo: -15 -10 -5 0 5 10 15 20 0 1 2 3 4 5 6 7 8 Curvas de Demanda e Receita Margial Monopolista Observe que a receita marginal do monopolista é sempre igual ou inferior ao preço de mercado (curva de demanda). Curva de Demanda Curva de Receita merginal
  • 15. DECISÃO DA FIRMA EM MONOPÓLIO: MAXIMIZAÇÃO DE LUCRO E CURVA DE OFERTA  A decisão da quantidade produzida que maximiza o lucro da firma pode ser obtida comparando a receita marginal e o custo marginal, de forma análoga ao mercado .  Isso é possível dado que a ΔLucro = RMg – CMg, assim:  Se RMg > CMg, temos que a próxima unidade produzida gerará aumento no lucro (variação positiva no lucro).  Se RMg < CMg, temos que a próxima unidade produzida gerará diminuição no lucro (variação negativa no lucro).  Se RMg = CMg, temos que a próxima unidade produzida não gerará variação no lucro.  Com isso, temos que o ponto em que RMg=CMg, é o ponto em que o lucro é maximizado.  Da mesma forma que ocorria no mercado de concorrência perfeita!
  • 16. DECISÃO DA FIRMA EM MONOPÓLIO: MAXIMIZAÇÃO DE LUCRO E CURVA DE OFERTA  Gráfico da decisão da firma – Do ponto aquém do máximo lucro para o máximo lucro Receita e Custos Quantidade Preço=Rme (Curva de Demanda) CMg CMe CVMe QMÁXQ Rmg Para pontos a esquerda de “QMÁX” temos que a receita marginal é maior que o custo marginal. Assim é interessante aumentar “Q” até “QMÁX” para aumentar o lucro.
  • 17. DECISÃO DA FIRMA EM MONOPÓLIO MAXIMIZAÇÃO DE LUCRO E CURVA DE OFERTA  Gráfico da decisão da firma – Do ponto aquém do máximo lucro para o máximo lucro Quantidade Preço do Monoplista Preço=Rme (Curva de Demanda) CMg CMe CVMe Q Rmg Para pontos a esquerda de “QMÁX” temos que a receita marginal é maior que o custo marginal. Assim é interessante aumentar “Q” até “QMÁX” para aumentar o lucro. Lucro Monopolista (Em “Q”) QMÁX Custo Total Médio (Custo unitário)
  • 18. DECISÃO DA FIRMA EM MONOPÓLIO: MAXIMIZAÇÃO DE LUCRO E CURVA DE OFERTA  Gráfico da decisão da firma – Do ponto aquém do máximo lucro para o máximo lucro Quantidade Preço=Rme (Curva de Demanda) CMg CMe CVMe QMÁX Rmg Para pontos a esquerda de “QMÁX” temos que a receita marginal é maior que o custo marginal. Assim é interessante aumentar “Q” até “QMÁX” para aumentar o lucro. Lucro Monopolista (Em “QMáx”) Preço do Monoplista Custo Total Médio (Custo unitário)
  • 19. DECISÃO DA FIRMA EM MONOPÓLIO: MAXIMIZAÇÃO DE LUCRO E CURVA DE OFERTA  Gráfico da decisão da firma – Do ponto além do máximo lucro para o máximo lucro Receita e Custos Quantidade Preço=Rme (Curva de Demanda) CMg CMe CVMe QMÁX Q Rmg Para pontos a direita de “QMÁX” temos que a receita marginal é menor que o custo marginal. Assim é interessante diminuir “Q” até “QMÁX” para aumentar o lucro.
  • 20. DECISÃO DA FIRMA EM MONOPÓLIO: MAXIMIZAÇÃO DE LUCRO E CURVA DE OFERTA  Gráfico da decisão da firma – Do ponto além do máximo lucro para o máximo lucro Quantidade Preço=Rme (Curva de Demanda) CMg CMe CVMe QMÁX Q Rmg Lucro Monopolista (Em “Q”) Para pontos a direita de “QMÁX” temos que a receita marginal é menor que o custo marginal. Assim é interessante diminuir “Q” até “QMÁX” para aumentar o lucro. Preço do Monoplista Custo Total Médio (Custo unitário)
  • 21. DECISÃO DA FIRMA EM MONOPÓLIO: MAXIMIZAÇÃO DE LUCRO E CURVA DE OFERTA  Gráfico da decisão da firma – Do ponto além do máximo lucro para o máximo lucro Quantidade Preço=Rme (Curva de Demanda) CMg CMe CVMe QMÁX Rmg Lucro Monopolista (Em “QMáx”) Preço do Monoplista Custo Total Médio (Custo unitário) Para pontos a direita de “QMÁX” temos que a receita marginal é menor que o custo marginal. Assim é interessante diminuir “Q” até “QMÁX” para aumentar o lucro.
