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Novena de Natal 2015 - diocese de Jundiaí

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1. O VERBO - Suplemento Página 1NOVENA DE NATAL 2015 - DIOCESE DE JUNDIAÍ ANO 4 - Nº 95 SUPLEMENTO DO JORNAL O VERBO DIOCESE DE JUNDIAÍ - SP Novena de Natal 2015…
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  • 1. O VERBO - Suplemento Página 1NOVENA DE NATAL 2015 - DIOCESE DE JUNDIAÍ ANO 4 - Nº 95 SUPLEMENTO DO JORNAL O VERBO DIOCESE DE JUNDIAÍ - SP Novena de Natal 2015 NOVENA DE NATAL
  • 2. NOVENA DE NATAL 2015 - DIOCESE DE JUNDIAÍPágina 2 O VERBO - Suplemento Novena de Natal 2015 O ENCONTRO COM JESUS Orientação para o Animador 1- Esforçar-se para realizar a Novena de Natal cada dia em uma casa, principalmente daqueles que não frequentam a Igreja. 2- A cada encontro, ler tudo com antecedên- cia, principalmente a dinâmica, para saber como proceder. 3- O Início, a Introdução à Palavra de Deus, a Oração e a Despedida serão iguais para todos os dias. Nos momentos in- dicados, o grupo decide se reza as dez Ave- -Marias ou apenas uma. 4- Em alguns encontros, prestar atenção na indicação da leitura do evangelho, que pode haver mais de um trecho, ou seja, será pre- ciso ler alguns versículos, em seguida, pular para outros. 5- Além do Animador (A), a leitura pode ser feita por várias pessoas que, no texto, são designados pela letra L (L1, L2 e L3) e pela letra T (Todos). O mais importante é que tudo seja bem compreendido. Por isso, não se preocupe em dar oportunidade para to- dos lerem. 6- A cada dia da Novena, será apresenta- da uma entrevista imaginária com alguém da Bíblia e, como as respostas serão dadas sempre pelo Leitor 1 (L1), seria bom, para fi- car mais bonito, se esse leitor fosse do mes- mo sexo da pessoa entrevistada. Por isso, antes da Reflexão do dia, será indicado se o leitor deve ser do sexo masculino ou fe- minino. 7- Caprichar nas dinâmicas propostas. Os sinais falam mais que palavras e são lem- brados por mais tempo. O Animador deve ler tudo antes do encontro, principalmente a dinâmica, para saber como proceder. 8- Se for possível, não deixar nenhum pre- sépio no meio do local onde o grupo vai se reunir, para não se confundir com os sinais das dinâmicas. Somente uma imagem do menino Jesus será trazida durante o nono encontro (o último), sem precisar do presé- pio. 9- Todos sejam convidados a trazer suas Bíblias para os encontros. Marcar a passa- gem bíblica no momento indicado, ajudando um ao outro a encontrá-la, mas sem dizer a página, pois assim todos vão aprendendo onde os livros bíblicos se localizam. Nas lei- turas bíblicas, todos ficam em pé e um só lê, enquanto os outros acompanham em silên- cio, em suas Bíblias.
