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Projecto Novas Oportunidades a Ler+ - O Caso do CNO da Escola Secundária de Vendas Novas

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1. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA ESCOLA SECUNDÁRIA DE VENDAS NOVASProjecto Novas Oportunidades a Ler+O Caso do CNO da Escola Secundária de Vendas Novas [Trabalho…
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  • 1. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA ESCOLA SECUNDÁRIA DE VENDAS NOVASProjecto Novas Oportunidades a Ler+O Caso do CNO da Escola Secundária de Vendas Novas [Trabalho realizado ao abrigo da Portaria Nº 926/2010, de 20 de Setembro] Adélia de Jesus Caetano Ricardo Barbosa Bentes Outubro de 2011
  • 2. Projecto Novas Oportunidades a Ler+ O Caso do CNO da Escola Secundária de Vendas Novas ResumoEstudos recentes têm demonstrado a persistência de níveis de literacia particularmentebaixos na população portuguesa, apesar dos esforços que têm vindo a ser feitos parainverter a situação.Novas Oportunidades a Ler+ é um projecto do Plano Nacional de Leitura, desenvolvidoem parceria com a Agência Nacional para a Qualificação, que visa apoiar odesenvolvimento do gosto pela leitura junto do público da Iniciativa NovasOportunidades, com o objectivo de contribuir para a melhoria dos níveis de literacia dosadultos envolvidos na Iniciativa, e, de forma indirecta, dos seus familiares e amigos.O Centro Novas Oportunidades da Escola Secundária de Vendas Novas aderiu ao PlanoNacional de Leitura em Setembro de 2009 e tem desenvolvido um conjunto deactividades e iniciativas neste âmbito.Neste trabalho serão apresentados os objectivos, as estratégias e as actividadesdesenvolvidas pelo Centro Novas Oportunidades da Escola Secundária de VendasNovas no âmbito do projecto Novas Oportunidades a Ler+. Serão também apresentadosalguns resultados da avaliação do projecto, relativos aos anos 2010 e 2011, que nospermitem retirar algumas conclusões acerca do impacto do projecto junto dos seusdestinatários.Palavras-chave: literacia, promoção da leitura, competências-chave, aprendizagem aolongo da vida, adultos Página 2 de 29
  • 3. Projecto Novas Oportunidades a Ler+ O Caso do CNO da Escola Secundária de Vendas Novas ÍNDICE Pág.Introdução…………………………………………………………………….. 4I - Conhecimento e Aprendizagem nas Sociedades Contemporâneas……... 5II – Desenvolvimento do Projecto Novas Oportunidades a Ler+ no CNO 12da Escola Secundária de Vendas Novas……………………………………...Conclusões……………………………………………………………………... 25Referências…………………………………………………………………….. 28 Página 3 de 29
  • 4. Projecto Novas Oportunidades a Ler+ O Caso do CNO da Escola Secundária de Vendas Novas INTRODUÇÃOO presente trabalho tem como objecto o desenvolvimento do Projecto NovasOportunidades a Ler+ no Centro Novas Oportunidades da Escola Secundária de VendasNovas, tendo sido realizado ao abrigo da Portaria Nº 926/2010, de 20 de Setembro.Em Setembro de 2009 os Centros Novas Oportunidades foram convidados aapresentarem candidaturas ao projecto, então criado pelo Plano Nacional de Leitura,com a finalidade de aumentar os níveis de literacia da população adulta inscrita nosCentros Novas Oportunidades. Foi sem quaisquer hesitações que a equipa do CNO daEscola Secundária de Vendas Novas aderiu, uma vez que já desenvolvia váriasactividades no âmbito da promoção do gosto pela leitura e pela escrita, junto dos adultosque desenvolviam processos de Reconhecimento Validação e Certificação deCompetências (RVCC), com o objectivo de melhorar os níveis de literacia doscandidatos.Este trabalho reporta-se ao desenvolvimento do projecto durante os anos 2010 e 2011 econstitui-se como uma reflexão, que visa, entre outros objectivos, permitir a redefiniçãode estratégias e rumos a seguir, contribuir para a reflexão sobre a promoção do gostopela leitura junto do público adulto, como estratégia para melhorar os níveis de literacia;e ainda dar visibilidade ao (bom) trabalho que toda a equipa do Centro NovasOportunidades tem desenvolvido, nesta área.No que concerne à estrutura, o