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Entrepalavras9 julho 2016

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1. entrepalavrasAGRUPAMENTO DE ESCOLAS JOSÉ SILVESTRE RIBEIRO, Idanha-a-Nova www.agrupamentoidanha.com Jornal escolar, com trabalhos realizados pelos alunos e…
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  • 1. entrepalavrasAGRUPAMENTO DE ESCOLAS JOSÉ SILVESTRE RIBEIRO, Idanha-a-Nova www.agrupamentoidanha.com Jornal escolar, com trabalhos realizados pelos alunos e professores, estando aberto à participação de toda a comunidade edu- cativa. Visa registar os momentos mais significativos da vida da escola, bem como fazer eco das ideias, preocupações e ansei- os dos que nela estudam e trabalham. Editor: Biblioteca Escolar do Agrupamento de Esco- las José Silvestre Ribeiro, Idanha-a-Nova www.crejsr.blogspot.com Contactos Telefone-277200260 Fax—277202400 gestaoidanha@hotmail.com agr.idanha.sec@gmail.com crejsr@gmail.com Rua Dr. Aprígio Meireles 6060-101 Idanha-a-Nova Conceção e montagem gráfica Equipa da Biblioteca Escolar JSR Jornal digital Dezembro 2014
  • 2. Era uma vez três amigas que se junta- ram na escola e decidiram, na disciplina de Emprego, fazer marafonas. Durante o segundo período todo, exe- cutaram 10 marafonas para serem expostas no Festival da Primavera. O Festival da Primavera é uma festa que acontece no Agrupamento de Escolas de Ida- nha-a-Nova, por altura da Primavera. Este ano letivo decorreu nos dias 5, 6 e 7 de abril. As marafonas não chegaram a ser ex- postas, tal como previsto, porque foram ven- didas muito antes do Festival da Primavera. Apesar desta situação as três amigas ficaram bastantes contentes, porque era si- nal de que o trabalho delas estava muito bem realizado. Agoras as três amigas lançam um desa- fio: “Quem consegue fazer uma marafona tão bonita como as nossas? Deixamos aqui algumas fotografias para inspiração.” As três amigas lembram que a marafo- nas não podem ter olhos, ouvidos e boca. Bom trabalho!!! Marafonas Coloridas Catarina Isabel | Flávia Isabel | Patrícia Isabel Turma PIT, disciplina: Emprego |
  • 3. As marafonas coloridas foram realizadas nas aulas de Emprego, na turma PIT, durante o 2º período. Os rapazes da turma ajudaram na execução e pintura da estrutura de madeira. As raparigas executaram o restante: cabeça, corpo e acessórios. Utilizaram os seguin- tes materiais: trapilho, tecido de feltro, linhas e fitas coloridas. Utilizaram também os se- guintes utensílios: tesoura e agulha. Foram executadas 10 marafonas. As marafonas eram para ser expostas no Festival da Primavera, no entanto, foram vestidas todas antes. Estavam bastantes bem executadas e muito coloridas. Este trabalho resultou da vontade dos alunos em realizarem uma boneca tradicional de Idanha-a-Nova e Monsanto – a Marafona. Catarina Isabel, Flávia Isabel, Patrícia Isabel prof.ª Martínia Isabel
  • 4. JORNALISTAS POR UM DIA— pela turma B do 5º ano A tesoura Ela é um objeto feito de metal e plástico. Que serve para cortar tão depressa que ninguém a po- de parar! Mas se não tens cuidado no dedo podes acertar! Ai, se ela me acertar os meus sentimentos vai magoar! Quando eu a uso ela começa a cantar. Pode ser vermelha como uma canção. Pode cortar cartolina, ou outro material como o pa- pel … Por isso, gostamos de ti como gostamos de mel! Tudo vai rasgando… Posso fazer um coração ou tudo o que tiver na imaginação! A tesoura é tão boa como uma pessoa. É tão brincalhona e bela! Tem tanta magia, até é bailarina! Afinal serve para muita coisa! Poesia coletiva do 5º B ( 5 de maio de 2016) Sob orientação da professora Raquel Robalo Na aula de Português, com a pro- fessora Raquel Robalo, iniciámos o estudo do texto poético. Realizá- mos uma atividade do manual e escolhemos um objecto para escre- vermos um poema. Escolhemos a tesoura e a professora pediu a ca- da aluno que escrevesse uma fra- se. Trabalhámos as frases e fizemos este poema. Uns gostaram assim-assim de