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E não se esqueça: FINTA, dramático é perdê-lo! 1 José Leitão in Editorial 18º Festival Internacional de Teatro Cómico da Maia

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O Teatro é uma das mais extraordinárias expressões artísticas da Humanidade e das mais poderosas do ponto de vista da intervenção cívica, muito especialmente em termos políticos e sociais e é uma arte
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O Teatro é uma das mais extraordinárias expressões artísticas da Humanidade e das mais poderosas do ponto de vista da intervenção cívica, muito especialmente em termos políticos e sociais e é uma arte que contribui como poucas para a formação e a afirmação de uma cidadania conhecedora, responsável e interventiva sendo uma das apostas da política cultural. 1 Em 2012 começávamos o editorial de apresentação do FINTA com: Celebrar o teatro, é celebrar a vida. Viver em crise não pode ser renunciar a celebrá-la. O momento é difícil! 2013, um ano de extremas dificuldades para os portugueses foi, em termos criativos, para o Trigo Limpo teatro ACERT extraordinariamente gratificante. A criação e circulação do espetáculo A viagem do elefante foram momentos marcantes e inesquecíveis da nossa história colectiva. Celebrar José Saramago com tantos, novos e velhos, parceiros foi um dos processos mais entusiasmantes em que a ACERT esteve envolvida. O FINTA é mais uma vez o resultado das múltiplas parcerias que vamos estabelecendo (este discurso que muitos dizem gasto, faz cada vez mais sentido num país que está a destruir uma parte considerável do trajeto cultural que construiu nos últimos 40 anos). É um FINTA com a presença do Chévere (Galiza), de A Barraca, a Jangada Teatro, o Teatrão, a Zunzum, a d Orfeu, o Teatro Novo do Brasil, a estreia de um espetáculo criado em residência no Novo Ciclo ACERT pelo Project Llull, conferências, teatro para as escolas, teatro de rua, música, exposições, workshops, etc. O FINTA é também o momento para dar a conhecer o trabalho do novo espetáculo do Trigo Limpo com estreia marcada para 18 de Janeiro de Mais uma aventura criativa de adaptar a teatro um dos mais interessantes escritores portugueses contemporâneos, Valter Hugo Mãe é o ano em que se celebram 40 anos do 25 de Abril, será nas condições atuais, o ano em que a simbologia da revolução e da liberdade que ela criou vai estar presente em muitas das nossas ações. Uma ação baseada no primado das pessoas sobre a economia, e no papel da cultura para a afirmação de alternativas. O FINTA 2013 começa em Lisboa! Dia 3 de dezembro, primeiro ato do Finta, a instalação de uma pegada do elefante Salomão em frente à Fundação José Saramago. Um pequeno sinal de retribuição da ACERT a quem tão grandes sinais nos deu ao longo desta aventura. Ao final do dia celebramos a parceria com Saramago, através da Fundação, deixando marcas de uma viagem em que sempre chegamos ao sítio onde nos esperam. Encerrar o ano com mais uma edição do FINTA, reunindo à nossa volta o público e artistas para celebrar a energia criativa da cultura, é a melhor forma de preparar o ano de E não se esqueça: FINTA, dramático é perdê-lo! 1 José Leitão in Editorial 18º Festival Internacional de Teatro Cómico da Maia FINTA PROGRAMAÇÃO 4 de Dezembro Auditório 2 10:00 e 14:30 Público escolar Viagem a casa dos meus avós - O teatrão Bar Novo Ciclo 21:30h Zunzum - Aperitivo Teatral Auditório 1 21:45h EuroZone Chévere 6 de Dezembro Sala Orgânica 18 às 21h Sentindo o Outro 1 - Workshop de Teatro Físico Bar Novo Ciclo 21:30h Zunzum - Aperitivo Teatral Auditório 1 21:45h O Menino de sua avó A Barraca Bar Novo Ciclo 23:30h Elas sou eu Teatro Novo do Brasil 5 de Dezembro Auditório 2 21:45h A Boca do Inferno Jangada Teatro Bar Novo Ciclo 23:00h Lançamento de livro O Menino de sua avó de Armando Nascimento Rosa Bar Novo Ciclo 23:30h 20dizer Trigo Limpo