  • 22. DECISÃO DA FIRMA EM MONOPÓLIO: MAXIMIZAÇÃO DE LUCRO E CURVA DE OFERTA  Gráfico da decisão da firma – Ponto de máximo lucro Receita e Custos Quantidade Preço=Rme (Curva de Demanda) CMg CMe CVMe QMÁX Rmg A firma maximiza o seu lucro produzindo na quantidade onde o custo marginal iguala a receita marginal.
  • 23. DECISÃO DA FIRMA EM MONOPÓLIO: MAXIMIZAÇÃO DE LUCRO E CURVA DE OFERTA  Uma diferença importante entre a situação de mercado competitivo e monopólio:  No mercado competitivo temos que P = Rmg = Cmg no ponto de máximo lucro.  Já no mercado monopolista temos que o P > Rmg = Cmg no ponto de máximo lucro.  Isto por que no caso de mercado competitivo a Curva de Demanda e de Rmg estão sobrepostas (uma no mesmo local da outra)  Já na situação de monopólio os preços sempre são maiores que a Rmg, pois a Curva de Demanda esta “acima” da curva de Rmg.
  • 24. MAXIMIZAÇÃO DE LUCRO OU MINIMIZAÇÃO DE PREJUÍZO, E SUA MEDIÇÃO  Situação de Lucro Econômico Positivo Receita e Custos Quantidade Preço=Rme CMg CMe CVMe QMÁX Rmg Lucro Econômico Total Se o ponto ótimo de produção e venda (ponto vermelho), definido pela demanda na quantidade onde RMg=CMg (ponto verde), estiver acima da curva de CMe (ponto azul) teremos Lucro Econômico Positivo. O Lucro Médio por unidade é a diferença entre o Preço e o CMe; e o Lucro Total é Lucro por unidade vezes a quantidade vendida. Lucromédioporunidade
  • 25. MAXIMIZAÇÃO DE LUCRO OU MINIMIZAÇÃO DE PREJUÍZO, E SUA MEDIÇÃO  Situação de Lucro Econômico Zero Receita e Custos Quantidade Preço=Rme CMg CMe CVMe QMÁX Rmg Lucro Econômico Zero Se o ponto ótimo de produção e venda (ponto vermelho), definido pela demanda na quantidade onde RMg=CMg (ponto verde), estiver sobre a curva de CMe (curva azul) teremos Lucro Econômico Zero. Isto ocorre porque o Preço (Rme) é igual ao CMe.
  • 26. MAXIMIZAÇÃO DE LUCRO OU MINIMIZAÇÃO DE PREJUÍZO, E SUA MEDIÇÃO  Situação de Lucro Econômico Negativo (Prejuízo) Receita e Custos Quantidade Preço=Rme CMg CMe CVMe QMÁX Rmg Se o ponto ótimo de produção e venda (ponto vermelho), definido pela demanda na quantidade onde RMg=CMg (ponto verde), estiver abaixo da curva de CMe (ponto azul) teremos Lucro Econômico Negativo (Prejuízo). O Prejuízo Médio por unidade é a diferença entre o Preço e o CMe; e o Prejuizo Total é Prejuízo por unidade vezes a quantidade vendida. Prejuízo Econômico Total Prejuízomédioporunidade
  • 27. DECISÃO DE ATIVIDADE NO CURTO E LONGO PRAZO: SUSPENSÃO DAS ATIVIDADES NO CURTO PRAZO  A firma leva em consideração os custos irrecuperáveis quando está para decidir se sai do mercado, mas os ignora quando está decidindo se paralisa a produção temporariamente.  Custos irrecuperáveis são aqueles custos que já foram despendidos e não podem ser recuperados.
  • 28. DECISÃO DE ATIVIDADE NO CURTO E LONGO PRAZO: SUSPENSÃO DAS ATIVIDADES NO CURTO PRAZO  Com isso, firma paralisará a produção no curto prazo se a receita que obtém com a venda de seus produtos é menor que o custo variável de produção; ou seja, quando:  Assim, a porção da curva de CMg que está acima da curva de CVMe é a curva de oferta de curto prazo da firma em um mercado de concorrência perfeita.
