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Exercicios resolvidos contabilidade aula 04 cathedra icms-rj

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1. 2008 CONTABILIDADE GERAL EM EXERCÍCIOS - ICMS-RJ – AULA 04 CATHEDRA COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS Prof. José Jayme Moraes Junior 2. CONTABILIDADE GERAL EM…
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  • 1. 2008 CONTABILIDADE GERAL EM EXERCÍCIOS - ICMS-RJ – AULA 04 CATHEDRA COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS Prof. José Jayme Moraes Junior
  • 2. CONTABILIDADE GERAL EM EXERCÍCIOS ICMS-RJ Prezados Alunos, Ao final de cada aula, disponibilizo as questões que serão comentadas durante a aula. Caso você julgue conveniente, poderá testar seu conhecimento previa- mente antes de ver os gabaritos e as resoluções comentadas. Você pode simu- lar uma situação real de prova: para calcular o tempo de duração das provas, considere um tempo de 3 minutos por questão. Desta forma, utilizando esta metodologia, seu aprendizado será muito mais eficaz. Caso tenham dúvidas sobre as questões, podem enviar e-mails para coordena- receita@cathedranet.com.br. IMPORTANTE!!!! Como foram publicadas as Provas de Auditor do Tri- bunal de Contas do Município do Rio de Janeiro, realizadas pela Funda- ção Getúlio Vargas, vou substituir a prova que seria comentada na aula 10 (STF-Contador-CESPE), por esta prova de Auditor do TCM/RJ, por ser da mesma banca que realizará o concurso do ICMS/RJ (FGV). Um último assunto: Na questão 30 da Aula 3, havia um erro. Segue a corre- ção: III – Compra de 4 unidades, a R$ 350,00 cada Custo Unitário dos Estoques = (2 un x R$ 200,00 + 4 un x R$ 350,00)/6 Custo Unitário dos Estoques = (400 + 1.400)/6 = 1.800/6 = R$ 300,00 Estoque = 6 unidades, a R$ 300,00 cada IV – Venda de 2 unidades: Custo das Mercadorias Vendidas 2(CMV2) = 2 un x R$ 300,00 = R$ 600,00 V – CMV Final = CMV1 + CMV2 = 600 + 600 = R$ 1.200,00 Além disso, o texto da página 17 da aula 3 saiu com problema. Segue o texto novamente: Prêmio na Emissão de Debêntures: era classificada como “Reserva de Capital” e, a partir de 01/01/2008, passou a ser classificada co- mo receita do exercício. Doações e Subvenções para Investimentos Privadas: era classifica- da como “Reserva de Capital” e, a partir de 01/01/2008, passou a ser classificada como receita do exercício. Doações e Subvenções para Investimentos Governamentais: era classificada como “Reserva de Capital” e, a partir de 01/01/2008, passou a ser classificada como receita do exercício. Além disso, es- tas receitas, após serem transferidas ao Patrimônio Líquido, pode- rão ser destinadas à “Reserva de Incentivos Fiscais”. O valor trans- ferido poderá ser excluído da base de cálculo dos dividendos obriga- tórios. Prof. José Jayme Moraes Junior – Contabilidade Geral em Exercícios – ICMS/RJ 2
  • 3. Prova 5. Técnico em Contabilidade - ANP – 2008 - CESGRANRIO Questões Comentadas e Resolvidas 54. Em contabilidade, patrimônio é definido de forma técnica como o conjunto de bens diretos e obrigações. Nesta acepção contábil, entende-se por bens o conjunto de coisas úteis que (a) pertençam à empresa e possuam forma física. (b) pertençam à empresa e possuam forma material ou imaterial. (c) pertençam ou não à empresa e possuam forma física. (d) satisfaçam as empresas e possuam forma material. (e) sejam capazes de satisfazer as necessidades das pessoas e das empresas. Resolução Bens: No sentido geral, bens são todas as coisas que satisfazem as ne- cessidades humanas. No sentido econômico, bem é tudo possui utilidade e pode ser quantificado monetariamente. Os bens podem ser materiais (tan- gíveis) ou imateriais (intangíveis). A alternativas “a”, “c” e “d” estão incorretas, pois os bens podem ser materiais ou imateriais. Além disso, não necessariamente, um bem da empresa pertence à empresa, como por exemplo, um veículo objeto de arrendamento mercantil, que pertence à empresa arrendadora, mas está sendo utilizado pela empresa arrendatária. A alternativa “b” está incorreta, pelo motivo exposto