teatro ACERT 7 de Dezembro Sala Orgânica 10:00h Aula aberta de Yoga Auditório 2 16:30h Conferência Ouvindo o Outro Bar Novo Ciclo 21:30h Zunzum - Aperitivo Teatral Auditório 1 21:45h Sots L ombra De Un Bell Arbre The Future Is Unwriten Projecto Lull Bar Novo Ciclo 23:30h Reportório Osório D Orfeu 4 DEZ 10:00 e 14:30 / Viagem a Casa dos Meus Avós 21:30 / Aperitivo Teatral - Zunzum 21:45 / Eurozone - Chévere VIAGEM A CASA DOS MEUS AVÓS O TEATRÃO Enternecimentos com a voz dos avós Um espetáculo que explora o imaginário das relações que existem entre avós e netos e que procura compreender, a partir dessas relações, que memória guardamos do que já vivemos e do que estamos a viver agora. Os avós são peças-chave de ligação ao passado, os netos prometem-nos o futuro e a conjugação destes dois tempos cria uma relação única que decidimos investigar: o que é ser avô e neto hoje? O mesmo que há 50 ou 100 anos? Será que brincamos da mesma forma, contamos as mesmas histórias ou nos zangamos pelas mesmas razões? Entre sonhos, sabores, músicas e segredos, o espetáculo transporta-nos para um universo muito próprio que todos conhecemos e onde adoramos entrar. Ao longo de um espetáculo cujas cenas se sucedem ao ritmo próprio das brincadeiras de criança, os públicos de todas as idades reconhecerão momentos por si vividos e compreenderão que no teatro, como na vida, há relações que se constroem devagarinho, mas que ficam para sempre - relações de cumplicidade, ternura, segurança e, enfim, de felicidade. Uma criação de: Ana Bárbara Queirós, Margarida Sousa, Nuno Carvalho (Elenco) e Inês Mourão A partir de uma ideia original de: Isabel Craveiro Desenho de Luz: Alexandre Mestre Cenografia e Figurinos: Filipa Malva Maiores de 4 anos; Duração: 45 minutos. ZUMBIDOS CARINHOSOS EM TRILHOS COMUNS ZUNZUM A Zunzum abre-lhe o apetite com um momento teatral preparado em especial para o Finta 2013, aperitivo de fácil digestão e pouco calórico. Deixe-se surpreender com personagens inesperadas, como público personagem, com inesperado público! Criação coletiva: Teatro Onomatopeia / Zunzum Associação Cultural EUROZONE CHÉVERE [GALIZA] Entre o panfleto teatral e a mentira social onde estão os abutres da Europa? 4 DEZ 21:45 / Eurozone - Chévere ESTREIA EM PORTUGAL Eurozone é um panfleto teatral sobre a crise da zona euro. Um autêntico pastiche em que se misturam as referências diretas a Cães Danados (filme mítico de Quentin Tarantino), com a linguagem da publicidade dos casinos online, os salões de baile e o jargão económico que alaga as nossas vidas. Eurozone surge como resposta à última cena do anterior espetáculo da companhia Citizen. Se então o Chévere deixava em aberto o final como gesto cénico de escuta do público, em Eurozone Chévere entrega-se desde o princípio e oferece a sua visão sobre os conflitos do presente. Eurozone é antes de mais uma demonstração do compromisso da companhia por manter ativa a cena cultural galega e um teatro de criação contemporânea, assumindo uma produção ambiciosa num momento de enormes cortes, injustos e generalizados. Um espetáculo coral com 8 atores e atrizes que estão em cena todo o tempo e com uma cenografia, resultado de um concurso de ideias realizado em colaboração com a Associação de Arquitetos da Galiza, a que se juntaram 32 projetos de outras comunidades autónomas e de Portugal. Eurozone é também uma aposta no trabalho de criação colaborativa em que participou toda a equipa de atores e atrizes e que se foi montando desde o zero ao longo de dois meses de ensaios. Um processo que esteve aberto a qualquer interessado através de um microsite específico criado na plataforma digital de conteúdos culturais Redenasa, onde permanece visível o blog dos ensaios. Atores: Patrícia de Lorenzo, Miguel de Lira, Manuel Cortés, Mónica García, Arantza Villar, Iván Marcos, Borja Fernández, Pepe Penabade. Direção e dramaturgia: Xron. Escrita: Manuel Cortés. 