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Em maio de 2012, trouxemos para nossos

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Informe Mensal Especial Corporate Mai 13 Tendências do Mercado Juros Em abril, o Banco Central iniciou o ciclo de ajuste na política monetária, com a elevação da taxa Selic para 7,5%. Recentemente, observamos que a economia brasileira decepcionou por apresentar baixo crescimento e inflação resiliente, dificultando tanto o trabalho do Banco Central como as expectativas do mercado. O mercado de juros oscilou, mas acabou fechando o mês em queda; a taxa prefixada para um prazo de dois anos caiu de 8,65% para 8,38%. Entendemos que a inflação é resultado de uma sequência de erros de política econômica, e dificilmente serão tomadas medidas suficientes para reverter esse quadro. Assim, salvo uma desaceleração forte nos preços internacionais de commodities, a inflação deve permanecer alta no horizonte relevante. Aguardamos um melhor momento para aplicar nas NTNBs e não recomendamos aplicações em ativos prefixados. Bolsa Em maio, continuamos com nossa recomendação de exposição em ações brasileiras acima do peso. O movimento da Bovespa em abril mais uma vez não foi satisfatório. Porém, depois de um início de mês complicado, o Ibovespa voltou a subir e corrigiu a maior parte do prejuízo da primeira quinzena, cotado a pontos. Os argumentos para essa exposição continuam embasados na diferença exagerada de desempenho relativo às bolsas internacionais e um início de temporada de resultados acima do esperado, trazendo um cenário mais otimista para as ações Blue- Chip brasileiras. A situação econômica global continua desafiadora em termos de crescimento e menos preocupante quanto ao risco de ruptura na zona do euro. Assim, essa correção deve se materializar em algum momento próximo. Câmbio Em abril/13, o real iniciou o mês cotado a R$ 2,022 e encerrou em R$ 2,0016, valorizando 1,02% em relação ao dólar americano. Na análise dos fluxos tivemos o déficit da balança comercial, que fechou o mês em US$ 994 milhões, e agora apresenta um déficit acumulado de US$ 6,150 bilhões no ano. A conta capital ficou fortemente negativa no acumulado do ano em US$ 2,694 bilhões, após o déficit de abril/13 de US$ 2,642 bilhões. O Banco Central está administrando a cotação da moeda e mantém a estratégia de fixa-lá entre R$ 1,95 e R$ 2,03. A injeção de liquidez por parte dos Bancos Centrais, principalmente o BOJ (do Japão), traz maior dificuldade na administração da taxa cambial por parte do Banco Central brasileiro. A estratégia do Governo/BC continua sendo, primeiramente, a de reduzir o valor dos preços importados e segurar a inflação, além de facilitar a importação de bens de capital para fomentar a produção nacional. Esperamos que no mês de maio o mercado do real contra o dólar mantenha as mesmas características do mês anterior, operando entre R$ 1,95 e R$ 2,03 e com volatilidade reduzida. Perspectiva positiva Perspectiva negativa Perspectiva neutra Palavra do Gestor A taxa SELIC e a Bolsa de Valores parte II Em maio de 2012, trouxemos para nossos clientes uma análise sobre os efeitos dos juros baixos sobre a bolsa brasileira. Naquele momento, a economia brasileira assistia ao Banco Central reduzir a taxa de juros na tentativa de trazer a taxa SELIC para níveis mais próximos aos padrões internacionais. No