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Jornal do brasil

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1. 1889 proclamação da república DO BRASIL 2. 2 anos depois 1891 JORNAL DO BRASIL fundação do 3. são 118 anos de HISTÓRIA 4. 118 anos de INFORMAÇÃO 5. Pense em…
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  • 1. 1889 proclamação da república DO BRASIL
  • 2. 2 anos depois 1891 JORNAL DO BRASIL fundação do
  • 3. são 118 anos de HISTÓRIA
  • 4. 118 anos de INFORMAÇÃO
  • 5. Pense em algum FATO marcante da nossa história.
  • 6. Nós estávamos lá Diretas Já - 1984
  • 7. Nós estamos aqui Rio 2016
  • 8. Um Jornal assim só poderia se chamar
  • 9. Rio de Janeiro, 26 de novembro de 2009 | Ano 118 | Edição especial - Marketing | Desde 1891 | 1ª edição, 6h45 história
  • 10. Rio de Janeiro, 26 de novembro de 2009 | Ano 118 | Edição especial - Marketing | Desde 1891 | 1ª edição, 6h45 História Fundado em 1891 por Rodolfo Dantas e Joaquim Nabuco, o periódico inovou por sua estrutura empresarial, parque gráfico, pela distribuição em carroças e a participação de correspondentes estrangeiros, como Eça de Queirós.
  • 11. Rio de Janeiro, 26 de novembro de 2009 | Ano 118 | Edição especial - Marketing | Desde 1891 | 1ª edição, 6h45 História De orientação conservadora, defendia a monarquia recém-derrubada, até que Rui Barbosa assumiu a função de redator-chefe (1893). A redação do jornal foi atacada em 16 de dezembro de 1891, dias após a morte de Pedro II do Brasil. Floriano Peixoto determinou o fechamento do jornal e mandou caçar Rui Barbosa, vivo ou morto. O jornal, fechado, assim permaneceu por um ano e quarenta e cinco dias.
  • 12. Rio de Janeiro, 26 de novembro de 2009 | Ano 118 | Edição especial - Marketing | Desde 1891 | 1ª edição, 6h45 História A partir de 15 de novembro de 1894 voltou a circular, sob a direção da família Mendes de Almeida. Em 1905, a construção da sede e a compra de nova maquinaria trouxeram dificuldades financeiras à empresa.
  • 13. Rio de Janeiro, 26 de novembro de 2009 | Ano 118 | Edição especial - Marketing | Desde 1891 | 1ª edição, 6h45 História Com o início da Primeira Guerra Mundial, em 1914, o encarecimento do papel levou o jornal a uma grave crise financeira. A empresa é hipotecada ao Conde Pereira Carneiro. Para sanar a dívida do JB, o Conde Pereira Carneiro transforma o jornal em um boletim de classificados. O jornal ganha o apelido pejorativo de "jornal das cozinheiras".
  • 14. Rio de Janeiro, 26 de novembro de 2009 | Ano 118 | Edição especial - Marketing | Desde 1891 | 1ª edição, 6h45 História Em 1954 há a modernização do jornal marcando a reforma editorial, gráfica e industrial do Jornal do Brasil, tida como a mais abrangente que um jornal experimentou no país. Durante a ditadura, o JB firma a sua posição na imprensa carioca e nacional, ganhando uma nova dimensão como formador de opinião.
  • 15. Rio de Janeiro, 26 de novembro de 2009 | Ano 118 | Edição especial - Marketing | Desde 1891 | 1ª edição, 6h45 História Como represália por suas posições políticas, sofreu censura, prisões, invasão de sua sede em 1964 e boicote econômico por parte do governo, o que causaria sérios prejuízos à empresa. O boicote do governo, somado a erros de gestão e o surgimento da máquina do Globo, levou o jornal a uma nova crise.
  • 16. Crise?Não. que A história mostra há apenas altos e baixos.