acima. Logo, a alternativa correta é aquela que fala que os bens são o conjunto de coisas úteis que sejam capazes de satisfazer as necessidades das pes- soas e das empresas. GABARITO: E 55. Entende-se por plano de contas de uma empresa o (a) conjunto de todas as contas utilizadas por empresas do mesmo ramo de negócios. (b) elenco das contas que possam vir a ser utilizadas ou não pelas empresas do mesmo ramo e porte. (c) elenco das contas que serão movimentadas pela contabilidade em virtude das operações realizadas pela empresa. (d) modo de uniformizar o nome das contas a serem utilizadas pela contabili- dade em virtude das operações realizadas pela empresa. (e) número dos grupos e das contas utilizados pela empresa para facilitar a contabilidade a fazer os seus registros eletrônicos. Prof. José Jayme Moraes Junior – Contabilidade Geral em Exercícios – ICMS/RJ 3
  • 4. Resolução O Plano de Contas de uma empresa é o conjunto composto pela relação ordenada e codificada das contas utilizadas pela entidade, bem como de todas as normas e procedimentos adotados pelo sistema contábil, objetivando servir como guia e meio de padronização. Uma outra definição: O Plano de Contas é o elenco de contas com fun- ções previamente determinadas, destinado a conduzir o registro sinté- tico e analítico dos fatos contábeis ocorridos no Patrimônio da entida- de. Tendo em vista a estrutura desenvolvida pela lei societária brasileira, um Plano de contas analítico poderia ter a seguinte estrutura de 1o nível: Código 1 - Ativo Código 2 - Passivo Código 3 - Patrimônio Líquido Código 4 - Receitas Código 5 - Custos Código 6 - Despesas e Outros Resultados Código 7 - Despesas pré-operacionais Código 8 - Contas de filiais Código 9 - Outras contas de controle e análise A partir dessa codificação inicial (que pode variar de acordo com a entida- de. Por exemplo, se a Entidade não for do tipo industrial, pode-se mu- dar o código 5 para Despesas e o Código 6 para Outros Resultados), citamos como exemplo o código de uma conta patrimonial: Conta 1211-0001, sendo que: Código 1 - Ativo Código 12 - Ativo Circulante Código 121 - Clientes Código 1211 - Duplicata Código Extensão 0001 - (nome do cliente). Exemplo de uma conta de resultados: 6111.0003: Código 6 - Despesas e Outros Resultados Código 61 - Despesas Administrativas Código 611 - Despesas de Pessoal Código 6111 - Salários e remunerações Código Extensão 0003 - Horas extras Analisando as alternativas: (a) conjunto de todas as contas utilizadas por empresas do mesmo ramo de negócios. As empresas do mesmo ramo de negócios não necessariamente utiliza- rão o mesmo plano de contas. A alternativa está incorreta. Prof. José Jayme Moraes Junior – Contabilidade Geral em Exercícios – ICMS/RJ 4
  • 5. (b) elenco das contas que possam vir a ser utilizadas ou não pelas empresas do mesmo ramo e porte. O plano de contas deve ser utilizado pelas empresas. A alternativa está incorreta. (c) elenco das contas que serão movimentadas pela contabilidade em virtude das operações realizadas pela empresa. A alternativa está correta. (d) modo de uniformizar o nome das contas a serem utilizadas pela contabili- dade em virtude das operações realizadas pela empresa. O Plano de Contas não é um modo de uniformizar o nome das contas a serem utilizadas pela contabilidade. A alternativa está incorreta. (e) número dos grupos e das contas utilizados pela empresa para facilitar a contabilidade a fazer os seus registros eletrônicos. O Plano de Contas não corresponde ao exposto nesta alternativa. A al- ternativa está incorreta. GABARITO: C 56. Na Conta “T”, utilizada nas explicações e solução de problemas, os débitos são feitos no lado esquerdo da linha vertical e os créditos, no lado direito. A determinação do lado do razonete ou conta “T” a ser utilizado para aumentos ou para diminuições decorre da(o) (a) espécie da conta. (b) função da conta. (c) natureza da conta. (d) funcionamento da conta. (e) tipo da conta. Resolução A determinação do lado do razonete ou conta “T” a ser utilizado para aumentos ou para diminuições decorre da natureza da conta, pois, se a conta for de natureza devedora, os aumentos ocorrem do lado esquer- do e as diminuições do lado direito. Por outro lado, se a conta for de natureza credora, os aumentos ocorrem do lado direito e as diminui- ções do lado esquerdo. GABARITO: C Prof. José Jayme Moraes Junior – Contabilidade Geral em Exercícios – ICMS/RJ 5