texto A taxa Selic e a Bolsa de Valores, discorremos sobre os efeitos que uma taxa de juros de um dígito causaria sobre os preços das ações. A conclusão da análise mostrava que o resultado seria positivo sobre aquelas empresas que se beneficiassem do mercado interno aquecido, bem como sobre aquelas que conseguissem financiar suas operações a um custo mais baixo. Já as empresas mais expostas ao ciclo econômico global e/ ou com acesso ao mercado de capitais internacionais não sentiriam, necessariamente, esse mesmo efeito. Passado um ano, pudemos concluir que estávamos corretos e ver que os resultados das empresas brasileiras no ano de 2012 foram bastante díspares. Observando a economia em 2013, visualizamos um cenário bem diferente daquele de maio do ano passado. Hoje a inflação é um problema bastante preocupante em um momento que a atividade econômica continua muito frágil. O Banco Central se encontra em uma situação crítica: ao mesmo tempo em que precisa se mostrar comprometido no combate à inflação, enfrenta pressões de todos os lados para que faça um aperto monetário pequeno. A despeito do tamanho do aperto monetário achamos produtivo refletir sobre os possíveis resultados de uma alta dos juros sobre os preços das ações. Como fizemos no ano passado, achamos válido dividir os participantes na Bovespa por tipo de investidor, isso porque o efeito do custo de oportunidade não se manifesta da mesma maneira sobre investidores locais e estrangeiros. Sobre o investidor estrangeiro, esse efeito do custo de oportunidade não existe, dado que a taxa de juros baixa nos países desenvolvidos seria o custo de oportunidade real para essa classe de investidores. Os estrangeiros respondem por aproximadamente um terço do volume negociado na bolsa, o restante fica distribuído entre investidores pessoa física e institucionais (Bancos e Fundos de Investimentos). Sendo assim, sob a ótica do custo de oportunidade, um terço dos investidores não seria impactados por uma alta de juros. Todavia, o mais importante para a avaliação das ações é a previsibilidade. Em um cenário de inflação alta, as análises sobre os preços e o crescimento econômico de longo prazo ficam prejudicadas, forçando os investidores a demandarem um prêmio maior para carregar as ações. Então quanto mais rápido o Governo se mostrar pronto para tomar as decisões corretas, menos prêmio os investidores cobrarão para carregar ações em suas carteiras, fazendo com que os preços subam. Esse efeito de resgate de confiança poderia mais do que contrabalancear o efeito negativo dos juros mais altos sobre os investidores locais. Concluímos que uma alta de juros, apesar de soar estranho para a maioria, não seria ruim para o desempenho das ações. Assim como nos últimos dois anos a queda dos juros não fez a diferença para o índice Ibovespa, um ciclo de alta não seria suficiente para atrapalhar o rumo das ações. O crescimento econômico de longo prazo, sim, é a variável mais importante para o desempenho da bolsa. Obviamente que não podemos negligenciar que, para alguns setores mais dependentes da atividade doméstica, esse impulso extra proporcionado pela queda de juros não se repetirá em um futuro próximo. Votorantim Asset Management Private Bank (11) Rio de Janeiro (21) Curitiba (41) Av. das Nações Unidas, Empresas (11) Porto Alegre (51) Campinas (19) º andar - Torre A Investidores