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Prova ps 2011_1[1]

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1. UNI IVERSI IDADE DO ESSTADO DO PA O ARÁPROSEL 201 / PR 11 RISE SU UBPRO OGRAM XIV MA 1ª ETAP ª PA BOLE B ETIM DE QUES Q STÕES S N LEIA, COM ATENÇÃO AS SEGUI M O,…
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  • 1. UNI IVERSI IDADE DO ESSTADO DO PA O ARÁPROSEL 201 / PR 11 RISE SU UBPRO OGRAM XIV MA 1ª ETAP ª PA BOLE B ETIM DE QUES Q STÕES S N LEIA, COM ATENÇÃO AS SEGUI M O, INTES INST TRUÇÕES 1. Este Boletim de Questões é constituído s 9. É terrminantemen nte proibida a comunicaç ção de 56 questõões objetivas s. entre candidatos. e ATENÇ ÇÃO 2. V Você receberá, também, um CARTÃ ÃO- 10. Quando for m marcar o Ca artão-Resposta, RESPOSTA destinado à marcação das R d d proceeda da seguin maneira: nte re espostas. a)Façça uma r revisão das alternativ s vas 3. C Confira seu nome, númer de inscriç n ro ção marcadas no Bo oletim de Que estões. na parte superior ddo CARTÃ ÃO- b) Assinale, inic A cialmente, no Boletim de n RESPOSTA que você rece R ebeu. Questões, a alteernativa que julgar correta, par depois ma ra arcá-la no Cartão-Respos C sta 4. N caso de não coincidi r seu nome e No e def finitivamente . número de inscrição, devoolva-o ao fis scal c) Marque o Cartãão-Resposta, usando cane eta e peça-lhe o seu. Se o seu cartão não for s u esferográfica ccom tinta azul ou preta, a encontrado, solicite um ca s artão virgem, o pre eenchendo c completamen nte o círcu ulo que não prejudicará a co orreção de sua s cor rrespondente à alternativa escolhi ida prova. par cada quest ra tão. 5. A Após a confer rência, assine seu nome no e d) Ao marcar a alternativ A va do Cartã ão- espaço corre espondente do CARTÃ ÃO- Ressposta, faça- com cuid -o dado, evitanndo RESPOSTA, R do utilizand cane eta rasgá-lo ou fu rá-lo, tendo atenção pa ara esferográfica de tinta preta ou azul. d a não ultrapassar os limites do círculo. o r o 6. Para cada um das quest ma tões existem 5 m Marq que certo o se cartão com indicado: eu mo cinco) alterna (c ativas, classi ificadas com as CERTO le etras a, b, c, d, e. Só uma respon c nde e)Além de sua r resposta e assinatura, n a nos co orretamente ao quesito proposto. Vo ocê loca indicados não marqu nem escre ais s, ue eva deve marcar no Cartão-Re esposta apennas mais nada no C Cartão-Respossta. uma letra. Marcando m M mais de um ma, 11. Releia estas inst struções antes de entregar a você anulará a questão mesmo que v á o, q provaa. uma das marcadas c m corresponda à 12. Asssine a lista de presen a nça, na linnha alternativa correta. cor rrespondente , o seu nom me, do mesm mo 7. O CARTÃO-R RESPOSTA não pode ser s modo como foi a o assinado no seu documen s nto dobrado, nem amassado, n nem rasgado o. de ide entidade. LEMBRE-SE L BOA PROVA! A 8. A duração des prova é d e 5 (cinco) sta horas, iniciand às 8 (oito horas e do o) erminando às 13 (treze) horas. te s PROGRAD – Pró-Reitoria de Graduaç a ção Be elém – Pará DAA – Diretoria de Aces sso e Avaliaç ção Nove embro de 20 010
  • 2. UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ Leia os Textos I e II, a seguir, para responder às questões de 1 a 4. Texto I Desabafo Deixa, deixa, deixa Ok, então vamo lá, diz Eu dizer o que penso dessa vida Tu quer paz, eu quero também Preciso demais desabafar Mas o estado não tem direito de matar ninguém Aqui não tem pena de morte, mas segue o Eu já falei que tenho algo a dizer, e disse pensamento Que falador passa mal, e você me disse O desejo de matar de um Capitão Nascimento Que cada qual vai colher o que plantou Que sem treinamento se mostra incompetente Porque raiz sem alma, como Flip falo, é triste O cidadão do outro lado se diz impotente, mas A minha busca na batida perfeita A impotência não é uma escolha também Sei que nem tudo tá certo, mas com calma se ajeita De assumir a própria responsabilidade Por um mundo melhor eu mantenho a minha fé Hein?? Menos desigualdades, menos tiro no pé Que você tem a mente, se é que tem algo em Andam dizendo que o bem vence o mal mente Por aqui vou torcendo