  • 3. O VERBO - Suplemento Página 3NOVENA DE NATAL 2015 - DIOCESE DE JUNDIAÍ Novena de Natal 2015 Início (Igual para todos os encontros.) A: Sentados, vamos marcar nossas Bí- blias na passagem indicada para o en- contro de hoje. (Esperar que todos a encontrem e depois continuar.) L1: Nossa Novena de 2015 é muito singela. A cada encontro faremos uma entrevista com as pessoas que o evan- gelho revela e estiveram envolvidas no nascimento de Jesus. L2: Vamos imaginar o que essas pes- soas diriam a respeito do encontro que tiveram com Jesus, e, ouvi-las atenta- mente como discípulos. L3: Que nossa Novena seja um auxilio para bem celebrarmos o Natal do Meni- no Jesus. L1: Também nos ajude a viver melhor nossa fé e o dia a dia neste mundo, para que o Reino de Deus se faça presente. L2: Mais ainda: nos prepare para o en- contro definitivo que, um dia no céu, te- remos com Jesus, face a face. A: Em pé, invoquemos a Santíssima Trindade: em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. T: Amém. Introdução à Palavra de Deus A: Ainda em pé, vamos acolher a leitura bíblica do encontro de hoje, cantando. (Canto nº 1 ou 2 ou outro.) L1: Proclamação do Evangelho de Je- sus Cristo. T: Glória a vós, Senhor. (Cada um acompanha a proclamação em sua Bíblia, mas só um Leitor procla- ma, e depois diz:) L1: Palavra de Salvação. T: Glória a vós, Senhor. (Com todos sentados, continuar seguin- do o texto próprio de cada encontro.)
  • 4. NOVENA DE NATAL 2015 - DIOCESE DE JUNDIAÍPágina 4 O VERBO - Suplemento Oração e Despedida (Igual para todos os encontros.) A: Em pé, vamos pedir a Maria, Mãe do Menino Jesus, intercessora nossa junto ao Pai, que entregue a ele as nossas orações. Quem desejar pode expressar em voz alta as suas intenções. (Esperar que se expressem.) L1: Pai, que essas orações que foram feitas em voz alta e também as de nosso coração, sejam acolhidas pelo Senhor. Que as suas graças sejam derramadas sobre nós, parentes, amigos, vizinhos, todos os homens e mulheres. Rezemos. (Rezar a primeira dezena de Ave-Ma- rias, Pai-nosso e Glória.) L2: Pai, pedimos que a celebração do Natal do Menino Jesus reforce a fé da Igreja, de nossas comunidades, do cle- ro, dos religiosos e religiosas, dos leigos e leigas. Que consigamos tornar o seu Reino mais presente. Rezemos. (Rezar a segunda dezena de Ave-Ma- rias, Pai-nosso e Glória.) L3: Pai, pedimos pelo nosso mundo tão complicado: pelos povos que estão em conflito, na pobreza, pelos refugiados, enfim por todos os sofredores. (Rezar a terceira dezena de Ave-Marias, Pai-nosso e Glória.) L2: Pai, refletimos sobre o encontro das pessoas envolvidas no nascimento de Jesus. Que nossa Novena também nos ajude, assim como aos nossos falecidos, a termos um feliz encontro com ele, face a face, no céu. Rezemos. (Rezar a quarta dezena de Ave-Marias, Pai-nosso e Glória.) L3: Pai, pedimos pelos 50 anos da Dio- cese de Jundiaí. Serão muitas as ativi- dades nesses três anos de Jubileu de Ouro. Pedimos especialmente pelas Santas Missões Populares e cada um dos missionários: que tudo aconteça conforme sua vontade, iluminados por seu Espírito. Rezemos. (Rezar a quinta dezena de Ave-Marias, Pai-nosso e Salve-Rainha.) A: Que as bênçãos que emanam do Me- nino Jesus, de Maria e de José no Pre- sépio, se derramem sobre os morado- res desta casa, que nos recebem hoje, e sobre todos nós: Pai, Filho e Espírito Santo. T: Amém. L: Vamos para casa em paz, na compa- nhia do Menino Jesus. T: Amém. (canto nº 3 ou 4 ou outro) Novena de Natal 2015
