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Exercicios resolvidos contabilidade geral aula 05 cathedra

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  • 1. Provas Selecionadas – Aula 05 CONTABILIDADE GERAL CATHEDRA COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS PROF. MORAES JR.
  • 2. Contabilidade Geral com as atualizações da Lei no 11.638/07 e da MP no 449/08 CONTABILIDADE EM EXERCÍCIOS Provas Selecionadas Prezados Alunos, Ao final de cada aula, disponibilizo as questões que serão comentadas durante a aula. Caso você julgue conveniente, poderá testar seu conhecimento previa- mente antes de ver os gabaritos e as resoluções comentadas. Você pode simu- lar uma situação real de prova: para calcular o tempo de duração das provas, considere um tempo de 3 minutos por questão. Desta forma, utilizando esta metodologia, seu aprendizado será muito mais eficaz. Prova 5. Petrobrás – Contador Junior – 2006 – CESGRANRIO Índice de questões por assunto: 67. Matemática Financeira 68. Matemática Financeira 69. Ações 70. Exercício Social 71. Demonstrações Financeiras 72. Balanço Patrimonial 73. Incorporação 74. Incorporação 75. Auditoria 76. Auditoria 77. Contabilidade de Custos 78. Demonstrações Financeiras 79. Análise das Demonstrações Contábeis 80. Análise das Demonstrações Contábeis 81. Demonstrações Financeiras 82. Contabilidade de Custos 83. Demonstração do Fluxo de Caixa 84. Bolsa de Valores 85. Ações 86. Operações com Mercadorias 87. Contabilidade de Custos 88. Contabilidade de Custos 89. Demonstrações Financeiras 90. Normas de Contabilidade Financeira 91. Padrões Contábeis 92. Prestação de Serviços 93. Empresas - Conceitos 94. Operações com Mercadorias 95. Opções 96. Arrendamento 97. Análise das Demonstrações Contábeis 98. Taxa de Retorno do Investimento 99. Imposto de Renda Prof. José Jayme Moraes Junior – Contabilidade em Exercícios – Provas Selecionadas 2
  • 3. Contabilidade Geral com as atualizações da Lei no 11.638/07 e da MP no 449/08 100. Contribuição Social sobre o Lucro Líquido 101. COFINS 102. PIS 103. Consolidação de Balanços 104. Consolidação de Balanços 105. Método de Equivalência Patrimonial 106. Método de Equivalência Patrimonial Prof. José Jayme Moraes Junior – Contabilidade em Exercícios – Provas Selecionadas 3
  • 4. Contabilidade Geral com as atualizações da Lei no 11.638/07 e da MP no 449/08 Questões Comentadas e Resolvidas 67. Certo capital aplicado durante 10 meses rendeu R$ 7.200,00 de juros, à taxa de 1,2% ao mês (juros simples). O montante resultante desta operação, em reais, é: (A) 42.800,00 (B) 52.800,00 (C) 60.000,00 (D) 62.200,00 (E) 67.200,00 Resolução Questão de Matemática Financeira: Capital Aplicado = C Período = n = 10 meses Juros = R$ 7.200,00 Taxa de Juros Simples = 1,2% ao mês Montante = ? Juros = C x i x n => C = Juros/(i x n) = 7.200/(0,012 x 10) = 7.200/0,12 =>  C = 60.000 M = C + J = 60.000 + 7.200 => M = 67.200 GABARITO: E 68. A taxa trimestral equivalente a 6% ao ano (juros compostos) é de: (A) 1,238% (B) 1,456% (C) 1,467% (D) 1,476% (E) 1,50% Resolução I – Taxas nominais são aquelas que estão definidas em um período de tempo diferente do período de capitalização (só serve para informar que o regime de capitalização é a juros compostos). Pode ser transformada em taxa efetiva por meio do conceito de taxas proporcionais. Exemplo: Taxa nominal = 14% ao ano, com capitalização semestral Taxa Efetiva = 7% ao semestre Prof. José Jayme Moraes Junior – Contabilidade em Exercícios – Provas Selecionadas 4
