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Lagoa de Messejana Carlyle Martins

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  RVISTA DA ACADMA ANS D LTAS 81 A. Lagoa de Messejana CARLYLE MARTINS A água tranquila e azul d lagoa dormnte, Refletindo do céu a turqueza infinita, É u espêho que encanta e que eternece a gente, E, m sua pacde, paree que medita. Vive na água serena, entr beijo, sorrindo, D cu a laridade azul, etrea e boa,  quremos saber qual  o azul mais lindo, Se o o cu ou o qu fulge esfeito na lagoa A natureza em tudo  bela e maestosa : No cenário de em tôrno o verde se desfralda, Aos refexos do sol, que o beia  apoteosa, Espalando ouro em pó na mata de esmeralda  secular legião das frondosas mangueiras Dá mais vida e fulgor ao vasto panorama, Firmes, a proetar sombras ospitaleiras, o co macio que de flas se recama Velos coqueiros, num recanto erm e ombrio, Erguem para o infinit o solitário vulto, Sob o ardente calor causticnte do estio, As palas flabelao, em constante tumulto Ca�zeiras tiunfais, carregadas de ninos iram na água o peril· strelao de flôres  a doida orquestraçã dos docs passarinos Ence tudo de sons, d rios e rumores e_! Ag1tam-;e os bambus, ao caro do vento, Harpas lias vibrando em todos os instantes E em cicios de amor e ozes de lamento, Nas márgens vão formando as moitas verdejantes.  P8 VISTA D ACADIA CANS D TA E ojendo n g  som leve e eg Os delgados bmbus fremem, de quando em. quando Como um vioino ideal que, em surtos de harmonia, Esvesse  geme e seme solndo Aves oejm cnndo ene ânss e eceos  dos vsão do zl qe s e Ml cvs descevendo em eves voeos Aq e  dendo sões de  A sgem ece ndolene e com sono So  mel do c de m s esn Qe se connde m n sez do oono Com o ongo e lo el d Se d An A g mns  m leno de z e svdde Encendo o ms e o segdo de m oem E se so esemece  de mgo e sdde A eem vz o no de Icem  Alvoee Es qe o so nm lgo de oo ssom ssndo d oe  gv m À e d lgo  m deloso om  m qe dese e em eve se em E o d odo o sol elg e el ondo  nez mens em e selvgem E  lgo  m clão de esn mvl  mol d e m cmne ogem Endece O slno e  z envolvem d Esmse em sdn monosos eos H sos veses eo  d veldo E o sol om no ocso em vos lmeos Vm  noe g evesd de ev E ence o eso de lo e oo de on  on Os vzes  o l qe desz e se elev Como ed lo qe n mldão deson E  l  mensge del ds gndes mgos Meglndo de vez no eenso sovedoo Ege n ondez gníc ds gs nds ôes de ol e los csos de oo.
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