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No início deste ano, o Banco Central do Brasil

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Informe Mensal Especial Corporate Mar 13 Tendências do Mercado Juros Divulgado em fevereiro, o IPCA de janeiro registrou alta de 0,86%. Mais do que um número alto, a inflação se mostra persistente e com alto índice de difusão. Com isso, o Governo vem se mostrando menos resistente a uma possível alta da taxa Selic, ficando assim mais alinhado com o discurso do Banco Central do Brasil. Por outro lado, o crescimento do PIB voltou a decepcionar, e o mercado de trabalho dá sinais de inversão na tendência de queda da taxa de desemprego. A Europa voltou a adicionar riscos ao cenário internacional depois do resultado das eleições na Itália, assim como os cortes automáticos dos gastos do governo dos EUA. Contudo, os contratos de juros de curto prazo subiram, enquanto os de longo prazo subiram menos, resultando na queda da inclinação da curva de juros. Recomendamos posições táticas em ativos prefixados. Bolsa Após um mês de fevereiro bastante difícil para as ações brasileiras, iniciamos março acreditando em uma recuperação técnica. Os investidores locais reduziram significativamente suas posições desde o fim do ano passado. Esse volume mais que compensou a entrada de recursos dos investidores estrangeiros, algo como R$ 3 bilhões, considerando o mercado à vista somado à variação dos contratos derivativos. As notícias sobre a economia brasileira continuam pesadas, seja pela ótica do crescimento ou pelo maior intervencionismo estatal. Porém, acreditamos que o Ibovespa apresenta um desconto grande quando comparado a outras bolsas de países emergentes, e isso justifica uma maior alocação ao longo do mês. Câmbio No mês de fevereiro o real teve uma pequena valorização em relação ao dólar americano. Após abrir o mês ao redor de R$ 1,991, encerrou em R$1,978, ganhando aproximadamente 0,65%. Na análise dos fluxos tivemos como ponto negativo a performance da balança comercial, que continuou deficitária, mesmo após o forte desempenho negativo de Janeiro, que foi de US$ 4,035 bilhões. Em contraponto, o forte fluxo de entrada de investimentos diretos e investimentos em portfólio está compensando o desempenho pífio da balança comercial. O Banco Central está administrando a cotação da moeda entre R$ 1,95 e R$ 2,00, reduzindo a volatilidade do ativo. Essa estratégia tem como objetivos, primeiramente, reduzir o valor dos preços importados e, em segunda ordem, facilitar a importação de bens de capitais para fomentar a produção nacional. Esperamos que no mês de março o mercado do real contra o dólar mantenha as mesmas características, operando entre R$ 1,95 e R$ 2,00 e com volatilidade reduzida. Perspectiva positiva Perspectiva negativa Perspectiva neutra Palavra do Gestor O que esperar dos ativos de renda fixa em 2013 No início deste ano, o Banco Central do Brasil demonstrou uma maior preocupação em relação à trajetória de alta da inflação medida pelo IPCA. Primeiramente, caracterizou a piora como sendo uma situação de curto prazo, sem dar muitos detalhes, o que gerou muitas dúvidas se ele considerava que a inflação seria apenas concentrada no curto prazo (choque de oferta, por exemplo) ou se havia piorado rapidamente em um curto espaço de tempo. A ata do Copom divulgada no dia 24 de janeiro, referente