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GEBSAPrev COMUNICA. Edição 11 - Ano IV - Junho de Investimentos Perspectivas e desafios

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GEBSAPrev COMUNICA Edição 11 - Ano IV - Junho de 2017 Investimentos Perspectivas e desafios INVESTIMENTOS Vivência, capacitação e cautela. Todos nós sabemos bem o momento de incertezas pelo qual passamos
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GEBSAPrev COMUNICA Edição 11 - Ano IV - Junho de 2017 Investimentos Perspectivas e desafios INVESTIMENTOS Vivência, capacitação e cautela. Todos nós sabemos bem o momento de incertezas pelo qual passamos hoje. A cada dia, ao acompanharmos os noticiários, novos fatos acontecem e isso afeta diretamente o cenário econômico. A economia brasileira, ainda bastante suscetível a qualquer acontecimento ou instabilidade, mostrava os primeiros sinais de recuperação. Os diferentes setores da sociedade começavam a mostrar retomada da confiança, inflação sob controle e, com isso, trajetória de juros em queda. Entretanto, novas denúncias de corrupção agora com a delação da JBS, envolvendo diretamente o Governo trouxeram nova onda de incertezas. Atento aos indicadores econômicos e ao cenário político, o mercado financeiro reage aos acontecimentos e às perspectivas, avaliando possibilidades: o desenrolar dessas denúncias e a continuidade, ou não, do Governo Temer, a aprovação de importantes reformas, como a da Previdência e a Trabalhista (esta última que impacta diretamente na Terceirização, já em vigor). Mais ainda, o mercado reage à necessidade de solidez e recuperação das contas públicas, rumo à retomada da economia e ao crescimento sustentável, no médio e longo prazo. INDICADORES 2017 A inflação oficial, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), perdeu força de março para abril, passando de 0,25% para 0,14%, a menor taxa para o mês desde o início do Plano Real. O Comitê de Política Monetária reduziu a taxa básica de juros, a Selic, em 1 ponto percentual no Lidando com as incertezas dia 31/05, para 10,25% ao ano, recuando ao seu menor patamar desde o início de A economia brasileira cresceu 1% no primeiro trimestre de 2017, em comparação ao trimestre anterior, interrompendo oito períodos seguidos de queda, segundo divulgou o IBGE no dia 01 de junho. Já em relação ao mesmo trimestre do ano passado, o PIB recuou 0,4% no décimo segundo recuo seguido. A taxa de desemprego de abril ficou em 13,6% e atingiu um contingente de 14 milhões de pessoas, de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do IBGE. Tratase da primeira queda mensal do indicador desde novembro de Segundo informações da Agência Brasil, a confiança dos brasileiros voltou a cair. O Inec (Índice Nacional de Expectativa do Consumidor), que sintetiza o sentimento dos brasileiros em relação à expectativa econômica, registrou 100,6 pontos em maio, um recuo de 2,7% frente a abril e índice 4,4% abaixo do registrado em maio/2016. PERSPECTIVAS Essa queda de confiança do consumidor aumenta a preocupação sobre a evolução da demanda de consumo para os próximos meses e, consequentemente, para a atividade econômica. Já o Relatório de Mercado Focus, divulgado no dia 29 de maio, indicava que os economistas do mercado financeiro alteraram, para pior, suas projeções para alguns indicadores da economia. 2 Edição 11 - Ano IV - Junho de 2017 A projeção de inflação para 2017 subiu de 3,92% para 3,95%. O IPCA de 2018 subiu de 4,34% para 4,40%. O mesmo fenômeno ocorreu no câmbio: a projeção para o dólar no fim de 2017 subiu de R$ 3,23 para R$ 3,25 e, para 2018, de R$ 3,36 para 3,37. As projeções de crescimento da economia também pioraram. Para 2017, a expectativa de crescimento foi de 0,50% para 0,49% e, para 2018, de 2,50% para 2,48%. Na divulgação da nova taxa Selic, em seu comunicado ao mercado, o BC sinalizou que deve promover reduções menores de juros no futuro por conta do aumento das tensões políticas. Explicou que o ritmo de flexibilização continuará dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos, de possíveis