trabalho organiza-se em duas partes essenciais. Aprimeira, com o título Conhecimento e Aprendizagem nas Sociedades Contemporâneasé dedicada à análise teórica e visa, essencialmente, clarificar e relacionar os conceitosde leitura, literacia e competências-chave, no contexto social e económico da sociedadedo conhecimento e da informação. A segunda parte é inteiramente dedicada à descriçãodo projecto. Depois de uma breve contextualização, são apresentados os objectivos, asactividades desenvolvidas, a avaliação e alguns resultados. Segue-se a conclusão ondesão feitas algumas recomendações, a partir da análise dos resultados e perspectiva-se ofuturo do projecto. Página 4 de 29
  • 5. Projecto Novas Oportunidades a Ler+ O Caso do CNO da Escola Secundária de Vendas Novas I CONHECIMENTO E APRENDIZAGEM NAS SOCIEDADES CONTEMPORÂNEASSociedade da informação e do conhecimentoA vida contemporânea nas sociedades ocidentais é, segundo alguns investigadores,marcada pela mutação constante, em resultado de rápidas mudanças tecnológicas,económicas, culturais e sociais, que podemos sintetizar referindo a rápida evoluçãocientífica e tecnológica, com impacto em muitos domínios da vida do indivíduo; atransição para uma sociedade da informação e do conhecimento; a rápida disseminaçãoda tecnologia pelas áreas da comunicação, do trabalho e da aquisição de conhecimento;o alargamento e a diversificação dos contextos de aprendizagem. Segundo Daniel Bell(1974), na sociedade pós-industrial, não é apenas a economia que se transforma, mastoda a estrutura social.Bell, na interpretação que faz da sociedade pós-industrial, destaca a centralidade doconhecimento, que sempre foi factor importante de desenvolvimento económico, masque, na sociedade pós-industrial, muda o seu carácter: trata-se do conhecimento teórico,codificado em sistemas abstractos de símbolos, que surge como recurso estratégico efonte de inovação. Bell, na sua teoria, dá também muito relevo à informação, por eleconsiderada a principal tecnologia das sociedades pós-industriais. O conhecimento e ainformação assumem, assim, um carácter decisivo, afectando o sistema produtivo e ospadrões culturais das sociedades e os modos de agir dos sujeitos. O acesso, semprecedentes, ao conhecimento, que pode ser acumulado, partilhado e difundido, graçasàs tecnologias da informação; torna-o um recurso fundamental. Desigualdades sociais e conhecimentoDo ponto de vista económico, criou-se também uma nova ordem, marcada pelaglobalização dos mercados, com exigências a nível do aumento da competitividade e daflexibilidade, com enormes riscos a nível social. Kessels (2001) defende que a economiase está a transformar na economia do conhecimento, sendo que o factor-chave para o Página 5 de 29
  • 6. Projecto Novas Oportunidades a Ler+ O Caso do CNO da Escola Secundária de Vendas Novasdesenvolvimento é o conhecimento. Neste contexto, a valorização das “competências-chave”, a transferibilidade das competências e a flexibilidade dos trabalhadores sãovistas como um meio para o desenvolvimento económico. Importa, no entanto, referirque a informação e o conhecimento encontram-s objectivados, representadossimbolicamente pela escrita. Logo, só se tornam recursos centrais nas sociedades emque a capacidade de decifração e produção da informação escrita se generalizem.Se a produção de novos conhecimentos, a reconstrução dos saberes e das competênciasdisponíveis, e o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem dos indivíduos sãoperspectivados como elementos-chave para enfrentar os desafios do futuro; importareferir que existem profundas desigualdades sociais ao nível da forma como osindivíduos se posicionam face a esses recursos. A alargada difusão das tecnologias dainformação não garante, por si só, que todos os indivíduos delas possam vir a beneficiar.Com efeito, nas sociedades e economias actuais, os trabalhadores são desafiados adesenvolverem tarefas cada vez mais complexas, que requerem, da sua parte,competências e capacidades para lidarem com conhecimentos especializados e cominformação escrita.O nível de