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Ídolos Do Coração e Feira Das Vaidades

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aconselhamento biblico
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  Ídolos do Coração e Feira das Vaidades - Resenha David Powlison, Ídolos do Coração e Feira das Vaidades ( Brasília, refúgio, 1996), 82 pp. Traduzido do srcinal em inglês Idols Of The Heart and Vanity Fair (1996) por Wadislau e Elizabeth Gomes. David Powlison é um dos autores mais conhecidos atualmente nos EUA, é editor do Journal of Biblical Conseling, do CCEF, onde atualmente é um dos professores na área de aconselhamento. Tem mestrado pelo Westminter Theological Seminary e Ph.D pela University of Pensinsylvania. Tem diversos outros artigos na área de aconselhamento onde faz críticas às tentativas de tentar conciliar a teologia com a psicologia. Este livro de Powlison é constituído de 8 capítulos e principia com a questão que é o cerne de sua obra, que é: quais são os ídolos que estão interiormente dirigindo e moldando as pessoas? No decorrer do primeiro capítulo o autor salienta que há ídolos que regulam o comportamento do ser humano, procurando substituir o senhorio de Cristo. A questão da motivação é a questão do senhorio. Há sempre o caráter interno e externo da motivação. O interno é a concupiscência da carne e o externo é o mundo que modela o ser humano. Powlison no capítulo 2, desenvolve seu tema mostrando que o problema básico não é externo, p orém interno. O “coração”, conforme Ez. 14:1 -8, descreve tudo aquilo que determina nossa direção de vida, nossos comportamentos, pensamentos, etc. ... que qualquer ato exterior de nossa parte é reflexo de uma dinâmica motivada pelo coração corrompido e idólatra. O comportamento idólatra nada mais é do que a expressão da idolatria que já existe no interior. No capítulo 3 o autor apresenta algumas questões mostrando que o ser humano, os aconselhados e conselheiros são condicionados socialmente, auto - enganados e responsáveis pelas atitudes e que nenhum procura esconder o outro e que apenas as Escrituras têm a resposta certa a estas questões. No capítulo 4 apresenta uma resposta bíblica para uma tríplice tensão existente que são os impulsos biológicos, as motivações internas e os condicionamentos sociais e culturais. Na opinião do autor a idolatria oferece a ferramenta para a compreensão desta tensão, mostrando que Deus justapõe estas três coisas que tendem a desestruturar nas formulações humanas. Diz Powlison: Sou responsável por meus pecados, minha vontade é prisioneira e sou enganado e deixo-me guiar por outros.  Nos capítulos 5 a 8 o autor faz uso de uma caso de um casal, “Walter e Hellen”, casados a 8 anos, com detalhes criados para oferecer elementos para uma análise das idolatrias do coração humano, ou seja explorar o relacionamento entre o “mundo” e o “coração”.   Através do caso “Walter e Hellen”, o autor vai mostrando os múltiplos ídolos que infestavam o coração do protagonista em seus relacionamentos e nos chama a atenção para o fato de que, se queremos ajudar as pessoas a voltar os olhos para Deus, devemos saber quais os deuses alternativos que clamam por atenção. Forças que nutrem, canalizam e exacerbam a pecaminosidade em determinadas direções. Segundo Powlison, forças sociológicas podem influenciar mas não eximem o homem de sua responsabilidade. Os ídolos não são externos, mas também, como já destaquei, internos. Deve-se observar também que o autor ao falar de ídolos do coração não adota uma visão reducionista do coração humano, deixando claro que o pecado, além de ser um hábito, é muito criativo e adota muitas formas. Não obstante termos ídolos específicos, o conselheiro precisa ficar atento a esta criatividade do pecado. É papel do conselheiro perceber que os ídolos andam de mãos dadas com o diabo. O diabo age de forma sutil, procurando aguçar o ídolo que estamos cobiçando. Em razão disso, a fé em Cristo é a única resposta para nos libertar tanto dos ídolos como do senhorio funcional de satanás. Este é sutil e procura desintegrar o relacionamento do ser humano para com Deus e a fé em Jesus acompanhada de uma decisão, uma ação em direção a um desvio de ídolos provocando uma mudança no aconselhamento. Powlison chega ao capítulo 8 deixando claro sua postura completamente favorável ao aconselhamento noutético, quando faz algumas críticas as teorias de motivação baseada apenas em necessidades, em lugar da teoria de idolatria, e segundo ele, aquela fosse a solução do evangelho, oferecendo um “outro evangelho” que por sua vez oferece uma solução falsa aos aconselhados. A solução para os problemas dos aconselhados está em procurar identificar os ídolos que exigem deles obediência e procurar num processo de entrega, dedicação e consagração a  Deus, ir renovando o homem interior, tomando a cruz diariamente, sepultando dia-a-dia os falsos deuses que estão sendo fabricados no coração. Uma vida vivida aos pés de Cristo, carregando a cruz do discipulado dia-a-dia é a chave do evangelho para a libertação de tantos ídolos que determinam nossa conduta, sejam ídolos interiores, sócios-culturais, familiares, etc. Em um outro artigo , Powlison clarifica ainda mais seu conceito de ídolos do coração, onde usa a expressão “deuses funcionais” afirmando que estes ocupam o coração humano controlando suas ações, pensamentos, decisões, emoções, atitudes e expectativas. Vale a pena ler este artigo e tomar conhecimento das 34 perguntas com suas respostas bíblicas que procuram sondar o coração e descobrir os ídolos que estão por trás de nossas motivações. Creio ser uma leitura indispensável para nos ajudar a penetrar ainda mais neste conceito de Powlison de  ïdolos do coração e feira das vaidades”.  
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