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1. 1REGIME ACADÊMICO E INTEGRALIZAÇÃO DO CURSODENOMINAÇÃO Curso de MedicinaREGIME DE MATRÍCULA Seriado AnualVAGAS ANUAIS24 vagas com um ingresso anual;50 vagas com…
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  • 1. 1REGIME ACADÊMICO E INTEGRALIZAÇÃO DO CURSODENOMINAÇÃO Curso de MedicinaREGIME DE MATRÍCULA Seriado AnualVAGAS ANUAIS24 vagas com um ingresso anual;50 vagas com ingresso anual a partir de 2016TURNO DE FUNCIONAMENTOPeríodo IntegralDIMENSÕES DAS TURMAS NASATIVIDADES TEÓRICAS EPRÁTICASTurmas de 24 alunos.Grupos de até 9 alunos nas sessões de tutoria.Grupos de até 9 alunos nas atividades práticasrealizadas nos módulos horizontais CHA e PIESC.Grupos de até 25 alunos nas atividades depráticas dos Laboratórios Integrados.Relação de 4 alunos por docente nas atividadesdo estágio supervisionado (internato).DURAÇÃO DO CURSOO curso terá duração de 7.868 horas, com tempode integralização de, no mínimo, doze semestrese, no máximo, dezoito semestres letivos.
  • 2. 24. Projeto Pedagógico do Curso de Medicina da UFPE - CARUARU4.1. Introdução: Concepções que influenciam os Projetos Pedagógico dos cursos deMedicinaO ensino da medicina, na graduação, está em evolução permanente.Em especial, três concepções influenciam de forma continua a maneiracomo preparamos os programas educacionais na medicina.A concepção científica, origina-se entre o final do século XIX e o iníciodo século XX. Surge no limiar dos progressos da ciência e da tecnologia, odesenvolvimento das especialidades e com o relatório Flexner, umdiagnóstico refinado da situação das escolas e do ensino de medicina,publicado em 1910 nos Estados Unidos. Neste contexto, na reforma que seseguiu, a prática educacional essencialmente passa a ser vista como umacapacitação técnica cientificamente fundamentada.Uma nova concepção surge durante a década de 50, propõe aintegração de princípios pedagógicos ao ensino de medicina. Destacou-se opioneirismo de John Dewey e seus aprendizes da Case Western ReserveUniversity, com métodos de ensino-aprendizagem que atualmente servemcomo base para a estratégia pedagógica inovadora centrada no estudante ebaseada na resolução de problemas, utilizada com sucesso em inúmerasescolas médicas de todo o mundo, inclusive no Brasil.A terceira concepção estimula as escolas para a formação de médicoscomprometidos com os fatores sociais que interferem na saúde dacomunidade e não apenas oferecendo o tradicional treinamento para oatendimento individual. Estas transformações foram adotadas em especial,de modo integral ou parcial, por instituições de países da América Latina.Estas concepções surgiram dos contextos sociais predominantes, hojeas instituições de ensino superior têm sido estimuladas a transformarem-seem direção a um ensino que valorize a eqüidade.No processo de formação do médico isto tem sido traduzido comouma graduação que contribua para a construção das habilidades adequadasàs exigências da carreira profissional, exercidas de forma ética, com foco naqualidade da assistência e na eficiência e relevância do trabalho em saúde,
  • 3. 3com responsabilidade e curiosidade científica, que lhes permita recuperar adimensão essencial do indivíduo cuidado: a relação entre humanos e oambiente.A mudança de paradigma proposta pela UFPE, fundamentado nasDiretrizes Curriculares Nacionais, promove a aprendizagem direcionada paraa construção do conhecimento, habilidades e atitudes como expressãosíntese da compreensão das quatro dimensões do processo deensino/aprendizagem (Relatório para a UNESCO da Comissão Internacionalsobre Educação para o século XXI, DELORS, 1999): aprender a conhecer, isto é, adquirir os instrumentos dacompreensão; aprender a fazer, para poder agir sobre o meio envolvente; aprender a viver junto, a fim de participar e cooperar com osoutros em todas as atividades humanas; aprender a ser, via essencial que integra os três precedentes.4.2. Métodos de aprendizagemEste projeto está baseado: na aprendizagem ativa e com significado para o aprendiz: onde os estudantesem grupos tutoriais (GT), em dinâmica própria, definem os objetivos deestudo a partir de problemas relevantes nos contextos clínico e social(aprendizagem baseada em problemas). Na interação com os colegas ecom o tutor, trabalha-se a colaboração, a integração dos saberes.Durante todo o tempo, os estudantes são estimulados a busca deinformações entre si, na biblioteca, salas de aula e laboratórios, e comos professores especialistas no temas abordados. na diversificação dos cenários de aprendizagem: centrado na prática decompetências e habilidades em ambiente protegido (laboratórios esimulação) e na exposição do aprendiz às reais necessidades de saúdeda população. Os alunos terão a oportunidade de conhecer acomunidade e propor intervenções (aprendizagem baseada em tarefas),