  • 17. Rio de Janeiro, 26 de novembro de 2009 | Ano 118 | Edição especial - Marketing | Desde 1891 | 1ª edição, 6h45 História Em 2001, foi arrendado pelo empresário Nelson Tanure, iniciando-se em 2006 a reforma gráfica, com novo formato - berliner - cores e conteúdo em sinergia com o Portal JB. Houve 87% de aprovação à mudança, elevando sua circulação paga em 22% e suas vendas em 79%. No entanto, a falta de continuidade do projeto levou o jornal a uma nova crise.
  • 18. Rio de Janeiro, 26 de novembro de 2009 | Ano 118 | Edição especial - Marketing | Desde 1891 | 1ª edição, 6h45 História A crise se estende além do JB, com o fechamento de outros veículos do grupo, como A Gazeta Mercantil e a JBTV As revistas Terra, Dom, SKT, . Speak Up e Habla, da editora Peixes, também de Tanure, foram fechadas. Além disso, os salários estão atrasados nas revistas Viver Bem, Uma e Fluir. A ISTO É atualmente estampa um “independente” em seu site e nenhuma menção ao grupo CBM em seu expediente.
  • 19. Um grande problema do JB é que, apesar de ser pioneiro em muitas coisas, não leva nada adiante. Um exemplo disso é o JB Online, primeiro jornal na Internet. Rodrigo Azevedo - CEO do Comunique-se / RIWeb
  • 20. Onde estão os problemas é que estão as grandes chances. As firmas tradicionais detêm algo mais que o seu valor material. Elas têm ativos intangíveis, valiosíssimos. A tradição do JB, por exemplo, tem um valor inestimável." Nelson Tanure
  • 21. Rio de Janeiro, 26 de novembro de 2009 | Ano 118 | Edição especial - Marketing | Desde 1891 | 1ª edição, 6h45 hoje
  • 22. Rio de Janeiro, 26 de novembro de 2009 | Ano 118 | Edição especial - Marketing | Desde 1891 | 1ª edição, 6h45 Hoje Atualmente, o grupo empresarial do qual o Jornal do Brasil faz parte engloba também o JB Online e a Agência JB. Site: http://jbonline.terra.com.br Twitter: http://twitter.com/jbonline Blog: http://jbonline.terra.com.br/jblog/
  • 23. Rio de Janeiro, 26 de novembro de 2009 | Ano 118 | Edição especial - Marketing | Desde 1891 | 1ª edição, 6h45 Hoje Ações promocionais: Aos domingos, promoção junto com a revista Veja. Na conta da Light, buscando o aumento de assinaturas. Especial ”Hoje na História” - Fatos históricos que foram notícia no Jornal do Brasil.
  • 24. Rio de Janeiro, 26 de novembro de 2009 | Ano 118 | Edição especial - Marketing | Desde 1891 | 1ª edição, 6h45 Hoje “O público-alvo do JB continua sendo leitores das classes A e B. Nós somos quality paper e continuamos sendo concorrentes de O Globo.” Amauri Mello, diretor de conteúdo e mídia do jornal “As palavras-chave são reinvenção e segmentação. O JB vai voltar-se com força para a elite intelectual da cidade. A distribuição foi reformulada e agora está concentrada na Zona Sul e na Barra da Tijuca.” Eduardo Jacome, CEO da Companhia Brasileira de Multimídia
  • 25. Rio de Janeiro, 26 de novembro de 2009 | Ano 118 | Edição especial - Marketing | Desde 1891 | 1ª edição, 6h45 Hoje “O Jornal do Brasil tem a cara fashion da zona sul do Rio. Entre seus leitores, assinalamos um grupo notável, a intelligentzia, que conversa entre si pelos diversos suplementos culturais mantidos pelo JB desde os fins da década de 50.” Francisco Antonio Doria
  • 26. Rio de Janeiro, 26 de novembro de 2009 | Ano 118 | Edição especial - Marketing | Desde 1891 | 1ª edição, 6h45 Hoje Posicionamento O Jornal do Brasil tem como proposta ser o melhor e não o maior jornal do país, com uma linguagem simples, clara e direta; e com um conteúdo crítico e analítico, oferecendo aos seus leitores um maior senso interpretativo, compartilhando a busca da verdade.
