Maps

Escola Secundária com 3º Ciclo D. Dinis PROJETO CURRICULAR

Description
Escola Secundária com 3º Ciclo D. Dinis PROJETO CURRICULAR Ai, flores, ai, flores do verde pino, se sabedes novas do meu amigo? Ai, Deus, e u é? D. Dinis Aprovado em Conselho Geral de de de 2017
Categories
Published
of 21
All materials on our website are shared by users. If you have any questions about copyright issues, please report us to resolve them. We are always happy to assist you.
Related Documents
Share
Transcript
Escola Secundária com 3º Ciclo D. Dinis PROJETO CURRICULAR Ai, flores, ai, flores do verde pino, se sabedes novas do meu amigo? Ai, Deus, e u é? D. Dinis Aprovado em Conselho Geral de de de 2017 ÍNDICE Índice Siglas Introdução Objetivos do Projeto Curricular Oferta educativa - Critérios de constituição de turmas Critérios de constituição de turmas Matrizes Curriculares Ensino Básico Critérios da matriz e distribuição de horas PIEF e PCA Ensino Secundário C. e Tecnologias e Línguas e Humanidades Cursos Profissionais Técnico Comercial Técnico de Apoio à Gestão Desportiva Técnico de Informática de Gestão Técnico de Manutenção Industrial-Eletromecânica Técnico de Informática- Sistemas Técnico de Desporto Ensino Especial Critérios das disciplinas de opção do Ensino Secundário Oferta disciplinar Apoios pedagógicos/consolidação das aprendizagens Objetivos e áreas de intervenção Intervenção prioritária Intervenção na ação pedagógica Área das competências Pessoais e Sociais Assiduidade e pontualidade Medidas de promoção do sucesso educativo Operacionalização pedagógica e administrativa Avaliação Enquadramento legal Processo de avaliação Nomenclatura da avaliação Critérios de Avaliação Gerais Alunos com Necessidades Educativas Especiais de Carater Permanente (NEE) Específicos Projetos Pedagógicos/Atividades de enriquecimento curricular Plano de atividades Planos de Trabalho de Turma Objetivos definidos para cada ano de escolaridade e a definir nos PTTs Natureza da função docente Plano de Formação - Aperfeiçoamento da função docente e não docente Uniformização terminológica na avaliação global Uniformização terminológica do aproveitamento por turma SIGLAS: Introdução ACND ADD ADPND ANQ CCH CCH-CT CCH LH CEI CEF CP CPAGD CPIG DGAE DGEEC DGESTE ENES ENEB ETIC IGE JNE MACS NEE OE OPC OTE MISI NAC PAE PCA PCE PEE PTT PLNM POE POCH PIEF PTE TAGD TEIP TIC TIG UO Área Curricular Não Disciplinar Avaliação de Desempenho Docente Avaliação de Desempenho do Pessoal Não Docente Agência Nacional Qualificação Curso Científico - Humanístico Científico-Humanístico - Ciências e Tecnologias Científico-Humanístico Línguas e Humanidades Currículo Educativo Individual Curso de Educação e Formação Conselho Pedagógico Curso Profissional de Apoio à Gestão Desportiva Curso Profissional de Informática de Gestão Direção Geral da Administração Educativa Direção Geral de Estatísticas da Educação e Ciência Direção Geral dos estabelecimentos Escolares Exames Nacionais do Ensino Secundário Exames nacionais do 3º ciclo Equipa Tecnológica de Informática Inspeção Geral do Ensino Júri Nacional de Exames Matemática Aplicada às Ciências Sociais Necessidades Educativas Especiais Orçamento de Estado Oficina de Promoção para a Cidadania Organização dos Tempos Escolares Missão para o Sistema de Informação do Ministério da Educação Nacional Plano de Atividades de Escola Percurso Curricular Alternativo Projeto Curricular de Escola Projeto Educativo de Escola Programa de Trabalho de Turma Português Língua Não Materna Projeto de Organização de Escola Programa Operacional Capital Humano Programa Integrado de Educação e Formação Plano Tecnológico da Educação Técnico de Apoio à Gestão Desportiva Território Educativo de Intervenção Prioritária Tecnologias da Informação e Comunicação Técnico Informática de Gestão Unidade Orgânica 3 O presente Projeto Curricular de Escola (PCE) é o primeiro de um novo ciclo que se inicia, quadriénio , mas também é um novo ciclo no que respeita às alterações que se verificaram na população escolar. Com efeito, após anos em que trabalhámos com uma realidade escolar marcada, em particular no terceiro ciclo, pelo funcionamento de turmas