reali- zar a atividade, outros gostaram muito e uns poucos não gosta- ram...São gostos! Nas aulas de Português gostamos muito de escrever textos e de ler. Uns gostam de banda desenhada, outros de livros de aventuras e ain- da há quem goste de livros de his- tória, de ciência… Esta é a nossa primeira experiência no jornal e gostámos de fazer esta notícia. Deram ideias: Afonso, Bruno, Dio- go, Eduardo, Érica, Eva, Filipe, Hél- der, João Gabriel, Letícia, Mafalda Pereira, Matilde, Milena, Rodrigo Cunha, Sulamita e Tiago. O Afonso gosta de escrever poesia. Diz que lhe saem naturalmente as frases… E, assim de repente, escre- veu: Para ser poeta é preciso: acender a luz às ideias; derrotar o monstro da preguiça; seguir em frente e abrir a porta às ideias! Afonso De São Pedro, nº1, 5ºB
  • 5. 10ª edição do Concurso Nacional de Leitura ver mais Temos estado presentes em todas as edições do CNL. Todos os anos, 6 alunos, 3 do ensino básico e 3 do ensino secundário, são seleccionados para o apuramento distrital. Todos os anos uma Bibli- oteca Municipal promove o encontro, que conta com representan- tes da escrita e da música, e faz com que os alunos sejam as estre- las. Todos os anos a dinâmica é diferente. Este ano decorreu em Bel- monte a 10ª edição do Concurso Nacional de Leitura. Estiveram pre- sentes 110 alunos e 30 professores e fomos sempre acompanhados pelo Mestre Chapeleiro, uma figura da Alice no País das Maravi- lhas….O que nunca muda é a boa disposição do grupo que, cada ano, tenho o prazer de acompanhar. Foi um gosto estar convosco, queridas Mariana Cami são, Ana Rita Santos, Ana Beatriz Almeida, Andreia Gaspar, Inês Josefa, Beatriz Campos!
  • 6. Ao saber que fiquei apurada pa- ra representar o Secundário na final distrital, fiquei radiante pois nunca pensei que fosse pos- sível. Afinal, nunca tinha ganho um concurso como este, à exce- ção do Ler dá Gozo, no ensino básico. A viagem a Belmonte foi interes- sante e fiquei com vontade de voltar para ver os museus e vol- tar a andar no comboio turístico. Não passei à fase seguinte mas não fiquei desiludida, porque percebi que estava entre os me- lhores leitores do distrito, o que para mim já foi uma vitória. Esta experiência foi positiva pois o grupo era simpático e divertimo- nos durante o caminho. Ah... e passámos no MC Donald’s... Beatriz Campos
  • 7. ENTREGA DAS MEDALHAS DO TORNEIO DE XADREZ Os alunos interessados inscreveram-se na Biblioteca para os torneios a rea- lizar na Semana da Primavera. Por questões de horários foi um pouco difícil conciliar tudo mas aqui estão as fotos. Ganharam medalhas e diplomas! Obrigada, professor Paulo Antunes! Ao longo do ano foi sen- do incentivada a prática do xadrez. Um grupo de alunos mostrou muita vontade de aprender O Nelson ficou em 1º lu- gar e o Natan em 2º . Ganharam a muita gente do secundário…aqui na escola não há ninguém que jogue melhror do que eles ( exceto o pro- fessor que ganhou por um golpe de sorte…) O último jogo estava renhi- do, mas venceu o me- lhor.. Para o ano há mais! (Nelson e Natan) TORNEIO DE XADREZ Semana da Primavera - 2015/2016 No âmbito da Semana da Primavera decorreu no Agrupamento de Escolas José Silvestre Ribeiro, de Ida- nha a Nova, um torneio de xadrez. Esta atividade foi organizada pelo Grupo de Filosofia com a colabora- ção da Biblioteca Escolar. Na atividade inscreveram-se 28 alunos que foram distribuídos por três esca- lões correspondentes aos 2º e 3º ciclos e ensino secundário. Na impossibilidade de dispor de um tempo próprio destinado à realização dos jogos na Semana da Primavera, o torneio prolongou-se pelo 3º perío- do, sendo os jogos, num sistema de apuramento do melhor de três, sido realizados consoante a disponi- bilidade do horário dos alunos participantes. Os resultados do torneio foram os seguintes: no grupo do secundário, os alunos Nelson Pires e Natanael Santos, do 10º ano, conquistaram o 1º e 2º lugares respe- tivamente; no grupo do 3º ciclo, o Rodrigo Nascimento