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Prova3proseloficial2011[1]

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1. UN NIVERS SIDADE DO ES E STADO DO PAR D RÁPRO OSEL 20 / PR 011 RISE SUUBPROGRAMA XII A 3 ETAPA 3ª BOLE ETIM DE QUEST S Q TÕES N LEIA COM A A, ATENÇÃO, AS SEGU ,…
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  • 1. UN NIVERS SIDADE DO ES E STADO DO PAR D RÁPRO OSEL 20 / PR 011 RISE SUUBPROGRAMA XII A 3 ETAPA 3ª BOLE ETIM DE QUEST S Q TÕES N LEIA COM A A, ATENÇÃO, AS SEGU , UINTES IN NSTRUÇÕ ÕES 1. E Este boletim de questões é constituído de e: d) Quan ndo for entreegar o Cadern de Respost no tas - Reedação. de Reda ação, o fiscal da sua sala lhe devolverá oá - 54 questões obj 4 jetivas. rodapé do caderno pa o seu cont ara trole. 2. Confira se, além dess se boletim de LEEMBRE-SE queestões, você recebeu o cartão-resposta 5. A durração desta pr rova é de 5 (c cinco) horas, destinado à mar rcação das re espostas das 54 iniciando às 8 (oito) h horas e terminando às 13 queestões objetivas e o cadern de respostas no (treze) horas. para elaboração da Redação. a d 6. É terminantemente proibida a comunicação e 3. N CARTÃO-R No RESPOSTA: entre caandidatos. a) CConfira seu no ome e o núm mero de inscriç ção A ATENÇÃO na parte superio do CARTÃ or ÃO- RESPOS STA 7. Quanndo for marca r o Cartão-Re esposta, proceeda que você recebeu e u. da seguinte maneira: : b) No caso de não coincid ir seu nome e e a) Faça uma revisão das alternativ marcadas no vas númmero de inscrição, devolv va-o ao fiscal e Boletim de Questões. . peça-lhe o seu. Se o seu cartão não for b) Assin nale, inicialme ente, no Boletim de Questões, encontrado, solic cite um cartão virgem, o que o q a alternativa que j julgar correta, para depois não prejudicará a correção de sua prova. o marcá-la no Cartão-R Resposta definnitivamente. c) A Após a conferê ência, assine sseu nome no c) Marq que o Cartã ão-Resposta, usando cane eta espaço correspondente do CARTÃ ÃO- esferogr ráfica com tinta azuul ou pre eta, RESSPOSTA, utilizando canet esferográf ta fica preenchhendo com mpletamente o círculo de ttinta preta ou azul. correspo ondente à altternativa escoolhida para caada d) Para cada um das ques ma stões existem 5 m questãoo. (cin nco) alternativas, classifi cadas com as d) Ao marcar a alte m ernativa do Cartão-Respos C sta, letra a, b, c, d, e. Só uma respon as , nde faça-o com cuidado, evitando rasg c gá-lo ou furá--lo, corrretamente ao quesito prop posto. Você de eve tendo atenção para n não ultrapass os limites do sar mar rcar no Cartãoo-Resposta ap penas uma lettra. círculo. Mar rcando mais de uma, v s você anulará a á Marque certo o seu cacartão como in ndicado: queestão, mesm que uma das marcad mo das corrresponda à alt ternativa corr reta. CER RTO e) O CARTÃO- -RESPOSTA não pode ser dobbrado, nem am massado, nem rasgado. m e) Além de sua resp m posta e assina atura, nos loc cais 4. No CADER RNO DE RE ESPOSTAS DE indicado não marqu nem escrev mais nada no os, ue va REDDAÇÃO: Cartão-Resposta. a) C Confira seu no ome e número de inscrição na o 8. Releia estas inst truções antes de entregar a r part inferior do Caderno de Respostas de te o e prova. Reddação. 9. Ass sine a lista de presença, na lin a nha b) N Caderno de Respostas d Redação us No e de se correspoondente, o s seu nome, do mesmo mo o odo apeenas caneta es sferográfica az ou preta. zul como foi assinado no seu documento de o c) SSua redação deverá conte r no mínimo 15 identida ade. e, no máximo 30 linhas. A redação se erá anuulada caso seja a: BO PROVA! OA - re edigida fora do tema propos o sto; - ap presentada em forma de ve m erso; - es scrita a lápis ou de forma ile o egível; - co marca que a identifique . om e PROGRA – Pró-Rei AD itoria de Gra aduação Belém – Pa ará DAA – Diretoria de Acesso e Av D valiação Dezembro de 2010 D