  • 6. 57. Ramos & Ramos Ltda., empresa varejista de hortifrutigranjeiros, em geral, comprou por R$ 200.000,00 um veículo para fazer a entrega de suas mercado- rias aos clientes. Passados 5 anos da aquisição, com o veículo totalmente de- preciado, a empresa deve (a) arbitrar internamente um novo valor para o veículo e fazer a depreciação. (b) manter o veículo no Ativo Permanente, com o valor simbólico de R$ 1,00. (c) dar baixa no veículo, por estar totalmente depreciado. (d) dar baixa no veículo somente quando ele for vendido. (e) baixar o veículo quando este for tirado de circulação. Resolução Passados 5 (cinco) anos do período de aquisição do veículo, ou seja, com o ve- ículo totalmente depreciado, o valor contábil do bem será igual a zero (Valor de Aquisição menos a Depreciação Acumulada). Contudo, este bem conti- nua no Ativo Permanente da empresa, só devendo ser baixado quando for tirado de circulação ou quando ele for vendido. Portanto, as alternativas “a”, “b” e “c” estão incorretas. Além disso, o erro da alternativa “d” é a palavra “somente”, visto que, como visto acima, o veículo pode ser baixado quando tirado de circulação ou quando for vendido. GABARITO: E 58. Analise os razonetes a seguir. Material de Escritório Banco c/ Movimento Contas a Pagar 40.000,00 20.000,00 20.000,00 Os registros realizados indicam que a empresa realizou uma compra de mate- rial de escritório, sendo metade (a) à vista, em cheque, e metade a prazo, para consumo imediato. (b) à vista, em cheque, e metade a prazo. (c) à vista, em dinheiro, e metade a prazo. (d) em dinheiro, e metade a prazo de 90 dias. (e) em dinheiro, e metade a prazo, para consumo imediato. Resolução De acordo com o razonetes, teremos o seguinte lançamento: Material de Escritório a Diversos a Bancos Conta Movimento 20.000 a Contas a Pagar 20.000 40.000 Ou seja, houve uma compra de material de escritório, com pagamento de metade à vista, em cheque (“Bancos Conta Movimento”) e de meta- de a prazo (“Contas a Pagar”). Prof. José Jayme Moraes Junior – Contabilidade Geral em Exercícios – ICMS/RJ 6
  • 7. GABARITO: B 59. Admita que uma empresa comercial que não faz o controle permanente do Estoque de Mercadorias, adotando, em decorrência, o método do Inventário Periódico para apurar o custo das mercadorias vendidas, apresentou as seguin- tes informações parciais, de um exercício social, em razonetes: Mercadorias Compras Vendas 125.000,00 300.000,00 585.000,00 Desp. Administrativas Despesas Comerciais Receitas Financeiras 80.000,00 50.000,00 20.000,00 Na contagem física das mercadorias, feita no final do exercício social, foi apu- rado o valor do estoque de R$ 135.000,00. Considerando exclusivamente as informações acima, ao final do exercício, o resultado com mercadorias, em re- ais, é (a) 245.000,00 (b) 265.000,00 (c) 285.000,00 (d) 295.000,00 (e) 305.000,00 Resolução Primeiramente, vamos relembrar o método do Inventário Periódico: Sistema de Inventário Periódico: neste sistema, não há controle dos custos de cada venda, visto que a apuração é efetuada apenas ao fim do exercício so- cial. Logo, há a necessidade de apuração do estoque final, mediante inventá- rio. As empresas que adotam o sistema de inventário periódico podem utilizar, ainda, dois métodos de apuração: - Método da conta Mercadorias com função mista; - Método das três contas ou conta mercadorias com função desdobra- da. Método da Conta Mercadorias com Função Mista: neste método, a conta Mercadorias é debitada nas compras, pelo custo de aquisição, e creditada nas vendas, pelo preço de venda. Ao fim do exercício o saldo da conta é ajustado, de forma a representar o estoque final das mercadorias. A conta Mercadorias é considerada de função mista, pois apresenta as seguintes funções: - Função Patrimonial: registra valores de estoque inicial e estoque final. - Função de Resultado: registra compras, devoluções de compras, vendas, devoluções de vendas, etc. Prof. José Jayme Moraes Junior – Contabilidade Geral em Exercícios – ICMS/RJ 7