e o José Gabriel Correia, obtiveram, respetiva- mente, o 1º e 2º lugares e no grupo do 2º ciclo, as medalhas foram para os alunos António Sebastião e Fábio Palmeiro, que obtiveram o 1º e 2º lugares. A cerimónia de entrega das medalhas decorreu na bi- blioteca no dia 3 de junho, pelas 10 horas. Agradecemos a todos participantes, tal como à Biblioteca Escolar, que disponibilizou as instalações e todo o material necessário à realização do torneio. Aos vencedores damos os nossos parabéns, com o apelo a todos estes alunos para continuarem a jogar xadrez, pois é um jogo simultaneamente lúdico e pedagógico que desenvolve a capacidade de estratégia e raciocínio. professor Paulo Antunes
  • 8. O Orlando esteve presente na entrega das medalhas. Embora não jogue xadrez, acom- panhou sempre os torneios e deu apoio mo- ral e….musical! Aqui para nos, o Nelson também deu apoio. E ouviu-se “ We are the champions”!!!!(pelo Natan) Aqui fica a xarada do dia. Clica na imagem e joga! Na vida, ao contrário do xadrez, o jogo continua após o xeque-mate. Isaac Asimov “Das qualidades necessárias ao jogo de xadrez, duas essenciais: vista pronta e paciência benedi- tina, qualidades preciosas na vida que também é um xadrez, com seus problemas e partidas, umas ganhas, outras perdidas, outras nulas.” Machado de Assis
  • 9. A Rede de Bibliotecas Escolares fez 20 anos e a Bi- blioteca Escolar José Silvestre Ribeiro integra a RBE há 19 anos. Nos projetos a que nos temos candidatado, temos tido uma boa resposta. Foi devido a uma requalifi- cação a que nos candidatámos, no ano passado, que ganhamos um novo e amplo espaço, cheio de luz, com mobiliário novo e adequado. Naturalmen- te que foi necessário um suporte financeiro da au- tarquia e da própria escola, sem reservas e com palavras de apoio. Faltava a inauguração simbólica. Calhou ser agora, dia 25 de maio: o Senhor Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, a convite do Senhor Pre- sidente da Câmara de Idanha-a-Nova, esteve con- nosco. Presente, também, a Senhora Coordenadora Nacional, o Coordenador Interconcelhio da Rede de Bibliotecas Escolares, bem como outras indivi- dualidades da região. Para os receber, o anfi- trião António Salgueiro, o nosso Diretor. Foi um encontro informal, para conhecer, in loco, o investimento feito no espaço e tomar conheci- mento do nosso trabalho. Foram visitados os espaços da Unidade de Apoio à Multideficiência e o CQEP – Centro de Qualifica- ção para o Ensino Profissional. De seguida, alunos do 1º ciclo mostraram o seu gosto por actividades no âmbito da leitura e da informática. Alunos da Escola Básica e Secundária José Silves- tre Ribeiro acompanharam-nos e foram eles que mostraram as várias valências do espaço, dos equipamentos, dos serviços. A Ana Rita, a Bia, a Inês, o Rodrigo, a Maria Martins, a Maria Paren- te, a Ana, a Mariana, o Natanael, o Orlando… mostraram conhecimento, passando pela leitura e aplicativos na web 2.0. No final houve momentos de convívio e a Coorde- nadora Nacional da RBE, dra Manuela Silva, visi- tou a Biblioteca Escolar da EB1/JI de Idanha-a- Nova. 25 de maio—Inauguração da requalificação da Biblioteca Escolar José Silvestre Ribeiro Receção na Escola Básica e Secundária José Silvestre Ribeiro. À esquerda, o grupo de Adufeiras da escola, que conta com funcionárias e alunas, os Bomdufes.
  • 10. Visita à Unidade de Multideficiência: a coordenadora Ju Nascimento Preto mostra as instalações e fala dos programas que desenvolvem. Na imagem, a coorde- nadora, o Diretor António Salgueiro, a coordenadora da Rede de Bibliotecas Escolares, Dra. Manuela Sil- va. Visita às instalações do CQEP—Centro Para a Qualifi- cação do Ensino Profissional: a coordenadora Hele- na Frias explica o modo de funcionamento desta uni- dade às entidades presentes. Em baixo, à esquerda: a equipa do CQEP com o mi- nistro de Educação. Alunos e professores do 1º ciclo da EB1 de Idanha testam competên- cias a nível da informá- tica e da leitura.
