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Entrepalavras8 marco2016

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1. entrepalavrasAGRUPAMENTO DE ESCOLAS JOSÉ SILVESTRE RIBEIRO, Idanha-a-Nova www.agrupamentoidanha.com Jornal escolar, com trabalhos realizados pelos alunos e…
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  • 1. entrepalavrasAGRUPAMENTO DE ESCOLAS JOSÉ SILVESTRE RIBEIRO, Idanha-a-Nova www.agrupamentoidanha.com Jornal escolar, com trabalhos realizados pelos alunos e professores, estando aberto à participação de toda a comunidade edu- cativa. Visa registar os momentos mais significativos da vida da escola, bem como fazer eco das ideias, preocupações e ansei- os dos que nela estudam e trabalham. Editor: Biblioteca Escolar do Agrupamento de Esco- las José Silvestre Ribeiro, Idanha-a-Nova www.crejsr.blogspot.com Contactos Telefone-277200260 Fax—277202400 gestaoidanha@hotmail.com agr.idanha.sec@gmail.com crejsr@gmail.com Rua Dr. Aprígio Meireles 6060-101 Idanha-a-Nova Conceção e montagem gráfica Equipa da Biblioteca Escolar JSR
  • 2. VAMOS CANTAR AS JANEIRAS Vamos cantar as janeiras Vamos cantar as janeiras Por esses quintais adentro vamos...
  • 3. EDUCAÇÃO FÍSICA CORTA MATO 15/1/2016
  • 4. DESFILE DE CARNAVAL
  • 5. Clube de Bombos do Agrupamento “Os Bombombos” Todas a quar- tas feiras, pe- las 14h30, eco- am pela escola os sons graves e constantes, com ritmo, que nos levam a bater o pé... São os Bom- bombos, com o professor António Pedro a impor o rit- mo!
  • 6. A missão em Idanha-a-Nova é organizada, pelo terceiro ano con- secutivo, pela Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica de Lisboa, com o apoio da Câmara Municipal de Idanha- a-Nova e de outras entidades locais. Os jovens disponibilizaram-se para, durante a pausa letiva entre semes- tres, passar uma semana a desenvolver ações de voluntariado com esco- las, lares de terceira idade, centros de dia e residentes de Idanha-a-Nova.
  • 7. CONCURSO NACIONAL DE LEITURA CANDIDATOS SELECIONADOS PARA A 2ªFASE, A DECORRER EM BELMONTE, EM 13 DE ABRIL Candidatos do 3º ciclo Beatriz Almeida, 9º ano (100 pontos) Ana Rita Santos, 9º ano (100 pontos) Mariana Camisão, 7º ano (98 Candidatos do ensino secundá- rio Andreia Gaspar (100 pontos) Inês Josefa (96 pontos) Beatriz Campos ( 96 pontos) No ensino secundário foi lida a obra “A cidade e as serras” de Eça de Queiroz. Participaram 30 dos 97 alunos- taxa de participação 31% Quando li este livro, aprendi que a forma de escrever de Eça de Queiroz é bastante complicada mas tam- bém bastante elaborada, com recursos a um vocabu- lário rico e invulgar. Aprendi também que a vida da cidade é bastante stressante e pode ser complicada. A vida no campo é mais saudável. Uma lição importante é que o excesso de riqueza po- de ser aborrecido e enfadonho. A vida mais pobre po- de ser mais interessante. É um livro bom com uma linguagem incomum. Nuno Pereira, 10ºA Esta magnífica obra, como qualquer outra doi grande Eça de Queiroz, fez-me reflectir após a sua leitura e apreciá-la desce a primeira letra até à última, com a sua escrita, por vezes difícil de compreender, mas que é uma bênção para as mentes sedentas de cultura. O que aprendi desta obra, principalmente, foi o valor da amizade e do companheirismo que me fez reflectir obre o que é a vida e os seus capri- chos. Natanael Santos, 10ºA (…) aprendi que a felicida- de não provem da rique- za, mas sim da amizade. (…) A felicidade não nos procura, nós é que temos que a procurar. Dinis Geraldes, 10ºA Este livro ensina-me que a amizade é das coisas mais importantes da vida. O exemplo dado por Jacinto revela que, por mais rico que um homem seja, sem a amizade, ele nunca vai ser feliz.(…) João Varão, 10ºA
