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Jornal chapa 1 - Unidade e luta

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1. ÉCHAPA1DENOVO! Jornalistas voltam às urnas nos próximos dias 18 a 20 de agosto para reafirmar a luta por empregos e salários e a defesa da democracia sindical A…
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  • 1. ÉCHAPA1DENOVO! Jornalistas voltam às urnas nos próximos dias 18 a 20 de agosto para reafirmar a luta por empregos e salários e a defesa da democracia sindical A nova eleição do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo (SJSP), marcada para os dias 18 a 20 de agosto, tem na disputa apenas a CHAPA1 - UNIDADE E LUTA, a única que nova- mente respeita o Estatuto e prova, mais uma vez, que tem compromisso com a defesa intransigente dos direitos e conquistas da categoria, além de zelar pelo patrimônio histórico, político e financeiro da entidade. A CHAPA 1 é formada por jornalistas que estão nas principais redações do estado e em todos os segmentos da categoria -- jornais, revistas, rádio, TV, Internet, assessorias de imprensa e na universidade --, e com todas as idades -- desde os formados recentemente, até os aposentados. Ela reúne jornalistas com grande experiência na atividade sindical e reforça uma diretoria que, mesmo na difícil situação que a categoria enfrenta nos últimos tempos -- com demissões em massa, enxugamentos nas redações e mudanças aceleradas nas relações de trabalho --, conseguiu importantes avanços na luta e na organi- zação coletivas. Seguimos promovendo o estreitamento de laços com o movimento sindi- cal e o fortalecimento da CUT, na briga pela defesa dos direitos trabalhistas (como o vínculo empregatício, contra as terceirizações), num cenário nacio- nal de grande risco para os assalariados, com um Congresso conservador em Brasília. Mantemos a defesa intransigente do bom jornalismo, mais necessá- rio do que nunca. Em relação às eleições de março passado, a CHAPA 1 - UNIDADE E LUTA conta com o reforço de dez novos integrantes, ampliando a represen- tatividade, a renovação e o compromisso de resistir aos ataques patronais para defender empregos, salários e direitos dos jornalistas. Fortaleça o seu Sindicato. Em 18, 19 e 20 de agosto, vote CHAPA 1. ... Porque @s jornalistas merecem respeito e querem continuar a construir um Sindicato de- mocrático, combativo e participativo, unificando a luta pelos direitos da categoria e garantindo a unidade para ampliar conquistas. ... Porque é preciso avançar e fortalecer o Sindicato, independente de governos e dos patrões, para continuar a escrever a história de luta da categoria na capital, interior e litoral. ... Porque a CHAPA 1 é a chapa da Dire- ção que já está enfrentando um dos mais gra- ves ataques patronais, resistindo às demissões arbitrárias em diversas redações e lutando por melhores condições de trabalho e de direitos para quem continua trabalhando. ... Porque a CHAPA 1 é formada por homens e mulheres - da ativa e aposentados - com dis- posição de encarar os desafios diários para de- cidir coletivamente o futuro da categoria e os PORQUEVOTAR CHAPA1 Fortaleça o seu Sindicato. Em 18, 19 e 20 de agosto, vote CHAPA 1. Em defesa d@s Jornalistas! Foto: André Freire rumos do Sindicato. ... Porque a CHAPA 1 é a única garantia de fortalecimento da organização sindical nos locais de trabalho e de transparência na gestão do Sin- dicato e no patrimônio da categoria. ... Porque a CHAPA 1 é a única certeza de muito trabalho e disposição de luta para garan- tir um Sindicato propositivo e representativo dos principais locais de trabalho. ... Porque a CHAPA1 é a chapa da CUT, maior central sindical da América Latina, assumindo os princípios de luta por direitos imediatos e históri- cos da classe trabalhadora, inclusive a liberdade e autonomia sindicais.