educação formal é geralmente considerado uma das condições básicas quepossibilita a transição para a sociedade do conhecimento. No entanto, estudos recentes,dos quais podemos destacar o European Social Suvey (ESS, 2006) têm evidenciado que,na Europa, existe ainda uma grande disparidade no que respeita a níveis deescolarização. A situação tem sido especialmente constrangedora em Portugal, quecontinua a apresentar dos níveis mais baixos de escolaridade da Europa.Destaca-se também o estudo nacional sobre literacia publicado em 1996 e coordenadopor Ana Benavente, cujo objectivo foi analisar de que forma as competências de leitura,escrita e cálculo, e o uso que delas se faz na vida quotidiana; e que permitiu concluirque a maior parte da população se encontrava em níveis baixos e muito baixos deliteracia: 79,4% distribuíam-se pelos níveis 0 a 2, com apenas 20,6 nos níveis superiores3 e 4. Cerca de metade das mulheres situava-se nos níveis 0 e 1, numa posição nãomuito inferior à dos homens, diferença que, segundo os autores, se deveriaprovavelmente aos também inferiores níveis de instrução. Página 6 de 29
  • 7. Projecto Novas Oportunidades a Ler+ O Caso do CNO da Escola Secundária de Vendas NovasPara Castells (1998) a ausência de competências para lidar com a sociedade dainformação está intrinsecamente ligada com as problemáticas da exclusão social e da“nova pobreza”, do que se depreende a importância de preparar os indivíduos para ouso efectivo das competências básicas de leitura, escrita e cálculo para o processamentode informação escrita na vida quotidiana.Maria do Carmo Gomes (2003) comenta o desfasamento entre a certificação dequalificações escolares e a sua utilização nas várias situações da vida quotidianademonstrando que a simples quantificação dos que possuem, ou não, títulos defrequência ou conclusão de anos de escolaridade não é suficiente para dar conta domodo como essas competências escolares adquiridas são usadas para o manuseamentoda informação escrita. Esta autora investigou um grupo de adultos do ensino básicorecorrente numa freguesia de Lisboa, para perceber não só as suas práticas de literacia eos contextos onde estas ocorriam, como as representações que os próprios tinhamquanto à valorização de competências, à avaliação que faziam de si próprios e ainda assuas percepções de exclusão derivada da falta de domínio dessas competências (Gomes,2002). Aliás, a esta autora se deve o conceito de Literexclusão, que traduz a exclusãosocial, causada pelos baixos níveis de literacia. Desafios da aprendizagem ao longo da vidaÀ medida que a informação e o conhecimento se tornam pedras angulares nassociedades actuais, novos desafios se colocam aos indivíduos. De facto, o ritmo e aintensidade das mudanças é de tal ordem, que obrigam os indivíduos a enveredarem porprocessos de aprendizagem ao longo da vida, de forma a conseguirem acompanhar asmudanças que se vão operando. Mariano Enguita (2001), a partir da análise dastransformações ocorridas ao nível do ritmo da mudança social, concluiu que nassociedades modernas, de mudança intrageracional, a maioria da população adulta temde readaptar-se a novas condições de vida, de trabalho e de sociabilidade. Por contrasteao que acontecia anteriormente, onde à formação inicial se seguia um período de vidaactiva, onde eram aplicadas as competências adquiridas; actualmente, a formação inicialperde peso para a educação/formação ao longo da vida.Ora, no caso português, em particular, o principal problema reside no facto de ascompetências, nomeadamente as de literacia, estarem situadas em níveis muito baixos, Página 7 de 29