pra chegar no final Porque a bala vai acabar ricocheteando na gente É, quanto mais fé, mais religião Grandes planos, paparazzo demais A mão que mata, reza, reza ou mata em vão O que vale é o que você tem e não o que você faz Me contam coisas como se fossem corpos Celebridade é artista, artista que não faz arte Ou realmente são corpos, todas aquelas coisas Lava a mão como Pilatos achando que já fez sua Deixa pra lá eu devo tá viajando parte. Enquanto eu falo besteira nego vai se matando Deixa pra lá, eu continuo viajando Então Enquanto eu falo besteira nego vai, vai Deixa, deixa, deixa Então deixa... Eu dizer o que penso dessa vida Preciso demais desabafar (Marcelo D2) Texto II R$520 por uma vida Eram 16h06 do dia 9 de agosto quando Fábio de Souza do Nascimento morreu de insuficiência respiratória. Ele viveu 14 anos, com os pais e a irmã, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Gostava de pipa e videogame, de desenho animado e futebol. Torcia pelo flamengo. Adorava churrasco e misto quente. Sonhava em ser motorista de caminhão. Um mês depois de sua morte, a pipa rosa que Fabinho gostava de empinar está presa na parede, na entrada da sala do sobrado humilde de seus pais. É o símbolo de uma vida interrompida, de um drama familiar – e também de um crime. Intimadas pela justiça a fornecer a Fabinho um balão de oxigênio que poderia ter lhe salvado a vida, ao custo de R$ 520 por mês, autoridades dos governos federal, estadual e municipal discutiram, procrastinaram, ignoraram a determinação judicial até que fosse tarde demais. (Revista Época. 13/09/2010)1. Assinale a alternativa que apresenta expressões 2. A relação vida e morte é banalizada ao longo do no nível informal da linguagem. Texto II. Assim sendo, assinale a alternativa que apresenta duas passagens que mostram a Eu já falei que tenho algo a dizer, e disse. claramente essa relação no Texto I. b Andam dizendo que o bem vence o mal. a Eu dizer o que penso dessa vida/Por aqui c Por aqui vou torcendo pra chegar no final. vou torcendo pra chegar no final. d O cidadão do outro lado se diz impotente, b A impotência não é uma escolha também/A mas. minha busca na batida perfeita. e Eu dizer o que penso dessa vida. c Andam dizendo que o bem vence o mal/Que cada um vai colher o que plantou. d Tu quer paz, eu quero também/Me contam coisas como se fossem corpos. e Lava a mão como Pilatos achando que já fez sua parte/Grandes planos, paparazzo demais. UEPA PROSEL – 1ª Etapa / PRISE - Subprograma XIV Pág. 2
  • 3. UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ3. Assinale a alternativa em que a ideia de Texto IV violência contra o ser humano, contida no Texto Brasis I, é mostrada no Texto II de forma não aparente. Pede paz, saúde a É o símbolo de uma vida interrompida, de Trabalho e dinheiro um drama familiar – e também de um Pede pelas crianças crime. Do país inteiro b Intimadas pela justiça a fornecer a Fabinho Lararará!... um balão de oxigênio que poderia ter lhe (Seu Jorge, Gabriel Moura, Jovi Joviniano) salvado a vida, ao custo de R$ 520 por mês, autoridades dos governos federal, 6. Sobre o Texto IV, cuja ideia central é a estadual e municipal discutiram, sociedade brasileira, afirma-se que: procrastinaram, ignoraram a determinação. a o clima seco da Região Norte é o principal c Um mês depois de sua morte, a pipa rosa responsável pelas mazelas sociais que estão que Fabinho gostava de empinar está presa presentes no Brasil. na parede, na entrada da sala do sobrado humilde de seus pais. b a falta de oportunidades no setor agrícola d Ele viveu 14 anos, com os pais e a irmã, em brasileiro promove consideráveis problemas Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio de socioeconômico, político e cultural. Janeiro. c paz, saúde, trabalho e dinheiro representam e Eram 16h06 do dia 9 de agosto quando os setores da sociedade brasileira que estão Fábio de Souza do Nascimento morreu de sendo trabalhados pelo goveno. insuficiência respiratória. d as crianças de todo Brasil estão amparadas4. As ideias de “manutenção da fé por um mundo pelas famílias, por isso não precisam de melhor; que se sabe que nem tudo está certo políticas públicas. mas com calma se ajeita; que dizem que o bem vence o mal”, contidas no Texto I, podem ser e o governo brasileiro é omisso em reescritas por meio da seguinte passagem determinadas situações, pois há grandes tirada do Texto II: desigualdades e problemas sociais. a gostava de pipa e videogame, de desenho animado e futebol. Torcia pelo flamengo. 