  • 5. O VERBO - Suplemento Página 5NOVENA DE NATAL 2015 - DIOCESE DE JUNDIAÍ O Evangelho para este encontro é o de São Lucas, capítulo 1, do versículo 39 ao 45. Para a dinâmica, providenciar uma bandeja. Sobre ela colocar um tecido bem bonito, afofar o tecido e recolher as pontas para dentro da bandeja, de forma que fique como uma almofada. Sobre o tecido colocar uma Bíblia, um Terço e um recipiente de qualquer tamanho, com algum produto perfumado de qualquer tipo (perfume ou hidratante perfumado, desodorante, etc.). Preparar bilhetes de papel (um para cada participante) medindo mais ou menos 7 x 10 cm. Em cada um escrever a palavra “VENHA”. Enfeitar como quiser os bilhetes e colocá- los dentro da Bíblia que ficará sobre a bandeja. Ler tudo antes, principalmente a dinâmica. (Início e Introdução à Palavra de Deus iguais para todos os encontros.) ENTREVISTA COM ISABEL (Neste encontro, de preferência, o Leitor 1 seja do sexo feminino pois vai ler as respostas da en- trevistada.) A: Isabel, você foi ver Jesus no presépio? L1: Não, porque ele nasceu em Belém, longe da minha cidade. Mas antes de seu nascimento, eu senti a presença de Jesus, ainda no ventre de minha prima Maria, quando ela veio me visitar. L2: Como foi aquele dia? L1: Espetacular! Não dá nem para explicar! Eu estava grávida de seis meses de meu filho João, quando ouvi a voz de Maria. A criança pulou no meu ventre e eu fiquei cheia do Espírito Santo. L3: Que coisa linda! Você ficou tão impressionada que deu um grito de alegria! L1: Naquele momento, por obra do Espírito Santo, eu tive a cer- teza de que Maria carregava em seu ventre o Salvador, como Deus tinha prometido. A: Por isso você disse que não merecia a presença dela em sua casa? L1: Isso mesmo! Eu disse as- sim: “Como posso merecer que a mãe do meu Senhor me venha visitar?”. L2: Hoje, a Igreja é quem leva Jesus, assim como Maria o le- vou para sua casa! L3: Onde as pessoas se reuni- rem em nome do Senhor, aí está a Igreja e, onde está a Igreja, está Jesus. L1: E onde está Jesus, está seu Espírito Santo. Esse Espírito é como um perfume que exala de Jesus, agindo na vida das pesso- as. A: Para nós, que estamos nos preparando para o Natal, o que vocês têm para nos dizer neste primeiro encontro? L1: Eu repito: vocês que se re- únem nos templos, nas residên- cias, nas escolas, no trabalho... Onde for! Invocando o nome do Senhor, podem fazer esta mesma experiência que eu tive: a Igreja, Primeiro Encontro LEVAR E RECEBER JESUS Novena de Natal 2015
  • 6. NOVENA DE NATAL 2015 - DIOCESE DE JUNDIAÍPágina 6 O VERBO - Suplemento como Maria, vem até vocês, tra- zendo Jesus e o Espírito Santo. A: Estarmos sempre reunidos em nome do Senhor é a forma de celebrar o Natal, viver a nossa fé no dia a dia, e, nos prepararmos para o definitivo encontro com Jesus no céu. UMA HISTORINHA PARA ILUSTRAR A: Uma empresária tinha dez funcionárias que costuravam roupas para lojas. A situação econômica do Brasil deixava ela e suas empregadas aflitas. Ela sempre reclamava: L1: Nós, empresários, não sabe- mos mais o que fazer com tantos impostos! Nem durmo direito! A: Além disso, existia muita dis- córdia entre algumas: fofocas, intrigas, ciúmes... A empresária, que era católica mas não pra- ticava a fé, resolveu levar uma imagem de Nossa Senhora Apa- recida para a empresa e colocar no escritório, na esperança da si- tuação melhorar. No dia em que colocou a imagem, ela chamou as empregadas e leu um trecho do Evangelho de São Lucas que relata a visita de Maria grávida a sua prima Isabel. L1: Ouviram, gente, que bonito? Mas não entendi bem! Principal- mente a frase: “Como posso me- recer que a mãe do meu Senhor me venha visitar?”