  • 5. Contabilidade Geral com as atualizações da Lei no 11.638/07 e da MP no 449/08 II – Taxas equivalentes são aquelas referidas a períodos de tempo dife- rentes, mas que, quando aplicadas a um mesmo capital, pelo mesmo prazo, geram o mesmo montante. Exemplo – Juros Simples: i1 = 12% ao ano i2 = 1% ao mês Se aplicadas a um capital de R$ 10.000,00 por seis meses, o resultado será o mesmo. M1 = 10.000 x (1 + 0,12 x ½) = 10.600 M2 = 10.000 x (1 + 0,01 x 6) = 10.600 Exemplo – Juros Compostos: Uma empresa aplica R$ 300,00 à taxa de juros composto de 4% ao mês por 10 meses. M= C x (1+i)n M = 300 x (1+0,04)10 M = 444,0733 Taxa proporcional é uma taxa linear, logo você tem que encontrar a taxa equi- valente para 10 meses. Taxa equivalente = [(1+0,04)10 - 1)] x 100 Taxa equivalente = 48,02% para 10 meses (equivalente a 4% ao mês) III - Duas taxas são consideradas proporcionais quando houver uma relação de proporcionalidade entre elas e os prazos a que elas se refe- rem. Irá se verificar a proporcionalidade quando i 1. n2 = i2 . n1 Exemplo: i1 = taxa anual = 12% n1 = prazo anual = 1 ano (ou 12 meses) i2 = taxa mensal = x% (desejo conhecer) n2 = prazo mensal = 1 mês logo 12%.1 = x.12 logo x = 1% a.m. Com isso, no sistema de juros simples: taxas proporcionais = taxas equivalentes. Exemplo: Se aplicarmos R$ 10.000,00 a uma taxa de 36% ao ano, com capita- lização mensal, o montante obtido no final de um ano será R$ 13.600,00. A = 10.000 I = 36% ao ano c/ capitalização mensal = taxa nominal Ief = 36%/12 meses = 3% ao mês = taxa efetiva M = 10.000 x (1,03)12 = 14.257,61 Prof. José Jayme Moraes Junior – Contabilidade em Exercícios – Provas Selecionadas 5
  • 6. Contabilidade Geral com as atualizações da Lei no 11.638/07 e da MP no 449/08 Vamos à resolução da questão: Taxa Trimestral equivalente a taxa de 6% ao ano (juros compostos): Período = 1 ano = 4 trimestres (1 + i)4 = 1,06 => (1 + i) = 1,061/4 => (1 + i) = 1,01467 => i = 0,01467  i = 1,467% ao trimestre GABARITO: C 69. O estatuto de uma companhia que quer expandir seus negócios, mediante emissão de novas ações, estabelece que as ações terão valor nominal, fixando esse valor em R$ 3,00. Prevendo dificuldades para colocar as ações pelo valor nominal fixado no estatuto, as novas ações são emitidas com o valor de face de R$ 2,00, preço este tido como de forte apelo para o mercado. Considerando as determinações da Lei 6.404/76, com a nova redação dada pelas Leis no 9.457/97, de 5/5/97; no 10.194/01, de 14/2/2001 e n o 10.303/01, de 31/10/2001, esta Companhia deverá: (A) registrar, como Capital, o valor de face das novas ações vezes a quantida- de de ações negociadas. (B) registrar, como Capital, o valor de face das novas ações vezes a quantida- de de ações negociadas e, como Reserva de Ágio, a diferença entre o valor nominal das ações e o valor de face da nova emissão vezes a quantidade ne- gociada. (C) registrar, como Capital, o valor de face das novas ações vezes a quantida- de de ações negociadas e, como Deságio, a diferença entre o valor nominal das ações e o valor de face da nova emissão vezes a quantidade negociada. (D) registrar, como Capital, o valor de face das novas ações vezes a quantida- de de ações negociadas e, como Despesa do Exercício, a diferença entre o va- lor nominal das ações e o valor de face da nova emissão vezes a quantidade negociada. (E) suspender a emissão das novas ações, pois a Lei Societária veda a emissão de ações por preço inferior ao de seu valor nominal. Resolução De acordo com o art. 13. da Lei no 6.404/76: É vedada a emissão de ações por preço inferior ao seu valor nominal. § 1º A infração do disposto neste artigo importará nulidade do ato ou operação e responsabilidade dos infratores, sem prejuízo da ação penal que no caso couber. § 2º A contribuição do subscritor que ultrapassar o valor nominal constituirá reserva de capital (artigo 182, § 1º). Prof. José Jayme Moraes Junior – Contabilidade em Exercícios – Provas Selecionadas 6