reavaliações da estimativa da extensão do ciclo e das projeções e expectativas de inflação. PLANEJAMENTO A discussão quanto à Reforma da Previdência só reforça ainda mais a necessidade do planejamento rumo à aposentadoria. O esforço individual é fundamental para a garantia de sustento nessa fase da vida, em complemento à renda a ser recebida do INSS, que claramente passa por forte déficit (leia matéria sobre este assunto na página seguinte). Neste planejamento, o caminho, em momentos de instabilidade como o atual, é estar atento ao nível de risco que o investimento traz. É possível, no curto prazo, verificar perdas em alguns períodos e isso é absolutamente normal. Por isso, pensando em aposentadoria, é importante olhar sempre para o longo prazo. Ainda considerando a relação prazo x risco em sua estratégia, se estão faltando poucos anos para receber o benefício, é desejável manter uma alocação em investimento de baixa volatilidade. Em caso de maior prazo para a aposentadoria, investimentos mais voláteis geralmente trazem maiores retornos. Contar com apoio na gestão de seus investimentos torna-se um grande diferencial, principalmente nesses momentos de instabilidade. Profissionais capacitados, atentos ao mercado e comprometidos na busca de melhores resultados, ao menor risco possível, trabalham com a máxima seriedade. O momento é de expectativa, cautela, como tantos outros, e passaremos por ele com maturidade e segurança. 3 GEBSAPrev EM PAUTA Reforma da Previdência Entenda melhor Diante das recentes denúncias envolvendo o Governo e novo momento de forte instabilidade (sugerimos a leitura de matéria de Investimentos, pág. 2), a pergunta mais frequente tem sido: como ficam as reformas em aprovação, sobretudo a da Previdência? Discussões à parte quanto à condução dessas medidas, é consenso a necessidade de reforma com urgência, por diversos fatores levantados por especialistas no assunto. Basicamente, a conta não fecha: por isso fala-se tanto em déficit da Previdência! E O QUE ISSO SIGNIFICA? O termo déficit da Previdência significa que há um rombo que cresce a cada dia: os gastos saltaram de 0,3% do PIB, em 1997, para projetados 2,7%, em Em 2016, o déficit do INSS chegou aos R$ 149,2 bilhões (2,3% do PIB) e, em 2017, está estimado em R$ 181,2 bilhões. Os brasileiros estão vivendo mais, a população está envelhecendo e o número de jovens, que sustentam o regime, diminui. O volume de contribuições torna-se insuficiente para pagar os benefícios. A equipe econômica do Governo deixa clara a necessidade de aprovação urgente da Reforma Previdenciária, e se mostra disposta a fazer isso de alguma forma. Tanto que já se fala em implantar medidas imediatamente, seja por Medida Provisória ou Projeto de Lei. Essas alternativas poderiam trazer certas mudanças a alguns itens da Reforma. Basicamente, a Reforma procura aumentar o tempo de contribuição, fazendo com que os trabalhadores se aposentem mais tarde. Entre as medidas, fixa idade mínima para requerer aposentadoria 65 anos para homens e 62 anos para mulheres e acaba com a possibilidade de aposentadoria exclusivamente por tempo de serviço no INSS. Além disso, eleva o tempo mínimo de contribuição de 15 anos para 25 anos. Propõe também a redução do valor da pensão por morte, que hoje é integral, independentemente do número de dependentes. Planejar é preciso! Independentemente das reformas em andamento, é fundamental que cada um se conscientize quanto à importância de conduzir o seu próprio planejamento, poupando para assegurar o máximo possível de tranquilidade financeira no futuro, sem depender tanto da Previdência Social. Para saber mais sobre a Reforma da Previdência, acesse: 4 Edição 11 - Ano IV - Junho de 2017 APOSENTADORIA EM PAUTA Tempo de recomeçar Aposentados no mercado de trabalho Por diferentes fatores, sobretudo a necessidade financeira, muitos brasileiros têm optado por continuar trabalhando após a aposentadoria. Entre os idosos com 60 anos ou mais, 51,6% dos homens aposentados e 55,5% das mulheres aposentadas seguem na ativa. Em média, os homens trabalham por