à reunião de 15 e 16 de janeiro, no qual manteve-se a taxa Selic em 7,25%, relatou um diagnóstico mais realista e foi considerada pelos agentes uma boa ata. O principal ponto foi o reconhecimento de que temos problemas em manter o nível de produção compatível com o nível de demanda. Portanto, o Banco Central do Brasil aceitou os problemas estruturais existentes no lado da oferta. Sendo assim, muitas afirmações podemos fazer sobre o perfil da inflação, sendo a principal que de fato existe um componente de demanda que pressiona os preços. O IPCA encerrou 2012 em 5,84% e já aponta para um patamar anualizado acima de 6% neste primeiro trimestre de 2013, conforme mostra o gráfico abaixo Evolução do IPCA 2 1/1/00 1/1/02 1/1/04 1/1/06 1/1/08 1/1/10 1/1/12 Fonte: Bloomberg. Então, de forma clássica, se o problema que o Banco Central do Brasil depara é um desequilíbrio entre a demanda e a oferta, o recomendável seria subir a taxa Selic, movimento este que sempre impacta os ativos de renda fixa. Isso percebido, o mercado ajustou a curva futura de juros para cima, embutindo um ciclo de alta, conforme demonstrado no gráfico abaixo. 10 9,5 9 8,5 8 7,5 7 6,5 6 5,5 5 Demonstração da curva de juros futuro 01/04/13 01/07/13 01/10/13 01/01/14 01/01/15 01/01/17 01/01/18 01/01/21 Variação Último Última reunião COPOM Fonte: Bloomberg. Essa alta na curva de juros futuros, neste primeiro bimestre, impactou negativamente todos os títulos de renda fixa no mercado, incluindo os títulos atrelados em inflação NTNBs, além dos fundos referenciados em prefixado. Observa-se que em prazos intermediários, por exemplo, com vencimento em Jan/15, a alta atingirá mais de 0,6% ao ano. No dia da reunião do Copom em 15 de janeiro, o mercado operava em torno de 7,7% ao ano, e hoje está em 8,35% de taxa média esperada. Em resumo, pela estrutura da curva, o mercado acredita que a Selic média no ano de 2014 estará em 8,9% e em 2015, em 9,65%. A primeira vista, esta curva de juros futuros parece estar alta, deixando os ativos de renda fixa atraentes, pois o Copom teria que subir a taxa Selic em mais de 2% ao ano para sancioná-las. Mas uma pergunta se faz importante para mensurar a intensidade do ciclo esperado de alta de juros. Qual o patamar de inflação que o Banco Central do Brasil mira para os próximos anos? Quanto menor for esse objetivo, por exemplo o centro da meta de 4,5%, maior será o ciclo e talvez essa curva de juros ainda não esteja totalmente precificada. Votorantim Asset Management Private Bank (11) Rio de Janeiro (21) Curitiba (41) Av. das Nações Unidas, Empresas (11) Porto Alegre (51) Campinas (19) º andar - Torre A Investidores Institucionais (11) Belo Horizonte (31) Recife (81) São Paulo SP Parcerias (11) Salvador (71) Caxias do Sul (54) Serviço de Atendimento ao Cliente: , Deficientes Auditivos e de Fala horas por dia, 7 dias por semana, ou Ouvidoria: , Deficientes Auditivos e de Fala de 2ª a 6ª feira - 9:00 às 18:00 hs. 01/01/23 2 1,8 1,6 1,4 1,2 1 0,8 0,6 0,4 0,2 0 Produtos & Serviços Corporate Bonds A Votorantim Asset Management possui produtos diferenciados de renda fixa crédito privado que aproveitam as oportunidades de mercado, buscando superar o CDI por meio de uma carteira dinâmica que contribui para uma otimização dos riscos inerentes às operações de crédito. O Fundo de Investimento em Cotas de Fundo de Investimento Votorantim