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Oficina de Formação - Jornais Escolares: a importânica do desenvolvimento crítico para a cidadania

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Oficina de Formação JORNAIS ESCOLARES: a importância do desenvolvimento crítico para a Cidadania Formadora: Teresa Pombo Plano 2012 Vamos fazer Jornais Escolares…
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Oficina de Formação JORNAIS ESCOLARES: a importância do desenvolvimento crítico para a Cidadania Formadora: Teresa Pombo Plano 2012 Vamos fazer Jornais Escolares FAS - Formas de Aprender Senti(n)do Jornal Escolar da Escola Secundária do Monte da Caparica Registos de uma história com Sentido Almada, 16 de Junho de 2012 Objectivos Este jornal visa ser a representação das linhas de orientação e acção pedagógicas da escola, consubstanciando-se no P. E. E. e no P. A. A. da Escola Secundária Monte de Caparica/Escola TEIP. Assim, concebeu-se uma equipa de, no mínimo, 7 elementos, sendo um deles obrigatoriamente da Direcção da Escola. O FAS terá um carácter informativo, formativo, motivador e mobilizador. A tipologia de texto e linguagem será abrangente e diversificada, proporcionando o desenvolvimento de múltiplas competências, a multiculturalidade e a interdisciplinaridade, visando a construção de um diálogo intercultural. O FAS reorganiza-se no contexto de uma Escola em renovação que procura questionar-se. Reveste-se, então, de um carácter de representação de quem somos, o que queremos e o que podemos fazer juntos. O FAS terá 12 páginas, seguindo o modelo anteriormente estabelecido. A metodologia adoptada terá como suporte uma base de dados com secções e rubricas onde conste os compromissos com a equipa e com os contributos da comunidade escolar educativa. O Jornal Formas de Aprender Senti(n)do tem como objectivos: 1. Promover formas de aprender sentindo e com sentido para a Vida. 2. Potenciar o exercício activo da cidadania na comunidade escolar e educativa. 3. Aprofundar a construção de valores no seio da comunidade educativa. 4. Partilhar saberes, competências e conhecimentos no seio da comunidade educativa. 5. Reflectir sobre a construção de Valores na Escola do Futuro. 6. Construir aprendizagens colaborativas em rede com parceiros de referência. 7. Proporcionar o reconhecimento da comunidade na sua diversidade. 8. Fomentar a criatividade, o espírito crítico e a participação no seio da comunidade educativa. 9. Dar igualdade de oportunidades à livre expressão e voz a todos. 10. Desenvolver o gosto pela escrita, pela leitura e pelas T. I. C. Linha Editorial I – Vida Escolar • Sentindo a nossa escola… • Reconhecendo a diversidade na nossa escola… • Aprendendo na escola… II – Actualidade Nacional • Sentindo o nosso país, a nossa cidade, a nossa cidadania… III - Actualidade Internacional • Sentindo o nosso mundo… IV – Sentindo e Fazendo… • Formas de fazer… • Formas de sentir… • Formas de conViver • Formas de ser… • Formas de pensar… Organização do Projeto Contexto: Escola TEIP, PEE, PAA. Público: Comunidade escolar e educativa. Lógicas de inclusão e reconhecimento de todos os intervenientes. Modelo: Jornal Oficial da Escola; inserido no Clube de Jornalismo cujo funcionamento foi incipiente, mas semente para melhor organização futura; periodicidade trimestral (excecionalmente anual); 32 páginas (futuramente 18 págs. /trimestre); Estatuto: Livro de Estilo a ser considerado mais aprofundadamente; Código Deontológico foi respeitado. Título: Curto, atrativo, criativo e performativo, refletindo o espírito da escola. Financiamento: Direção da escola e patrocínios da comunidade envolvente. Preço de capa; receitas da publicidade. A tratar de outros subsídios provenientes de IPJ e outras instituições. Meios: Humanos (7 professores; 3 alunos repórteres do 7º ano – tarefas diferenciadas: jornalistas; fotógrafo; redator; designer gráfica; angariador; distribuidores) Técnicos (Máquina fotográfica e de filmar; computador da biblioteca e computador pessoal de cada elemento) Espaço de trabalho: sala do centro AlmadaForma; Conteúdos: A equipa definiu uma linha editorial mais abrangente de início (escola, país, mundo – do local ao global) que se consubstanciou nas dimensões essenciais à vida da escola: aprender, sentir, refletir, reconhecer e conviver. Tipologia de texto jornalístico variado (artigo de opinião, notícia, entrevista, crónica, etc. ) Implantação: A equipa definiu o orçamento necessário que apresentou à direção da escola, a qual o aprovou de imediato, de acordo com o já cabimentado para esta rúbrica no seu orçamento escolar. A equipa considerou