7. A leitura dos Textos III e IV evidencia que o b um balão de oxigênio que poderia ter lhe ponto em comum entre eles é a preocupação salvado a vida. com: c adorava churrasco e misto quente. Sonhava a todas as crianças brasileiras. em ser motorista de caminhão. d a pipa rosa que Fabinho gostava de empinar b ausência de ações de políticas públicas. está presa na parede, na entrada da sala do c o desemprego. sobrado humilde de seus pais. d a desigualdade social. e ele viveu 14 anos, com os pais e a irmã, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio de e a volência desenfreada. Janeiro. 8. Como poeta satírico, Gregório de Matos Guerra Texto III denunciou a ação da metrópole que, atuando Meu guri sobre os recursos naturais da colônia, a Quando, seu moço, nasceu meu rebento impedia de usufruir livremente de suas próprias Não era o momento dele rebentar riquezas. Tal política muitas vezes acarretou Já foi nascendo com cara de fome consequências adversas à vida socieconômica E eu não tinha nem nome pra lhe dar (Chico Buarque de Holanda) colonial. Marque a alternativa em que os versos confirmam essa afirmação.5. A partir da leitura do Texto III, afirma-se que: a Perca quanto ganhar nas mercancias; a cara de fome indica que a circunstância e em que perca o alheio, esteja mudo. de miserabilidade é resultado da falta de cuidado que os pais têm com os filhos. b Ande sempre na caça e montaria: Dê nova locução, novo epíteto; b o rebento nasceu repentina e E diga-o sem propósito à porfia inesperadamente, pois sua mãe estava desempregada e sem casa. c Atrás um negro, um cego, um mameluco, Três lotes de rapazes gritadores: c cara de fome relaciona-se com a falta de É a procissão de cinza em Pernambuco. oportunidades dadas para a alguns segmentos da sociedade. d Deste em dar tanto açúcar excelente Pelas drogas inúteis, que abelhuda d o rebento nasceu em um momento Simples aceitas do sagaz Brichote. inoportuno, embora a família apresentasse boas condições financeiras. e Só sei que deste Adão de Massapé, Procedem os fidalgos desta terra. e não tinha nem nome pra lhe dar indica que a família estava indecisa quanto ao nome da criança. UEPA PROSEL – 1ª Etapa / PRISE - Subprograma XIV Pág. 3
  • 4. UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ Leia o Texto V, para responder à questão 9. Texto V Todalas aves do mundo d’amor cantavan; Todas as aves do mundo de amor [cantavam; do meu amor e do voss’ i enmentavan: do meu amor e do vosso ali recordavam: leda m’and’eu! como ando feliz! [...] [...] Do meu amor e do voss i enmentavan; Do meu amor e do vosso ali lembravam vós lhi tolhestes os ramos en que pousavam: vós lhes tolhestes os ramos em que pousavam: leda mandeu! como ando feliz! Vós lhi tolhestes os ramos en que siian Vós lhes tolhestes os ramos em que ficavam e lhi secastes as fontes en que bevian: e lhes secastes as fontes em que bebiam leda mandeu! como ando feliz! Vós lhi tolhestes os ramos en que pousavam Vós lhes tolhestes os ramos em que e lhi secastes as fontes u se banhavan: [pousavam leda mandeu!. e lhes secastes as fontes onde se banhavam como ando feliz! Nuno Fernandes Torneol Livre adaptação9. Os trovadores, muitas vezes, relacionam os estados emocionais com representações da Natureza, sendo a paisagem, muitas vezes, uma extensão das experiências sentimentais. A este propósito marque a alternativa correta considerando as estrofes acima. a O cantar dos pássaros é associado ao enfraquecimento do amor. b A paisagem é mencionada pelo eu feminino com certa indiferença. c Há pouca referência a elementos naturais. d As imagens de degradação ambiental sugerem que o amor permanece sempre o mesmo. e As mudanças na paisagem