  • 8. Projecto Novas Oportunidades a Ler+ O Caso do CNO da Escola Secundária de Vendas Novassendo elas fundamentais para permitirem que os indivíduos continuem a aprender.Assim, o que se verifica é que os que mais formação têm são os que mais usufruem dasoportunidades de aprendizagem, aumentando, desta forma, o fosso relativamente aosque têm menos formação. Cientes das previsíveis graves consequências desta realidade,organismos como a UNESCO (Delors, 1996) e a Comissão Europeia (2000) têmproduzido documentos de referência na área da educação/formação de adultos, queevidenciam a centralidade da aprendizagem nas sociedades actuais.Também em Portugal, nos últimos anos, tem sido feito um enorme esforço no sentidode aumentar as qualificações escolares e profissionais dos indivíduos, nomeadamenteatravés da Iniciativa Novas Oportunidades, com o objectivo principal de aumentar osníveis de literacia da população adulta. Literacia e Competências-chaveNo contexto social já caracterizado, onde a aprendizagem tem lugar em sociedadesestruturadas pelo conhecimento e pela informação; a literacia constitui umacompetência-chave fundamental, quer para o acesso à informação e ao conhecimento,quer para aprender ao longo da vida, quer ainda na promoção da reflexividade (Giddens,1992). Valerá então a pena debruçarmo-nos sobre os conceitos de literacia e decompetências-chave.No trabalho pioneiro nesta área, que foi A Literacia em Portugal - Resultados de umaPesquisa Extensiva e Monográfica, publicado em 1996, Ana Benavente propõe umconceito de literacia, que é definida como “as capacidades de processamento deinformação escrita na vida quotidiana”. A autora contrapõe ainda este conceito ao dealfabetização, separando-o de escolaridade “ se o conceito de alfabetização traduz oacto de ensinar e de aprender (a leitura, a escrita e o cálculo) um novo conceito – aliteracia – traduz a capacidade de usar as competências (ensinadas e aprendidas) deleitura, de escrita e de cálculo” (Benavente, 1996, p.4).Reveste-se também de especial importância, nesta matéria, o estudo Literacy in theInformation Age – Final Report of the International Adult Literacy Survey (2000), umestudo comparado de literacia que envolveu 20 países e que permite uma comparaçãodo nível e da distribuição das competências em literacia na população adulta,identificando também alguns dos factores que influenciam o desenvolvimento das suas Página 8 de 29
  • 9. Projecto Novas Oportunidades a Ler+ O Caso do CNO da Escola Secundária de Vendas Novascompetências. Para este trabalho, é também pertinente o conceito de literaciaapresentado no estudo: “The ability to understand and employ printed information indaily activities at home, at work and in the comunity – to achieve one‟s goals, and todevelop one‟s knowledge and potential”.O estudo em análise evidenciou a existência de diferenças muito significativas entre os20 países quanto aos níveis de literacia das respectivas populações. Portugal éapresentado como um exemplo de como o nível de escolaridade global da populaçãoafecta o desempenho geral em literacia do país, reflectindo, sobretudo, um desempenhomais baixo entre as pessoas que não beneficiaram da frequência do ensino secundário, agrande maioria da população. Por outro lado, o estudo evidenciou também que os níveisde literacia dos pais condicionam, em grande medida, os níveis de escolaridadeatingidos pelos filhos.Tendo em conta que os indivíduos com competências limitadas têm poucaspossibilidades de terem contacto com actividades / tarefas promotoras de literacia, não éprovável que as consigam desenvolver sem ser através de educação e/ou formação.Logo, é extremamente importante que aos adultos portugueses continuem a ser dadasoportunidades de educação/formação variadas, flexíveis e ajustadas às suasnecessidades e interesses.Nos últimos anos, tem-se generalizado a utilização dos conceitos de competências e decompetências-chave, que têm adquirido uma importância crescente, à medida que têmaumentado os desafios que se colocam aos indivíduos e às organizações nas sociedadesactuais. Com efeito, adoptam-se, neste trabalho as definições da Comissão Europeia(2004b), que entende a competência como uma “combinatória de capacidadesconhecimentos, aptidões e atitudes apropriadas a situações específicas, requerendotambém „a disposição para‟ e „o saber como‟ aprender”. Já a definição decompetência-chave é a de “um conjunto articulado, transferível e multifuncional, deconhecimentos, capacidades e atitudes indispensáveis à realização e desenvolvimentoindividuais, à inclusão social e ao emprego” (Comissão Europeia, 2004b).Podemos, pois, afirmar que os conceitos de literacia e de Competências-Chave estãointrinsecamente ligados e, neste trabalho, têm especial relevo as competências de Página 9 de 29