  • 4. 4como se dá a manutenção da saúde e os seus agravos, utilizado a redeassistencial do Sistema Único de Saúde ao longo do curso. no aprender fazendo: utiliza a inversão da seqüência clássicateoria/prática, caracterizando que o conhecimento ocorre na ordeminversa, ou seja, da prática para a teoria. Neste caso, as possibilidadesde estímulo à aprendizagem e a construção do conhecimento sãodiversas,: o ponto de partida pode ser a prática profissional e/ou social,idéias, reflexões e questionamentos. As situaçõe problema pode ser frutoda observação real ou elaborada por especialistas, com base nanecessidade de incorporação de conceitos, mecanismos e princípios. Arelação prática-teoria-prática deve ser priorizada. na interdisciplinaridade: uma grande vantagem da aprendizagembaseada em problemas é a possibilidade de se discutirconcomitantemente os aspectos biológicos, psicológicos, culturais esocioeconômicos envolvidos, uma vez que as ciências médicas sesituam na interface das ciências biológicas e das ciências humanas. Narealidade, se pretende conjugar o método pedagógico que melhordesenvolva os aspectos cognitivos da educação (aprender a aprender)com o método que permite o melhor desenvolvimento das habilidadespsicomotoras e de atitudes (aprender fazendo). na utilização de diversas técnicas pedagógicas: o modelo pedagógicoproposto não é exclusivista nem excludente. Seu eixo metodológicopossibilita a oportunidade do exercício de outras técnicas pedagógicas,como é o caso das conferências e da abordagem teórica ou prática dosnúcleos de conhecimento, momentos estes de natureza expositiva.Tanto a conferência como a abordagem teórica estão presentes nadistribuição das atividades que serão operacionalizadas na “semanapadrão”. no permanente aperfeiçoamento curricular: o modelo prevê a avaliaçãocomo elemento que retro alimenta seu aperfeiçoamento e a mudançacurricular, tendo a auto-avaliação como elemento essencial deste
  • 5. 5processo. Esta avaliação constituirá uma unidade curricular, comparticipação de professores e alunos. As unidades curriculares emmódulos temáticos favorecem também a flexibilidade, permitindo aintrodução de novos problemas e a atualização permanente por meio dosmódulos transversais.Em síntese, o modelo pedagógico do curso de medicina da UFPE-Caruaru está em consonância com as reformas pretendidas para o ensinomédico, objetivando a formação do profissional generalista que estejacomprometido com a promoção, a prevenção e a recuperação da saúde,com base em princípios éticos e humanísticos estando voltado para asnecessidades sociais da região, sendo totalmente fundamentado nasDiretrizes Curriculares para os Cursos de Graduação em Medicina,(CNE/CES 1,133/2001) aprovadas pelo Conselho Nacional de Educação ehomologadas pela Resolução nº 4 de novembro de 2001.4.3. Organograma da organização e administração acadêmicaO curso de medicina da UFPE - CARUARU será estruturado emnúcleos, a partir da sua autorização de funcionamento pelo Ministério daEducação, que substituem o modelo departamental. As áreas deconhecimento médico, tradicionalmente desmembradas em disciplinas, sãoreagrupadas em grandes temas curriculares. Nos temas estão agrupados asunidades curriculares (módulos) interdisciplinares. Os núcleos são osresponsáveis pela integração dos objetivos do aprendizado durante todo ocurso, e pelo trabalho de investigação (pesquisa). Estes núcleos são abaixodescriminados em conjunto com os temas que o compõem:Núcleo Saúde O ser biológico Assistência a saúde Processo saúde–doença