  • 11. Ministro da Educação inaugura requalificação de Biblioteca Escolar - o que a imprensa escreveu... O Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, esteve em Idanha-a-Nova na passada quarta-feira, 25 de maio, para inaugurar a requalificação da Biblioteca Escolar José Silvestre Ribeiro, com o presidente da Câmara Municipal, Armindo Ja- cinto. A Biblioteca está agora reequipada e preparada para o apoio ao trabalho escolar dos alunos do Agrupamento de Escolas José Silvestre Ribeiro. No ato inaugural, Tiago Brandão Rodrigues afirmou que “as bibliotecas escolares são um dos pilares que sustentam o ser- viço nacional de educação”, pelo papel que desempenham na promoção da leitura e no acesso ao conhecimento. O novo espaço, instalado na Escola Básica e Secundária José Silvestre Ribeiro, integra a Rede de Bibliotecas Escolares e foi requalificado com o apoio financeiro da Câmara de Idanha-a- Nova. Armindo Jacinto realçou que a intervenção foi articulada com a “comunidade educativa, a qual se empenhou para que a biblioteca escolar vá ao encontro do ensino de qualidade que queremos no concelho de Idanha-a-Nova”. A acompanhar a visita do Ministro da Educação, estiveram também presentes o diretor do Agrupamento de Escolas, An- tónio Salgueiro, a coordenadora nacional da Rede de Bibliote- cas Escolares, Manuela Silva, entre outras individualidades. A Biblioteca disponibiliza os mais diversos recursos para pro- moção da leitura, para suporte às aprendizagens e para de- senvolvimento da literacia, das competências de informação e da formação integral de crianças e jovens, em suporte analó- gico, eletrónico e digital. Informação do Município de Idanha-a-Nova Mais notícias em: A notícia no Diário Gigital de Castelo Branco Idanha-a-Nova Ministro da Educação elogia Bibliotecas Escolares— Ensino Magazine Educação.PT
  • 12. Confiança O que é bonito neste mundo, e anima, É ver que na vindima De cada sonho Fica a cepa a sonhar outra aventura… E que a doçura Que se não prova Se transfigura Numa doçura Muito mais pura E muito mais nova… Miguel Torga O Orlando tocou para nós. De ouvido ape- nas...Ouça-o aqui. Em poucos minutos, alunos e coordenador interconcelhio da RBE, dr. Pedro Gomes, convidaram os presentes a utilizar os telemóveis para trabalhar a aplicação Kahoot! num jogo sobre segurança na internet Foram lidos poemas com a aplicação QR Code REader. Espalhados pelas mesas, folhas com quadradinhos davam lugar a mensagens intemporais. Foi apenas uma mostra de como a tecnologia pode vir a ser utilizada nas aulas... Tanto na preparação da visita como no dia, tivemos a pre- ocupação de envolver os alunos no evento. Foram eles que mostraram as valências, os espaços e foram eles que construíram, com os telemóveis, aplicações interessantes. Faça o mesmo: Vá ao smartphone e instale o Kahoo! Depois, o QR Code Reader. Já agora, aproveite o toondoo. Perca um pouco de tempo a ver os tutoriais no youtube e...avance! Foi o que eles fizeram, em poucas horas… Para o ano queremos quiz na biblioteca!