mais quatro anos após a aposentadoria e as mulheres por mais dois anos, segundo o livro Política Nacional do Idoso, velhas e novas questões, lançado pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) neste ano. O principal motivo para o aposentado continuar na ativa é a necessidade de complementar a renda. O envelhecimento da população também aumenta a proporção de idosos no mercado de trabalho. Na avaliação da equipe do Ipea, a força de trabalho brasileira vem sofrendo alteração em seu perfil: está se tornando mais idosa e instruída. Pesquisa divulgada em setembro de 2016 pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) revela que mais de um terço (33,9%) dos idosos que já estão aposentados continuam exercendo alguma atividade profissional, parcela menor comparada ao estudo do Ipea, porém bastante representativa. Para 46,9% do público analisado, a aposentadoria não é suficiente para pagar as contas e despesas pessoais. Já 23,2% dizem que continuam no mercado para manter a mente ocupada e 18,7%, para se sentirem mais produtivos. Outros 9,1% dizem que precisam trabalhar para ajudar familiares. O fato de ainda trabalharem, mesmo sendo aposentados, gera sentimentos positivos em 70,7% dos idosos, como satisfação pessoal (38,8%) e orgulho (19,7%). Nove em cada dez (95,7%) idosos contribuem ativamente para o sustento financeiro da casa, sendo que, em mais da metade dos casos (59,7%), eles são os principais responsáveis. Algumas empresas têm optado por contar, em seu quadro de funcionários, com a maturidade dos seniores para trazerem equilíbrio e conhecimento ao grupo, propiciando, assim, a troca de experiências. ALTERNATIVAS Os concursos públicos são considerados por muitas pessoas acima dos 50 anos de idade como alternativa de retorno ao mercado de trabalho, competindo em pé de igualdade com os demais candidatos. Basta vencer o desafio das provas e conseguir nota suficiente para ser aprovado. Pelo regulamento dos concursos, que segue o Estatuto do Idoso, em caso de empate, os mais velhos têm prioridade: o primeiro critério é a idade, dando-se preferência para a mais elevada. Nos cursos preparatórios da Central de Concursos, hoje, 2 em cada 10 alunos têm mais de 50 anos de idade, segundo informações divulgadas pelo Instituto de Longevidade Mongeral Aegon. O caminho, para os que pretendem continuar no mercado de trabalho ou recomeçar em outras atividades profissionais, é manter-se atualizado e buscar oportunidades de capacitação (cursos, palestras, eventos, publicações). Mantenha-se, também, aberto às novas tecnologias. Sucesso! 5 MERCADO DE PREVIDÊNCIA Por que investir em um Plano de Previdência Privada? A discussão sobre a Reforma da Previdência no Brasil trouxe à tona um assunto de grande importância por diferentes motivos, mas que nem sempre era considerado pela população: a necessidade de se planejar para a aposentadoria, buscando acumular recursos que complementem a renda do INSS nessa fase da vida. Além de poupar periodicamente, com o olhar para o longo prazo, é necessário pensar em alternativas para que este dinheiro renda o suficiente, de forma a vencer, ao menos, o efeito da inflação e a perda de valor no tempo. Isso significa, resumidamente, que o dinheiro que você utiliza para comprar uma TV hoje, em 20 anos seria insuficiente para o mesmo objetivo. Investir seus recursos, fazendo-os render, envolve estratégia e a escolha de modalidades que reúnam algumas características, tais como melhor relação risco x retorno e, também, custos envolvidos. Os planos de previdência privada oferecem como vantagem a facilidade na hora de investir, a escolha de modalidades que respeitem o seu perfil, o olhar para o longo prazo com a tributação beneficiando aqueles que deixam o dinheiro investido por mais tempo e a facilidade de contar com gestores que buscam as melhores opções de investimentos para chegar a melhores resultados. E OS FUNDOS DE PENSÃO? Cuidar do planejamento financeiro inclui questionar e buscar informações sobre os produtos financeiros à disposição, visando encontrar os que satisfazem suas necessidades e respeitam o seu perfil. 