  • 2. Defesa do Emprego, Contra Qualquer Demissão - Resistir às demissões em massa e ou arbitrárias é prioridade. A instabilidade im- posta pelo patronato para aumentar lucros é um desafio que deve con- tinuar a ser enfrentado com a unidade d@s jornalistas, a partir da OLT (OrganizaçãonosLocaisdeTrabalho).Defendemosainclusãodeuma cláusuladePolíticadeEmpregoeorespeitoaosprincípiosdaConven- ção 158 da OIT (Organização Internacional do Trabalho) em todas as Convenções Coletivas. Defesa dos Salários - Lutar pela reposição das perdas salariais, com a reposição da inflação, é direito. Lutar por aumento real é desa- fio que vem sendo enfrentado com intransigência contra a tentativa de achatamentodossaláriosedesvalorizaçãodaprofissão,propostarecor- rente dos sindicatos patronais nas campanhas salariais. Reivindicamos salários mais justos para garantir qualidade de vida à categoria. Piso Estadual Unificado - Intensificar a luta pela equiparação dos pisos e salários em todo estado de SP é questão de justiça. Não ad- mitimos que jornalistas do interior, litoral e grande São Paulo sejam tratados como profissionais de segunda categoria. Pela unificação já. Afinal, somos tod@s jornalistas. Combate à Precarização - Exigir o vínculo empregatício, com a contrataçãoformaldetod@s@sjornalistas,viacarteiradetrabalhoas- sinada, continua sendo um dos maiores desafios. Já estamos em com- bate contra as fraudes trabalhistas impostas à categoria, seja através da contratação de frilas fixos, da pejotização generalizada e ou da tercei- rização de atividades fim, que não dão nenhuma garantia de futuro e sonegam todos os direitos trabalhistas legais à categoria. Reconhecimento dos Jornalistas - Pressionar os empresários de Comunicação a reconhecer como jornalistas tod@s @s profissionais que atuam na área, especialmente os que trabalham nos portais de in- ternetque,depoisdemuitaluta,jáestãosendorepresentadosemnego- ciaçãodaCampanhaSalarial2015,paraassinaturadeumaConvenção Coletiva deTrabalho inédita e pioneira que deverá garantir os mesmos direitos da categoria. Defesa da Jornada, Pagamento de Horas Extras e Diárias de Viagem - Combater todas as formas de exploração sobre @s jornalis- tas e todas as tentativas de desregulamentação da jornada de trabalho é um desafio a ser intensificado. É inadmissível ver jornalistas traba- lhando muito além da jornada, sem registro de horário e pagamento de horas extras ou com a implantação de um “banco de horas” que só beneficia os patrões. Exigimos também o pagamento de diárias de viagem e das horas extras a tod@s. Fim dos pescoções e do acúmulo de funções - Desafiar a lógica patronal de que @s jornalistas tem o dever de acumular tarefas - como dirigir e redigir, entrevistar e filmar – é defender a dignidade profissio- nal e evitar riscos à segurança d@s jornalistas. Outra rotina a ser com- batida é a dupla ou tripla jornada imposta principalmente nos pesco- ções, quando trabalhamos muitas horas acima do permitido a qualquer categoria no Brasil, que é de, no máximo, dez horas diárias. Fim daViolência Contra Jornalistas - Denunciar e exigir a apu- ração rigorosa da violência da Polícia Militar comandada pelo gover- nador Alckmin é envolver também jornalistas agredidos no exercício da profissão, além de repudiar a atuação repressora do governo aos UNIDADEELUTAPOREMPREGOS,SALÁRIOSEDEMOCRACIA ACHAPA1tempropostasparafazermaisemelhorpara@sjornalistas PORMELHORESCONDIÇÕESDETRABALHO movimentos sociais e populares. É de- sumano constatar casos de vítimas da agressão policial, principalmente de profissionais em trabalho, uma rotina nas manifestações desde 2013. Chega- ram ao extremo de cegar profissionais com balas de borracha. Querem tentar impedir que a truculência da polícia seja registrada pela imprensa. Repu- diamos qualquer violência e vamos continuar como protagonistas da luta em defesa do respeito ao direito do exercício profissional e à liberdade de imprensa,inclusivecomapoiojudicial. Fim do Assédio Moral - Lutar para o fim da prática rotineira e habi- tual de atitudes constrangedoras e ou de humilhações repetidas, dirigidas a um profissional ou a um conjunto