5 DEZ 21:45 / A Boca do Inferno 23:00 / Lançamento de livro 23:30 / 20 Dizer A BOCA DO INFERNO JANGADA TEATRO Uma jangada histórica com Carretas dentro D. Afonso Henriques nasceu frágil, nunca tendo conhecido o pai que morreu prematuramente. D. Teresa, viúva de D. Henrique dá largas às suas aventuras amorosas. Afonso Henriques, entregue aos cuidados de Egas Moniz, transforma-se num garboso mancebo, resultante do milagre ocorrido após a passagem pela água milagreira da pia batismal. Esta é uma história de Portugal, a qual se terá fundado sobre uma fraude. O nosso país é fértil em episódios, entre o burlesco e o trágico, pleno de teatralidade. Texto: António Torrado Encenação: José Carretas Atores: Bruno Martins; Cláudia Berkeley; Luiz Oliveira; Patrícia Ferreira, Vítor Fernandes e Xico Alves Maiores de 12; Duração:70 minutos. LANÇAMENTO DE LIVRO O MENINO DE SUA AVÓ DE ARMANDO NASCIMENTO ROSA Menino de sua Avó é uma produção teatral d A Barraca, estreada em Abril de 2013, contando já com duas digressões ao Brasil, e surge agora também numa edição do texto integral em livro, pela Redil Publicações. A sessão de lançamento do livro conta com a presença do dramaturgo Armando Nascimento Rosa e dos co-criadores do espetáculo, Maria do Céu Guerra e Adérito Lopes. Menino de sua Avó recria em cena, pela primeira vez, a relação entre Fernando Pessoa e a sua avó Dionísia Estrela, essa avó paterna cuja loucura o assustaria em criança e que, em jovem adulto, veio a ser fonte de afeto e de inspiração poética e intelectual. A peça de Armando Nascimento Rosa, escrita para Maria do Céu Guerra, intérprete de Dionísia, em parceria com Adérito Lopes no papel de Pessoa, integra sete encontros entre avó e neto, desde o momento em que ambos estão vivos até ao tempo presente, numa jornada cénica onde real e fantástico se cruzam, com drama e poesia, humor e compaixão. 20DIZER TRIGO LIMPO TEATRO ACERT Uma boi-noite para todos! José Rui Martins e Luísa Vieira partilham o palco num exercício de comunicação, explorando a musicalidade da palavra e a simplicidade de dar voz a seduções emotivas. Oportunidade para certificar o sábio pensamento de Millôr Fernandes: «Entre o riso e a lágrima há apenas o nariz.» Tão depressa estamos no calor sensual do Brasil, como na quente África, como também no Portugal do povo. Impressionam as palavras, e impressionam quando tantas são tão rapidamente soltas e engrenam na seguinte sem esquecer a importância da anterior. A boa disposição entremeada com a eloquência, a tenacidade, a singeleza, fazem deste espectáculo, mesmo que para alguns pareça à fussanga, um belo espectáculo da Portugalidade, visto por bons corações. Agostinho da Silva Direção e declamação: José Rui Martins Arranjos, voz, flauta e m bira: Luísa Vieira Som e luz: Luís Viegas Maiores de 12; Duração: 60 minutos A BOCA DO INFERNO 6 DEZ 18:00 às 21:00 / Workshop de Teatro Físico 21:30 / Aperitivo teatral - Zunzum 21:45 / O Menino de Sua Avó 23:30 / Elas Sou Eu SENTINDO O OUTRO 1 PROJECT LLULL Propõe-se uma profunda pesquisa sensorial do ouvir com todo o nosso corpo em movimento, mantendo a simplicidade, o prazer, o jogo e o fluir, sempre no momento presente! As minhas bases são o teatro dança, o treino de voz e filosofia: Pesquiso o corpo como uma ligação para o Outro, com maiores ligações no espaço e no tempo. Utilizo uma ferramenta neste trabalho que se chama Viewpoints, que para mim é um convite ao movimento e consonância com o mundo. Acredito na arte do movimento através da vida, quebrando as fronteiras entre o humano e o animal, eu e o Outro, voz e corpo, perceção e movimento, improvisação e composição, dança e teatro, acredito em nós, seguindo uma nova lógica de sensações e curiosidade! Joana Pupo. Formadores: Joana Pupo Público: Profissionais ou estudantes das artes do espetáculo. Público em geral com idade superior a 16. Capacidade: 20 participantes. Inscrição