  • 29. DECISÃO DE ATIVIDADE NO CURTO E LONGO PRAZO: SUSPENSÃO DAS ATIVIDADES NO CURTO PRAZO  Gráfico da decisão da firma – Suspensão de Atividades Receita e Custos Quantidade CMg CMe CVMe A preços entre 0 e P1 as atividades devem ser paralisadas. A preços entre P1 e P2 as atividades apresentam prejuízo, mas devem ser mantidas. P1 P2 0 Paralisação Operar em Prejuízo
  • 30. DECISÃO DE ATIVIDADE NO CURTO E LONGO PRAZO: SAÍDA DO MERCADO NO LONGO PRAZO  No longo prazo, a firma sairá do mercado se a receita obtida com a venda de seus produtos é menor que os seus custos totais.Ou seja, quando:  No longo Prazo, a firma entrará no mercado se a receita obtida com a venda de seus produtos é maior que os seus custos totais.Ou seja, quando:  A curva da oferta de longo prazo da firma em concorrência perfeita é a porção da curva do custo marginal acima do custo médio.
  • 31. DECISÃO DE ATIVIDADE NO CURTO E LONGO PRAZO: SAÍDA DO MERCADO NO LONGO PRAZO  Gráfico da decisão da firma – Sair ou não do mercado Receita e Custos Quantidade CMg CMe CVMe A preços entre 0 e P1 a empresa deve sair do mercado no longo prazo Se o preço for maior que P1 a empresa deve permanecer ou entrar no mercado. P1 0 Sair do Mercado Entrar no Mercado
  • 32. CUSTO SOCIAL DO MONOPÓLIO  Em situações de monopólio podemos observar que serão praticados preços maiores dos que aqueles praticado em concorrência perfeita e em mercados competitivos.  Em situações de monopólio podemos observar que serão comercializados menos produtos do que aqueles comercializados em concorrência perfeita e em mercados competitivos.
  • 33. CUSTO SOCIAL DO MONOPÓLIO  Tal situação seria considerada como pior do ponto de vista dos compradores (demanda de mercado).  Entretanto, esta situação seria considerada como positiva e desejável para o vendedor (monopolista), dado que potencialmente obteria mais lucros do que na situação de concorrência perfeita ou de mercados competitivos.  E em adição, assim como na situação dos impostos teríamos um peso morto (perda social) pelo exercício do monopólio. Ou seja, o bem-estar coletivo diminuiria.
  • 34. CUSTO SOCIAL DO MONOPÓLIO  Situação de produção eficiente (Competitivo): Receita e Custos Quantidade Curva de Oferta (Cmg) Rmg Curva de Demanda (Preço = Rme) PCompetitivo QMÁX (ou competitiva)
  • 35. CUSTO SOCIAL DO MONOPÓLIO  Situação de produção eficiente (Competitivo): Receita e Custos Quantidade Curva de Oferta (Cmg) QMÁX (ou competitiva) Rmg Curva de Demanda (Preço = Rme) Excedente Comprador Excedente Vendedor PCompetitivo
  • 36. CUSTO SOCIAL DO MONOPÓLIO  Situação de produção eficiente (Competitivo): Receita e Custos Quantidade Curva de Oferta (Cmg) Rmg Curva de Demanda (Preço = Rme) Bem-estar Coletivo Gerado PCompetitivo QMÁX (ou competitiva)
  • 37. CUSTO SOCIAL DO MONOPÓLIO  Situação de produção com monopólio: Receita e Custos Quantidade Curva de Oferta (Cmg) QMonopólio Rmg Curva de Demanda (Preço = Rme) PMonopolista
  • 38. CUSTO SOCIAL DO MONOPÓLIO  Situação de produção com monopólio: Receita e Custos Quantidade Curva de Oferta (Cmg) QMonopólio Rmg Curva de Demanda (Preço = Rme) PMonopolista Excedente Comprador Excedente Vendedor
  • 39. CUSTO SOCIAL DO MONOPÓLIO  Situação de produção com monopólio: Receita e Custos Quantidade Curva de Oferta (Cmg) QMonopólio Rmg Curva de Demanda (Preço = Rme) PMonopolista Bem-estar Coletivo Gerado
  • 40. CUSTO SOCIAL DO MONOPÓLIO  Comparando as duas situações: Receita e Custos Quantidade Curva de Oferta (Cmg) QMonopólio Rmg Curva de Demanda (Preço = Rme) PMonopolista PCompetitivo QMáx Peso Morto do Monopólio
  • 41. POLÍTICAS DO GOVERNO EM RELAÇÃO AOS MONOPÓLIOS  Como os monopólios tem um custo social que diminui o bem-estar geral, os governos centrais tentarão controlar o poder de mercado representado por estes.  Algumas medidas centrais na busca pelo controle do poder de mercado dos monopólios são:  Esforço ou incentivo para tornar o setor/mercado mais competitivo;  Controlar o uso do poder de mercado sobre preços por meio de regulação;  Transformar alguns monopólios privados em monopólios públicos;  Não fazer nada.