. A: Com o tempo, a situação eco- nômica piorou e a pequena em- presa precisou despedir algumas mulheres. Entre elas, duas irmãs de sangue. Durante o tempo que continuaram na empresa, cum- prindo o aviso prévio, as duas combinaram de chegar mais cedo para rezar. A empresária, que não sabia o que faziam lá tão cedo, achou que estavam tra- mando alguma coisa. E um dia, também chegou mais cedo e lhes disse: A: O que estão planejando? Se estão pensando em aprontar al- guma, só porque foram despedi- das, vou chamar a polícia! A: Uma delas disse: L2: A senhora achou que a ima- gem de Nossa Senhora iria re- solver a situação... É bom ter um símbolo cristão- católico perto de nós, mas o que precisamos mesmo é de oração! Por isso es- tamos aqui rezando o Terço toda manhã. Infelizmente temos que deixar a empresa, mas queremos deixar neste lugar a presença viva de Nossa Senhora, do seu filho Jesus e do Espírito Santo, que vai trabalhar no coração de quem fica. A: A empresária, sem graça, dis- se: L1: Obrigada! Agora entendi a frase daquele evangelho que lemos outro dia: realmente não sou digna que a mãe de nosso Senhor me venha visitar. Vocês são Igreja e, como Maria, trou- xeram Jesus para cá. Infelizmen- te não posso mantê-las comigo, mas com as outras funcionárias vou continuar a obra que come- çaram. Obrigada! PARTILHA E DINÂMICA A: O tema geral de nossa Nove- na é: “O Encontro com Jesus”. L1: E Maria, Nossa Senhora, foi quem trouxe Jesus para termos esse encontro com ele. Porque, como lemos, toda vez que as pessoas se reúnem como Igreja, Jesus e seu Espírito Santo se fa- zem presentes. L2: Nesta bandeja temos o Ter- ço, símbolo de Nossa Senhora, a Bíblia simbolizando Jesus e também esse vidro com um pro- duto perfumado, lembrando o Espírito Santo. Digamos juntos a frase que Isabel disse quando Maria foi visitá-la: T: “Como posso merecer que a mãe do meu Senhor me venha visitar?” L3: Dentro da Bíblia temos estes bilhetes: um para cada um dos presentes. Está dentro da Bíblia porque imaginamos o que Jesus nos diria neste primeiro encon- tro. L1: A palavra “VENHA” escrita nele é um convite de Jesus: “Ve- nha, continue, persevere nesta Novena. Venha se encontrar co- migo sempre. Pois aqui o Espí- rito Santo pode agir em você, como agiu em Isabel e em seu filho João”. L2: Vamos perfumar cada papel, para lembrarmos a presença do Espírito Santo agindo em nós, nestes nossos encontros. Leve o bilhete para casa, ponha num lu- gar visível e não se deixe vencer pela preguiça e comodismo. L3: Enquanto o Animador per- fuma os bilhetes, e nos entrega, vamos cantar. (Enquanto cantam o nº 5, o Animador molha o polegar no produto perfumado, faz uma pequena cruz com ele sobre o bilhete e o entrega.) L3: Não é só evangelizando em nome da Igreja que se leva Je- sus para a vida das pessoas: tem quem faça isso quando entrega alimentos para os pobres, como os Vicentinos; outros, por meio de atitudes importantes, como a Pastoral da Criança, do Menor. L3: Existem muitas formas de levar Jesus, e muitas histórias bonitas disso tudo. Vamos parti- lhar as que lembramos. (Deixar que pensem e depois falem.) AVISOS A: Vamos combinar onde e quando será o próximo encon- tro. Todos levem a Bíblia. (Ou- tros avisos.) (Oração e Despedida iguais para todos os encontros.) Novena de Natal 2015