  • 27. Cenários
  • 28. Rio de Janeiro, 26 de novembro de 2009 | Ano 118 | Edição especial - Marketing | Desde 1891 | 1ª edição, 6h45 O valor do Jornal do Brasil Q uando se fala em jornal, de uma maneira geral, o que estamos vendendo é, basicamente, informação. Esta é a base para estabelecermos a percepção de valor do nosso produto, o Jornal do Brasil. Se voltarmos uns 20 anos justamente essa postura que agradava tanta gente. O que aconteceu a partir dessa imperiosa e imperativa política comercial do Globo foi uma espécie de inversão de valores. À medida que os anunciantes foram escasseando, o no tempo, encontramos um JB já afundado em dívidas, mas JB passou a ter uma certa imagem de desprestígio, provocada ainda com todo o seu status de grande jornal, com jornalistas justamente pela saída expressiva de grandes anunciantes. Por e articulistas renomados. mais que nós, como leitores “diferenciados”, talvez tenhamos Nessa mesma época, O Globo implementou uma política resistência em aceitar que a mudança possa ter sido comercial arrasadora, com descontos de exclusividade para provocada em função disso, o fato é que um jornal, como os anunciantes, que funcionava da seguinte maneira: se o qualquer outro veículo de comunicação, depende mais da anúncio fosse veiculado somente no Globo, os descontos publicidade para sobreviver do que da venda em banca ou de eram progressivos, altamente atraentes e o jornal ainda dava suas assinaturas. Assim, quanto menos anunciantes, menor a anúncios como bônus, as famosas bonificações. Com isso, os quantidade de páginas e, consequentemente, menos anunciantes aumentavam a frequência e tinham a informação ou matérias mais concisas. possibilidade de negociar espaços maiores para anunciar. O grande equívoco do JB foi justamente acreditar apenas na Ainda nessa época, o JB tinha uma enorme aura de sua força editorial para garantir a permanência dos seus qualidade, de compromisso com a veracidade da informação, leitores, e ter deixado de lado o investimento na sua uma postura que o colocava contra o governo, contra a capacidade comercial para manter o produto na liderança ou, censura e contra a ditadura da época. Na verdade, era pelo menos, entre os primeiros.
  • 29. Rio de Janeiro, 26 de novembro de 2009 | Ano 118 | Edição especial - Marketing | Desde 1891 | 1ª edição, 6h45 Já quando partimos para as questões relacionadas às fazer parte da paisagem. Tornou-se quase invisível. necessidades e aos desejos do leitor, percebemos que o leitor Para se conectar aos desejos das pessoas, nos dias de hoje, do JB busca mais do que a simples informação. O que o a publicidade e as demais ações de comunicação precisam mantém ainda fiel ao jornal é o seu desejo de ter acesso a se destacar em meio ao ruído. O fundamental mesmo é uma informação melhor, com mais credibilidade, com a criar relacionamentos fortes e significativos, em que a tradição da marca. mensagem seja relevante e memorável, e consiga gerar Só para se ter uma ideia da relevância da informação, do envolvimento afetivo por parte do receptor. Ou seja: mais conhecimento, enfim, do acesso ao que dá base e capacidade do que informar, deve também emocionar, divertir, inspirar, ao indivíduo de argumentar, de se fazer entender, ou seja, de