depois outros modos de implantação e financiamento viáveis e sustentáveis, tendo em conta a diversidade de oferta educativa que a escola oferece e também o apoio da comunidade envolvente que respondeu de forma positiva ao empreendedorismo levado a cabo em termos de publicidade local. Ficha Técnica: Equipa - 7 professores (jornalistas, redatores, designer gráfica e revisores) e 3 alunos repórteres; Bilhete de Identidade do Jornal a colocar futuramente neste espaço bem como a designação do diretor e colaboradores. Outro aspeto importante a tratar será da concessão da ISSN (International Standard Serial Number) para inclusão na base de dados. Primeiro número: A equipa reuniu, discutiu e decidiu o formato e conteúdos da edição, procurando um produto equilibrado de acordo com a linha editorial. A equipa fez a distribuição de tarefas, estipulou prazos que se cumpriram e centralizou num dos elementos da responsabilidade da receção dos trabalhos. Numa das reuniões agendou-se as tarefas e os seus responsáveis, a paginação, a publicidade, o aspeto gráfico e a distribuição do número de páginas por sectores escola (CNO, Biblioteca, etc. ) de acordo com as dimensões definidas previamente. Após a impressão do jornal procedeu-se à análise crítica do trabalho produzido, refletindo sobre os aspetos a melhorar. RECURSOS O clube de jornalismo e o jornal escolar são componentes fundamentais do PEE e do PAA, no âmbito desta escola TEIP. Propõe-se, pois, que estas iniciativas sejam objeto de análise e subsequente implementação por parte da direção que deve assegurar a continuidade do projeto. 1. Recursos humanos: A formação da equipa do jornal escolar deve ocorrer aquando do início do ano letivo. Esta não deverá exceder 5 elementos e ter colaboradores externos sem número limite, de acordo com as vontades existentes em cada ano letivo. Da equipa deverão fazer parte os seguintes elementos: redator, revisor, designer gráfico, fotógrafo, angariador de publicidade, distribuidor e diretor. Estas funções poderão ser acumuladas por mais do que um elemento da equipa. O objetivo é a futura sustentabilidade financeira do jornal escolar. 2. Recursos físicos: Sala própria com o seguinte equipamento: computador com impressora scaner, projetor vídeo, máquina de filmar e fotografar e fotocopiadora, dicionários de língua portuguesa e de línguas estrangeiras e gramática da língua portuguesa. Deverá estar também disponível bibliografia de referência sobre Técnica do Jornalismo, Deontologia no Jornalismo, Teoria do Jornalismo. 3. Recursos tecnológicos: software de referência pertencendo ao adobe première: Photoshop CF. 5. 5. , Ilustrator CF5. 5, Indesign CF5. 5, Publisher. Este software é pago, embora temporariamente possa ser utilizado de forma gratuita. Existem também outros recursos open source do open office, web 2. 0 trabalhos colaborativos, Google docs, Zoho. Para o tratamento de fotografias poderão ser utilizados de forma gratuita os programas Irfan View, Pixia e Picasa. Existem igualmente vários motores de busca e enciclopédias de consulta gratuita. Podem também ser utilizados os programas Pagemaker e Sript. Como banco de imagem poderão ser utilizados sítios que disponibilizam gratuitamente fotografias, tais como Cnice, Freeimages, PIcs4learning, Imageafter, Lycos. Blogs de referência sobre Jornalismo: www. blogger. com, www. webpaint. com, blogs. sapo. pt, que podem servir como ferramenta para criação de material e contributos para a produção jornalística. Sítios que abordam a produção de jornais escolares: www. clemi. org, www. highschool journalism. Deverá ser acautelada a utilização destes recursos, por forma a respeitar os direitos de autor e o código deontológico do jornalismo. PRODUÇÃO DO JORNAL A produção da edição de um jornal é um processo complexo e exigente e deve ser entendido numa lógica de projeto sério, de modelo educativo e formativo dos seus participantes. Aspetos essenciais: textos e fotografias. No que diz respeito aos textos, o trabalho começa com a motivação das pessoas de toda a comunidade escolar para participar na iniciativa. Esta deverá estar representada em toda a sua abrangência e diversidade. Depois, os textos terão que ser selecionados, revistos de forma cuidada e respeitando a intencionalidade comunicativa dos seus autores. Relativamente às fotografias e imagens alusivas aos textos, deve haver uma articulação entre os dois. Para este efeito, previamente devem ser desenhadas a linha editorial e a disposição gráfica/paginação de modo a fazer sentido. Posteriormente, depois de feita a revisão final, realizar-se-á uma prova da primeira edição, de modo