  • 10. Projecto Novas Oportunidades a Ler+ O Caso do CNO da Escola Secundária de Vendas Novasliteracia, concordando com Patrícia Ávila (2005, p. 499) “literacia não é apenas umacompetência-chave (o que poucos contestam), é, além disso, uma competência – chavedecisiva para que outras possam ser desenvolvidas.”. De facto, no quadro dassociedades contemporâneas, que, ainda segundo a autora, distinguem-se das anteriores,pela generalização e democratização, sem paralelo, do acesso à leitura e à escrita, e, aomesmo tempo que a informação escrita prolifera à nossa volta, generaliza-se também onúmero daqueles que são capazes de a decifrar e a utilizam enquanto recurso e enquantoinstrumento, nas várias esferas da sua vida. Leitura e literaciaSão Luís Castro, citada por Maria José Alves Veiga (2000), afirma que o acto de ler“implica converter um sinal gráfico numa representação linguística fonológica, em queo ponto de partida é puramente arbitrário”(p. 2). Trata-se, pois, de uma actividade queexige uma técnica de descodificação complexa e que carece de aprendizagem. Saber ler,implica, pois, saber compreender, saber negociar sentidos, dentro de uma vasta redesemântica. Logo, exige uma aprendizagem formal, cuidada e motivante.Maria José Alves Veiga (2000) aponta também alguns benefícios de que o leitor poderávir a usufruir: “Em termos cognitivos, a leitura incrementa as capacidades de percepção, de concentração, de aquisição, de inferência e de interpretação de significados. No seu conjunto, estes factores promovem o crescimento da autonomia, do autoconhecimento, da autoconfiança e do espírito crítico do sujeito, na medida em que este acede a instrumentos facilitadores de um melhor poder de argumentação, esperando-se que esta seja concomitantemente, mais construtiva e positiva (…) A leitura poderá ser igualmente responsável pelo desenvolvimento sociocultural do sujeito, devido a um alargamento dos horizontes culturais e do contacto com novas referências, outros valores, sentimentos e tradições. Assim, as percepções que o leitor tem de si próprio e do mundo serão alargadas e contextualizadas de forma mais sistematizada. (…) a estas vertentes acresce ainda o facto de a leitura concorrer, de igual modo, para o apuramento dos sentidos do indivíduo, nomeadamente, promovendo a formação de uma sensibilidade estética” (pp. 3,4) Página 10 de 29
  • 11. Projecto Novas Oportunidades a Ler+ O Caso do CNO da Escola Secundária de Vendas NovasA leitura traz, pois, muitos benefícios para o leitor, pelo que será importante que, nodecorrer da realização do processo RVCC o candidato tenha a possibilidade de contactarcom um elevado número de textos, de caractrísticas variadas e em suportes distintos.Esta primeira parte, dedicada à clarificação de alguns conceitos pertinentes para oprojecto, constitui, também, a sustentação teórica que nos orienta e nos guia,diariamente, no desenvolvimento das nossas actividades de promoção do gosto pelaleitura e pela escrita, no CNO da Escola Secundária de Vendas Novas. Página 11 de 29
  • 12. Projecto Novas Oportunidades a Ler+ O Caso do CNO da Escola Secundária de Vendas Novas II Desenvolvimento do Projecto Novas Oportunidades a Ler+ no CNO da Escola Secundária de Vendas Novas O ProjectoNovas Oportunidades a Ler+ é um projecto do Plano Nacional de Leitura (PNL) emparceria com a Agência Nacional para a Qualificação (ANQ) destinado a apoiar odesenvolvimento do gosto pela leitura junto do público da Iniciativa NovasOportunidades.Pretende-se que este projecto possa ser um contributo efectivo para a melhoria dosníveis de literacia da população portuguesa, tornando a leitura transversal ao processode reconhecimento e validação e certificação de competências, que os adultos realizamno âmbito do Programa Novas Oportunidades
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