  • 6. 6 Necessidades especiais e autonomiaNúcleo Social O ser social Busca do conhecimento Saúde e sociedade ComunicaçãoNúcleo de Educação em Saúde Desenvolvimento curricular Métodos de ensino e aprendizagem Avaliação Desenvolvimento docenteOs Núcleos de Saúde e Social são responsáveis pela formulação dosconteúdos dos módulos, assegurando a atualidade e pertinência dos temascurriculares, bem como a modificação e a introdução de novos temas,fundamentados por meio do trabalho de investigação.O Núcleo de Educação em Saúde ficará responsável pela comissão deavaliação docente e discente e pela comissão de avaliação curricular. Ascomissões contarão com a participação de um membro discente.Os professores do curso de medicina da UFPE - CARUARU podemparticipar de mais de um núcleo, permitindo-se a integração entre as áreasclínicas e básicas.Cada núcleo terá um coordenador, responsável por:(1) atualizar a temática das áreas afins,(2) sugerir a incorporação de novas áreas de conhecimento,(3) implementar ações para criação dos grupos de pesquisa,(4) promover ações de extensão, e(5) promover a integração ensino-pesquisa e extensão.Os temas dão origem às unidades curriculares, denominadas demódulos (quadros nas páginas seguintes) quando visualizada a estruturacurricular, distribuídas ao longo dos primeiros quatro anos do curso. Os
  • 7. 7módulos embora apresentados didaticamente individualizados devem serdesenvolvidos de forma integrada, fortalecendo a interdisciplinaridade.Núcleo de SaúdeTEMASO Ser Biológico Atenção à saúde Processo saúde-doençaNecessidades especiais eautonomiaMódulosConcepção eformação.Nascimento,crescimento edesenvolvimentoMecanismos deagressão edefesa.Percepção,consciência eemoçãoCrescimento edesenvolvimento.Processo deenvelhecimentoProliferaçãocelular.Locomoção eapreensãoProliferação celular. Saúde da mulherdo homem e dafamíliaSaúde damulher dohomem e dafamíliaProblemas mentaise docomportamentoFunções biológicas Dor I. Dor IIPercepção,consciência e emoção.Febre, inflamação einfecçãoFebre,inflamação einfecção.Processo deenvelhecimentoLocomoção eapreensãoLocomoção eapreensão.Desordensnutricionais emetabólicasProblemas mentaise docomportamento.Doençasresultantes daagressão domeio ambienteEmergências Emergências EmergênciasDesordensnutricionais emetabólicasDesordensnutricionais emetabólicas.Distúrbiossensoriais, motorese da consciência.Distúrbiossensoriais,motores e daconsciênciaDistúrbiossensoriais, motorese da consciência
  • 8. 8Núcleo SocialTemasO ser social Busca doconhecimentoSaúde e Sociedade ComunicaçãoMódulosPercepção,consciência eemoção.Introdução aoestudo dasaúde.Universalidadedas ações desaúde.Percepção,consciência eemoção.Teoria Social eSaúdeGestão eplanejamentodos Serviços deSaúde.Violência Problemasmentais e docomportamento.A lógica doindividual e docoletivoTecnologia egestão dainformação emsaúdeA lógica doindividual e docoletivoComunicaçãoaplicada à saúdeIniciaçãocientífica
  • 9. 9Os módulos do 5º e do 6º que correspondem aos estágiosprofissionais, serão desenvolvidos principalmente nos ambientesassistenciais da rede pública de saúde e terão coordenador próprio.O Colegiado de curso será constituído por:1. Coordenador do Curso de Medicina, seu presidente, nomeadopelo diretor geral da UFPE - CARUARU;2. Coordenador do Núcleo de Saúde, indicado pelo coordenadordo curso;3. Coordenador do Núcleo Social, indicado pelo coordenador docurso;4. Coordenador de Estágios Profissionais, indicado pelocoordenador do curso;5. Professores do curso de medicina;6. Um representante discente de cada série, escolhido pelospares;As atribuições do coordenador do curso estão previstas no RegimentoGeral da UFPE - CARUARU; este também ocupará a função de coordenadordo Núcleo de Saúde. O organograma que representa a estruturaadministrativa/acadêmica é apresentado na página seguinte.4.5. Objetivos do curso de medicinaNo curso de medicina da UFPE - CARUARU, o processo de formaçãode atitudes e comportamentos é avaliado durante todo o curso pelo sujeitoda aprendizagem (auto-avaliação), seus tutores nos grupos tutoriais,professores e preceptores, assim como o plano de estudos a que estesseguem. Não há separação entre os objetivos da aprendizagem e osobjetivos da avaliação. Deste modo, consideramos a avaliação comoindutora e parte essencial do processo ensino-aprendizagem.