Institucionais (11) Belo Horizonte (31) Recife (81) São Paulo SP Parcerias (11) Salvador (71) Caxias do Sul (54) Serviço de Atendimento ao Cliente: , Deficientes Auditivos e de Fala horas por dia, 7 dias por semana, ou Ouvidoria: , Deficientes Auditivos e de Fala de 2ª a 6ª feira - 9h00 às 18h00, exceto feriados nacionais. Produtos & Serviços Liquidez com rentabilidade A Votorantim Asset Management possui produtos diferenciados de renda fixa crédito privado, que visam aproveitar as oportunidades de mercado buscando gerar retornos acima dos instrumentos tradicionais de renda fixa, por meio de uma carteira dinâmica que contribui para a otimização dos riscos inerentes às operações de crédito. Para rentabilizar com segurança e baixa volatilidade os seus recursos, a Votorantim Asset Management oferece o Fundo de Investimento em Cotas de Fundos de Investimento Votorantim Vintage Renda Fixa Crédito Privado, fundo de renda fixa ativa que oferece um portfólio diversificado através de investimentos em títulos públicos e privados, pulverizando o risco de crédito com baixa concentração por emissor. dados do fundo Razão Social Fundo de Investimento em Cotas de Fundos de Invest. Votorantim Vintage Renda Fixa Crédito Privado CNPJ / Início do Fundo 02/04/2001 Código ANBIMA Classificação ANBIMA Renda Fixa Crédito livre Classificação CVM Renda Fixa Custódia e Controladoria Citibank DTVM S/A Auditoria ERNST YOUNG AUDITORES INDEPEND Gestão e Administração Votorantim Asset Management DTVM Ltda Média do Patr. Líq. (últimos 12 meses) 1.702,54 MM Patrimônio atual 1.516,73 MM ESTRATÉGIA DE GESTÃO A carteira do FUNDO é composta preponderantemente por cotas de fundos de investimentos que aplicam em ativos de renda fixa, tais como títulos públicos e privados. Objetivo O ADMINISTRADOR buscará proporcionar aos condôminos do FUNDO a valorização de suas cotas através da aplicação de seus recursos em cotas de fundos de investimento de renda fixa regulamentados pela Comissão de Valores Mobiliários, observadas as limitações impostas pela legislação em vigor, visando a superação no longo prazo da taxa DI over. rentabilidade (%) Nominal %CDI (%a.a.) DESDE 20/05/05 143,39% 102,18% Mês Anterior (Abr) 0,60% 99,46% No Ano (2013) 2,26% 101,42% Ano Anterior 8,68% 103,22% 12 Meses 7,59% 102,44% 24 Meses 20,05% 102,85% 36 Meses 33,16% 103,10% ALAVANCAGEM Não é permitida alavancagem. Público-Alvo O FUNDO é destinado a investidores que pretendam investir por longo prazo em fundos de renda fixa, visando superar a evolução da taxa DI over. COTIZação Aplicação Resgate Pagamento do Resgate Carência D0 Abertura D0 Abertura D0 Não há TRIBUTAÇÃO IR: Os rendimentos das aplicações efetuadas no FUNDO são tributados semestralmente, nos meses de maio e novembro, à alíquota de 15%. Na ocasião do resgate, será aplicada uma alíquota complementar de acordo com o prazo de permanência da aplicação no FUNDO. IOF: Aplicações que permanecerem menos de 30 dias no FUNDO terão seu rendimento tributado de acordo com uma tabela regressiva. Taxas Taxa de Administração Taxa de Performance Regras de movimentação Mín. 0,35% a.a. Máx. 0,85% a.a. Não há Aplicação Mínima Inicial R$ ,00 Movimentação Mínima R$ ,00 Valor Mínimo de Permanência R$ ,00 Horário de Movimentação 15h00 RENTABILIDADE ACUMULADA (últimos 12 meses) 7,5% FIC Votorantim Vintage 5,0% CDI (%a.a.) 2,5% Mai/12 Jun/12 Jul/12 Ago/12 