obrigatória. Inscrições e informações na secretaria da ACERT. O MENINO DE SUA AVÓ A BARRACA Depois do sucesso no Brasil, onde inaugurou o Teatro Niemeyer, Maria do Céu Guerra, brinda o público com a magistral criação da avó Louca de Fernando Pessoa. O sempre desejado regresso à ACERT de uma talentosa atriz portuguesa. Um dueto cénico entre Fernando Pessoa e a sua avó Louca. Sete encontros onde o fantástico ganha a cena, numa divertida fantasia onde material e imaterial se confundem, à maneira pessoana, entre personagens que se cruzam do lado de cá e de lá da vida. A peça inédita de Armando Nascimento Rosa, Menino de sua avó, escrita para Maria do Céu Guerra e Adérito Lopes, acompanha ambas as personagens na vida e na morte, numa sucessão de momentos que atravessam o século XX português. Maria do Céu Guerra abraça a personagem de Dionísia, a avó Louca que terá tido particular influência no jovem Pessoa, multiplicando-se entre personagens, numa criação partilhada entre a atriz, o ator, o cenógrafo José Costa Reis, o compositor António Vitorino d Almeida e Rita Lello. Menino de sua avó é uma criação cénica em que a vida insubmissa do teatro se substitui ao silêncio da morte, guiados pela louca lucidez de uma Dionísia reinventada, e do seu neto, cuja timidez esconde a genial ousadia patente na sua imensa obra, que é hoje um legado extraordinário da lusofonia. Maiores de 12; Duração: 2h30 O MENINO DE SUA AVÓ ELAS SOU EU (O QUE A GENTE NÃO FAZ PARA PAGAR A RENDA) TEATRO NOVO DO BRASIL Humor com artimanhas para não deixar de sonhar Esta é a história de Lucineide (nome da perigosa empregada), capaz de tudo para desencorajar o patrão só pela oportunidade de voltar a pisar um palco. Não tivesse ela sido atriz em tempos remotos; não tivesse ela a certeza de que talento é uma coisa que não se perde e de que, o sucesso é uma conjunção desse dom inato com uma grande dose de sorte e hoje ela seria uma estrela internacionalmente reconhecida. Mas Lucineide não teve sorte e agora está disposta a ir até as últimas consequências para se tornar uma atriz mundialmente famosa. Até mesmo a roubar o texto da peça, decorá-lo na calada da noite e ainda alterar por completo uma cena do espetáculo sem o menor arrependimento. Assim é Lucineide, uma mulher frustrada que confessa ao público a sua decepção por ela, ao contrário das grandes estrelas, ter tido uma vida normal, sem nenhum acontecimento trágico que a tivesse deixado completamente abalada E a maior das suas deceções é sem dúvida a de não carregar nenhum trauma de infância Mas a vida de Lucineide não é feita só de deceções: Sonha poder reencontrar o grande amor da sua vida: um conhecido ídolo da música romântica por quem é perdidamente apaixonada. Lucineide colocará à prova o seu talento, representando mulheres que, como ela, nunca deixam de sonhar e que são capazes das maiores artimanhas para realizarem os seus sonhos. Texto e interpretação: Eduardo Gaspar Direção: Hugo Sovelas Espaço cénico: LDC Interiores Figurinos: Eduardo Gaspar Maiores de 12; Duração: 1h30. AULA ABERTA DE YOGA Estamos quase a completar 10 anos de yoga na ACERT. Como uma antecipação da comemoração vamos fazer uma aula de Yoga, seguida do pequeno-almoço ideal-creme budwig- A melhor forma de começar um dia! Convidamos todos os interessados a participarem nesta aula especial. Namastê! Inscrição obrigatória. Inscrições e informações na secretaria da ACERT. 