aproximar. se comunicar, o Ministério da Cultura lançou, em 4 de Cientistas diagnosticaram um mal chamado information outubro de 2007, o programa Mais Cultura, que marca o overload (carga excessiva de estímulos sensoriais e de reconhecimento da cultura como necessidade básica, direito informação), responsável por lapsos de memória, ansiedade de todos os brasileiros, tanto quanto a alimentação, a saúde, a e dificuldade de concentração. Também foi constatada a moradia, a educação e o voto. existência de uma espécie de cegueira seletiva para a comunicação: as pessoas simplesmente deixam de De público-alvo a público de registrar mensagens que não as interessem. O público relacionamento. contemporâneo está mais crítico e menos disponível. Deixou de ser um alvo da comunicação. Tornou-se “As pessoas buscam sair da invisibilidade, querem inclusão, coparticipante de um diálogo que, diga-se de passagem, só conexão e, acima de tudo, esperança”, diz Beth Furtado, no será estabelecido se ele assim o desejar. Kevin Roberts, livro Desejos Contemporâneos (2008) dirigente do grupo de comunicação Saatchi & Saatchi, A propaganda aspiracional deixou de ser uma ferramenta afirma que “a melhor maneira de se conquistar o share of eficaz, o que representa uma premissa estratégica para mind (espaço na cabeça das pessoas) é através do share of entendermos e aceitarmos que a dinâmica da comunicação heart (espaço no coração delas)”. Entramos na era da está mudando: hoje somos bombardeados a cada instante por comunicação emocional. É pelo viés das emoções, dos milhares de fatos, notícias, promessas, palavras de ordem, sonhos e dos desejos compartidos, do otimismo e da logomarcas, comerciais, jingles. A informação agora está por confiança no futuro, aliado à sua capacidade e força toda parte: jornais, revistas, cartazes, websites, televisão, comercial, que o JB deverá estabelecer um relacionamento celulares, nas ruas e estradas. Como consequência, passou a de proximidade e empatia com a população.
  • 30. Rio de Janeiro, 26 de novembro de 2009 | Ano 118 | Edição especial - Marketing | Desde 1891 | 1ª edição, 6h45 Cenários Macroambiente “Brasil puxa a percepção sobre clima econômico na América Latina. Vários cenários apontam o Brasil como o principal receptor de investimentos” Risco país (em pontos ): 227 FGV
  • 31. Rio de Janeiro, 26 de novembro de 2009 | Ano 118 | Edição especial - Marketing | Desde 1891 | 1ª edição, 6h45 Cenários Macroambiente “The economy is in the midst of a mild recession but is performing better than expected” EUROMONITOR, em relação à crise G20 substitui G8 como Fórum Econômico Mundial JORNAL DO BRASIL
  • 32. Rio de Janeiro, 26 de novembro de 2009 | Ano 118 | Edição especial - Marketing | Desde 1891 | 1ª edição, 6h45 Cenários Macroambiente Eventos nacionais importantes que já movimentam os cenários político e econômico: Eleições Presidenciais - 2010 Copa do Mundo - 2014 Olimpíadas - 2016
  • 33. Rio de Janeiro, 26 de novembro de 2009 | Ano 118 | Edição especial - Marketing | Desde 1891 | 1ª edição, 6h45 Cenários Macroambiente SELIC OUT08 DEZ08 JAN09 MAR09 ABR09 JUN09 JUL09 SET09 OUT09 13,75 13,75 12,75 11,25 10,25 9,25 8,75 8,75 8,75 INFLAÇÃO acumulada 2009: 3,50% DÓLAR: 1,73 PMC: 5,0 Set/2009 INPC: 0,24 Out/2009 IPCA: 0,28 Out/2009