alternativas e ausência do ensino regular, iniciamos o ano letivo com uma alteração profunda, tendo a escola voltado a ter turmas do 7º, 8º e 9º anos regulares. Esta nova configuração se, por um lado, criou entusiasmos e expetativas e trouxe perspetivas de crescimento, por outro, traz-nos também muitos desafios e maiores responsabilidades para as quais teremos de ter respostas adequadas e assertivas, trazendo-nos dificuldades de gestão e orientação pedagógica. Na sequência das alterações verificadas, traçar metas e definir objetivos de resultados, programar/planificar o trabalho ou adotar metodologias pedagógicas tem sido feito com base em resultados de todo um histórico e de toda uma realidade que nos marcou e para a qual fomos encontrando as respostas adequadas. A nova realidade que se desenhou requer uma nova diagnose e análises posteriores, quando nos confrontarmos com os primeiros resultados e a evolução dos mesmos. Desta forma, a definição de objetivos e a tomada de decisões de organização e funcionamento pedagógico, com base numa experiência e resultados alcançados numa determinada realidade, pode-se tornar num exercício especulativo e inadequado para a nova realidade. Os novos ventos não se ficam por aqui, pois há dois factos que temos de enfrentar e que, no futuro, trarão, de certeza, alterações profundas ao trabalho que se tem feito, às metodologias pedagógicas que temos utilizados, à organização que se tem adotado e à gestão de recursos que se tem feito. Falamos da flexibilização curricular e do perfil do aluno à saída da escolaridade obrigatória. A primeira, flexibilização curricular, afigura-se-nos ser uma realidade com a qual nos vamos confrontar no próximo ano e que vem mudar o paradigma curricular, a filosofia e organização pedagógica. O segundo, Perfil do aluno à saída da escolaridade obrigatória, vem alterar também a filosofia pedagógica, com maior incidência nos objetivos e nas aprendizagens a considerar no futuro. Desta forma, o presente PCE poderá não ser o primeiro de um novo ciclo, mas sim o último de um ciclo que se encerra face às mudanças que estão ou que se preveem acontecer. O documento, à semelhança dos anteriores, é um documento síntese das opções/deliberações do conselho pedagógico após apresentação de propostas com génese nos departamentos curriculares e noutras estruturas pedagógicas. Estas deliberações formalizam, essencialmente, as opções curriculares, os critérios de avaliação e as opções pedagógicas da escola 4 e seguem as orientações estabelecidas superiormente, como é o caso, por exemplo, do Currículo Nacional e as linhas orientadoras do Projeto Educativo (PE). O documento consubstancia-se ainda nos Programas de Trabalho de Turma e articula-se também com o Projeto de Organização de Escola (POE), pois há matérias que estão subjacentes aos dois documentos. O PCE e demais documentos norteadores da ação educativa da escola não podem estar alheados de duas realidades/projetos recentes, com início em 13-14, para as quais esperamos que o ano seja de consolidação: TEIP e Contrato de Autonomia (CA). Portanto, as deliberações adotadas levaram em linha de conta os objetivos e metas definidos nos diversos documentos: Projeto Educativo, TEIP e Contrato de Autonomia. A propósito, ainda, dos objetivos definidos, consoante os projetos, poderíamos ainda acrescentar a avaliação da IGE, sendo esta efetuada a partir dos resultados da MISI e com critérios próprios. No ano letivo 14-15, o próprio Ministério, com a divulgação da plataforma InfoEscolas, trouxe para a liça uma outra avaliação cujos pressupostos são também diferentes, mas que na essência dão azo a uma outra forma de avaliação do trabalho das escolas. Falar-se em autonomia pode dar a entender que a escola passou a ter mais meios, mais recursos financeiros, mais estratégias legais e mais poder de decisão. A escola não passou a ter um orçamento para gerir de acordo com as suas opções e decisões. Para já, a escola não passou a poder tecer curricula próprios ou alterar os curricula nacionais. A escola não passou a ter poder de decisão sobre as mais diversas matérias: pedagógica, administrativa, financeira, etc. A escola