7 DEZ 10:00 às 12:00 / Aula Aberta de Yoga 16:30 / Conferência - Ouvindo o Outro 21:30 / Aperitivo teatral - Zunzum Este mapa publicado em 1414 representa a Europa, Ásia e Norte da África. Observa-se o Mar Mediterrâneo e o Oceano Índico e está na Biblioteca Apostólica Vaticana, em Roma. OUVINDO O OUTRO CONFERÊNCIA Uma obra de ontem alia-se a uma peça de hoje num debate interessante e atual O livro O Gentil e os Três Sábios do escritor, filósofo e místico catalão do século XIII Ramon Llull dá o mote à criação de uma dramaturgia inédita transposta para a contemporaneidade. Assim nasceu o Projecto Llull, apostado na realização de um conjunto de conferências com vista a repensar, à lupa atual, temas como o choque de culturas e os diálogos intercultural e religioso. O ciclo de conferências e workshops irá decorrer paralelamente à digressão do espetáculo. Nesta conferência, os nossos convidados partem de uma Península Ibérica marcada pela coabitação de três religiões (Cristianismo, Judaísmo e Islamismo), catapultando este universo para os problemas universais dos tempos que correm. Sem perder de vista os princípios de Ramon Llull intemporais apesar dos séculos de distância, refletem sobre as noções de discussão aberta e troca de ideias que fazem girar o mundo. Sempre Ouvindo o Outro Tempo ainda para Helena Tornero apresentar o processo de escrita de Sots l mbra d un bell arbre, uma adaptação à obra de Ramon Llull e, assim, dar mote ao debate. Conferencistas Helena Tornero: Dramaturga Sots l ombra d un bell arbre the future is unwritten Project Llull Francisco Motta Veiga: Multiculti Susana Gonçalves: Investigadora, Professora Adjunta, Departamento Educação ESEC Moderador: Luís Oliva Organização: Projecto Llull em parceria com ACERT 7 DEZ 21:45 / Estreia - Sots l Ombra d un bell arbre 23:30 / Reportório Osório ESTREIA ABSOLUTA SOTS L OMBRA DE UN BELL ARBRE THE FUTURE IS UNWRITEN PROJECTO LLULL Muito mais é o que nos une que aquilo que nos separa Três sábios religiosos; um judeu, um muçulmano e um cristão tentam convencer um gentio que a sua religião é a verdadeira. A dramaturga Helena Tornero adaptará aos nossos tempos uma história que com mais de 700 anos ainda que ainda surpreende pela sua tremenda atualidade. Existe Deus? Que aspeto tem? Tem sentido de humor? Como é a sua voz? É parecido com alguém? Com quem? É possível o diálogo entre as diferentes religiões? Quem seria o gentio, hoje? Quem seriam os três sábios? Que quer dizer ser sábio? Este projeto, esta grande loucura foi geminada e produzida por uma autêntica Babel que segue os passos do espírito de Ramon Llull. Á organização inicial, de co-produção, entre a companhia Voadora da Galiza, a associação Propositário Azul e Nicho de Portugal, e a companhia TeatrodeCERCA da Catalunha, uniram-se cidades, festivais, entidades, teatros e fundações de todo o mundo. O texto na obra aparece em diferentes idiomas: castelhano, catalão, português e galego. Quatro línguas que coexistem num único palco onde magicamente se adaptam até chegarem ao entendimento. A multiplicidade de línguas faz eco do encontro das religiões, que nos leva a um lugar onde predomina a vontade das pessoas comunicarem através de e não apesar das suas diferenças. É mais o que nos une do que nos separa... Adaptação teatral de O livro do gentio e dos três sábios do autor clássico Ramon Llull. Encenação: Marta Pazos Dramaturgia: Helena Tornero Elenco: Hugo Torres, Joana Pupo, Jorge-Yamam Serrano, Hugo Sovelas, Sónia Barbosa Cenário e Figurinos: Marta Pazos Desenho de Luz: Cristóvão Cunha Legendagem vídeo: Tomás Pereira REPORTÓRIO OSÓRIO D ORFEU Reportório Osório é uma coleção de canções, aliando a escrita sagaz de Luís Fernandes à magistral música de Luís Cardoso. Um desfiar de histórias pessoais no masculino, quase sempre íntimas, do dilema ao dilúvio em poucas estrofes. O quotidiano das relações afetivas transformado em canções irónicas (para não lhes chamar heroicas), em que a teatralidade da interpretação só reforça o perfil de cada personagem. O resto são... canções, as mais belas canções de umor. Voz e interpretação: Luís Fernandes Acordeão: Sónia Sobral Músicas: Luís Cardoso Letras: Luís Fernandes foto José Cruzio PROJECTO LLULL ORGANIZAÇÃO TRIGO LIMPO TEATRO ACERT R. DR. RICARDO MOTA TONDELA TEL: MECENAS CO-FINANCIAMENTO A ACERT É UMA ESTRUTURA FINANCIADA POR
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