  • 7. O VERBO - Suplemento Página 7NOVENA DE NATAL 2015 - DIOCESE DE JUNDIAÍ Segundo Encontro PURIFICAR, CONVERTER, SALVAR O Evangelho para este encontro é o de São Lucas, capítulo 1, do versículo 8 ao 20. Para a dinâmica, providenciar uma cruz (que será trazida no momento indicado) e uma tinta vermelha para marcar a palma de uma das mãos de cada participante. Usar tinta que não faça mal à pele e seja facilmente lavável: como tinta que crianças usam na escola (guache), ou esmalte para unha, ou batom ou caneta esferográfica vermelha, etc. O importante é fazer uma marquinha vermelha na palma da mão, como se fosse um buraco de prego. Ler todo este encontro antes, principalmente a dinâmica. (Início e Introdução à Palavra de Deus iguais para todos os encontros.) ENTREVISTA COM ZACARIAS (Neste encontro, de preferência, o Leitor 1 seja do sexo mascu- lino pois vai ler as respostas do entrevistado.) A: Zacarias, como foi o seu en- contro com o Menino Jesus? L1: Eu não vi Jesus menino. Maria, prima de minha esposa Isabel, foi nos visitar quando ainda estava grávida. Ela tinha acabado de conceber enquanto Isabel estava no sexto mês de gravidez. L2: Então o seu contato com Je- sus foi quando ele ainda estava na barriga de sua mãe? L1: Sim! Quando Maria chegou em casa, foi impressionante! Sentimos a presença do Senhor que ela carregava em seu ventre. Isabel deu um grande grito e fi- cou cheia do Espírito Santo. Eu também fiquei maravilhado, mas não pude dizer nada, pois estava mudo. L3: Você ficou mudo porque não acreditou que poderia ser pai mesmo sendo idoso e sua mulher estéril? L1: Isso mesmo! Fiquei mudo desde o dia em que um anjo anunciou que eu seria pai, até o oitavo dia após o nascimento de meu filho João, quando então, minha língua se soltou. A: Como foi essa experiência de ficar mudo? L1: Eu precisava disso. Apesar de ser sacerdote do Templo, eu era um homem muito ansioso, prepotente, que não ouvia nin- guém. Quando fiquei mudo, fiquei bastante humilhado, so- frido, mas aprendi a ouvir, e no meu silêncio, fiquei mais sen- sível e aberto. Se não fosse a mudez, eu não teria percebido a presença de Jesus no ventre de Maria. L2: Depois que seu filho nasceu, sua língua se soltou? L1: Exatamente! Depois de nove meses mudo, eu me tornei outra pessoa. Por causa da experiência com nosso Senhor, eu sabia que meu filho João teria um papel importante na vida de Jesus. Novena de Natal 2015
  • 8. NOVENA DE NATAL 2015 - DIOCESE DE JUNDIAÍPágina 8 O VERBO - Suplemento L3: Para nós, Zacarias, a sua ex- periência de vida é muito impor- tante, pois você soube aproveitar o sofrimento, que a mudez lhe causou, para abrir o coração e acolher Jesus. L1: Que vocês saibam aprovei- tar essas oportunidades de con- versão e purificação. Vão ajudar vocês nesta vida e também a pre- parar para o grande e definitivo encontro com Jesus, um dia, no céu. UMA HISTORINHA VERDADEIRA PARA ILUSTRAR A: Francis era solteiro, já esta- va formado e tinha decidido não se casar. Queria “curtir a vida”, como dizia, mas ainda mantinha alguns hábitos da fé aprendidos na infância. Entre eles a parti- cipação na missa dominical e o uso do escapulário de Nossa Se- nhora do Carmo. Lembrava-se de uma frase que tinha ouvido ainda criança: L1: Quando alguém morre com o escapulário, Nossa Senhora não deixa a alma ir para o infer- no. No sábado seguinte à morte da pessoa, a Virgem Maria leva a alma para o céu. A: Mas adulto como estava, ele sabia que o escapulário não tinha um efeito mágico. O escapulário dependia de uma vida regrada, diferente da que ele levava. En- tão ele concluía acertadamente: L1: O