viu, sobretudo, acrescidas as exigências da tutela (porque se assinaram compromissos) em simultâneo com condições de trabalho pedagógico que dificultam a obtenção desses resultados (maior número de alunos por turma e desmotivação docente resultante das políticas económicas e educativas dos últimos anos). Mesmo assim, mais e melhores resultados é o que tentamos fazer e ter todos os anos... porque essa é a vontade dos profissionais da escola e uma exigência dos nossos alunos e respetivos encarregados de educação. Seríamos, porém, ingratos e injustos se não reconhecêssemos que o CA e o TEIP não tivessem trazido mais valias para a escola. Trouxeram: recursos humanos especializados dois horários e meio suplementares e um técnico especializado da área do serviço social. São efetivamente recursos que possibilitarão melhorarmos os resultados. O presente documento, em termos conceptuais, não difere dos que têm norteado a ação educativa nos últimos anos. Se procuramos melhorar resultados, atingir metas, a prossecução destes passa também por questões organizativas (escola, departamento, turmas, etc.), comportamentais e atitudinais, cultura de escola, etc. Da oferta disciplinar de escola às opções pedagógicas, das atividades de enriquecimento curricular aos critérios de avaliação, tudo contribui 5 para a melhoria dos resultados, pelo que sabermos o impacto organizativo do ano anterior, as opções tomadas e outras decisões são fundamentais para atingirmos os objetivos para o corrente ano. 1.OBJETIVOS DO PCE Objetivos gerais do Projeto Curricular de Escola: -Operacionalizar as estratégias e metodologias de modo a alcançarmos as metas e objetivos definidos no Projeto Educativo; -Dar resposta às prioridades educativas detetadas; -Proporcionar uma oferta formativa que corresponda às expetativas e motivações dos nossos alunos; -Concretizar o currículo nacional, ajustando-o ao contexto escolar em que estamos inseridos; -Adequar as situações que possam surgir ao nível da gestão dos currículos na nossa escola; -Fornecer aos Conselhos de Turma as condições que conduzam à conceção/concretização do Programa de Trabalho da Turma; -Criar condições essenciais que permitam aos Conselhos de Turma determinar medidas de apoio pedagógico a fim de dar respostas a situações de dificuldades decorrentes do processo de ensino aprendizagem; -Fornecer os fundamentos necessários à partilha e integração de saberes entre as várias disciplinas que compõem os currículos; -Fomentar o desenvolvimento de competências essenciais e transversais, possibilitando a organização de conteúdos a dinamizar em cada disciplina; -Criar motivações que espoletem o envolvimento dos alunos no que respeita às atividades de enriquecimento curricular; -Ministrar informações/ferramentas de trabalho que possibilitem aos docentes realizar uma ação pedagógica mais informada e esclarecida. -Propiciar à Comunidade Educativa condições que favoreçam a sua realização pessoal e profissional; -Considerar o processo de avaliação como parte integrante do processo ensino/aprendizagem OFERTA EDUCATIVA Critérios de constituição de Cursos/ Turmas e funcionamento de disciplinas 2.1. As Turmas e Cursos a funcionar na escola no ano letivo são as que constam do quadro que se segue, após aprovação em rede pela tutela e reajustes posteriores em função do fluxo de matrículas: 7º 8º 9º 10º 11º 12º Regular A, B, C, D A, B, C, D A Ensino Básico PCA PCA PIEF PIEF * Ciências e A, B A e B A Científico- Tecnologias Humanísticos Línguas e C B B Humanidades Informática de IG Gestão Apoio Gestão Desportiva GD GD GD1 e GD2 Profissional Técnico TC TC TC Comercial Manutenção Ind.- MI-E Eletro. Técnico de Desporto TD1 e TD2 TD1 e TD2 Informática - Sistemas SI SI Obs. As turmas profissionais dos 10º TC+TI-S, 10º TD1+ 10ºGD, 11º TC+TD1, 12º GD1+TMI-E e 12º TC+IG funcionam como turmas mistas com dupla saída. As turmas têm em conjunto a formação geral e, eventualmente, a científica, e em separado a formação técnica. 