  • 7. Contabilidade Geral com as atualizações da Lei no 11.638/07 e da MP no 449/08 Logo, em relação à questão, a companhia deverá suspender a emissão das novas ações, pois a Lei Societária veda a emissão de ações por preço inferior ao de seu valor nominal. GABARITO: E 70. A Lei 6.404/76 (Lei das Sociedades Anônimas) estabelece que o exercício social deverá ter a duração de um ano e que será fixada no estatuto a data do: (A) início do exercício social. (B) início e do término do exercício social. (C) início do ano civil. (D) início e do término do ano civil. (E) término do exercício social. Resolução O artigo 175 da Lei no 6.404/76 define que o tempo de duração do exercício social será de 1 (um) ano e a data de término será fixada no estatuto da companhia. A Lei das SA fixou a duração do exercício social para poder fazer uma comparação, de modo que todas as empresas demonstrassem seus resultados em um período de tempo igual. A Lei das SA também determinou que o estatuto da empresa (documento que cria uma sociedade anônima; no caso de sociedade limitada, teríamos um con- trato social) fixará o término do exercício social. Logo, caso o estatuto da em- presa determine que o exercício social terminará em 31 de julho, o início do exercício social ocorrerá em 01 de agosto. As empresas optam pelo término do exercício social em 31 de dezem- bro, pois, nessa situação, exercício social ficaria dentro do ano e não utilizaria um dia sequer do ano seguinte. Além disso, a legislação do imposto de renda determina que o exercício social deve, obrigatoria- mente, iniciar no dia 01 de janeiro e terminar no dia 31 de dezembro. De acordo com o parágrafo único do referido artigo, na constituição da companhia e nos casos de alteração estatutária, o exercício social po- derá ter duração diversa. Esta determinação visa dar maior flexibilidade pa- ra determinação do exercício social nos casos de constituição da empresa ou alteração estatutária. Ou seja, o exercício social poderá ter duração diversa (diferente de um ano), ou melhor, menor que um ano, quando uma empresa for constituída, por exemplo, em 01/09/2008. Nessa situação, o exercício soci- al poderá ter duração de quatro meses (de 01/09/2008 até 31/12/2008). Nos casos de alteração estatutária, ocorre o mesmo. Suponha que uma em- presa tenha seu exercício social encerrado em 31/10/2007. Contudo, em 31/10/2007, a referida empresa resolve alterar seu estatuto (sociedade anô- nima) ou contrato social (sociedade limitada) para que o exercício seja finali- zado em 31/12/2007. Nesse caso, a empresa encerrará o exercício social em Prof. José Jayme Moraes Junior – Contabilidade em Exercícios – Provas Selecionadas 7
  • 8. Contabilidade Geral com as atualizações da Lei no 11.638/07 e da MP no 449/08 31/10/2007 e iniciará um novo exercício social em 01/11/2007, que terminará em 31/12/2007, ou seja, inferior a um ano. GABARITO: E 71. Por ocasião da publicação das demonstrações financeiras, a Sociedade A- nônima poderá: (A) agrupar, sob uma designação genérica, contas semelhantes, com pequenos saldos individuais cujo valor total não exceda 10% do respectivo grupo. (B) eliminar os três últimos dígitos dos valores e os centavos, incluindo, no ca- beçalho de cada demonstração, a expressão “em R$ milhares”. (C) incluir a eliminação dos três últimos dígitos dos valores e dos centavos, em nota explicativa própria, no conjunto das notas explicativas. (D) publicar somente os valores do último exercício social de todas as demons- trações financeiras, obrigatórias pela Lei das Sociedades Anônimas. (E) publicar todas as demonstrações, sob o título genérico de Demonstrações Contábeis. Resolução De acordo com o inciso I do artigo 176 da Lei n o 6.404/76, ao fim de cada e- xercício social a diretoria fará elaborar, com base na escrituração mercantil da companhia, entre outras demonstrações contábeis, o balanço patrimonial e, posteriormente, publicá-lo juntamente com as demonstrações contábeis. De acordo com o § 1o do referido artigo, as demonstrações de cada exercí- cio serão publicadas com a indicação dos valores correspondentes das demonstrações do exercício anterior, ou seja, a empresa, ao publicar o balanço atual, também deverá publicar o balanço anterior. De acordo com o § 2o do mesmo artigo, nas demonstrações, as contas semelhantes poderão ser agrupadas; os pequenos saldos poderão ser agregados, desde que indicada a natureza e não ultrapassarem um dé- cimo do valor do respectivo grupo de contas. Contudo, é vedada a utili- zação de designações genéricas, como "diversas contas" ou "contas- correntes". Exemplo: Se uma empresa tiver um estoque de “Material de Consumo” no va- lor de R$ 1.000,00 e de “Material de Escritório” de R$ 500,00, seria aceitável a agregação das duas contas no valor de R$ 1.500,00 caso o valor do Ativo Cir- culante (grupo de contas a que pertence estas duas contas) fosse, no mínimo, R$ 15.000,00. A empresa também pode, em suas demonstrações, eliminar os três úl- timos dígitos dos valores e os centavos, incluindo, no cabeçalho de ca- da demonstração, a expressão “em R$ milhares”. GABARITO: B Prof. José Jayme Moraes Junior – Contabilidade em Exercícios – Provas Selecionadas 8
  • 9. Contabilidade Geral com as atualizações da Lei no 11.638/07 e da MP no 449/08 72. Uma Sociedade Anônima, com ciclo operacional de 18 meses, no encerra- mento do exercício social de 31 de dezembro de 2005, apresentou a seguinte relação de Ativos e seus respectivos prazos de vencimento: Elementos Valor em Reais Vencimento Aplicação Financeira 38.000,00 15/jun/07 Banco Conta Depósito a Prazo 30.000,00 15/jul/07 Duplicata a Receber 15.000,00 30/abr/06 Empréstimo à Empresa Coligada 50.000,00 28/abr/06 Título a Receber 20.000,00 10/fev/07 Considerando as informações disponíveis, a boa técnica contábil e a legislação societária, o Ativo Circulante desta Sociedade Anônima, em 31 de dezembro de 2005, em reais, foi: (A) 15.000,00 (B) 65.000,00 (C) 73.000,00 (D) 123.000,00 (E) 153.000,00 Resolução De acordo com o parágrafo único do artigo 179 da Lei n o 6.404/76, na com- panhia em que o ciclo operacional da empresa tiver duração maior que o exercício social, a classificação no circulante ou longo prazo terá por base o prazo desse ciclo. Nota: Ciclo Operacional: no caso de uma empresa comercial, é o período que a empresa leva, em média, para adquirir mercadorias de seus fornecedores, vendê-las e receber o valor das respectivas vendas de seus clientes. No caso de uma empresa industrial, corresponde ao período que a empresa leva, em média, desde a aquisição de matérias-primas de seus fornecedores até o rece- bimento de seus clientes pelas vendas dos produtos fabricados. No ativo realizável a longo prazo serão classificados: os direitos realizáveis após o término do exercício seguinte (pessoais ou reais), assim como os derivados de vendas, adiantamentos ou empréstimos a sociedades co- ligadas ou controladas, diretores, acionistas ou participantes no lucro da companhia, que não constituírem negócios usuais na exploração do objeto da companhia (art. 179, II, da Lei no 6.404/76). De acordo com o artigo 179, II, da Lei no 6.404/76, percebe-se que o Ativo Realizável a Longo Prazo pode ser dividido em dois itens: - Direitos realizáveis após o término do exercício seguinte: Dupli- catas a Receber (Longo Prazo), Promissórias a Receber (Longo Prazo), Estoques (Longo Prazo), Despesas Antecipadas (Longo Prazo), etc. Prof. José Jayme Moraes Junior – Contabilidade em Exercícios – Provas Selecionadas 9
  • 10. Contabilidade Geral com as atualizações da Lei no 11.638/07 e da MP no 449/08 - Direitos derivados de vendas, adiantamentos ou empréstimos a sociedades coligadas, sociedades controladas, diretores, acionis- tas e participantes no lucro da companhia. Estes direitos indepen- dem do prazo e não podem constituir negócios usuais na explora- ção do objeto da companhia. Vamos à resolução da questão: Balanço Patrimonial elaborado em 31/12/2005: Ciclo Operacional = 18 meses = 1 ano e 6 meses Curto Prazo => até 30/06/2007 Longo Prazo => após 30/06/2007 Ativo Circulante Valor em Reais Vencimento Aplicação Financeira 38.000,00 15/jun/07 Duplicata a Receber 15.000,00 30/abr/06 Título a Receber 20.000,00 10/fev/07 Total do Ativo Circulante 73.000,00 Ativo Não Circulante - Realizável a Longo Prazo Banco Conta Depósito a Prazo 30.000,00 15/jul/07 Empréstimo à Empresa Coligada 50.000,00 28/abr/06 (independe do vencimento) Total do ANC – Realizável a Longo Prazo 80.000,00 GABARITO: C As questões 73 e 74 deverão ser respondidas considerando todas as informações abaixo e a boa