sugerem um progressivo desgaste do amor.10. No século XVI, em que Camões viveu, quando 11. O meio ambiente desempenha muitos papéis na não se falava ainda de poluição dos lençóis produção poética árcade. Assinale a opção em freáticos, era possível às pessoas retirarem que Bocage o utiliza para criar a atmosfera do diretamente do meio ambiente a água potável “locus horrendus”. para consumir. Leia os versos do poeta abaixo a Chorosos versos meus desentoados, transcritos e identifique aqueles que podem ser Sem arte, sem beleza e sem brandura, corretamente associados ao fato referido no início deste comando. b Amargosas, mortais desconfianças, Deixai-me sossegar alguns momentos: a Com a água que cai Daquela espessura, c Ah! Cego eu cria, ah! Mísero eu sonhava Outra se mistura Em mim quase imortal a essência humana: Que dos olhos sai. d Olha, Marília, a flauta dos pastores. Que bem que soam, como estão cadentes! b Bem são rios estas águas Olha o Tejo a sorrir-se! Olha, não sentes Com que banho este papel; Os Zéfiros brincar por entre as flores? c O campo floresça, e Deu meio giro a noite escura e feia. Murmurem as águas, Que profundo silêncio me rodeia, Tudo me entristeça, Neste deserto bosque, à luz vedado. Cresçam minhas mágoas. d Descalça vai para a fonte, 12. Assinale o comentário que pode ser associado Lianor pela verdura; às relações socioeconômicas identificáveis na Vai formosa e não segura. farsa O Velho da Horta, de Gil Vicente. (...) a A mulher de Fernandeanes tem o controle Leva na cabeça o pote, total das atitudes afetivas do marido. Mais branca que a neve pura. Vai formosa e não segura. b O Velho considera importante informar à moça que não utiliza agrotóxicos em sua e Sempre teus olhos estão, horta. Camila, de águas banhados. c A horta, segundo a farsa, possui um proprietário e um funcionário (o hortelão). Na ausência do último, o próprio dono assume as tarefas de venda. d O trabalho nas hortas, na época de Gil Vicente, era tão intenso que os proprietários costumavam não respeitar os horários das refeições. e Para melhor distribuir sua produção, os hortigranjeiros contam com o auxílio de alcoviteiras, como Branca Gil, por exemplo. UEPA PROSEL – 1ª Etapa / PRISE - Subprograma XIV Pág. 4
  • 5. UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ13. O senso comum dá ênfase aos poderes 15. Os africanos escravizados trazidos para afrodisíacos dos produtos naturais. Assinale o trabalhar nas Américas, entre os séculos XVI e trecho de O Velho da Horta em que temos um XIX, eram provenientes de diferentes regiões exemplo disso. do continente e de diversas origens socioculturais: África Ocidental, África Centro- a Mulher - Agora com as ervas novas Oriental e África Austral. Essa diversidade Vos tornastes garanhão. humana, etnicolinguística, passou por um b Velho - Ditoso é o jardim processo de combinação durante a chamada Que está em vosso poder. "diáspora africana", chegando a produzir c Velho – que buscais vós cá, donzela, expressões culturais sincréticas que associam Senhora, meu coração? voduns, divindades de povos jêje-nagô do Golfo Moça – Vinha por vosso hortelão, da Guiné e orixás, deuses dos povos banto da Por cheiros para a panela. África Centro-Ocidental. Tais entidades estavam associadas aos fenômenos e seres da natureza, d Moça - Não vedes que andais já morto indiferenciados do plano humano. Os contatos e E andais contra a natura? combinações culturais que produziram este Velho – Ó flor de mor formosura, sincretismo podem ser explicados: Quem vos trouxe a este meu horto? a pela imposição colonial que determinou aos e Moça – Uma rosa? Para quê? africanos escravizados a adoção de uma Velho – porque são colhidas de vossa mão religião única de matriz africana. Deixar-me-eis alguma vida, Não isenta de paixão. b pelo diálogo intercultural entre diferentes14. Na produção dos poetas árcades, o eu nem povos africanos baseado na sempre acha-se integrado ao meio ambiente correspondência de crenças e rituais, como que o cerca, desfazendo a unidade com a a que ocorre entre sociedades tribais natureza teoricamente desejável. Leia