  • 10. 10No final de sua formação universitária, o graduado em Medicina pelaUFPE - CARUARU deverá possuir as competências e respectivas habilidadesestabelecidas nos objetivos do aprendizagem em seis áreas:I. Valores profissionais, atitudes, comportamento e ética.II. Habilidades de comunicação.III. Fundamentos médico-científicos.IV.Habilidades clínicas.V. Saúde coletiva e sistema de saúde.VI.Gestão da informação e raciocínio crítico.Os objetivos específicos de cada uma das áreas, determina umacompetência ou habilidade possível de ser aferida. Distribuem-se damaneira que se segue:I. Valores profissionais, atitudes, comportamento e éticaA. Aplicar os princípios morais, éticos, e ter responsabilidadeslegais inerentes à profissão.B. Demonstrar valores profissionais que incluem a busca daexcelência, o altruísmo, a responsabilidade, a compaixão, aempatia, disponibilidade de prestar contas dos atos cometidos,a honestidade e integridade, e o compromisso aos métodoscientíficos.C. Promover, proteger, e realçar os elementos acima para obenefício dos pacientes, da profissão e da sociedade em geral.D. Reconhecer que a boa prática médica depende dacompreensão e do relacionamento com o paciente e a famíliarespeitando-se a diversidade cultural, crenças e autonomia.E. Aplicar para a tomada de decisão os aspectos morais, éticos,legais e profissionais.
  • 11. 11F. Auto-avaliar-se e reconhecer as limitações pessoais, incluindoas do conhecimento médico.G. Demonstrar respeito aos colegas e outros profissionais desaúde e promover um relacionamento colaborativomultiprofissional.H. Reconhecer a obrigação moral de fornecer cuidados no fim davida, incluindo o tratamento paliativo.I. Reconhecer as questões éticas e médicas relativas àdocumentação, prontuário, plágio, e propriedade intelectual.J. Planejar e controlar eficientemente o tempo de trabalho,contemplando as atividades para lidar com a incerteza eadaptar-se a mudanças.K. Responsabilizar-se pessoalmente pelo cuidado individual depacientes.II. Habilidades de comunicaçãoa. Sintetizar as informações relevantes sobre os problemasapresentados.b. Facilitar a compreensão dos pacientes e suas famílias parapermitir decisões compartilhadas.c. Comunicar-se ética e eficazmente com colegas, instituições,comunidade, e mídia.d. Interagir com outros profissionais envolvidos nos cuidados como paciente, por meio de trabalho em equipe.e. Demonstrar habilidades e atitudes para ensinar /aprenderjunto aos membros da equipe de saúde.f. Demonstrar sensibilidade aos fatores sócio-culturais norelacionamento com os pacientes e na interação com acomunidade.g. Comunicar-se eficazmente de forma verbal e não-verbal.h. Interpretar textos em línguas estrangeiras: espanhol e inglês.