  • 8. No 3º ciclo foram lidos 3 obras diferentes: 7º ano - O gato que ensonou a gaivota a voar, Luís Sepúlveda 8º ano - 900- História de um rei, Pedro Serome- nho 9º ano - O velho e o mar, Ernest Hemingway Participação de 114 alunos em 153 alunos 75% dos alu- nos do 3º ciclo participaram! Os 3 alunos com melhor classificação do 7º ano: 100 pontos - Mariana Camisão 88 pontos- Bianca Mendes 86 pontos - João Ambrósio e Maria Manuel Parente Os 3 alunos com melhor classificação do 8º ano: 79 pontos - Ricardo Machado 70 pontos - Catarina Couchinho 58 pontos – Maria Costa Martins Os 3 alunos com melhor classificação do 9º ano: 100 pontos- Ana Rita Santos 100 pontos- Beatriz Almeida 97 pontos - Raquel Nunes Questionários—Paulo Antunes, Paula Nabais, Maria Albina Alves, Dores Pinto Aplicações multimédia—Paulo Antunes e Dores Pinto Correção—Dores Pinto
  • 9. Durante as provas eliminatórias do C.N.L. —1ª fase
  • 10. Apoio das Juntas de Freguesia de Idanha, Ladoeiro e Zebreira. Nos dias 4 e 5 de fevereiro, Pedro Seromenho esteve nas nossas bi- bliotecas escolares e encantou os alunos. Apresentou os seus livros e contou as suas histórias. Foram 2 dias de dramatização de histórias, de interacção com os alunos e ilustração ao vivo. Reside em Braga e dedica-se inteiramente a escrever e a ilustrar li- vros para várias editoras nacionais e brasileiras.
  • 11. Ao mesmo tempo que conta a história, Pedro Seromenho ilustra com a ajuda das ideias das cri- Com as professoras que tão bem nos receberam!
  • 12. Por que é que o dinossauro, a tou- peira, o papagaio e muitos animais não podem condu- zir? Sem regras nem sinais, as estradas são uma selva e os perigos muitos mais.
  • 13. EB/JI DE LADOEIRO O Presidente da Junta de Freguesia e as queri- das professoras que nos receberam. Foi tão bom!
  • 14. Como era dia do desfile de carnaval, a magia das palavras do escritor aliava-se às criações que as crianças vestiam. Que ilu- são tão bonita!
  • 15. EB/JI DE IDANHA-A-NOVA
  • 16. No final, um lanche com delícias da região que as professoras ofereceram. Tão gostoso! Por nós... Agradecimentos às professoras, ao Pedro Seromenho, ao Pedro Rafael e aos presidentes das Juntas de freguesia! Até à próxima!
  • 17. A nossa opinião sobre o escritor… Olá! Nós, os alunos da Turma C, 2.º Ano, gostamos muito de ler e escrever. No dia cinco de fevereiro de 2016, tivemos um dia muito especial. Conhecemos o es- critor Pedro Seromenho Rocha. Um escritor de verdade! Ele veio à nossa escola e leu-nos algumas das histórias que já escreveu. As palavras dele ganham vida nos desenhos que cria, ali, naquele momento. Parecia magia. Foi uma tarde mágica! 2º C, EB! De Idanha-a-Nova "A Matemática é o Alfabeto com o qual Deus escreveu o Universo!” Pitágoras A Matemática é um jogo que é preciso desenhar, escrever e calcular. Turma C, 2.º Ano
  • 18. Adivinhas sobre os Descobrimentos Portugue- ses. Os descobrimentos portugueses foram o conjunto de conquistas/ descobertas realizadas pelos portugueses em viagens e explorações maríti- mas entre 1415 e 1543 que começaram com a conquista de Ceuta em Áfri- ca. Navegador me chamaram Mas eu pouco naveguei Mandei navegar os outros E mundos novos achei. Quem fui eu? 2- Tenho no nome uma flore os ventos a soprar.Tens de me conhecer bemse te queres orientar. Quem sou eu? 3- Graciosa, mui ligeira Sou fácil de manobrar C’o as minhas velas latinas Eu consigo bolinar. Quem sou eu? 4- Nos tempos da ExpansãoCom Espanha dividi o MundoRecebia ouro da Mina Fui El-Rei... 5- Sou grande, forte e segura P'ra resistir ao mar mau, Feita p'rás grandes viagens Aqui vou eu: uma... 6- Quem já me experimen- tou sem mim não pode passar . Vim da África Oriental Para o mundo “conquistar” Em toda a parte me bebem Ou quente ou p’ra refrescar Entro em pudins e gelados Vais conseguir acertar? Sou o... 7- Eu fui o Rei Venturoso E não me posso queixar Tive filhos, poder, riquezas E um Império pra governar Quem fui eu? 8- Cumpri sua ordem À Índia cheguei Com grandes traba- lhos Dois anos levei. De regresso ao reino Com especiaria D. Manuel me rece- beu Com grande alegria. Quem fui eu? Professora: Mª José Faria