os versos politeístas. abaixo e assinale aqueles em que Cláudio c pela prescrição do cristianismo como Manuel da Costa, ao refletir sobre a relação do religião oficial e como única forma de eu com a natureza, demonstra isso. salvação das almas dos escravos, a Este é o rio, a montanha é esta, especialmente na América Luso-Hispânica. Estes os troncos, estes os rochedos. d pelo domínio religioso de alguns poucos b Onde estou, este sítio desconheço. reinos africanos que já escravizavam Quem fez tão diferente aquele prado? populações de caçadores e coletores habitantes de seus domínios. c Nise, Nise, onde estás? Aonde espera Achar-te uma alma que por ti suspira; e pela influência homogeneizadora dominadora do islamismo professado pelos d Sonha em tormento d’água, o que abrasado povos do Norte da África, desde o início da Na sede ardente está;(...) expansão islâmica a partir do século VII e Junto desta corrente contemplando d.C. Na triste falta estou de um bem, que adoro; Leia os excertos abaixo para responder à questão 16 Excerto I Excerto II “Em verdade imaginava eu que iria encontrar “De todos os lados afluem testemunhos que verdadeiros animais ferozes, homens selvagens e demonstram que as habitações dos trabalhadores rudes. Enganei-me, porém, totalmente. Nos sentidos nos piores bairros das cidades e as condições de vida naturais, tanto internos como externos, jamais achei desta classe são a origem de um grande número de ninguém – indivíduo ou nação – que os superasse.” doenças.” D’ABBEVILLE, Claude. História da missão dos padres capuchinhos na ENGELS, Friedrich. A Situação da Classe Operária. São Paulo: ilha do Maranhão e terras circunvizinhas. Belo Horizonte / São Global, 1985 (p. 119). Sobre as condições de moradia dos Paulo: Itatiaia / Edusp, 1975. (p. 243) Sobre os povos tupi, que os trabalhadores ingleses em Londres nas primeiras décadas da portugueses encontraram pelo litoral da América do Sul nas Revolução Industrial. primeiras décadas do século XVI.16. Em termos de atividade produtiva, os povos tupi praticavam uma agricultura rudimentar baseada no plantio da mandioca, do milho e da batata-doce, dentre outros produtos. Sua relação com a natureza estava pautada na inexistência de distinção entre homens, animais e fenômenos naturais. A principal diferença do sistema econômico-produtivo de povos caçadores/coletores/agricultores com os tupi para com aquele das sociedades industriais contemporâneas consiste basicamente: a na concepção de que a natureza deve ser submetida às necessidades humanas ou preservada, em nome dessas mesmas necessidades. b na tese de que a produção artesanal, de pequena escala, pode suplantar a tendência de esgotamento dos recursos naturais, implementada pela industrialização. c no uso abusivo de recursos naturais renováveis, que tendem a degradar o meio ambiente e prejudicar a sobrevivência dos ecossistemas naturais. d no desenvolvimento de uma agricultura diversificada, assentada na produção em larga escala e realizada no sistema de agricultura familiar. e na ideia de que o homem está inexoravelmente submetido aos ditames da natureza e a disponibilidade seletiva de recursos naturais. UEPA PROSEL – 1ª Etapa / PRISE - Subprograma XIV Pág. 5
  • 6. UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ A partir dos Textos VI e VII, assinale a alternativa correta nas questões 17, 18 e 19. Texto VI Os gregos e as florestas Apesar de reconhecerem a importância das florestas, os povos antigos esquivaram-se da responsabilidade de preservá-las. Na Grécia, documentos datados da civilização miceniana – que atingiu seu apogeu no século XIII a.C. - registram a devastação do Peloponeso, causada pelo crescimento econômico e populacional no último período do Bronze. Nessa época, os bosques de pinheiros, situados nos arredores de Pilo, foram totalmente explorados e a maior parte da região transformou-se em pastagem para ovelhas. A recuperação dessas terras foi possível muito tempo depois, com a dispersão do povo grego, para outros locais da Ásia Menor, o que permitiu
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