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1. SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO CURSO DE LETRAS VANESSA BATISTA DE SOUZA SAMPAIO LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS NA ERA TECNOLÓGICA Ipirá-Ba 2015 2. VANESSA…
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  • 1. SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO CURSO DE LETRAS VANESSA BATISTA DE SOUZA SAMPAIO LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS NA ERA TECNOLÓGICA Ipirá-Ba 2015
  • 2. VANESSA BATISTA DE SOUZA SAMPAIO LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS NA ERA TECNOLÓGICA Trabalho apresentado ao Curso de Letras da UNOPAR - Universidade Norte do Paraná, para o 6º Semestre. Professores: Rosemari Bendlin Calzavara, Eliane Martins Provate, Eliza Adriana Sheuer Nantes, Andressa Aparecida Lopes, Juliana Fogaça Sanches Simm Tutor eletrônico: Paulo Sérgio Ribeiro Vieira Turma: 2015/2- Noturno- 6º semestre Unidade: Ipirá -Ba Ipirá-Ba 2015
  • 3. INTRODUÇÃO Com o desenvolvimento dos meios de comunicação de massa e das tecnologias digitais, que passaram a ser integradas ao cotidiano de uma parte da população, a partir da segunda metade do século XX. As novas tecnologias tem grande papel no contexto escolar e na formação de professores em cursos de pós-graduação presenciais e á distância. É preciso desenvolver atividades utilizando esse instrumento como apoio às suas aulas. Uma ideia inovadora seria trabalhar com o jornal em plataforma eletrônica e revolucionando a utilização da sala de informática da escola. Para ela, a web possibilita a construção de materiais didáticos que atendem a diferentes estilos de aprendizagem, e o jornal utilizado na internet é um instrumento que contribui para a formação das novas gerações. Por que é importante que os professores conheçam e estabeleçam uma estratégia para o uso pedagógico dos recursos tecnológicos para que os mesmos não se esvaziem de seus potenciais educativos. Ou seja, o professor precisa repensar seu papel e buscar novas formas de trabalho que superem as formas “antiquadas” de atuação ao longo dos séculos, e converter-se em parceiro de seus alunos no processo de aprendizagem. Os alunos, por sua vez, também precisam superar uma atitude passiva de reprodução dos conhecimentos transmitidos e começar a se auto-organizar no processo de aprendizagem.
  • 4. LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS NA ERA TECNOLÓGICA, LETRAMENTO E LEITURAS LITERÁRIAS. A presença permanente dos computadores, então, faz com que as pessoas da maior parte da população comecem a interagir com todo o aparato tecnológico cada vez mais cedo, desde a infância. Diante das modificações de natureza biológica, o processo de construção de conhecimentos também se modifica sendo possível observar que se iniciam cada vez mais cedo os processos de letramento alfabético, digital e gráfico, ou seja, esse novo modelo interfere diretamente na organização dos indivíduos, da sociedade e como consequência afeta de modo radical a peculiaridade do trabalho pedagógico escolar. No atual contexto, em que as tecnologias digitais alcançam cada vez mais abrangência, ensinar a ler textos literários de modo crítico requer da escola e dos educadores que eles compreendam como a tecnologia pode ser explorada para facilitar o acesso ao conhecimento e, consequentemente, o despertar de um papel social. O computador, por exemplo, afeta as práticas de ensino de diversas formas, seja dando acesso ao enorme repositório de informação que é a internet; seja propiciando ferramentas que possibilitem a leitura e a produção de textos; ou ainda permitindo a apreciação de diversos recursos midiáticos simultaneamente, como textos verbais escritos ou orais, imagens estáticas, imagens em movimento, músicas, dentre outros, que juntos colaboram para a transmissão de significados e novos valores estéticos em textos híbridos. Apesar de a tecnologia ter trazido diversas possibilidades para o ensino de literatura, novos problemas também surgem como consequência da inovação. A sobrecarga de informação em textos digitais, por exemplo, que muitas vezes leva o leitor a se perder durante a leitura se ele não tiver objetivos específicos que o guiem, exige que ele elabore novas estratégias para lidar com a leitura de textos não lineares, que podem ser iniciados pelo final, pelo meio, ou qualquer outro ponto. Tendo em vista esse avanço tecnológico, nós futuros professores temos que aprender a desenvolver atividades na sala de aula que envolva as novas tecnologias. Abaixo temos um exemplo de plano de aula:
  • 5. Plano de Aula de Língua portuguesa Serie: 9º ano_____ Período: ___2 aulas__ Ensino Fundamental Tema da aula: Gênero Textual____ a) Conteúdo programático: Diferenciando Correspondências: carta, bilhete, convite e e-mail. b) Objetivo: 1- Identificar a finalidade de textos de diferentes gêneros; 2- Identificar as marcas linguísticas que evidenciam o locutor e o interlocutor de um texto; 3- Identificar, reconhecer, indicar, apontar, dentre diversos, objetos, aquele que corresponde a um conceito ou a uma descrição, usando sites de busca; 4- Identificar uma descrição que corresponde a um conceito ou às características típicas de objetos, da fala, de diferentes pós de texto, utilizando como auxílio vídeos e celulares; 5- Discriminar, estabelecer diferenciações entre objetos, situações e fenômenos com diferentes níveis de semelhança, publicando informações em redes sociais. c) Procedimentos Metodológicos – Os alunos deverão se reunir em grupo e pesquisar em sites de busca, através do computador, sala de informática da escola, ou telefone móvel as características e finalidades da carta, do bilhete, do convite e e-mail; – Os alunos deverão debater sobre os gêneros pesquisados, e em seguida elaborar um conceito para os mesmo no grupo de uma comunidade do Facebook. – Os alunos poderão confeccionar um cartaz sobre os tipos de correspondências estudados; – Os alunos deverão assistir ao filme “Central do Brasil” e escrever sobre a importância do gênero carta como meio de comunicação entre pessoas;