Set/12 Out/12 Nov/12 Dez/12 Jan/13 Fev/13 Mar/13 Abr/13 EXPLOSÃO DE CARTEIRA FIDC 8,55% Op. Compr. - Títulos Privados 2,21% DPGE 4,49% Termo em Ações 1,72% NCE 0,31% CRA 0,18% Debêntures 21,02% CDB 12,50% Títulos Públicos 13,95% Op. Compr. - Títulos Públicos 15,75% LF 19,33% Consulte seu gerente de relacionamento sobre o Fundo de Investimento em Cotas de Fundos de Investimento Votorantim Vintage Renda Fixa Crédito Privado; ele poderá auxiliá-lo na diversificação de seu portfólio, respeitando o seu perfil de investidor. Não há garantias de que este Fundo terá o tratamento tributário para fundos de Longo Prazo. - ESTE FUNDO ESTÁ SUJEITO A RISCO DE PERDA SUBSTANCIAL DE SEU PATRIMÔNIO LÍQUIDO EM CASO DE EVENTOS QUE ACARRETEM O NÃO PAGAMENTO DOS ATIVOS INTEGRANTES DE SUA CARTEIRA E/OU DOS ATIVOS QUE COMPÕEM A CARTEIRA DOS FUNDOS DE INVESTIMENTO NOS QUAIS O FUNDO APLICA, INCLUSIVE POR FORÇA DE INTERVENÇÃO, LIQUIDAÇÃO, REGIME DE ADMINISTRAÇÃO TEMPORÁRIA, FALÊNCIA, RECUPERAÇÃO JUDICIAL OU EXTRAJUDICIAL DOS EMISSORES RESPONSÁVEIS PELOS ATIVOS QUE COMPÕEM A CARTEIRA DO FUNDO E/OU DOS ATIVOS QUE COMPÕEM A CARTEIRA DOS FUNDOS DE INVESTIMENTO NOS QUAIS O FUNDO APLICA.- Este fundo de cotas aplica em fundos de investimento que utilizam estratégias com derivativos como parte integrante de sua política de investimento. Tais estratégias, da forma como são adotadas, podem resultar em significativas perdas patrimoniais para os cotistas. - A taxa de administração máxima, já inclui a taxa de administração dos fundos em que o FUNDO invista. LEIA O PROSPECTO E O REGULAMENTO ANTES DE INVESTIR. RENTABILIDADE PASSADA NÃO REPRESENTA GARANTIA DE RENTABILIDADE FUTURA. A RENTABILIDADE DIVULGADA NÃO É LÍQUIDA DE IMPOSTOS. FUNDOS DE INVESTIMENTO NÃO CONTAM COM GARANTIA DO ADMINISTRADOR, DO GESTOR, DE QUALQUER MECANISMO DE SEGURO OU FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITO FGC. O INVESTIMENTO EM FUNDOS DE INVESTIMENTO PODE APRESENTAR RISCOS PARA O INVESTIDOR. AINDA QUE O GESTOR DA CARTEIRA MANTENHA SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS, NÃO HÁ GARANTIA DE COMPLETA ELIMINAÇÃO DA POSSIBILIDADE DE PERDAS PARA O FUNDO DE INVESTIMENTO E PARA O INVESTIDOR. Este material NÃO deve ser considerado como recomendação de investimento nem deve servir como única base para tomada de decisões de investimento. Em caso de dúvida, fale com o seu Gerente de Relacionamento. PARA AVALIAÇÃO DE PERFORMANCE DE UM FUNDO DE INVESTIMENTO, É RECOMENDÁVEL A ANÁLISE DE, NO MINIMO, 12 (DOZE) MESES. OS CLIENTES PODERÃO, SEMPRE QUE ENTENDEREM NECESSÁRIO PARA O ESCLARECIMENTO DE DÚVIDAS OU O ENVIO DE RECLAMAÇÕES, CONTATAR O SERVIÇO DE ATENDIMENTO AO CLIENTE POR MEIO DO TELEFONE: horas por dia, 7 dias por semana, ou Ouvidoria: , Deficientes Auditivos e de Fala de 2ª a 6ª feira - 9h00 às 18h00, exceto feriados nacionais. Análise Econômica Inflação doméstica pressionada faz alta nos juros brasileiros destoar da política monetária internacional O Brasil é o único país relevante no cenário internacional que já teve que elevar a taxa de juros em Na ponta oposta, entre março e maio, países como Austrália, Colômbia, da Zona do Euro, Hungria, Índia, México e Polônia já implementaram corte nos juros básicos. Dessa forma, a política monetária brasileira, ao contrário dos últimos ciclos de alta (2010 e 2011) ou queda nos juros Expectativas de mercado para inflação (IPCA) (2009 e 2011/12), mostra-se bastante dissociada do momento atual da política 7,0 monetária internacional. Como a inflação 2005 que justifica o Banco Central brasileiro ,5 6, a elevar a taxa Selic tem origem em 2008 fundamentos domésticos, mesmo em 6, ,90 5,97 um cenário de recuperação lenta da ,75 5,68 economia internacional, projetamos a ,71 5, continuidade desse paradoxo entre juros 2013 domésticos em alta perante a atual baixa 5, internacional. Dois problemas principais contribuem para a permanência da inflação em patamares elevados. Em primeiro lugar, observamos no gráfico ao lado que as expectativas de inflação para 2013 e 2014 estão se aproximando perigosamente do teto da meta do Banco Central (6,50%). Após o IPCA ter registrado em 2010, 2011 e 2012 uma variação média de 6,08%, um aspecto fundamental do atual ciclo de alta de juros, iniciado em abril, é a recuperação da credibilidade que os agentes depositam no BC de que a instituição de fato agirá para trazer o IPCA para mais perto do centro da meta (4,5%). Vale ressaltar que o ritmo inicial de alta da Selic em 0,25 ponto percentual na reunião de abril ainda não foi suficiente para evitar que as projeções do mercado para a inflação de 2014 continuassem em elevação. Nesse sentido, como recentemente sinalizado pelo próprio diretor de Política Econômica do Banco Central, acreditamos que é elevada a probabilidade do BC ter que intensificar o ritmo de alta da Selic para conter as expectativas inflacionárias. 4,5 4,0 3,5 3,0 Jan-04 Jul-04 Jan-05 Jul-05 Jan-06 Jul-06 Jan-07 Jul-07 Jan-08 Jul-08 Jan-09 Jul-09 Jan-10 Jul-10 Jan-11 Jul-11 Jan-12 Jul-12 Jan-13 IBGE: Taxa de desemprego Ajustado sazonalmente Fonte: Banco Central do Brasil (BC) Elaboração: VAM Um segundo problema que ainda contribui para manter a inflação em 12 patamares elevados é o mercado de trabalho ainda apertado. O gráfico ao lado ilustra uma taxa de desemprego na mínima histórica de 5,3%, mesmo com a expressiva desaceleração do crescimento do PIB em 2012 e Assim como no restante da economia mundial, o crescimento do PIB neste biênio deve ser significativamente mais baixo que no 7 anterior. O Brasil não deve superar um crescimento médio de 2,0% nestes dois 6 anos, enquanto o conjunto da economia 5,3 global deve crescer perto de 3,1% neste 5 período. No biênio anterior (2010 e Mar-02 Mar-03 Mar-04 Mar-05 Mar-06 Mar-07 Mar-08 Mar-09 Mar-10 Mar-11 Mar-12 Mar ), o Brasil cresceu ao ritmo médio de Elaboração: VAM 5,1%, e a economia global, também se recuperando do tombo de 2009, cresceu 5,2%. Todavia, um fator que veio surpreendendo a maior parte dos analistas é justamente que, mesmo com a desaceleração da economia mais intensa que no restante da economia global, a taxa de desemprego brasileira não passou pela generalizada elevação que ocorre internacionalmente. Como o próprio BC passou a reconhecer recentemente, este é mais um indício das limitações de oferta que impedem um crescimento mais acelerado. Prossegue portanto fundamental avançar em medidas que propiciem uma elevação da produtividade da economia brasileira, passando por reformas estruturais e maior investimento em melhorias do nosso capital físico e humano. No curto prazo, contudo, mesmo com um baixo ritmo de crescimento do PIB, controlar a inflação prosseguirá um desafio relevante para a autoridade monetária. 