escapulário não é um amuleto! Mesmo assim, não te- nho coragem de abandoná-lo. A: Aconteceu que Francis sofreu um acidente de automóvel que o deixou por meses entre a vida e a morte. Sua família, muito reli- giosa rezava e suplicava a Deus que o curasse. Seu irmão Bruno testemunha o seguinte: L2: Uma vez, numa missa eu rezava e chorava pedindo a cura do meu irmão, que estava mor- rendo. Naquele dia, no Evange- lho do dia, Jesus dizia: L3: “Peçam, e lhes será dado; busquem, e encontrarão; batam, e a porta lhes será aberta. Se vocês, apesar de serem maus, sabem dar coisas boas aos seus filhos, quanto mais o Pai que está no céu dará o Espírito Santo a quem o pedir!” (Lc 11,9a-13). A: Durante a Celebração, Bruno acreditou que o Espírito San- to estava sendo dado a ele, e fazendo-o compreender que o sofrimento do irmão não seria em vão. Acalmou-se e entregou o irmão a Deus. Francis faleceu logo depois, com o escapulário de Nossa Senhora do Carmo no pescoço. Na missa de sétimo dia, uma providência divina: L2: Eu estava com minha fa- mília participando da missa de sete dias de falecimento do meu irmão, numa Igreja pequena do bairro, sábado de manhã. Havia pouca gente. Estava para come- çar a celebração e anunciaram as intenções: L3: Estamos celebrando pela alma de Francis, sete dias de fa- lecimento. Hoje é festa de Nossa Senhora do Carmo... L2: Minha família e eu ficamos surpresos: exatamente uma se- mana depois da morte de Fran- cis, num sábado, a Igreja cele- brava a festa de Nossa Senhora do Carmo. Parecia um sinal de Deus e de Nossa Senhora de que o sofrimento o tinha purificado e ele estava pronto para o encontro com Jesus no céu. PARTILHA E DINÂMICA (Incentivar a participação de todos.) A: Estamos ainda no segundo encontro de nossa Novena e já estamos falando de sofrimento. Que bom! L1: O sofrimento abriu o cora- ção de Zacarias e purificou radi- calmente Francis, o homem da historinha. L2: Além do mais, para nós cristãos, o sofrimento humano também se soma ao sofrimento de Jesus, para salvação de todos. L3: Como Zacarias aconselhou, no final da entrevista imaginária, o sofrimento deve ser encarado como oportunidade de conver- são e purificação. A: Vamos ficar um pouco em silêncio, lembrando se algum sofrimento que passamos nos ajudou espiritualmente e depois partilhar com o grupo. (Dar um tempo para que pen- sem e depois partilhem.) L1: Agora, alguém trará uma cruz e o Animador fará uma marca vermelha na palma da mão de cada um dos presentes: dos que falaram e dos que não falaram. Conservem essa marca, pelo menos até o final do encon- tro. Enquanto a cruz é trazida e o Animador faz o sinal, todos cantam. (Enquanto se canta o nº 6, al- guém traz a cruz e o Animador faz a marca.) L2: Olhem para a marca em suas mãos, enquanto o Animador faz a seguinte oração: A: Pai, estamos diante da cruz de Jesus. Temos agora uma mar- ca na palma da mão. Que ela recorde a nós e ao Senhor as chagas de Jesus. Que seja um símbolo do sofrimento que todos nós passamos neste mundo e que se soma ao sofrimento de Jesus, desde seu nascimento na pobre- za, na perseguição, até a cruz. Sofrimento que converte, purifi- ca, salva a nós e ao mundo. No segundo dia de nossa Novena, aceite este sinal de nossa neces- sidade de purificação e salvação. T: Amém. AVISOS A: Vamos combinar onde e quando será o próximo encon- tro. Todos levem a Bíblia. (Ou- tros avisos.) (Oração e Despedida iguais para todos os encontros.) Novena de Natal 2015
  • 9. O VE
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