  • 12. 12i. Desenvolver e manter registros médicos adequados.j. Sintetizar e apresentar a informação apropriada àsnecessidades do público.k. Discutir os possíveis planos de ação considerando asprioridades do indivíduo e da comunidade.III. Fundamentos médico científicosa. Utilizar os fundamentos da estrutura e funções do corpohumano na avaliação clínica e complementar.b. Explicar as alterações mais prevalentes do comportamentohumano.c. Avaliar os determinantes e fatores de risco importantes aosagravos da saúde e sua interação com o ambiente físico esociald. Conhecer os mecanismos moleculares, celulares, bioquímicos efisiológicos que mantêm a homeostase.e. Analisar o ciclo de vida humano e explicar os efeitos docrescimento, do desenvolvimento e do envelhecimento noindivíduo, na família e na comunidade.f. Explicar a etiologia e a história natural das doenças maisprevalentes no Brasil.g. Aplicar os conhecimentos da epidemiologia, economia egerência da saúde na atenção primária.h. Aplicar os conhecimentos dos princípios da ação e uso dosmedicamentos.i. Avaliar os efeitos das intervenções relevantes de caráter social,psicológica e clínico-cirúrgica na doença, na reabilitação e noscuidados no final da vida.IV. Habilidades clínicas
  • 13. 13a. Fazer anamnese incluindo aspectos do contexto de vida:econômicos, sociais e ocupacionais.b. Realizar um exame físico geral e especial, incluindo o doestado mental.c. Aplicar os procedimentos diagnósticos clínicos ecomplementares necessários para interpretar os achados, epara definir a natureza do problema.d. Executar estratégias diagnósticas e terapêuticas apropriadaspara manutenção da vida, utilizando os princípios da medicinabaseada em evidencias.e. Desenvolver o julgamento clínico para estabelecer diagnósticose terapias.f. Reconhecer as condições mórbidas que podem implicar emrisco de morte.g. Utilizar apropriadamente recursos humanos, intervençõesdiagnósticas, modalidades terapêuticas e infra-estruturas físicade apoio.V. Saúde coletiva e sistema de saúdea. Conhecer determinantes do processo saúde-doença dapopulação relacionada ao estilo de vida, genética, demografia,ambiente, cultura e condições sociais e econômicas.b. Reconhecer os diversos papéis que o médico pode exercer napromoção da saúde dos indivíduos, das famílias e dacomunidade.c. Conhecer o perfil epidemiológico de saúde local, regional,nacional e incluindo as tendências de morbidade e mortalidade,do impacto da migração, e de fatores ambientais na saúde.
  • 14. 14d. Agir de maneira interdisciplinar e multiprofissional parapromover intervenções que requerem parceria com apopulação.e. Compreender os princípios do sistema de saúde, incluindo assuas políticas, organização, financiamento, medidas de custo-efetividade e os princípios de gestão.f. Analisar os mecanismos que determinam o acesso, a equidade,à eficácia, e à qualidade do cuidado de saúde.g. Utilizar os dados demográficos e epidemiológicos para tomadade decisões na saúde.VI. Gestão da informação e raciocínio críticoa. Organizar e manter os registros de sua prática medica parafins de avaliação, melhoria e divulgação.b. Recuperar a informação sobre pacientes específicos em umabase dados clínicos.c. Procurar, coletar, organizar e interpretar informaçõesrelacionadas a saúde, de modo crítico e analítico, utilizandobases de dados e fontes diferentes.d. Demonstrar raciocínio crítico, cepticismo, criatividade e atitudeinvestigadora orientada na pesquisa para embasar asatividades profissionais.e. Usar a tecnologia de informação e de comunicação paraauxiliar em medidas diagnósticas, terapêuticas, preventivas, epara rastreamento e a monitorização do estado de saúde.f. Compreender o poder e as limitações do pensamento científicobaseado na informação obtida.g. Analisar criticamente a complexidade, a incerteza e aprobabilidade nas decisões na prática médica.4.6. O Perfil do Egresso
  • 15. 15O perfil do formando da UFPE - CARUARU atende na íntegra o quepreconiza o Conselho Nacional de Educação por meio da resolução CNE/CESNº 4, de 7 de novembro de 2001, que instituiu as Diretrizes CurricularesNacionais do curso de Graduação em Medicina:“Médico, com formação generalista, humanista, crítica ereflexiva. Capacitado a atuar, pautado em princípios éticos, noprocesso de saúde - doença em seus diferentes níveis deatenção, com ações de promoção, prevenção, recuperação ereabilitação à saúde, na perspectiva da integralidade daassistência, com senso de responsabilidade social ecompromisso com a cidadania, como promotor da saúdeintegral do ser humano.”
  • 16. 164.7. Fundamentação da estrutura curricularA estrutura e conteúdos curriculares contidas neste pr
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