Absolute Corporate Bonds Renda Fixa - Crédito Privado oferece um portfólio diversificado por meio de investimentos em cotas de fundos de investimento, que possuem como principal fator de risco operações de crédito de empresas não financeiras, com baixa concentração por emissor. O fundo possui rentabilidade acumulada de 108,02% do CDI nos últimos 24 meses e 110,48% do CDI nos últimos 36 meses. DADOS DO FUNDO Razão Social Fundo de Investimento em Cotas de FI Votorantim Absolute Corporate Bonds Renda Fixa - Crédito Privado CNPJ / Início do Fundo 30/04/2009 Código ANBIMA Classificação ANBIMA Renda Fixa Crédito livre Classificação CVM Renda Fixa Custódia e Controladoria Citibank DTVM S/A Auditoria PriceWaterhouseCoopers Gestão e Administração Votorantim Asset Management DTVM Ltda Média do Patr. Líq. (últimos 12 meses) 500,12 MM Patrimônio atual 480,10 MM ESTRATÉGIA DE GESTÃO A carteira do FUNDO é preponderantemente composta por cotas de fundos de investimentos que compram títulos emitidos por instituições não financeiras de baixo e médio risco de crédito, buscando compor uma carteira com prazo médio entre 3 e 4 anos. OBJETIVO O ADMINISTRADOR buscará proporcionar aos condôminos do FUNDO a valorização de suas cotas através da aplicação de seus recursos em cotas de fundos de investimento classificados como Renda Fixa, regulamentados pela Comissão de Valores Mobiliários, observadas as limitações impostas pela legislação em vigor e visando atingir, no longo prazo, rentabilidades que superem a Taxa DI. RENTABILIDADE (%) Nominal %CDI (% a.a.) DESDE 30/04/09 50,03% 118,77% Mês Anterior (Fev) 0,51% 106,32% No Ano (2013) 1,13% 105,77% Ano Anterior 9,17% 109,00% 12 Meses 8,53% 109,22% 24 Meses 21,85% 108,02% 36 Meses 35,94% 110,48% ALAVANCAGEM Não é permitida alavancagem. PÚBLICO-ALVO O FUNDO é destinado a investidores que pretendem: investir em cotas de fundos de investimentos que buscam a valorização de seus rendimentos por meio da aplicação de seus recursos em ativos de Renda Fixa, visando atingir, no longo prazo, rentabilidades que superem a Taxa DI. COTIZAÇÃO Aplicação Resgate Pagamento do Resgate Carência TRIBUTAÇÃO D0 Abertura D120 Abertura D120 Não há IR: Os rendimentos das aplicações efetuadas no FUNDO são tributados semestralmente, nos meses de maio e novembro, à alíquota de 15%. Na ocasião do resgate, será aplicada alíquota complementar de acordo com o prazo de permanência da aplicação no FUNDO. IOF: Aplicações que permanecerem menos de 30 dias no FUNDO terão seu rendimento tributado de acordo com uma tabela regressiva. TAXAS Taxa de Administração Taxa de Performance REGRAS DE MOVIMENTAÇÃO Mín 0,45% a.a Máx 0,60% a.a. Não há Aplicação Mínima Inicial R$ ,00 Movimentação Mínima R$ 1.000,00 Valor Mínimo de Permanência R$ 5.000,00 Horário de Movimentação 15h00 RENTABILIDADE ACUMULADA (últimos 12 meses) 7,5% 5,0% 2,5% FIC Absolute Corporate Bonds CDI (% a.a.) Mar/12 Abr/12 Mai/12 Jun/12 Jul/12 Ago/12 Set/12 Out/12 Nov/12 Dez/12 Jan/13 Fev/13 COMPOSIÇÃO DA CARTEIRA Títulos Públicos 7,59% Op. Compr. - Títulos Públicos 13,66% CRA 0,69% Debêntures 78,07% Consulte seu gerente de relacionamento sobre o Fundo de Investimento em Cotas de FI Votorantim Absolute Corporate Bonds Renda Fixa - Crédito Privado; ele poderá auxiliá-lo na diversificação de seu portfólio, respeitando o seu perfil de investidor. Não há garantias de que este FUNDO terá