  • 13. O Ministro sublinhou a importância das bibliotecas escolares como "um dos pilares que sustentam o serviço nacional de educação". "São uma ferramenta fundamental na promoção da leitura junto das famí- lias, em particular dos mais novos, e no acesso ao conhecimento", afirmou Tiago Brandão Rodri- gues
  • 14. Mostrei a biblioteca e os livros de que gosto ao Ministro da Educa- ção e, apesar de estar um pouco nervoso, gostei da experiência e, se houvesse oportunidade, gosta- va de repetir. Mostrei-lhe a seção de literatura e aquilo que gostava de ler e ele recomendou-me a lei- tura de “ Capitães da Areia” de Jorge Amado, um livro um bocadi- nho difícil de ler mas que, com o tempo, o compreenderia. O meu Pai acompanhou-me, veio de pro- pósito e sei que os professores gostaram de o conhecer. Tirei uma foto com o Ministro de Educação e nunca pensei que eu, que moro na Zebreira, que sou de etnia cigana, que mo- ro a 2 passos de Espanha, mas que gosto muito de ler, acompanharia na visita à inaugu- ração da requalificação da biblioteca o Ministro da Educação. Foi um momento que não vou esquecer. Como estive com o Ministro da Educação— Natanael, 10º ano De há 19 anos para cá temos crescido e servimos para ajudar a formar aprendi- zagens, conhecimento e saber estar nos nossos alunos. Nestes anos, foram várias as pessoas que muito se esforçaram por conseguir projetos e vencer candidaturas. Juntos, funcionários, equipas, colabora- dores, coordenadores e diretores fize- ram o possível por chegarmos até aqui. Agora...é continuar a trabalhar e inten- sificar a cooperação! Afinal, saber tra- balhar em equipa é uma das habilidades mais requisitadas – ninguém, por mais brilhante que seja, constrói nada sozi- nho. E significa respeitar o outro! A professora bibliotecária, Maria das Dores Ferreira Pinto
  • 15. Em toda a minha vida de estudante, des- de os primórdios da minha infância, pas- sada no Rosmaninhal, até começar a es- tudar em Idanha-a-Nova, nunca pensei que pudesse estar cara a cara com o Mi- nistro da Educação e, inclusive, apresen- tar-lhe a nossa biblioteca! Isto foi possível graças à professora Do- res pois foi ela que me incentivou, não só a participar neste evento, que tinha co- mo objetivo a inauguração da requalifi- cação, pelo Ministro da Educação, da nossa biblioteca, como também a fazer uma “visita guiada” juntamente com ou- tros colegas (Inês Gouveia e Natanael). Juntos, mostrámos ao Ministro tudo o que a biblioteca pode oferecer aos alu- nos e a variedade de opções diferentes que esta disponibiliza. O Ministro mostrou-se muito simpático e engraçado, o que também ajudou na nossa visita, pois estávamos um pouco nervosos. No final fizemos um jogo (Kahoot!), so- bre segurança na Internet onde contá- mos também com a participação do Mi- nistro e do Presidente da Câmara: a competição englobou a maior parte dos presentes que se mostraram divertidos, com vontade de aprender e responder. Como estive com o Ministro da Educação— Beatriz Campos, 11º ano Conheça o projeto de intervenção da biblioteca escolar O filme O antes e o depois: evolução da biblioteca
  • 16. ENSAIOS ARGUMENTATIVOS EM FILOSOFIA. Ensaio Argumentativo Na minha opinião não escolhemos quem somos mas sim como somos. Não escolhemos ser quem somos, uma vez que somos o resultado da história da nossa família. Mas, se não podemos escolher quem somos, podemos escolher como somos. São as nossas atitudes que dizem quem somos, e dessa forma, são elas que determinam o nosso caminho e a nossa história. Nós colhemos o que plantamos por isso se temos ações boas vamos ser recompensados, pelo contrário se realizamos ações más vamos ser penalizados. Não escolhemos quem somos mas sim como somos pelas nossas atitudes. Dinis Geraldes Nº11 10ºA Resposta ao problema do sentido da vida A vida pode ser enunciada como o conjunto de atividades que realizamos ao longo da vida. Para essas atividades terem sentido, têm de ter valor. E o valor tem a ver com a relevância que essas ati- vidades têm para as pessoas. Se uma atividade for relevante para várias pessoas e para o sujeito da ativi- dade, então a atividade tem valor objetivo. Se uma atividade tiver valor apenas para o sujeito da ação, diz- se que tem valor subjetivo. No entanto, apenas as atividades com valor objetivo se podem considerar ativi- dades com sentido, pois apenas essas acrescentam valor ao mundo. Por fim, uma vida com sentido é aquela em que se desenvolvem uma ou várias atividades que acrescen- tam valor ao mundo. João Varão 10ºA Email recebido pela biblioteca: “Aqui estão os ensaios. Devem ir assim: com esta pontuação, pois foram eles que os fizeram. Gostaria que o título fosse: ENSAIOS ARGUMENTATIVOS EM FILOSOFIA. Também sugiro que sejam encimados por uma imagem do quadro de Rafael sobre Platão e Aristóteles a discutirem. “ Professor Mário Raposo A sombra das jogadas (Edwin Morgan) Num dos contos que integram a série Mabinogion, dois reis inimigos jogam xadrez,ao mesmo tempo que num vale próximo os seus exércitos lutam e se destroçam. Chegam mensageiros com notícias da bata- lha. Os reis não parecem ouvi-los e, inclinados sobre o tabuleiro de prata, movem as peças de oiro. Des- cobre-se, gradualmente, que as vicissitudes do combate seguem as vicissitudes do jogo. Ao ent
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