a evitar o desperdício na impressão digital ou em offset, com os respetivos custos acrescidos. Deverá a prospeção de mercado na comunidade local ser feita com antecedência, envolvendo a rede de parceiros, lojas comerciais, empresas, instituições e outras entidades. Este trabalho poderá ser realizado por alunos de cursos de cursos profissionais e CEFs. Em consequência, a equipa do jornal procederá à angariação de publicidade de modo a reduzir os custos da produção do jornal, com vista à sua futura sustentabilidade. O orçamento do projeto deve ser objeto de cuidada análise das empresas gráficas consultadas previamente pela equipa. De igual modo de deve acautelar a distribuição e venda do jornal. ESCREVER PARA O JORNAL Qualquer jornal contem diferentes tipos de texto, correspondentes a diversos géneros jornalísticos. No caso deste jornal escolar, a produção escrita presente na nona edição espelha esta particularidade. A função de linguagem adotada procurou ser informativa, dando espaço também para outras em virtude das suas características sui generis. No trabalho de revisão de texto procurámos, pois, uma linguagem precisa, clara funcional e económica no que diz respeito às notícias e às entrevistas. Contudo, outras houve, respeitantes à tipologia de texto pessoal (crónica, poesia, artigo de opinião). 1. Editorial – revela a posição da equipa do FAS no que concerne à mobilização da comunidade educativa para a importância da produção de um jornal escolar, cujo propósito foi garantir a sua continuidade, segundo os mesmos princípios com que este foi elaborado. 2. Notícia – Procurámos diversificar os textos informativos, por forma a espelhar a dinâmica da escola nas suas várias dimensões formativas, nomeadamente no ensino regular e não regular. 3. Entrevista – As três constantes desta edição são fruto da motivação de uma pequena equipa de repórteres (3 elementos) constituída por alunos do 7º ano, interessados na continuação do projeto. Este grupo preparou o seu trabalho no Clube de Jornalismo, onde a professora lhes forneceu o guião das entrevistas e preparou essa atividade. 4. Crónica – É uma tipologia de texto que abarca “uma mistura de reportagem, informação e opinião”. Visa criar laços com os seus leitores e no caso das duas presentes na nona edição tiveram como objetivo informar, mas sobretudo formar opinião e proporcionar uma leitura recreativa aos seus leitores. 5. Artigo de Opinião - os textos constantes desta nona edição foram selecionados de acordo com a sua natureza (clareza e concisão) e segundo a linha editorial do FAS que tem como objetivo promover a reflexão, o conhecimento e reconhecimento, entre outros valores e dimensões. 6. Fotografia e Imagem – estiveram presentes neste número com relevância e intencionalidade através de várias vertentes: fotografias que ilustraram os textos, ilustrações dos alunos que acompanharam os textos poéticos, reportagem fotográfica que informou os leitores acerca da biblioteca escolar e cursos PIEF. Foi dada especial importância ao grafismo nesta nona edição, com a colaboração de uma designer gráfica que, de acordo com a equipa, privilegiou a simbologia, bem como a cor-de-rosa e azul e o movimento através da utilização de vários ícones e outros recursos técnicos. 7. Reportagem – Nesta edição não foi possível elaborar nenhuma, em virtude da equipa de repórteres ser reduzida e inexperiente. No entanto, havendo uma equipa de repórteres que abarque um professor, esta poderá e deverá elaborar pelo menos uma reportagem em cada número do FAS. Deverá este texto recorrer a uma diversidade de fontes, à fotografia, obedecer ao lead da notícia, recolher testemunhos e aproximar-se do texto literário, sem perder, todavia, a sua objetividade, rigor e precisão. 8. Inquérito – Pretendemos elaborar os necessários com perguntas claras, objetivas e de resposta breve com vista a investigar assuntos de interesse para o leitor e de referência para a comunidade escolar. Do consequente tratamento destes dados conceber-se-á parte dos temas constantes das próximas edições, numa procura de sentido, coerência e oportunidade para a existência e produção do FAS. Bibliografia de referência: Artigos de referência propostos pela formadora. Sites e Blogs propostos pela formadora. Oliveira, I. et allii (1997) - A Integração dos Media nas práticas educativas. Instituto de Inovação Educacional. Público (2005). Livro de estilo (2ªed. ). Lisboa: PÚBLICO – Comunicação Social SA. Bertrand C. (2002). A deontologia dos media. Coimbra: Minerva. Balle, F. (2003). Os media. Porto: Campo das Letras.
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