o tratamento tributário para fundos de Longo prazo. Este Fundo está sujeito a risco de perda substancial de seu patrimônio líquido em caso de eventos que acarretem o não pagamento dos ativos integrantes de sua carteira e/ou dos ativos que compõem a carteira dos fundos de investimento nos quais o fundo aplica, inclusive por força de intervenção, liquidação, regime de administração temporária, falência, recuperação judicial ou extrajudicial dos emissores responsáveis pelos ativos que compõem a carteira do fundo e/ou dos ativos que compõem a carteira dos fundos de investimento nos quais o fundo aplica. Este fundo de cotas aplica em fundos de investimento que utilizam estratégias com derivativos como parte integrante de sua política de investimento. Tais estratégias, da forma como são adotadas, podem resultar em significativas perdas patrimoniais para os cotistas. A taxa de administração máxima do FUNDO já inclui a taxa de administração dos fundos em que o FUNDO invista. O VALOR DA COTA DESTE FUNDO SERÁ CALCULADO A PARTIR DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DO DIA ANTERIOR, DEVIDAMENTE ATUALIZADO POR 1 (UM) DIA (COTA DE ABERTURA). EVENTUAIS AJUSTES DECORRENTES DAS APLICAÇÕES E RESGATES OCORRIDAS DURANTE O DIA SERÃO LANÇADOS CONTRA O PATRIMÔNIO LÍQUIDO DO FUNDO PODENDO ACARRETAR IMPACTOS EM VIRTUDE DA POSSIBILIDADE DE PERDAS DECORRENTES DA VOLATILIDADE DOS PREÇOS DOS ATIVOS QUE INTEGRAM A SUA CARTEIRA. LEIA O PROSPECTO E O REGULAMENTO ANTES DE INVESTIR. RENTABILIDADE PASSADA NÃO REPRESENTA GARANTIA DE RENTABILIDADE FUTURA. A RENTABILIDADE DIVULGADA NÃO É LÍQUIDA DE IMPOSTOS. FUNDOS DE INVESTIMENTO NÃO CONTAM COM GARANTIA DO ADMINISTRADOR, DO GESTOR, DE QUALQUER MECANISMO DE SEGURO OU FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITO FGC. O INVESTIMENTO EM FUNDOS DE INVESTIMENTO PODE APRESENTAR RISCOS PARA O INVESTIDOR. AINDA QUE O GESTOR DA CARTEIRA MANTENHA SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS, NÃO HÁ GARANTIA DE COMPLETA ELIMINAÇÃO DA POSSIBILIDADE DE PERDAS PARA O FUNDO DE INVESTIMENTO E PARA O INVESTIDOR. Este material NÃO deve ser considerado como recomendação de investimento nem deve servir como única base para tomada de decisões de investimento. Em caso de dúvida, fale com o seu Gerente de Relacionamento. PARA AVALIAÇÃO DE PERFORMANCE DE UM FUNDO DE INVESTIMENTO, É RECOMENDÁVEL A ANÁLISE DE, NO MINIMO, 12 (DOZE) MESES. OS CLIENTES PODERÃO, SEMPRE QUE ENTENDEREM NECESSÁRIO PARA O ESCLARECIMENTO DE DÚVIDAS OU O ENVIO DE RECLAMAÇÕES, CONTATAR O SERVIÇO DE ATENDIMENTO AO CLIENTE POR MEIO DO TELEFONE: horas por dia, 7 dias por semana, ou Ouvidoria: , Deficientes Auditivos e de Fala de 2ª a 6ª feira - 9h00 às 18h00. Análise Econômica Prossegue a tendência de queda na balança comercial brasileira Nos últimos anos temos observado uma diminuição gradativa do saldo da balança comercial brasileira. Os dados da tabela ao lado mostram que ele passou de 46,5 bilhões de dólares em 2006 para US$19,4 bilhões em 2012, uma queda de 58,2%. Essa tendência deve se manter nos próximos anos, e nossas projeções indicam um saldo de US$ 12,5 bilhões no fim de Tal diminuição é resultado de um ritmo menor de crescimento do valor exportado em relação ao importado. Apesar de o total exportado ter crescido cerca de 76% nos últimos seis anos, os manufaturados apresentaram uma expansão menor (a participação