  • 42. POLÍTICAS DO GOVERNO EM RELAÇÃO AOS MONOPÓLIOS – PROMOÇÃO DA CONCORRÊNCIA  O governo faz uso da criação e aplicação de leis identificadas como “Leis antitruste” cujo objetivo central é limitar o uso do poder de mercado que é exercido ou “construído” por grupos oligopolistas e monopólios.  As leis visam viabilizar um conjunto de formas para promoção da competição:  Possibilitam ao governo controlar/limitar a fusão ou divisão de empresas de um mesmo setor ou nicho de mercado.  Possibilita ao governo tomar ação para impedir que empresas ou grupos de empresas tomem ações ilegais ou legais que diminuam a competitividade de um mercado.
  • 43. POLÍTICAS DO GOVERNO EM RELAÇÃO AOS MONOPÓLIOS – REGULAÇÃO OU CONTROLE DE PREÇOS  O governo pode ainda fazer uso de controle de preços para limitar o uso do poder de mercado dos monopólios.  Idealmente, o governo poderia forçar uma empresa monopolista a cobrar preços de mercado iguais aos do seu custo marginal, oque tornaria este mercado tão eficiente quanto ao mercado competitivo.  Entretanto, o governo “forçará” preços que ainda gerem algum nível de lucro econômico positivo, mas sempre o mais próximos o possível do nível eficiente.  A opção de Pmonopólio=Cmg só será possível em algumas situações onde ainda se tenha lucro econômico a este nível de preços (situação possível, mas não provável).
  • 44. POLÍTICAS DO GOVERNO EM RELAÇÃO AOS MONOPÓLIOS – MONOPÓLIOS PÚBLICOS  Em algumas situações, ao invés de regular um monopólio privado o governo pode definir-se como o único produtor deste setor (Monopólio Público).  Situação de transição que pode incluir a compra das empresas pelo governo ou até mesmo a tomada da posse destas pelo governo sem compensação.  Exemplo: Alguns países subdesenvolvidos chegaram a tomar a posse de bens privados de empresas privadas sem a compensação devida sob a justificativa de fazer com que este capital fosse utilizado para objetivos de bem-estar nacional (transformar empresas privadas em empresas públicas pela “força”).
  • 45. POLÍTICAS DO GOVERNO EM RELAÇÃO AOS MONOPÓLIOS – MONOPÓLIOS PÚBLICOS  O governo terá interessa particular de realizar isto em algumas situações:  Se os recursos ou bens produzidos forem estratégicos ou fundamentais para o crescimento econômico ou do bem estar da população.  Em situações onde uma diminuição do uso do poder de mercado para níveis “aceitáveis” levasse a situações de prejuízo econômico.
  • 46. POLÍTICAS DO GOVERNO EM RELAÇÃO AOS MONOPÓLIOS – DISTANCIAMENTO DO ESTADO  Em algumas situações o governo poderá achar de interesse coletivo não fazer nada.  Isto ocorrerá se o estado identificar que os custos sociais de um determinado monopólio são muito baixos, e que o custo da ação do governo (via regulação ou transposição para monopólio público) forem considerados mais elevados perto destes.
  • 47. A ESTRATÉGIA DE DISCRIMINAÇÃO DE PREÇOS  A estratégia de discriminar preços é a prática de se vender o mesmo produtos por preços distintos à grupos diferentes de compradores, mesmo que o custo de fornecimento seja igual para todos os grupos de consumidores.  É uma estratégia exclusiva de mercados concentrados como o monopólio, pois só pode ser realizada mediante poder de mercado.
  • 48. A ESTRATÉGIA DE DISCRIMINAÇÃO DE PREÇOS  A intuição da discriminação de preços está na ideia de que o vendedor saberia o valor que cada indivíduo estaria disposto a pagar pelo produto, e que cobraria este valor de cada um.  Ou seja, “capt
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