  • 2. UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ REDAÇÃO Prezado candidato. Para elaborar sua Redação, leia atentamente os textos deste boletim de questões. Estes textos nos falam de questões relacionadas à responsabilidade social, à sustentabilidade e também à ética. Com base nessas leituras, somadas a outras que você já tem, escolha uma das PROPOSTAS que seguem e elabore sua Redação. Proposta 1: DISSERTAÇÃO Vivemos um tempo de grandes descobertas científicas e criações tecnológicas de complexidade admirável. Um tempo em que a preocupação com a natureza nunca esteve tão visível. No entanto, a civilização humana evoluiu de forma descompassada e paradoxal: de um lado, o homem atual, obeso de tecnologia e informação, mas de outro desnutrido de comida, diversão e arte, alimentos básicos a sua sobrevivência. Essa mesma sociedade que evolui tecnológica e cientificamente, o bastante para ser racional, não é capaz de resolver uma questão crucial: a sustentabilidade da vida, em especial de nossas crianças, de nossas Severinas e Severinos de todo o Brasil, que morrem de tantas mortes, um pouco e sempre por dia, causadas pela violência, cuja expressão maior é a exclusão socioeconômica. Sem paralelo na história, é difícil imaginar sinais mais evidentes dessas mortes no mundo globalizado. Triste época a nossa! Somos uma sociedade que vê diariamente o colapso de sua modernização e ainda assim mantém os olhos vidrados no lucro. Atento a essas reflexões e considerando os textos desta prova, escreva uma DISSERTAÇÃO sobre o tema: Uma sociedade que não cuida de suas crianças é suicida! Proposta 2: CARTA ARGUMENTATIVA Você acabou de se ver olhos nos olhos com uma criança dessas que vivem na rua. Você se sentiu responsável por aquela situação? Você sentiu que não tem nada a ver com aquilo? Escreva uma CARTA a um amigo ou amiga comentando como você se sentiu como cidadão que tem responsabilidade social. Assine sua carta com pseudônimo.UEPA PROSEL – 3ª Etapa / PRISE - Subprograma XII Pág. 2
  • 3. UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ Leia os Textos I, II, III, IV e V para responder às questões de 1 a 4. Texto I Comida Bebida é água! A gente não quer só comida Comida é pasto! A gente quer comida Você tem sede de quê? Diversão e arte Você tem fome de quê?... A gente não quer só comida A gente não quer só comida A gente quer saída A gente quer comida Para qualquer parte... Diversão e arte A gente não quer só comida A gente não quer só comida A gente quer bebida A gente quer saída Diversão, balé Para qualquer parte... A gente não quer só comida A gente não quer só comida A gente quer a vida A gente quer bebida Como a vida quer... Diversão, balé A gente não quer só comer A gente não quer só comida A gente quer comer A gente quer a vida E quer fazer amor Como a vida quer... A gente não quer só comer Bebida é água! A gente quer prazer Comida é pasto! Pra aliviar a dor... Você tem sede de quê? A gente não quer Você tem fome de quê?... Só dinheiro A gente não quer só comer A gente quer dinheiro A gente quer comer E felicidade E quer fazer amor A gente não quer A gente não quer só comer Só dinheiro A gente quer prazer A gente quer inteiro Pra aliviar a dor... E não pela metade... A gente não quer Diversão e arte Só dinheiro Para qualquer parte A gente quer dinheiro Diversão, balé E felicidade Como a vida quer A gente não quer Desejo, necessidade, vontade Só dinheiro Necessidade, desejo, eh! A gente quer inteiro Necessidade, vontade, eh! E não pela metade... Necessidade... Bebida