desses produtos no total caiu de 54,4% para 37,4% no período). Inclusive, desde 2008, esse segmento está em queda, passando de US$ 92,7 bilhões para US$ 90,7 bilhões em Esse fraco desempenho está associado a um quadro de pouca competitividade dos produtos industriais brasileiros, por uma combinação de diversos fatores, entre eles: alta carga tributária, custo de mão de obra elevado, infra estrutura cara e ineficiente, maior inflação de custos e o câmbio ainda valorizado. Com a crise a partir de 2008, essa fraqueza se potencializou pelo aumento da concorrência internacional, com a sobra de capacidade produtiva nos países industrializados frente à menor demanda global. Também é importante destacar que uma parcela relevante das nossas exportações de manufaturados é destinada a parceiros na América Latina (43% de participação média nos últimos três anos), com grande destaque para a Argentina. Desde o ano passado, a piora do desempenho econômico deste país, juntamente com a adoção de medidas protecionistas, agravou ainda mais a perspectiva para os produtos industrializados. De fato, nossas exportações totais para a Argentina caíram 20,7% em Por outro lado, as importações tiveram um aumento de 144% no período entre 2006 a Como podemos observar na tabela abaixo, o principal destaque foi o grupo de bens de consumo que mais do que triplicaram, passando de US$ 12 bilhões para US$ 39,4 bilhões neste período. O crescimento dos bens de consumo é resultante de um quadro de forte demanda brasileira, que foi sustentada pela queda do desemprego, ganhos contínuos da massa salarial e expansão do crédito. No entanto, os dados do IBGE mostram que, enquanto esses fatores fizeram as vendas no varejo ampliado (que inclui veículos) subir 83,4% desde 2006, a produção industrial apresentou um modesto crescimento de 12,3%. Esse descompasso entre demanda e oferta domésticas ocasionado pela já citada falta de competitividade da indústria brasileira, agravada pela crise de 2008, gerou um vazamento externo em nossas importações, atingindo principalmente os itens mais ligados ao consumo final, o que ajudou a pressionar mais os saldos comerciais. Evolução da balança comercial e exportações brasileiras Valores em US$ bilhões - FOB Variação (%) -7,3% -30,4% -34,8% 47,9% -20,3% 1,3% -37,7% -13,8% 3,4% Balança comercial Valor (bi) US$ 12,5 US$ 13,5 US$ 19,4 US$ 29,8 US$ 20,1 US$ 25,3 US$ 25,0 US$ 40,0 US$ 46,5 Variação (%) 3,5% 4,1% -5,3% 26,8% 32,0% -22,7% 23,2% 16,6% 16,3% Exportação Valor (bi) US$ 261 US$ 253 US$ 243 US$ 256 US$ 202 US$ 153 US$ 198 US$ 161 US$ 138 Variação (%) -0,7% 5,7% -7,4% 36,1% 45,3% -15,2% 41,5% 28,1% 16,0% Básicos Valor (bi) US$ 119 US$ 120 US$ 113 US$ 122 US$ 90 US$ 62 US$ 73 US$ 52 US$ 40 Variação (%) -2,5% 6,5% -25,9% 44,6% 118,3% -19,9% 56,6% 18,0% 22,6% Minério de ferro Valor (bi) US$ 32,2 US$ 33,0 US$ 31,0 US$ 41,8 US$ 28,9 US$ 13,2 US$ 16,5 US$ 10,6 US$ 8,9 Variação (%) -7,4% 9,5% 9,2% 39,7% -1,6% 4,6% 58,4% 19,6% -1,6% Soja (grão + farelo) Valor (bi) US$ 24,4 US$ 26,3 US$ 24,1 US$ 22,0 US$ 15,8 US$ 16,0 US$ 15,3 US$ 9,7 US$ 8,1 Variação (%) 9,3% 2,6% -8,3% 27,7% 37,6% -24,3% 24,2% 11,7% 22,3% Semimanufaturados Valor (bi) US$ 37,1 US$ 33,9 US$ 33,0 US$ 36,0 US$ 28,2 US$ 20,5 US$ 27,1 US$ 21,8 US$ 19,5 Manufaturados Variação (%) 6,2% 2,9% -1,7% 16,0% 18,1% -27,3% 10,4% 11,9% 14,8% Valor (bi) US$ 99 US$ 93 US$ 91 US$ 92 