4 3,11 4,42 4,29 Este informativo é uma publicação preparada pela Votorantim Asset Management DTVM Ltda. As informações aqui apresentadas têm como única intenção fornecer um panorama da situação atual do mercado, estando baseadas em dados de conhecimento público, não significando, portanto, quaisquer compromissos e/ou recomendações de negócios por parte da Votorantim Asset. A Votorantim Asset não se responsabiliza pelo uso dessas informações. Rentabilidades - (Especial Corporate) Acum. Últimos Fundos (Taxas efetivas mensais %) Nov Dez Jan Fev Mar Abr Ano 12 meses 24 meses 36 meses Aplicação Patrimônio Líq. Mínima Inicial (R$) R$MM (Médio) Referenciado FIC Votorantim Federal DI (2) (5.d) (8) (11) (I) (S) (C) (P) (D) 0,53% 0,52% 0,57% 0,47% 0,54% 0,58% 2,17% 7,07% 18,98% 31,24% ,00 83,56 06/11/07 mín. 0,05% a.a. máx. 0,20% a.a. FIC Votorantim Plus DI (2) (5.d) (8) (11) (I) (S) (C) (P) (D) 0,52% 0,51% 0,56% 0,46% 0,53% 0,57% 2,13% 6,94% 18,69% 30,77% 1.000,00 665,35 29/05/95 mín. 0,20% a.a. máx. 0,35% a.a. Renda Fixa FIC Votorantim Absolute Corporate Bonds Créd. Priv. (2) (3) (5.d) (8) (11) (C) (P) (D) 0,62% 0,56% 0,62% 0,51% 0,55% 0,57% 2,27% 7,97% 20,95% 34,83% ,00 488,10 30/04/09 mín. 0,45% a.a. máx. 0,60% a.a. FIC Votorantim Banks FGC Créd. Priv. (1) (2) (3) (5.c) (8) (11) (I) (C) (P) (D) (*) 0,55% 0,54% 0,61% 0,50% 0,57% 0,60% 2,30% 7,51% 20,31% 34,33% ,00 255,82 24/04/09 0,35% a.a. + 20% sobre o que exceder 110% da Taxa DI FIC Votorantim Inflation (2) (5.d) (8) (10) (I) (S) (C) (P) (D) 0,94% 1,34% 0,17% -0,51% 0,63% 0,83% 1,13% 10,88% 30,29% 46,80% ,00 633,45 17/07/08 mín. 0,35% a.a. máx. 0,50% a.a. FIC Votorantim IRF-M 1+ Longo Prazo (2.a) (5.d) (8) (10) (I) (S) (C) (P) (D) 0,25% 1,04% -0,30% -0,16% 0,08% 1,85% 1,46% 11,04% 32,29% ,00 274,02 21/03/11 mín. 0,35% a.a. máx. 0,50% a.a. FIC Votorantim Selected Banks Créd. Priv. (2) (3) (5.d) (8) (11) (C) (P) (D) 0,51% 0,52% 0,57% 0,46% 0,50% 0,57% 2,11% 7,16% 19,31% 32,55% ,00 6,23 30/04/09 mín. 0,25% a.a. máx. 0,45% a.a FI Votorantim Termo Renda Fixa (1) (2) (5.b) (8) (10) (I) (S) (C) (P) (D) 0,52% 0,53% 0,57% 0,46% 0,57% 0,62% 2,24% 7,55% 20,17% 33,98% ,00 65,61 14/04/10 0,30% a.a. + 20% sobre o que exceder 103% da Taxa DI FIC Votorantim Vintage Créd. Priv. (2) (3) (5.d) (8) (11) (C) (P) (D) 0,57% 0,55% 0,60% 0,49% 0,55% 0,60% 2,26% 7,59% 20,05% 33,16% , ,49 02/04/01 mín. 0,35% a.a. máx. 0,85% a.a. FIC Votorantim Year Longo Prazo (2.a) (5.c) (8) (10) (I) (S) (C) (P) (D) 0,50% 0,50% 0,52% 0,26% 0,54% 0,55% 1,88% 6,92% 20,28% 32,87% ,00 56,93 07/10/04 mín. 0,35% a.a. máx. 0,50% a.a. Direitos Creditórios FIDC BV I Senior (1) (11) (I) (C) (P) (D) 0,55% 0,54% 0,59% 0,49% 0,54% 0,61% 2,25% 7,49% 19,70% 32,53% ,00 136,64 28/06/06 0,40% a.a. Multimercados FI Votorantim Equity Hedge (1) (2) (4) (5.a) (10) (C) (P) (D) -0,33% 0,34% 0,56% 0,61% 0,75% 1,37% 3,34% 8,21% 21,77% 36,47% ,00 68,33 29/11/07 2,00% a.a. + 20% sobre o que exceder o rend. da taxa DI FI Votorantim Equity Long Short 15 (1) (2) (4) (5.a) (10) (C) (P) (D) -0,22% 0,37% 0,62% 0,57% 1,00% 0,85% 3,07% 6,84% 20,85% 33,16% ,00 26,46 29/11/07 2,00% a.a. + 20% sobre o que exceder o rend. da taxa DI FI Votorantim Multistrategy (2) (4) (5.a) (6) (8) (10) (C) (P) (D) 0,76% 1,08% -0,05% 0,25% 1,10% 0,90% 2,21% 9,85% 25,67% 34,77% ,00 32,15 01/10/07 2,00%a.a. + 20% sobre o que exceder a
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