técnica contábil. As Assembléias Gerais das Sociedades Anônimas Alfa (incorporadora) e Beta (incorporada) aprovaram todos os protocolos e procedimentos preliminares ca- bíveis nos processos de incorporação: nomearam os peritos (incorporadora) e autorizaram os administradores a praticar os atos necessários à incorporação (incorporada), bem como os laudos dos peritos, com a avaliação patrimonial da incorporada, pelo respectivo valor contábil, em reais, como segue. Alfa Beta Ativo Circulante 405.500,00 112.500,00 Realizável Longo Prazo 562.000,00 158.000,00 Ativo Permanente 801.000,00 202.500,00 Investimentos Controladas Cia. Beta 189.000,00 Prof. José Jayme Moraes Junior – Contabilidade em Exercícios – Provas Selecionadas 10
  • 11. Contabilidade Geral com as atualizações da Lei no 11.638/07 e da MP no 449/08 Cia. Gama 94.000,00 Ágio Cia. Beta 90.000,00 Imobilizado 428.000,00 202.500,00 Total 1.768.500,00 473.000,00 Passivo Circulante 180.000,00 87.800,00 Exigível a Longo Prazo 81.000,00 70.200,00 Patrimônio Líquido 1.507.500,00 315.000,00 Total 1.768.500,00 473.000,00 Informações adicionais: • Investimentos da Cia. Alfa são avaliados ao MEP. Investida Ações Emitidas % Participação Cia. Beta Ações ordinárias 60,0% Cia. Gama Ações ordinárias 50,2% • A razão econômica do ágio foi a diferença existente entre o saldo contábil do Ativo Permanente e o seu valor de mercado. 73. Após a incorporação, o capital próprio da incorporadora, em reais, é: (A) 1.449.500,00 (B) 1.543.500,00 (C) 1.633.500,00 (D) 1.768.500,00 (E) 2.052.500,00 Resolução Incorporação Operação pela qual uma ou mais sociedades (incorporadas) têm seu patrimô- nio absorvido por outra (incorporadora), que lhes sucede em todos os direitos e obrigações. A assembléia-geral da companhia incorporadora, se aprovar o protocolo da o- peração, deverá autorizar o aumento de capital a ser subscrito e realizado pela incorporada mediante versão do seu patrimônio líquido, e nomear os peritos que o avaliarão. A sociedade que houver de ser incorporada, se aprovar o protocolo da opera- ção, autorizará seus administradores a praticarem os atos necessários à incor- poração, inclusive a subscrição do aumento de capital da incorporadora. Aprovados pela assembléia-geral da incorporadora o laudo de avaliação e a incorporação, extingue-se a incorporada, competindo à primeira promover o arquivamento e a publicação dos atos da incorporação. Prof. José Jayme Moraes Junior – Contabilidade em Exercícios – Provas Selecionadas 11
  • 12. Contabilidade Geral com as atualizações da Lei no 11.638/07 e da MP no 449/08 De acordo com o art. 6o da Instrução CVM no 319/99: DO TRATAMENTO CONTÁBIL DO ÁGIO E DO DESÁGIO Art. 6º O montante do ágio ou do deságio, conforme o caso, resultante da a- quisição do controle da companhia aberta que vier a incorporar sua controlado- ra será contabilizado, na incorporadora, da seguinte forma: I - nas contas representativas dos bens que lhes deram origem – quando o fundamento econômico tiver sido a diferença entre o valor de mercado dos bens e o seu valor contábil (Instrução CVM nº 247/96, art. 14, § 1º); II - em conta específica do ativo imobilizado (ágio) – quando o funda- mento econômico tiver sido a aquisição do direito de exploração, con- cessão ou permissão delegadas pelo Poder Público (Instrução CVM nº 247/96, art. 14, § 2º, alínea b); e III - em conta específica do ativo diferido (ágio) ou em conta específi- ca de resultado de exercício futuro (deságio) – quando o fundamento econômico tiver sido a expectativa de resultado futuro (Instrução CVM nº 247/96, art. 14, § 2º, alínea a). Vamos à resolução da questão: I – Antes da incorporação: Alfa Beta Ativo Circulante 405.500,00 112.500,00 Realizável Longo Prazo 562.000,00 158.000,00 Ativo Permanente 801.000,00 202.500,00 Investimentos Controladas Cia. Beta 189.000,00 Cia. Gama 94.000,00 Ágio Cia. Beta 90.000,00 Imobilizado 428.000,00 202.500,00 Total 1.768.500,00 473.000,00 Passivo Circulante 18
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