2.2.Critérios de CONSTITUIÇÃO DE TURMAS A constituição de turmas rege-se: a)3º Ciclo: -1º critério: Língua Estrangeira 2 francês ou espanhol; -2º critério: manutenção/continuidade dos grupos turma das escolas donde provêm. b)secundário: -Se houver mais do que uma turma, procurar-se-á manter a continuidade dos grupos/turma; c) Profissionais: -Pelas matrículas/procura do Curso; -1º critério: Se a procura for maior do que a oferta, reger-nos-emos pela préinscrição; -2º critério: Preferência pelos alunos da escola Encaminhamento/Soluções curriculares alternativas Na procura de soluções alternativas para os trajetos escolares irregulares de alunos a frequentar o 3º Ciclo do Ensino Básico e também respondendo às necessidades formativas da comunidade escolar e do concelho, em , temos: -Turma PCA; -PIEF PIEF A turma PIEF abrange dois ciclos de estudo: o 2º e o 3º Critérios de admissão de alunos: -idade do aluno: mais de 15 anos; -mais de 2/3 repetências no seu percurso escolar; -trajeto escolar marcado pela falta de assiduidade; -risco de abandono; -comportamento de risco; -insucesso noutras ofertas educativas: PCA, -insucesso no ensino regular se na escola frequentada não funcionava oferta alternativa; -recomendado pela CPCJ ou outras entidades tutelares. A qualquer momento do ano a turma, desde que reúna os requisitos e comporte mais alunos, pode ver integrados novos alunos Matrizes curriculares De acordo com Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho, conforme anexo III: No âmbito da sua autonomia, as escolas têm liberdade de organizar os tempos letivos na unidade que considerem mais conveniente desde que respeitem as cargas horárias semanais constantes dos quadros infra. Os tempos apresentados correspondem aos tempos mínimos por área disciplinar e disciplinas, pelo que não podem ser aplicados apenas os mínimos, em simultâneo, em todas as disciplinas. O tempo a cumprir é realizado pelo somatório dos tempos alocados às diversas disciplinas e à oferta de escola, podendo ser feitos ajustes de compensação entre semanas. Em Conselho Pedagógico de 25 de julho, foram aprovadas as seguintes matrizes curriculares e cargas horárias respetivas que se transcrevem de seguida: Ensino Básico º Ano Componente Curricular 7º Ano 8º Ano 9º Ano Total de horas do ciclo Português 4 (2+1+1) 4+1 (2+2+1) 4 (2+1+1) 650 Línguas Estrangeiras Língua Estrangeira I Inglês 3 (2+1) 2 (1+1) 3 (2+1) Língua Estrangeira II - Francês 3(2+1) 3 (2+1) 2 (1+1) Ciências Sociais e Humanas História 2 (1+1) 2 (1+1) 3 (2+1) Geografia 2 (1+1) 2 (1+1) 2 (1+1) Matemática 4 (2+1+1) 4 (2+1+1) 4+1(2+2+1) 650 C. Físico-Químicas e Naturais Físico-Química 3 (2+1) 3 (2+1) 3 (2+1) Ciências Naturais 3 (2+1) 3 (2+1) 3 (2+1) Ed. Artística e Ed. Tecnológica Educação Visual 2 (1+1) 2 (1+1) 3 (2+1) TIC e Oferta Escola Educação Física 2 (1+1) 2 (1+1) 2 (1+1) 300 Opção Moral b) TOTAL /4635 Oferta complementar c) Oferta de Escola: Foi deliberado na mesma reunião que a disciplina de Oferta da Escola fosse a disciplina de Teatro Critérios da matriz e da distribuição horária Opções genéricas: -Carga horária semanal das disciplinas será organizada em tempos de 50 minutos. -Nas disciplinas com carga horária superior a 2 horas semanais, 2 dos tempos letivos devem ocorrer em horas consecutivas. -Se a carga horária semanal for inferior ou igual a 2 tempos, estes devem ser repartidos em 2 dias por semana. -Havendo um défice semanal de 100 m, resultante da distribuição das cargas ao longo do ciclo, esse tempo reforçará as disciplinas, em um tempo de 50 m, as disciplinas de Português, no 8º ano, e Matemática, 9º ano. Opções das Línguas Estrangeiras I e II: -Tendo-se em conta que, no 8º e 9º ano, as LE dispõem de 5 tempos semanais; -Tendo-se em conta a importância do desenvolvimento de competências no domínio das línguas estrangeiras; -Tendo-se em conta a importância crescente que assume o domínio de várias línguas estrangeiras, nomeadamente a língua inglesa no espaço europeu, tendo a escola abraçado projetos europeus e se candidatado a dois para o próximo ano; -Tendo-se em conta que os alunos que iniciam o 7º ano frequentam o inglês desde o 2º ciclo; -Tendo-se em conta que os alunos, chegados ao 10º, podem optar por qualquer uma das línguas estudadas até ao 9º ano (acontecendo que em ambos os casos, o programa de 10º ano de continuação não distingue