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Modelos de Cournot e Bertrand

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1. Modelos de Competição em Oligopólio: Modelos de Cournot e Bertrand<br /> 2. Objetivo Geral<br />Desenvolver os fundamentos e compreender o funcionamento…
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  • 1. Modelos de Competição em Oligopólio: Modelos de Cournot e Bertrand<br />
  • 2. Objetivo Geral<br />Desenvolver os fundamentos e compreender o funcionamento de dois modelos de estrutura em oligopólio que tem foco na decisão simultânea de estratégias.<br />Objetivos Específicos<br /><ul><li>Revisar as principais características dos modelos de concorrência perfeita e monopólio.
  • 3. Apresentar e desenvolver o modelo de Cournot focando em suas principais características e resultados.
  • 4. Apresentar e desenvolver o modelo de Bertrand focando nas principais características e resultados.</li></li></ul><li>Modelo de Concorrência Perfeita - Revisão<br />Pressupostos Gerais: As economias de escala são irrelevantes em relação ao tamanho do mercado e entre firmas (existência de muitos vendedores e compradores, nenhuma das partes tem poder de mercado), os produtos são homogêneos, informação é perfeita, não existem barreiras à entrada ou saída. Assim, as empresas serão tomadoras de preços vendendo o quanto sua estrutura de custos permitir.<br />Condição de equilíbrio de <br />uma das empresas:<br />P<br />Oferta de mercado = SCurva de Cmgi<br />P*<br />Demanda de mercado<br />Y*<br />Y<br />
  • 5. Modelo de Monopólio - Revisão<br />Pressupostos Gerais: Só existe uma empresa incontestável no mercado (não existem concorrentes), a empresa tem poder de mercado (ela influência preços).<br />Condição de equilíbrio do<br /> Monopolista:<br />P<br />P*<br />Oferta de mercado = Curva de Cmg<br />Demanda de mercado<br />Curva de Rmg<br />Y*<br />Y<br />
  • 6. Contexto e Origens – Modelo de Cournot<br />Problema original publicado em 1838 envolvendo situação de competição por quantidades de duas firmas fornecedoras de água (sem consideração de estoques).<br />Formalizou um jogo teórico fundamentalmente matemático de característica estática onde as firmas competiriam por quantidades.<br />Posteriormente, no final da década de 1950, o equilíbrio gerado pelo modelo clássico de Cournot foi reconhecido como um caso particular do famoso equilíbrio de Nash.<br />
  • 7. Pressupostos do Modelo de Cournot<br />Os produtos são homogêneos;<br />A estratégia das firmas é mandatoriamente sobre a quantidade a ser produzida (não há possibilidade de existir estoque);<br />A competição ocorrerá em rodada única;<br />Os competidores de Cournot decidem sua estratégia simultaneamente;<br />Não há a possibilidade de existirem novas firmas entrantes;<br />A informação é perfeita entre os agentes.<br />
  • 8. O modelo de Cournot<br />Função objetivo da Firma 1<br />Função objetivo da Firma 2<br />Curva de Reação da Firma 1<br />Curva de Reação da Firma 2<br />Oferta Total do Mercado <br />Condição de <br />Equilíbrio<br />
  • 9. Equilíbrio ou solução de Cournot<br />Fonte: Varian, 2006.<br />y1<br />Curva de Reação<br />(y1*,y2*)<br />y1*<br />(y1t+4,y2t+4)<br />(y1t+3,y2t+3)<br />(y1t+2,y2t+2)<br />(y1t,y2t)<br />(y1t+1,y2t+1)<br />Curva de Reação<br />y2<br />y2*<br />
  • 10. Exemplo - Cournot<br />Preço de Mercado<br />Dados da Firma 1<br />Dados da Firma 2<br />
  • 11. Exemplo - Cournot<br />Função de Reação da Firma 1<br />Função de Reação da Firma 2<br />Ao substituir um função de reação na outra podemos obter:<br />Preço do mercado:<br />Quantidade Produzida por Firma:<br />Lucro por Firma:<br />
  • 12. Contexto e Origens – Modelo de Bertrand<br />45 anos depois do modelo de anterior, surge a crítica de Bertrand;<br />Crítica com foco no fato de os resultados obtidos por Cournot depender da irreal suposição de competição por quantidades;<br />Com isso, Bertrand propõe que as evidências empíricas indicam que as empresas na realidade competiriam via preços.<br />Assim, ele formula um modelo de competição via preços com pressupostos similares ao do modelo de Courntot.<br />
  • 13. Pressupostos do Modelo de Bertrand (Modelo Original)<br />Os produtos são homogêneos;<br />As empresas apresentam o mesmo custo unitário de produção;<br />Não existem restrições à produção;<br />A estratégia das firmas é exclusivamente sobre seus preços;<br />A competição ocorrerá em rodada única;<br />Os competidores de Bertrand decidem sua estratégia simultaneamente;<br />Não há a possibilidade de existirem novas firmas entrantes;<br />A informação é perfeita entre os agentes.<br />
  • 14. O modelo de Bertrand<br />Decisão da Firma 1<br />e<br />Decisão da Firma 2<br />e<br />
  • 15. Solução ou Equilíbrio de Bertrand<br />Condição de <br />Equilíbrio<br />Não é um equilíbrio. Qualquer uma das firmas pode melhorar sua situação.<br />Não é um equilíbrio. A firma 1 pode melhorar sua situação.<br />Não é um equilíbrio. A firma 2 pode melhorar sua situação.<br />Não é um equilíbrio. A firma 1 pode melhorar sua situação.<br />Não é um equilíbrio. A firma 2 pode melhorar sua situação.<br />É o ponto de equilíbrio de Bertrand.<br />
  • 16. Paradoxo de Bertrand<br />O principal resultado do modelo de Bertrand se estabelece como contraditório em relação ao que se espera em relação ao resultado de equilíbrio de uma estrutura de oligopólio.<br />De forma geral teremos, que apenas duas firmas são suficientes para eliminar o poder de mercado e a competição entre estas resulta na dissipação dos lucros sobre normais.<br />Entretanto, o resultado obtido pelo modelo de Bertrand só se mantém se os pressupostos inicialmente expostos forem satisfeitos.<br />
  • 17. Exemplo - Bertrand<br />Curva de Demanda inversa:<br />Dados da Firma 1<br />Dados da Firma 2<br />Situação de equilíbrio<br />
  • 18. Comparação entre os modelos<br />Fonte: Carreira-Fernandez, 2001.<br />
  • 19. Referências Bibliográficas<br />Carreira-Fernandez, J. Curso básico de microeconomia. Salvador:EDUFBA, 2001.<br />Church, J.; Ware, R. Industrial organization: a strategic approach. Boston:McGraw-Hill, 2000.<br />Pindyck, R.S.; Rubinfeld, D.L.Microeconomia. São Paulo:Prentice Hall, 2002.<br />Varian, H. Microeconomia: princípios básicos . Uma Abordagem Moderna. Rio de Janeiro: Elsevier,2006.<br />Varian, H. Microeconomicanalysis. New York: Norton, 1992.<br />
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