  • 19. Ligue os pontos e descubra o que os portu- gueses usaram para che- gar ao Brasil. Faça a legenda de cada letra do mapa e trace no mesmo as linhas do Tratado de Tordesilhas. A_____________________________ B______________________________ C _________________________________
  • 20. Descobre o intruso Em cada grupo há um intruso, isto é, um elemento que não faz parte do conjunto 1. A. Fernão Gomes B. Bartolomeu Dias C. Pedro Álvares Cabral D. Vasco da Gama 2. A. D. Afonso V B. D. Manuel I C. D. João II D. Infante D. Henrique 3. A. Serra Leoa B. Açores C. Cabo Verde D. Madeira 4. A. S. Tomé e Príncipe B. Santa Catarina C. Bojador D. Boa Esperança 5. A. Submarino B. Caravela C. Barca D. Nau 6. A. Quadrante B. Bússola C. Astrolábio D. Microscópio Descobre na sopa de letras (horizontal/vertical/ diagonal) as palavras que são indicadas e que estão rela- cionadas com os Descobrimentos. Professora: Mª José Faria
  • 21. Sinopse—A minha História dos Descobrimentos Quem foi o Infante D. Henrique? O que era o mar tenebroso? Por onde viajou Vasco da Gama? Como era viver a bordo de uma nau? Que riquezas se exploravam no Brasil? A minha História dos Descobrimentos responde-te a estas e muitas outras questões da grande epopeia portuguesa iniciada há 600 anos. Desafiamos- te a conhecer os protagonistas, os ideais que alimentaram esta aventura, os mitos que se enfrentaram, os locais por onde passaram os portugueses, as mudanças que provocaram e as marcas desses encontros de cultura que ainda perduram. Uma forma divertida mas rigorosa de conhecer a Histó- ria dos Descobrimentos feita a pensar nos mais novos! Sinopse—D. Manuel I, "O Venturoso" D. Manuel I foi o 14º rei de Portugal. Dos mais importantes acontecimentos do reinado de D. Manuel destacam-se a descober- ta do caminho marítimo para a Índia com Vasco da Gama, e a chegada ao Brasil com Pedro Álvares Cabral, que definiram o Império Marítimo português. O estilo manuelino deve a este rei o seu nome, e podemos encontrá-lo no Mosteiro dos Jeróni- mos, na janela do Convento de Cristo, e em várias igrejas por todo o país. Sinopse Pêro da Covilhã e a Misteriosa Via- gem No momento de relembrar e pensar os Descobrimentos Portugueses deve assumir lugar de destaque a divulgação da vida, da obra e da terra dos grandes vultos ligados à serra da Estrela e à criação do mun- do moderno. Pêro da Covilhã é sem dúvida um desses expoentes, sendo decisiva a sua ação ao explorar os portos da África Oriental, da Arábia e da Índia, o que lhe permitiu enviar para Portugal a certeza da ligação entre os Oceanos Atlântico e Índico. José Ruy, mestre de invulgar quali- dade, dá-nos, neste álbum um re- trato rigoroso da vida extremamen- te rica deste viajante e explorador nascido na serra da Estrela. Sinopse Os Descobrimentos Portugueses Os Descobrimentos portugueses contribuíram para um melhor co- nhecimento do Mundo, baseado na observação e experiência, que estão na origem da ciência moderna. Os continentes aproximaram-se e desenvolveram-se as trocas comerciais à escala global. Lisboa torna- se uma das cidades mais importantes da época, atraindo mercadores de várias regiões da Europa.