os anos de aprendizagem anteriores); entende-se ser aconselhável, para uma boa formação dos alunos, manter o equilíbrio na distribuição dos tempos letivos dedicados à LE ao longo do ciclo, pelo que as disciplinas de LE terão no final do ciclo a mesma carga horária global. -A LE II, por se tratar de uma disciplina de iniciação, deverá ter o reforço no 8º ano. Opções na Área das Ciências Humanas e Sociais 9º ano -Os tempos letivos das disciplinas de História e Geografia obedece ao princípio do equilíbrio da carga horária no 7º e 8º ano. -No 9º ano e como a carga semanal para a Área é ímpar (5 horas), serão atribuídos 3 tempos para História uma vez que é uma disciplina trienal obrigatória, concluindo com exame nacional no 12ºano, no Curso de línguas e Humanidades. Opções na Área de Ciências Físicas e Naturais -Nas disciplinas de Físico-Química e Ciências Naturais também se respeitou o equilíbrio da carga horária. -Havendo condições legais, conforme despacho de organização do ano letivo, em 16-17, Despacho normativo nº 4-A/2016, de 16 de junho, será feito o desdobramento da turma em 100 minutos por semana, 50 minutos por disciplinar. 9 Opções para as disciplinas TIC/ Oferta da escola -A escola funcionará em regime de semestralidade e desdobramento da turma com as disciplinas de TIC e a Oferta da Escola. Conforme decisão do conselho pedagógico, TEATRO apresenta os seguintes temas de trabalho e objetivos: Por outro lado, é uma área onde podem ser trabalhados conteúdos das áreas pessoais e sociais, comportamentais e civilizacionais. TEMAS OBJETIVOS GERAIS O indivíduo e o grupo Desenvolver uma relação de pertença e de autonomia no seio do grupo Sensações e emoções Desenvolver a aptidão para interiorizar sensações e emoções experimentadas no contacto com o meio, a fim de renovar a relação com o mundo e enriquecer a sua expressão Corpo e voz Tomar consciência do corpo, explorando as suas potencialidades no processo de expressão/comunicação Tomar consciência do corpo como emissor de som, explorando as suas potencialidades no processo de expressão/comunicação Espaço Tomar consciência do meio (espaço e objeto), explorando as suas potencialidades ao serviço da expressão/comunicação Linguagem verbal e Tomar consciência das potencialidades da linguagem verbal e não-verbal no processo de não-verbal Apreciação e juízo crítico PIEF expressão/comunicação Apreciar diferentes linguagens artísticas Homem Ambiente Oferta de Escola PIEF T1 T2 Domínio H. anuais T. anuais T. semanais H. anuais T. anuais t. semanais Viver em Português Matemática e realidade Comunicar em Língua Estrangeira Educação Física T1 Subtotal , T2 C. Naturais C. Físico Naturais C. Sociais C. Sociais TIC Ed. Artística e Artes Plásticas Form. Vocacional 1 Serralharia Carpintaria Subtotal Total PCA Disciplinas 1º ano 2º ano Português 4 4 Matemática 4 4 Inglês 2 2 Ed. Física 2 2 C. Sociais e Humanas 3 3 Ciências Físico-Naturais 3 3 Desp. e Vida Saudável 3 3 Inf. do Quotidiano 2 2 Restauro e Manutenção 4 4 DPS 1 1 2.6. Ensino Secundário Secundário Ciências e Tecnologias Componente Curricular 10º Ano 11º Ano 12º Ano Português 4 4 4,5 Geral Língua Estrangeira I, II ou III (b) 3,5 3,5 Filosofia 3,5 3,5 Educação Física 3,5 3,5 3,5 Trienal -Matemática Específica Física e Química A 6,5 6,5 -- Biologia e Geologia 6,5 6,5 -- Opções (d) Anual 1 - Psicologia ,5 Opções (e) Anual 2 (f) -Geologia ,5 EMRC (g) 1,5 1,5 1, Secundário Línguas e Humanidades Componente Curricular 10º Ano 11º Ano 12º Ano Português 4 4 4,5 Geral Língua Estrangeira I, II ou III (b) 3,5 3,5 Filosofia 3,5 3,5 Educação Física 3,5 3,5 3,5 Trienal - História Opções (c): Específica Bienal 1 - Lit.Port./Geografia Bienal 2 MACS. 5,5 5,5 5,5 5,5 Opções (d) Anual 1 - Sociologia ,5 Opções (e) Anual 2 Psicologia/Economia ,5 EMRC (g) 1,5 1,5 1, CURSOS PROFISSIONAIS Técn
Search
Similar documents
View more...
Related Search
We Need Your Support
Thank you for visiting our website and your interest in our free products and services. We are nonprofit website to share and download documents. To the running of this website, we need your help to support us.

Thanks to everyone for your continued support.

No, Thanks