US$ 80 US$ 67 US$ 93 US$ 84 US$ 75 *Obs:. O grupo operações especiais não está incluso nesta tabela, portanto, a soma de básicos , semimanufaturados e manufaturados não totaliza as exportações. Evolução das importações brasileiras Valores em US$ bilhões - FOB Importações Bens de consumo Duráveis Não duráveis Matérias-prima e produtos intermediários Fonte: MDIC/SECEX. Elaboração: VAM Variação (%) 4,1% 7,1% -1,4% 24,5% 42,3% -26,2% 43,4% 32,0% 24,1% Valor (bi) US$ 249 US$ 239 US$ 223 US$ 226 US$ 182 US$ 128 US$ 173 US$ 121 US$ 91 Variação (%) 6,1% 5,5% -1,8% 27,6% 46,0% -4,5% 40,6% 34,1% 41,2% Valor (bi) US$ 44,1 US$ 41,5 US$ 39,4 US$ 40,1 US$ 31,4 US$ 21,5 US$ 22,5 US$ 16,0 US$ 12,0 Variação (%) 7,9% 2,5% -7,8% 29,7% 60,0% -8,6% 54,0% 35,8% 54,7% Valor (bi) US$ 24,6 US$ 22,8 US$ 22,2 US$ 24,1 US$ 18,6 US$ 11,6 US$ 12,7 US$ 8,3 US$ 6,1 Variação (%) 3,9% 9,4% 7,2% 24,5% 29,6% 1,0% 26,2% 32,3% 29,5% Valor (bi) US$ 19,5 US$ 18,8 US$ 17,2 US$ 16,0 US$ 12,8 US$ 9,9 US$ 9,8 US$ 7,8 US$ 5,9 Variação (%) 4,0% 5,7% -2,2% 21,5% 40,6% -28,1% 39,9% 31,2% 19,7% Valor (bi) US$ 110 US$ 105 US$ 100 US$ 102 US$ 84 US$ 60 US$ 83 US$ 59 US$ 45 Um aspecto importante que atenuou uma queda Variação (%) 6,4% 8,2% 1,5% 16,8% 38,1% -17,4% 43,0% 32,8% 23,0% Bens de capital Valor (bi) US$ 56,0 US$ 52,6 US$ 48,6 US$ 47,9 US$ 41,0 US$ 29,7 US$ 35,9 US$ 25,1 US$ 18,9 maior da balança comercial está no fato de que, Variação (%) -0,8% 11,6% -2,4% 42,7% 51,3% -46,8% 56,7% 32,2% 27,4% ao longo dos últimos anos, acompanhamos uma Valor (bi) US$ 39,1 US$ 39,4 US$ 35,3 US$ 36,2 US$ 25,3 US$ 16,7 US$ 31,5 US$ 20,1 US$ 15,2 expansão significativa nos preços internacionais de commodities, impulsionados pela demanda Fonte: MDIC/SECEX. Elaboração: VAM. chinesa, que foi bastante favorável para as exportações brasileiras. Dessa maneira, a participação dos produtos básicos na balança subiu de 29,2% para 46,8% entre 2006 e Na tabela de exportações, dentro dos básicos destacamos os avanços de minério de ferro e soja: juntos, esses produtos saltaram de US$17 bilhões para US$55,1 bilhões no período, um aumento de 224%. Sem esses efeitos favoráveis, a queda dos saldos poderia ter sido mais acentuada. Os últimos movimentos nos níveis de preços de commodities sugerem uma acomodação, tanto pelo menor crescimento global, derivado dos problemas nos países europeus, quanto por já se encontrarem em patamares historicamente elevados. Assim, esperamos incrementos menores na balança comercial de commodities, o que sustenta a nossa visão de tendência de queda no saldo total. Entretanto, cabe ressaltar que as últimas ações do Governo para a redução de alguns custos industriais brasileiros (a exemplo da desoneração de energia elétrica e encargos trabalhistas), ainda que bastante iniciais, auxiliam na melhora da competitividade da indústria e podem diminuir o impacto gerado por ela na queda do saldo comercial. Este informativo é uma publicação preparada pela Votorantim Asset Management DTVM Ltda. As informações aqui apresentadas têm como única intenção fornecer um panorama da situação atual do mercado, estando baseadas em dados de conhecimento público, não significando, portanto, quaisquer compromissos e/ou recomendações de negócios por parte da Votorantim Asset. A Votorantim Asset não se responsabiliza pelo uso dessas informações. R
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