de trabalhadores, tanto nas redações como nas assessorias, exige uma res- posta coletiva que cabe ao Sindicato organizar. Exemplo de assédio moral são os casos de chefes que insistem em inferiorizar, amedrontar, difamar ou ridicularizar jornalistas. Exigimos o fim dessa prática e ga- rantimos sigilo absoluto às denúncias de vítimas desse grave atentado à saúde psíquica e emocional d@s jornalistas. PelaRegulamentaçãodaProfissãocomAprovaçãodaPECdo Diploma - Defender a aprovação da PEC (Projeto de Lei Constitu- cional) que resgata a exigência de formação superior específica para o exercício profissional, conhecida como PEC do Diploma, é garantir a credibilidadeeaéticanoexercíciodoJornalismoaserviçodainforma- ção de qualidade. É falsa a argumentação do STF que, em 2010, des- regulamentou as exigências para o exercício da profissão, sob o argu- mento da defesa da liberdade de expressão. Estamos em campanha de pressãopelaaprovaçãodaPECnoCongressoNacional,comotambém pelo direito de consciência d@ jornalista no exercício profissional. Pelo Pagamento do Direito Autoral - Exigir o pagamento da reprodução do trabalho d@ jornalista em mais de uma plataforma também é uma luta conjunta, principalmente com a Arfoc (Asso- ciação de Repórteres Fotográficos e Cinematográficos do Estado de SP). A reprodução gratuita em jornais, revistas, portais e agências de notícias é ilegal e só prejudica a categoria, gerando exploração de funções profissionais. Defesa do Cargo de Jornalista no Setor Público - Intensificar a luta pelo reconhecimento de que o assessor de imprensa em órgãos públicos é cargo exclusivo de jornalista, com exigência de formação superior em Jornalismo e de MTb. Vamos avançar para garantir a re- gulamentaçãolegaldesaláriosejornadadetrabalhocompatíveis,tam- bém nos concursos para admissão em rádios e televisões ligadas ao setor público. Pela Participação do Sindicato nos Programas de Estágio - Priorizar o caráter pedagógico do estágio, combatendo qualquer tentativa de exploração d@ estudante como mão de obra barata para substituição de profissionais. O estágio é um momento importante e fundamental na formação d@ futur@ jornalista, mas necessita do acompanhamentoacadêmicodeprofessoresedoSindicatoparagaran- tir o respeito à legislação e à formação profissional. Luta Por Aposentadoria Digna - Defender uma aposentadoria justa para @s jornalistas é questão de classe e de solidariedade entre trabalhadores da ativa e veternan@s. Vamos reforçar a atuação con- juntacomaAJVSP(AssociaçãodosJornalistasVeteranosdeSP).Para isso, daremos continuidade à assistência previdenciária para buscar o aumento de renda aos aposentad@s, com base no tempo de trabalho sob o regime de aposentadoria especial. Campanha Permanente de Sindicalização - O Sindicato só é forte e legítimo com a participação de tod@s na luta contra os ataques e a intransigência dos empresários. Vamos continuar tra- balhando para incentivar a consciência de classe, estimular a luta coletiva e legitimar a entidade que representa a categoria e atua para garantir direitos e ampliar conquistas. É dever do Sindicato ampliar o número de sindicalizad@s. É direito d@s jornalistas reforçar a luta contra desmandos e arbitrariedades. O Sindicato somos nós! Pela Autossustentação Financeira - A sustentação financei- ra do Sindicato deve vir principalmente com a mensalidade d@s sindicalizad@s pois expressa a adesão espontânea e fortalece a entidade de classe. Infelizmente, isso ainda não é possível, diante do desequilíbrio financeiro gerado pela herança de uma dívida de milhões, gerada pelo fracasso do PSS (Plano de Saúde do Sindi- cato) desde 2003.Avançar na sindicalização e liquidar essa dívida é a única saída para o equilíbrio financeiro que sustente a luta da categoria. Maior Participação dos Jornalistas do Interior, Litoral e Grande SP. Mais autonomia às Regionais - O Sindicato conti- nuará atuando para fortalecer a luta nos quatro cantos de SP, em contato direto com todas as redações para ampliar a luta por sa- lários e direitos iguais, sem discriminação salarial e ou de condi- ções de trabalho. Nossa luta é pela igualdade, combatendo