6 Edição 11 - Ano IV - Junho de 2017 No caso do preparo para a aposentadoria, é natural o questionamento: por que aderir a um Fundo de Pensão se posso contar com um Plano de Previdência no banco onde tenho conta? O Fundo de Pensão, por ser destinado a um grupo restrito (como funcionários de uma mesma empresa ou grupo), tem algumas características diferentes dos planos abertos, que acabam sendo bastante vantajosas para quem pretende acumular recursos para o futuro. Ao aderir a um Plano de Previdência Fechado, ou Fundo de Pensão, você conta com uma estrutura sólida e organizada de acordo com as regras estabelecidas pelo Governo, que visa principalmente proteger o patrimônio dos participantes. Cada Entidade define sua Política de Investimento, que é um dos documentos mais importantes da sua estrutura, delimitando, sobretudo, onde e quanto aplicar do patrimônio sob sua gestão. Para conduzir esta Política de Investimento da melhor maneira, as EFPCs (Entidades Fechadas de Previdência Complementar) contam com equipe especializada de gestores, que cuida do montante investido e toma as melhores decisões, embasada no conhecimento teórico e prático do mercado financeiro. Cabe aos gestores a desafiadora tarefa de buscar sempre bons resultados, em forma de rentabilidade, constituindo carteiras que possibilitem isso. Precisam entender o mundo dos investimentos, avaliar muito bem as opções disponíveis e, principalmente, ter a habilidade de interpretar o comportamento do mercado, que influencia diretamente os resultados de toda aplicação. Algumas vantagens VOCÊ CONTRIBUI, A EMPRESA TAMBÉM A maior dificuldade em planejar o futuro, sobretudo nos dias de hoje, é poupar para acumular recursos suficientes. Nos Planos Fechados, ou Fundos de Pensão, você conta com a contrapartida da Patrocinadora. O que isso significa? Força extra para o seu planejamento! CUSTOS SÃO MENORES Por se tratarem de instituições sem fins lucrativos, os Fundos de Pensão tem custos bem menores aos Participantes em comparação aos praticados pelo mercado. GOVERNANÇA CORPORATIVA Os Fundos de Pensão trazem a marca de uma grande empresa, que atua como Patrocinadora. A atuação das Entidades é regulada pela Previc (Superintendência Nacional de Previdência Complementar), vinculada ao Ministério da Previdência Social. As práticas de Governança Corporativa incluem uma série de regras e condições que visam garantir a boa administração e perenidade da empresa, bem como respeito aos seus princípios e valores. PARTICIPE DA SUA VIDA FINANCEIRA Você, como Participante e investidor, deve buscar sempre o máximo de informações. As Entidades de Previdência têm se dedicado a diversas ações voltadas à Educação Financeira e disponibilizado vários elementos importantes em seus diversos veículos de comunicação, não só para acompanhar seus investimentos e medir resultados, mas também para aprender, cada vez mais, a cuidar do seu dinheiro. A Previc publicou um Guia de Melhores Práticas de Governança Corporativa para as Entidades Fechadas de Previdência Complementar, que pode ser acessado, na íntegra, no link abaixo: 7 VIVER BEM 10 passos para uma vida saudável Na semana de 15/05 a 19/05 tivemos o HealthAhead Week na GE, com várias atividades voltadas à reflexão quanto aos cuidados com a saúde, destacando os seguintes pilares: seja ativo alimente-se bem durma bem encontre o equilíbrio pare de fumar mantenha-se em equilíbrio Para ajudar você neste caminho, rumo a uma vida saudável, sugerimos aqui 10 passos. Inspire-se! Rumo a uma vida saudável! 1. Pratique atividade física Identifique a que mais lhe agrada e inclua a prática na sua rotina, tanto nos meses mais quentes do ano, quanto no inverno. Seu corpo agradece. Além dos benefícios à saúde e à forma física, você melhora sua memória, raciocínio, qualidade do sono e, ainda, combate o estresse. 2. Monitore sua saúde regularmente Vá periodicamente ao médico, faça os exames preventivos adequados à sua faixa etária e cuide da sua saúde com atenção. 