  • 22. Sinopse—Infante D. Henrique - O Navegador dos Sonhos Foi em pleno século XV que o Infante D. Henrique, homem dis- creto mas de grande ambição, começou a projetar os novos rumos para o reino. Enfrentar o oceano e os seus perigos e se- guir rumo a sul foi o objetivo que traçou para a expansão de Portugal, em busca de novos mundos e de novas rotas comer- ciais. Foi graças à sua visão que tiveram início os Descobrimen- tos portugueses e Portugal se transformou num grande impé- rio. Passados que estão 550 anos sobre a sua morte, José Jorge Letria recorda o Infante e relata-nos o seu excecional percurso de vida, numa história ilustrada por Afonso Cruz. Sinopse—Navegadores Portugueses Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura3º, 4º, 5º e 6º Anos de Escolaridade Apoio a Projetos relacionados com História de Portugal Grandes Navegadores e Grandes Descobertas! Neste livro vai encontrar os nomes dos mais importantes navegadores portugueses, homens inteli- gentes e corajosos, cujos feitos deram a conhecer muitas terras, gentes, culturas e oportunidades de negócio. Detenha-se em cada página e pro- cure viver cada facto como se fosse um Grande Navegador. Sinopse Os Descobrimentos Portugueses “O mundo ficou mais pequeno, porque passaram a existir poucas zonas desconhecidas. Foi uma grande revolução, com avanços extraordinários no conhecimento da geogra- fia. Muito antes da Internet, os Descobrimentos afirmaram -se como um elo de ligação entre o norte e sul, este e oes- te. Com os Portugueses, o mundo tornou-se global.”. Sinopse—Os Oami e o lado sombrio dos des- cobrimentos O povo Oami vivia no seu território desde um tempo imemorial. Regiam-se pela Lei, pela Tra- dição e por um legado intemporal e sagrado advindo dos antepassados e, primordialmente, do Grande Espírito. Esse mundo vai ser amea- çado pela corrida ibérica ao domínio do desig- nado Novo Mundo, mais tarde América. A vida de todos os povos do Novo Mundo vai correr sérios riscos de se alterar, arruinar e desmoro- nar. Será que o povo Oami conseguirá suster a vaga con- quistadora, colonizadora e sobreviver? A outra face dos Descobrimentos. A era da expansão europeia vista pelos que foram «descobertos», con- quistados e colonizados. O lado obscuro, trágico, dra- mático e cruel do começo da Era Moderna, dos sécu- los XV e XVI.
  • 23. Sinopse—Os Descobrimentos Portugueses. Viagens e Aventuras - I Volume Os Descobrimentos henriquinos e joaninos, das ilhas atlânticas à passagem do Cabo da Boa Esperança. Visita de estudo ao Museu da Eletricidade em Lisboa No dia 25 de fevereiro, as turmas de 9º ano visitaram, no âmbito das disciplinas de Físico-Química e História, o Museu da Eletricidade, com as Professoras Carla Ribeiro, Elisabete Cristóvão e Maria José Faria. A saída da escola foi por volta das 7:30h da manhã em direção a Lisboa. Chegados ao Museu, começámos por observar o exterior do edifício que é imponente, o qual foi em tempos a central termoelétrica (de carvão) que abastecia Lisboa. Trata-se de um edifício único no panorama arquite- tónico de Lisboa, e um dos mais belos exemplos de arquitetura industrial da primeira metade do século XX em Portugal. Após observarmos o exteri- or do edifício, alunos e professores aguardaram que se cumprissem as for- malidades. Quando os guias chegaram fomos divididos em dois grupos para visitarmos o museu. Os guias começaram por explicar o que iríamos ver, fizeram a contex- tualização não esquecendo a localização no tempo e no espaço. De segui- da iniciou-se a visita. Já dentro da antiga central, pudemos admirar os so- berbos equipamentos onde se sucedia o processo de produção de ener- gia, das caldeiras aos gigantescos eletroímanes, passando pelo transporte do carvão à recolha das cinzas; para além disso, tivemos ainda o prazer de “conhecer” algumas das profissões que aí se exerciam. No decorrer da vi- sita deslocámo-nos para uma sala onde o guia aprofundou (e relembrou) alguns conceitos e matérias estudados em Físico-Química, através de ex- periências e de modelos que nos ajudaram a perceber a descoberta da eletricidade e como esta é produzida e aplicada no nosso dia-a-dia. Findá- mos a visita numa sala onde realizámos as mais diversas experiências rela- cionadas com a eletricidade, e onde nos divertimos bastante. No fim de cada grupo ter feito a visita, despedimo-nos agradecendo aos guias a sua prestação mas lamentando a duração da visita (cerca de 1h e 30m), que nos soube a “pouco”. Pelas 13h e 30m, dirigimo-nos aos jardins de Belém, onde se fez uma pausa para o almoço. Após o agradável almoço