a visão patronal de que jornalistas do interior e litoral são profissionais de segunda categoria. Não desistimos da luta pelo Piso Estadual Unificado igual para tod@s. Pela Construção da Organização nos Locais de Trabalho (OLT) - Um Sindicato combativo e classista depende da repre- sentatividade e da legitimidade da Organização nos Locais de e desemprego, em nome do aumento do lucro das empresas. Pela Aposentadoria Especial aos Repórteres Fotográficos e Cinemato- gráficos - Aumentar a pressão pela apro- vação do PL (Projeto de Lei) 6781/2010, apresentado pelo deputado Marco Maia (PT/RS), para garantir a volta da aposen- tadoria especial aos jornalistas de ima- gem, obrigados a carregar equipamentos pesados durante anos para o desempenho PORUMSINDICATOCADAVEZMAISFORTE Sindicato presente: protesto em frente ao jornal A Tribuna, em Santos (no alto, à esq.), debate no auditório (à dir.), negociação no TRT-SP (acima). À esquerda, as mulheres da Chapa 1: nossa categoria é majoritariamente feminina. Defesa Intransigente da Democracia, Contra Qualquer Tentativa de Golpe - O Sindicato continuará atuando para a construção de um projeto coletivo, progressista, de esquerda e democrático para o Brasil. Defendemos o respeito à vonta- de popular das urnas e não aceitamos qualquer tipo de golpe, tampouco a retirada de direitos d@s trabalhador@s. Defende- mos a independência do movimento sindical frente a empresas e governos e, junto com a CUT, combatemos as MPs 664 e 665 – que reduzem o acesso ao seguro-desemprego e a benefícios previdenciários – e o PL 4330, que amplia a terceirização. Lu- tamos por uma Reforma Política através de uma Constituinte Exclusiva e Soberana. Defesa da Liberdade e Autonomia Sindicais - Continuar a construir uma entidade soberana e democrática é defender a li- berdade e autonomia sindicais, com independência de empresas e governos, para garantir a decisão coletiva independente e so- berana d@s sindicalizad@s nos rumos da atuação sindical e no futuro da profissão para continuar também a escrever a história de luta da entidade e da categoria. Defesa do Patrimônio Público - Somos contra qualquer tipo de privatização do patrimônio público, construído com o dinheiro d@s brasileir@s. No campo da Comunicação, os pau- listas contam com a Imprensa Oficial, a RTV Cultura e a EBC, que são bens públicos que devem receber mais verbas e recursos para garantir planos de carreira e valorização d@s profissionais. Em nível nacional, defendemos a soberania da Petrobras como a principal empresa estatal e exigimos apuração rigorosa de de- núncias de corrupção, com punição dos culpados. Mas rejeita- mos o oportunismo de muitos para transformar o assunto em argumento para a privatização. Pela Democratização dos Meios de Comunicação - De- fendemos a liberdade de expressão e do direito à Comunicação como direitos humanos para aperfeiçoar a democracia no Brasil. Não podemos admitir que poucas famílias controlem o setor de comunicação, o único que ainda não tem regulação no país e descumpre inclusive o que determinam vários artigos da Consti- tuição Federal. Participamos ativamente das conferências muni- cipais, estadual e nacional de Comunicação e defendemos uma atuação no FNDC, além de apoiarmos o Projeto de Lei de Inicia- tiva Popular da Mídia Democrática, junto com a Fenaj e a CUT. Trabalho. Já faz algum tempo que o Sindicato prioriza a OLT para garantir o compromisso de estar sempre presente nas principais redações para o enfrentamento coletivo aos problemas impostos pelos patrões. Pelo Aperfeiçoamento da Política de Comunicação - Prio- rizar a Comunicação para comunicadores é fundamental para o avanço das lutas sindicais e a conquista da consciência de classe em defesa d@s jornalistas e do Jornalismo de qualidade. Bons motivos para continuarmos a investir nas reformas de todos os canais de Comunicação do SJSP para garantir a agilidade, o di- namismo e a credibilidade da informação que a categoria exige e merece. Mais Cursos e Convênios - O Sindicato continuará também a in- centivar o aperfeiçoamento profissio- nal, com cursos de formação e espe- cialização d@s jornalistas