  • 34. Rio de Janeiro, 26 de novembro de 2009 | Ano 118 | Edição especial - Marketing | Desde 1891 | 1ª edição, 6h45 Cenários Macroambiente ÍNDICE DE CONFIANÇA DO CONSUMIDOR 125 120 115 110 105 100 95 ago/06 fev/07 ago/07 fev/08 ago/08 fev/09 ago/09 FGV
  • 35. Rio de Janeiro, 26 de novembro de 2009 | Ano 118 | Edição especial - Marketing | Desde 1891 | 1ª edição, 6h45 Cenários Macroambiente DEMOGRAFIA: População do Brasil: 191,5 Milhões Taxa de analfabetismo: Masculina: 93.042.111 9,99% Feminina: 96.293.080 Índice de envelhecimento: 36,2% População urbana: 85,0% População com 8 ou Taxa de crescimento: 1,58% mais anos de estudo: População entre 25 a 55 anos: 69.059.026 52,78% IBGE
  • 36. Rio de Janeiro, 26 de novembro de 2009 | Ano 118 | Edição especial - Marketing | Desde 1891 | 1ª edição, 6h45 Cenários Macroambiente DEMOGRAFIA: 191,5 Milhões 40,4% São Paulo (41,4 milhões) Minas Gerais (20 milhões) Rio de Janeiro (16 milhões) IBGE
  • 37. Rio de Janeiro, 26 de novembro de 2009 | Ano 118 | Edição especial - Marketing | Desde 1891 | 1ª edição, 6h45 Cenários Macroambiente DEMOGRAFIA: Classe A e B: 15,52% Classe D e E: 32,59% Classe C: IBGE 51,89%
  • 38. Em três anos, 10% da população muda de classe social no Brasil As classes média e alta ganharam maior representatividade populacional.” Folha Online
  • 39. Rio de Janeiro, 26 de novembro de 2009 | Ano 118 | Edição especial - Marketing | Desde 1891 | 1ª edição, 6h45 Cenários Mercado de jornais CIRCULAÇÃO: Milhões dia % 2008 8.487 5,0 2007 8.083 11,8 2006 7.230 6,5 2005 6.789 4,1 2004 6.522 0,8 2003 6.470 -7,2 2002 6.972 -9,1 2001 7.670 -2,7 2000 7.883 8,8
  • 40. O crescimento atual deve-se em grande parte aos mercados emergentes (jornais populares). As vendas avulsas de jornais em mercados maduros (quality papers) estão estagnadas ou até mesmo em queda”. Folha Online
  • 41. Crise Mundial. Efeito no mercado de jornais Queda de até 4,8% em 2009.
  • 42. Tradicionalmente a circulação de jornais está diretamente relacionada com o desempenho da economia. Na medida em que a economia cresce, a circulação aumenta; quando há uma desaceleração, a circulação diminui”. Ricardo Pedreira - diretor-executivo da ANJ
  • 43. Judith Brito, No entanto, presidente da ANJ, afirma que os jornais já apresentam sinais de recuperação, com o reaquecimento da economia e o reforço dos maiores anunciantes do meio. O jornal é a segunda maior mídia do País em receita de publicidade. ANJ
  • 44. Rio de Janeiro, 26 de novembro de 2009 | Ano 118 | Edição especial - Marketing | Desde 1891 | 1ª edição, 6h45 Cenários Mercado de jornais RECEITA EM PUBLICIDADE 3,5% 4,1% TV por assinatura internet A mesma verba utilizada 7,3% conjuntamente em jornal e revista televisão proporciona 65% de retorno, enquanto apenas com publicidade em televisão esse retorno cai para 38%. 14,9% 60,4% jornal TV aberta
  • 45. Rio de Janeiro, 26 de novembro de 2009 | Ano 118 | Edição especial - Marketing | Desde 1891 | 1ª edição, 6h45 Cenários Mercado de jornais OS 10 MAIORES ANUNCIANTES DO MEIO JORNAL: Investimento Setor econômico R$ US$ Comércio Varejo 5.706.544 3.169.041 Mercado Imobiliário 2.164.132 1.227.058 Serviços ao Consumidor 1.415.031 783.012 Cultura, Lazer, Esporte e Turismo 1.235.410 686.333 Veículos, Peças e Acessórios 1.019.587 570.356 Mídia 838.097 462.940 Mercado Financeiro e Seguros 676.472 375.783 Serviços Públicos e Sociais 451.107 247.025 Telecomunicações 417.329 227.408 Internet 225.884 125.358 TOTAL DE INVESTIMENTOS 14.149.594 7.874.313 IVC