que o bom tempo e a boa disposição nos permitiram, aproveitámos para visitar a Igreja dos Jeróni- mos; Padrão dos Descobrimento observar ainda a Ponte 25 de abril; Cristo Rei; Torre de Belém; Centro cultural de Belém…, que foram devidamente contextualizados pelas docentes da disciplina de História. E era chegada a hora de partir (15h e 30m) em direção a Idanha-a-Nova onde chegámos por volta das 19h e 30m, cansados, mas decerto mais cul- tos e com valiosos conhecimentos arrecadados! Boneco Chegador ao Museu da Eletrici- Cinzeiros da caldeira de alta pressao nº14 da Central Tejo Ponte 25 de abril e Cristo Rei Padrao dos Descobrimentos Mosteiro dos Jeronimos A Professora: Mª José Faria
  • 24. Educação literária Os alunos das turmas E e F da E.B.1 de Idanha-a-Nova, no âmbito da Educação Literária e do concurso “Ler dá gozo” estão a ilustrar a história “O Gigante Egoísta”, de Oscar Wil- de. Esta atividade tem como objetivo promover o gosto pela leitura, e criar hábitos de leitura e escrita, veiculados por la- ços afetivos e sociais no prazer de ler e escrever. Uso do computador O computador pode ter benefícios e malefí- cios. Ao estar muito tempo no computador pode ter malefícios, tais como, uma pessoa ao estar a olhar fixamente para o computador pode ter problemas de visão. Isola- se da sociedade, logo cria falta de socialização. Pode criar dependên- cia, isto é, ficar viciado. Ao ficar muito tempo sentado fica sedentário e se ficar mal sentado cria uma má postura. O computador também tem benefícios, co- mo por exemplo, pode dar informação sobre o que se passa no mundo e informar sobre os as- suntos que se quer saber. Através dele faz-se mais facilmente os trabalhos, podemo-nos di- vertir através dos jogos, aprender várias lín- guas, e por vezes, pode-se comunicar com ami- gos e familiares mas nunca com pessoas que não É importante utilizarmos o computador, mas não se deve usar em João Pedro, 4.º Ano – Turma E – E.b.1 de Idanha-a-Nova O Computador O Computador é uma máquina eletrónica que permite processar dados. Esta máquina é muito utilizada nos dias de hoje, por crian- ças, adultos e até idosos. Quem tem computador não consegue passar sem ele e quem não o utiliza nem imagina o que se conse- gue Eu utilizo o computador para jogar, para aprender e tirar dúvidas, mas para eu tirar proveito máximo do computador tem de estar ligado à internet. Os meus pais não me deixam estar muito tempo ao computador, porque apenas temos um para ser utilizado por quatro pessoas. Por isso, temos um horário destinado para cada um. Eu também não consigo estar muito tempo ao computador, por- que me canso.Os benefícios do computador são vários, mas desta- cam-se: a aprendizagem, difusão de conhecimentos, comunicação, fazer novas amizades, lazer e é ferramenta fundamental de traba- lho para determinadas empresas. Mas como quase tudo também tem malefícios quando a sua utili- zação é exagerada, tais como: se estivermos muitas horas ao com- putador podemos sentir cansaço, dores de cabeça, irritação nos olhos e fadiga, lesões musculares e por vezes até ósseas em especi- al nas mãos e na coluna, pode também levar ao isolamento das pessoas fazendo com que não tenham uma vida social considerada normal. Luís Martins, 4.º Ano – Turma E- E.B.1 de Idanha-a-Nova E.B.1 de Idanha-a-Nova, turmas E e F.
  • 25. Atividades de articulação Os alunos da turma 4.º E, da E.B.1 de Idanha-a-Nova em articulação com a área de Matemática e a área Lúdico- Expressiva das Atividades de Enriquecimento Curricular estão a desenvolver atividades em que vestem a pele de um pintor e elaboram desenhos que incluam conteúdos matemáticos (geometria) utilizando alguns utensílios como régua, esqua- dro e compasso aliados a técnicas de expressão plástica. Estas atividades têm como objetivo principal a apre- ensão dos conteúdos matemáticos no domínio da geometria e medida e, ao mesmo tempo estimula-se o gosto e aprendi- zagem artística. Através da observação de obras de arte de alguns pin- tores, como Wassily Kandinsky, Piet Mondrian e Paul Klee, foram realizados exercícios de localização e orientação no espaço através da imaginação. Os alunos têm demonstrado grande entusiasmo pe- rante estas atividades, onde a brincar trabalham e aprendem conceitos matemáticos como a folha branca recebe traços de cor...criando obras primas.... Professoras Ivone Rente e Paula Varandas Trabalhos dos alunos do 4.º ano, turma E
  • 26. Os alunos do 3º ano da Turma de Idanha-a-Nova aprenderam o que é uma Biografia e como se faz. Apres
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