3. Respeite suas emoções Mantenha-se otimista diante da vida, procure atividades que lhe deixem extremamente feliz e permita-se pensar mais em você. Estabeleça o hábito de destinar alguns minutos do seu dia para isso. Relaxe, medite, silencie corpo e mente. Você vai sentir os resultados! 4. Cuide melhor da sua alimentação Não se trata apenas de analisar a qualidade do que você ingere no dia a dia, mas também avaliar como você tem feito suas refeições: quanto tempo dedica à sua alimentação? Procura relaxar na hora de comer? Evite alimentos gordurosos, não abuse dos doces e refrigerantes, opte por uma alimentação saudável e balanceada, incluindo frutas, verduras e legumes. Beba pelo menos 2 litros de água por dia. Inclua fibras na sua dieta. 5. Dedique mais tempo aos familiares e amigos O convívio social é importante: ajuda a descontrair, trocar experiências, compreender e controlar melhor emoções. Inclua na sua rotina momentos assim. 8 Edição 11 - Ano IV - Junho de 2017 Escolha atividades agradáveis e aproveite as oportunidades de estar perto das pessoas que lhe fazem bem. 6. Exercite sua mente Assim como nosso corpo precisa se manter em forma, nossa mente necessita de ginástica! Busque exercitá-la além do trabalho: pratique atividades que ajudam a preservar a memória, mantenha-se informado e crie o hábito da leitura. 7. Nada de exageros Para tudo na vida, o equilíbrio é o caminho. Portanto, nada de exageros: evite trabalho em excesso, atividade física em excesso, comer em excesso ou repousar em excesso. Cuide-se! 8. Organize-se melhor A organização (sem exageros) permite conduzir a vida de forma mais tranquila e equilibrada, desenvolvendo a habilidade de conciliar compromissos, cuidar bem da sua agenda, identificar as verdadeiras prioridades, encontrar uma logística funcional para conciliar trabalho, vida pessoal e familiar. 9. Verifique a qualidade do seu sono Você sabia que boas noites de sono ajudam no combate ao estresse e evitam a perda da memória? Além disso, há maior disposição para a solução de problemas e, de quebra, aumento da criatividade e manutenção do bom humor. Durma o necessário, respeitando o seu perfil: a recomendação é garantir 8 horas diárias de sono, mas cada um tem seu ritmo. 10. Permita-se sonhar Os sonhos garantem motivação para seguir em frente, superar dificuldades. Com planejamento, você parte em busca dos seus objetivos e tudo flui melhor à sua volta. Experimente! Para saber mais sobre este e outros assuntos de cuidado com a sua saúde, acesse: https://www.ge-healthahead.com Coaching Atenção à saúde financeira A GEBSAPrev participou da semana de Health Ahead com o workshop de coaching financeiro, em parceria com a Clúsia Consultoria & Coaching. Foram realizadas duas sessões, uma no CENESP e outra na Cidade Jardim. O foco foi o equilíbrio financeiro. Todos os funcionários dessas unidades puderam participar e ao final foram sorteados sessões de coaching financeiro individual, as ganhadoras foram: Ana Ciambarella Healthcare Cidade Jardim e Mariana Soliz Global Operations Finance CENESP. Desenvolvido para grupos, o Programa de Apoio Financeiro conjuga conhecimentos, dinâmicas e ferramentas utilizadas em processos de Coaching, buscando transmitir aos colaboradores o aprendizado necessário para conquistar o equilíbrio financeiro no âmbito pessoal e familiar e possibilitar a criação de condições necessárias para a sua segurança, tranquilidade e elevação de autoestima. 9 FIQUE DE OLHO Relatório Anual 2016 Está disponível em nosso site o Relatório Anual 2016 da GEBSAPrev, nas versões completa e resumida. Convidamos você à leitura deste importante material, que reúne informações sobre o seu Plano de Previdência e as atividades desenvolvidas pela Entidade neste período. Trata-se de conteúdo bem completo, com dados que permitem a cada Participante e Assistido acompanhar o desempenho dos seus investimentos e compreender melhor os resultados alcançados. É nosso compromisso realizar este reporte com a máxima transparência. Além das diversas alterações realizadas em nosso Regimento Interno em 2016, com
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