  • 6. – Os alunos deverão enviar uma mensagem SMS, através do telefone móvel, na linguagem informal, para um colega de sala e um e-mail na linguagem formal para a direção da escola, com cópia para o professor. – Os alunos deverão enviar um convite para seus amigos (seguidores) através do Twitter e, em seguida, ler para os colegas de sala; d) Recursos: - DVD do filme Central do Brasil; - aparelho de DVD;- caneta hidrográfica; - televisão; - computador; - telefone móvel( celular); - cartolina. e) Avaliação e/ou fixação: Apresentar uma cruzadinha com os conteúdos estudado para os alunos completar. Entregar um caça palavra para eles encontrar. E realizar uma prova( avaliação), final abordando os assuntos. f) Referencias Biográficas http://www.webartigos.com/artigos/generos-textuais-e-a-linguagem-da- internet/3739/ http://portaldoprofessor.mec.gov.br/storage/materiais/0000016793.PDF
  • 7. Três atividades envolvendo práticas de leitura e de produção de textos na era tecnológica, letramento e leituras literárias: 1ª - Existem várias atividades que podem ser realizadas com auxílio do computador Online e off-line. As atividades Online dizem respeito a pesquisas realizadas em sites de buscas na Internet, como Google que disponibiliza bancos de imagens, de textos, vídeos de propagandas e curta- metragens, blogs, salas de bate-papo etc. Nós professores temos que traçar objetivos específicos estabelecendo previamente como trabalhar essa infinidade de possibilidades. As informações levantadas nesses ambientes devem ser articuladas e integradas àquelas encontradas em livros didáticos, enciclopédias, dicionários e periódicos. 2ª- Podemos também realizar atividades em computadores que dispensem o acesso à rede, ou seja, que estejam off-line, com a produção de textos em processadores como o Word e com a aplicação de suas ferramentas – encontrar palavras, formatar, destacar etc. 3ª- Outra possibilidade é a utilização do Power Point para a produção de textos de diversas naturezas, com a inclusão das imagens selecionadas da internet. É possível ainda a criação de um pequeno vídeo, a partir das fotos digitais tiradas em uma festa no ambiente da escola, com textos explicativos utilizando o recurso do Movie Maker. As possibilidades são infinitas, e nós professores, como formadores de cidadãos críticos e emancipados, precisamos, mais do que nunca, rever nossas estratégias para o estímulo da leitura e da escrita para que nossos alunos não sejam excluídos do processo de participação e construção da sociedade do conhecimento.
  • 8. CONCLUSÕES Nos dias de hoje, diante das demandas da sociedade do conhecimento, o contato e apreciação de obras literárias continua sendo um elemento de absoluta importância na formação do cidadão letrado. Entretanto, esse contato não se processa da mesma forma que algumas décadas atrás. A leitura de textos literários deixou de ser um processo passivo de decodificação e de memorização de períodos históricos para se tornar um processo ativo no quais leitores críticos são despertados à consciência de si e de seu papel como membros de um grupo social por meio do texto literário. Nesse contexto, as tecnologias da informação e comunicação têm se revelado como ferramentas importantes na formação de leitores críticos, uma vez que elas instigam novos hábitos de leitura, promovem o maior contato tanto com textos literários tradicionais quanto com textos inovadores e despertam a autonomia do leitor, que não depende mais somente do contato com textos promovidos pela escola. Tais práticas de leitura, em que o leitor é visto como um sujeito reflexivo ativo e inserido socialmente reflete as perspectivas de um ensino de literatura voltado para a promoção do letramento literário. Igualmente, como novos suportes levam a novos comportamentos de leitura, a presença cada vez maior de obras literárias em suportes digitais promove a urgente necessidade de incorporação do letramento digital nas atividades pedagógicas voltadas para a formação de leitores.
  • 9. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS AQUINO, R. FRANCO, D., LOPES, O. História das sociedades: das comunidades primitivas às sociedades medievais. RJ: Ao livro técnico, 1980. LÉVY, Pierre. A inteligência coletiva: por uma antropologia do ciberespaço.4.ª ed. São Paulo. Loyola, 2003. _____. As tecnologias da Inteligência – o futuro do pensamento na era da informática. Rio de Janeiro, Ed. 34, 1993. 13.ª reimp, 2004. _____. Cibercultura. 2.ª ed. São Paulo: Editora 34, 2000, 4.ª reimpressão, 2003.Capítulo 8 – Ciberleitura 175 MARTINS, Maria Helena. O que é leitura? São Paulo: Brasiliense, 1982. NOVAES, Tatiana. Uma proposta pedagógica de ciberleitura. In: Revista letra magna. Revista eletrônica de divulgação científica em língua portuguesa, linguística e literatura. Ano 2 – n. 3 – 2. Sem. 2005. Disponível em http://www.letramagna.com/tatianenovais.pdf. SANTOS, Betina Astride. Ciberleitura: o contributo das TIC para a leitura no 1.° ciclo do ensino básico. Porto: Pr
  • Apresentação2

    Aug 3, 2018
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