  • 46. Rio de Janeiro, 26 de novembro de 2009 | Ano 118 | Edição especial - Marketing | Desde 1891 | 1ª edição, 6h45 Cenários Mercado de jornais OS 10 MAIORES JORNAIS DO PAÍS – 2009 (exemplares) 1º Folha de S. Paulo (SP) – 296 mil 11º Agora São Paulo (SP) – 88 mil 12º O Dia (RJ) – 82 mil 2º Super Notícia (MG) – 288 mil 13º Estado de Minas (MG) – 76 mil 3º Extra (RJ) – 262 mil 14º Expresso da Informação (RJ) – 67 mil 4º O Globo (RJ) – 260 mil 15º Daqui (SP) – 63 mil 5º O Estado de S.Paulo (SP) – 215 mil 16º A Tribuna (SP) – 62 mil 6º Meia Hora (RJ) – 203 mil 17º Diário de S.Paulo (SP) – 61 mil 7º Zero Hora (RS) – 184 mil 18º Valor Econômico – 54 mil 8º Correio do Povo (RS) – 154 mil 19º Dez Minutos (MA) – 54 mil 9º Diário Gaúcho (RS) – 152 mil 20º Correio Braziliense (DF) – 53 mil 10º Lance – 133 mil IVC
  • 47. No entanto, a Folha é apenas o 24º jornal em venda avulsa, atrás do Estado de S.Paulo, em 19º lugar e O Globo, em 15º lugar. Sua circulação provém massivamente das assinaturas das classes A e B, que são maioria absoluta entre os assinantes, já que a população de menor renda é a principal cliente nas compras avulsas em bancas. IVC
  • 48. Os três grandes jornais nacionais agarram-se à classe alta e média para manter assinantes e influenciar na agenda política do país, mesmo com tiragens reduzidíssimas, correspondentes a menos de 5% da média da venda avulsa nacional. IVC
  • 49. Rio de Janeiro, 26 de novembro de 2009 | Ano 118 | Edição especial - Marketing | Desde 1891 | 1ª edição, 6h45 Cenários Mercado de jornais PERFIL DE VENDAS DOS JORNAIS DIÁRIOS POR ANO 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Venda Avulsa 41,3 39,1 39,1 41,3 44,8 48,5 49,4 Assinatura 58,7 60,9 60,9 58,7 55,2 51,5 50,6 IVC
  • 50. O Estado de São Paulo, O Globo e a Folha de São Paulo, seguidos ainda pelo Valor Econômico, são os jornais considerados de maior confiança e credibilidade pelos executivos. Nas classes A e B, 100% avaliam o conteúdo como fator principal de escolha para compra de Jornal.
  • 51. Rio de Janeiro, 26 de novembro de 2009 | Ano 118 | Edição especial - Marketing | Desde 1891 | 1ª edição, 6h45 Cenários Mercado de jornais DESEMPENHO NACIONAL DOS JORNAIS DE MAIOR CIRCULAÇÃO NO RIO DE JANEIRO 2ª. a sábado Domingo O Meia Hora tem circulação média Folha de SP Extra 287.627 369.094 de 203 mil exemplares. O Globo Folha de SP 240.909 342.614 O Estado de São Paulo concentra sua Extra O Globo maior circulação em SP: 160 mil. 193.196 338.002 Valor Econômico O Dia A circulação do Jornal do Brasil está 54.324 96.735 estimada em 18 mil exemplares. O Dia Valor Econômico 53.522 54.159 IVC- SETEMBRO/09
  • 52. Rio de Janeiro, 26 de novembro de 2009 | Ano 118 | Edição especial - Marketing | Desde 1891 | 1ª edição, 6h45 Cenários Mercado de jornais JORNAL DO BRASIL 6% 10% Lêem lêem a versão Online 18% 66% Já foram Não lêem leitores IVC- SETEMBRO/09
  • 53. Rio de Janeiro,
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