que, nos últimos três anos, contaram com a participação de centenas de profissio- nais. Os vários convênios da entidade também serão ampliados, a exemplo do Plano de Saúde da Qualicorp, que garante mensalidades mais baratas a sindicalizad@s e dependentes. Mais Formação Para Futuros Profissionais - Com o compromisso de integrar estudantes à vida sindical, a proposta do Sindicato é a de estar mais perto d@s futur@s jornalistas durante a formação profissional. As universidades são parceiras estratégicas no estímulo e debate permanentes sobre o futuro da profissão. O Sindicato deve fazer parte do contrato tripartite – es- tagiário, universidade e empregador – para acompanhamento e aval necessários. Por um JurídicoAtuante em Defesa da Categoria - Com os frequentes ataques aos direitos d@s jornalistas, a defesa judicial ganha relevância. Além dos embates coletivos, o Sindicato garan- te assistência jurídica a tod@s nos conflitos trabalhistas e assegu- ra, desde a última gestão, atendimento também para orientação em direito previdenciário, além de plantões jurídicos em todas as Regionais. NALUTADACLASSETRABALHADORAPela Liberdade de Imprensa - Defendemos que a liberdade de imprensa significa não só a ausência de censura de conteúdo, mas também o direito de consciência dos profissionais de Co- municação e o cumprimento das regras do Código de Ética dos Jornalistas. Por uma Entidade Reguladora dos Profissionais de Jor- nalismo - Para garantir informação de qualidade à população é preciso melhorar as condições do exercício profissional. Um Conselho de Jornalistas – articulado com as entidades sindicais – pode atuar pela regulamentação e garantias de prerrogativas aos profissionais, com reflexos diretos na qualidade da infor- mação. Pela Unidade de Todos os Trabalhadores da Comunicação - É estratégico para @s jornalistas somar forças com as categorias presentes nas empresas como gráficos, radialistas, publicitários, administrativos e trabalhadores de editoras, dentre outros. Para organizar uma atuação conjunta e fortalecer a luta de tod@s bus- camos a construção do Ramo de Comunicação na CUT. Defesa e Fortalecimento da CUT e da Fenaj - Muitos dos nossos problemas e reivindicações são nacionais. A Federação Nacional dos Jornalistas deve ser o canal para unir forças de todos os sindicatos da categoria, definindo linhas de ação con- junta para defender nossos direitos. Nosso Sindicato também é fundador da Central Única dos Trabalhadores, a maior da central sindical brasileira, com princípios baseados na defesa intransi- gente dos direitos imediatos e históricos da classe trabalhadora. Defesa dos Direitos Humanos - Nosso Sindicato foi pro- tagonista na luta contra a ditadura militar, exigindo a apuração de todos os crimes cometidos nos porões da repressão, como o assassinato de Vladmir Herzog. Organizamos uma Comissão da Verdade para reforçar essa luta não só de resgate histórico, mas de avanço democrático no Brasil, contribuindo para a apuração e a punição de todos os crimes cometidos pela ditadura. Fomos pioneiros também na organização do Prêmio Vladimir Herzog, um dos mais importantes do país no tema direitos humanos. Combate à Discriminação e à Desigualdade - A luta pela igualdade e pelo fim de qualquer discriminação é compromisso histórico do SJSP. Nossa proposta é avançar na construção de um Coletivo de Mulheres Jornalistas e na atuação da Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial (Cojira). COMPROMISSOEATITUDE:QUEMÉQUEMNACHAPA1 DIREÇÃO EXECUTIVA Presidente: Paulo Zocchi Secretário-geral:André Freire Secretária de Finanças: Cândida Vieira Secretário do Interior: José Eduardo de Souza Secretária de Comunicação e Cultura: Lílian Parise Secretária de Rel. Sindicais e Sociais: Clélia Cardim Secretária de Sindicalização:Ana Flávia Marques Secretário Jurídico e deAssistência: Vitor Ribeiro Secretária de Formação Sindical: Evany Sessa CONSELHO DE DIRETORES Wladimir Miranda,Alan Rodrigues, Thiago Tanji, Ricardo Vital, JoséAugusto Camargo,Ana Maria Minadeo, Michele Barros, Priscilla Chandretti e Edvaldo deAlmeida CONSEL
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