  • 8. Mercadorias - Conta Mista Estoque Inicial Vendas + + Compras Devoluções de + Compras Devoluções de Vendas Estoque Final Características quando o seu saldo for credor ou devedor: - Conta Mercadorias com Saldo Credor: a empresa sempre terá lucro, que será igual ao resultado da soma do saldo credor com o estoque final. - Conta Mercadorias com Saldo Devedor: caso o estoque final seja maior que o saldo devedor, a empresa terá lucro. Caso contrário, ou seja, o estoque final seja menor que o saldo devedor, a empresa terá prejuízo. Método das Três Contas com Função Desdobrada: neste método, são adotadas as seguintes contas: -Mercadorias: indica o estoque inicial (não é utilizada para registrar as compras). - Compras: utilizada para registrar as compras do período. - Receita de Vendas: registra a receita bruta de vendas. Em relação à questão, foi utilizado o método das três contas com função des- dobrada: I – Cálculo do Custo das Mercadorias Vendidas (CMV): CMV = EI + C – EF EI = Estoque Inicial = Saldo da conta “Mercadorias” = 125.000 C = Compras = 300.000 EF = Estoque Final = 135.000 CMV = 125.000 + 300.000 – 135.000 = 290.000 II – Cálculo do Resultado com Mercadorias: Receita de Vendas 585.000 (-) CMV (290.000) Resultado com Mercadorias 295.000 GABARITO: D Prof. José Jayme Moraes Junior – Contabilidade Geral em Exercícios – ICMS/RJ 8
  • 9. 60. Do diário da Comercial Lopes, foi retirado o lançamento a seguir, em reais, sem data e histórico. Fornecedores a Diversos a Caixa 92.500,00 a Descontos Obtidos 7.500,00 100.000,00 Tal lançamento indica que a Comercial Lopes (a) comprou mercadorias a prazo com desconto comercial. (b) pagou uma compra de mercadorias a prazo com desconto comercial. (c) pagou uma compra de mercadorias a prazo com desconto financeiro. (d) recebeu uma venda de mercadorias a prazo com desconto financeiro. (e) vendeu mercadorias a prazo com desconto comercial. Resolução O lançamento acima indica que houve pagamento de fornecedores (compra de mercadorias a prazo) com um desconto financeiro, ou seja, um desconto por antecipação de pagamento. Aproveitando a oportunidade, vamos relembrar a diferença entre desconto fi- nanceiro e desconto comercial (memorize para a prova): Descontos Comerciais ou Descontos Incondicionais: ocorrem no momen- to da compra ou da venda e são destacados na nota fiscal. Descontos Financeiros ou Descontos Condicionais: ocorrem no momento da liquidação de uma dívida ou do recebimento de um direito, ou seja, ocorre posteriormente ao ato de compra ou venda. GABARITO: C 61. Analise os seguintes razonetes, relativos às operações com mercadorias realizadas pela Comercial Aguada S/A, em reais, no mês de janeiro / x0. Devolução de Compras Compras Mercadorias 10.800,00 218.400,00 36.000,00 Abatimento s/ Compras 6.000,00 Sabendo-se que na contagem física do estoque final foi apurado o valor de R$ 33.600,00, o total dos débitos realizados no razonete da conta Custo das Mer- cadorias Vendidas, na apuração do custo das vendas, em reais, é (a) 204.000,00 (b) 237.600,00 (c) 243.600,00 (d) 248.400,00 Prof. José Jayme Moraes Junior – Contabilidade Geral em Exercícios – ICMS/RJ 9
  • 10. (e) 254.400,00 Resolução I – Cálculo do Custo das Mercadorias Vendidas (CMV): CMV = EI + C – EF EI = Estoque Inicial = Saldo da conta “Mercadorias” = 36.000 C = Compras – Abatimentos s/ Compras – Devolução de Compras => => C = 218.400 – 6.000 – 10.800 => C = 201.600 EF = Estoque Final = 33.600 CMV = 36.000 + 201.600 – 33.600 = 204.000 (ATENÇÃO!!! Esta não é a resposta da questão, pois foi uma pegadinha da banca examinadora). A questão pede o total dos débitos no razonete da conta “CMV”: como o CMV é uma conta de natureza devedora, os débitos aumentam o va- lor desta conta. CMV 36.000 33.600 201.600 204.000 Total de Débitos = 36.000 + 201.600 = 237.600 GABARITO: B 62. A Companhia Lunar Comercial S/A comprou de uma empresa industrial artigos plásticos, para revender, nas seguintes condições, em reais: Valor dos artigos 1.000.000,00 IPI 150.000,00 ICMS destacado na nota fiscal 180.000,00 No dia seguinte, a Lunar vendeu, para um consumidor final, 50% desses mes- mos artigos plásticos (mercadorias), nas seguintes condições, em reais: Valor das mercadorias 800.000,00 ICMS destacado na nota fiscal 144.000,00 Considerando-se exclusivamente as informações acima e a técnica contábil, o lucro bruto desta operação, em reais, é (a) 171.000,00 (b) 200.000,00 (c) 246.000,00 (d) 300.000,00 Prof. José Jayme Moraes Junior – Contabilidade Geral em Exercícios – ICMS/RJ 10
  • 11. (e) 321.000,00 Resolução Questão de operação com mercadorias envolvendo tributos. Vamos relembrar todos estes conceitos: 1 - ICMS (Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercado- rias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e In- termunicipal e de Comunicação) - Imposto de competência estadual; - Constituição de 1988: ICMS e IPI são impostos não- cumulativos, ou seja, são compensados em cada operação com o montante cobrado em operações anteriores; - Legislação do ICMS: imposto por dentro, ou seja, já está embu- tido no valor da operação; - Caso o frete e seguro estejam inseridos na nota fiscal, o próprio fornecedor está transportando as mercadorias, logo, incide ICMS e IPI sobre o valor do frete e do seguro. Caso o frete e o seguro sejam cobrados por outra empresa (Ex: Empresa Transportado- ra), sobre esses valores não incidirão ICMS e IPI. Regra geral, quando não for dito sobre o frete e o seguro, considera-se que foi realizado por uma empresa transportadora; - O valor do ICMS pago ao fornecedor por ocasião da compra cor- responde a um direito da empresa (ICMS a Recuperar); - O valor do ICMS que a empresa recebe de um cliente por ocasi- ão da venda de mercadorias representa uma obrigação (ICMS a Recolher). 2 - IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) - Imposto de competência federal; - Como incide sobre produtos industrializados, é devido pelas empresas industriais e por empresas a equiparadas a in- dustriais; - Constituição de 1988: ICMS e IPI são impostos não- cumulativos, ou seja, são compensados em cada operação com o montante cobrado em operações anteriores; - Legislação do IPI: imposto por fora, logo, não integra a Receita Bruta de Vendas; - Caso o frete e seguro estejam inseridos na nota fiscal, o próprio fornecedor está transportando as mercadorias, logo, incide ICMS e IPI sobre o valor do frete e do seguro. Caso o frete e o seguro sejam cobrados por outra empresa (Ex: Empresa Transportado- ra), sobre esses valores não incidirão ICMS e IPI. Regra geral, quando não for dito sobre o frete e o seguro, considera-se que foi realizado por uma empresa transportadora. 3 - Ajustes das Compras: Prof. José Jayme Moraes Junior – Contabilidade Geral em Exercícios – ICMS/RJ 11
  • 12. - Devoluções de compras; - Fretes; - Seguros; - Abatimentos; - Carga e Descarga; - Descontos Incondicionais Obtidos - Outros. Compras Líquidas = Compras Brutas + Fretes + Seguros – Abatimentos – Descontos Incondicionais Obtidos (*) Caso haja desconto incondicional ou comercial, o ICMS incidirá no valor da operação líquido do desconto. Porém, o IPI incidirá sobre o valor original da operação. 3 - Deduções das Vendas Brutas: - Devoluções de Vendas; - Abatimentos sobre Vendas; - Descontos Incondicionais Concedidos (Descontos Comerciais); - Impostos sobre Vendas (ICMS, ISS e IE); e - Contribuições Sociais sobre Vendas (PIS e Cofins). IPI: não é dedução de vendas, pois não está incluído na Receita Bruta de Ven- das (imposto por fora). Faturamento Bruto = Receita Bruta de Vendas + IPI; PIS: incide sobre o faturamento mensal (receita bruta de bens e serviços dimi- nuída das Vendas Canceladas, Descontos Incondicionais Concedidos e IPI e ICMS retidos pelo vendedor na condição de substituto tributário); COFINS: mesma b
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