é água! Comida é pasto! (Arnaldo Antunes/Marcelo Você tem sede de quê? Fromer/Sérgio Britto) Você tem fome de quê?... Texto II Texto III O Estado não é um árbitro neutro, nem um Pauapixuna juiz do bem-estar dos cidadãos. Nem é um Uma cantiga de amor se mexendo instrumento, uma ferramenta nas mãos das classes Uma tapuia no porto a cantar dominantes, para realizar seus interesses. O Estado Um pedacinho de lua nascendo é uma relação social. Neste sentido, o Estado é um Uma cachaça de papo pro ar campo de batalha, onde as diferentes frações da Um não sei que de saudade doendo burguesia e certos interesses do grupo no poder se Uma saudade sem tempo ou lugar defrontam e se conciliam com certos interesses das Uma saudade querendo querendo classes dominadas (FALEIROS, 2000, p. 52). Querendo ir e querendo ficar (Rui Barata e Paulo André Barata)1. No Texto II, a ideia de o Estado ser um campo de confrontos entre classes sociais, e, dentre 2. Assinale a alternativa cujo trecho do Texto I esses confrontos, haver aquele que impõe o está diretamente relacionado à ideia expressa direcionamento da vida pelas relações criadas no Texto III. pelo próprio homem, está expressa na a A gente não quer só comida/A gente quer alternativa: saída/Para qualquer parte. b A gente quer comer/E quer fazer amor/A a A gente não quer só comer/A gente quer gente não quer só comer/A gente quer prazer/Pra aliviar a dor. prazer. b A gente não quer só comer/A gente quer c A gente não quer só dinheiro/A gente quer comer/E quer fazer amor. inteiro/E não pela metade. c Diversão e arte/Para qualquer d A gente não quer só dinheiro/A gente quer parte/Diversão, balé/Como a vida quer. dinheiro. d Você tem sede de quê?/Você tem fome de e A gente não quer só comida/A gente quer a quê? vida/Como a vida quer. e Bebida é água!/Comida é pasto!UEPA PROSEL – 3ª Etapa / PRISE - Subprograma XII Pág. 3
  • 4. UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ Texto IV Texto V Morte e vida severina A natureza se organiza em ciclos de reciclagem biogeoquímicos que proveem a sua [...] sustentabilidade. Todavia, a produção crescente de E se somos Severinos/iguais em tudo na vida, resíduos coloca em risco a reprodução destes morremos de morte igual,/mesma morte severina: ciclos, e, por conseguinte, da própria vida. que é a morte de que se morre/de velhice antes dos (Adaptado de MELLO, 2000) trinta, de emboscada antes dos vinte/de fome um pouco por dia (de fraqueza e de doença/é que a 4. Comparando a ideia do Texto IV com a do morte Severina ataca em qualquer idade,/e até Texto V, conclui-se que a temática é: gente não nascida). a ética, porque demonstra que o aspecto [...] relevante de fato é a vida de todos os — Severino, retirante,/deixe agora que lhe diga: povos. eu não sei bem a resposta/da pergunta que fazia,/ b social, porque oportuniza emprego à se não vale mais saltar/fora da ponte e da vida/nem sociedade e isso possibilita um conheço essa resposta,/se quer mesmo que lhe diga/é difícil defender,/só com palavras, a relacionamento mais afetivo entre as vida,/ainda mais quando ela é/esta que vê, severina pessoas. mas se responder não pude/à pergunta que c cultural, porque sua implementação garante fazia,/ela, a vida, a respondeu /com sua presença maior integração entre as regiões viva. brasileiras. (MELO-NETO, João Cabral de) d política, porque se trata de uma questão pública que visa ao melhoramento da vida do cidadão.3. Com relação ao ideário do Texto IV e "Bebida é e econômica, porque os resíduos serão água!/Comida é pasto!/Você tem sede de produtos comercializados e sobre eles quê?/Você tem fome de quê?... A gente não incidirá a cobrança de impostos. quer só comida/A gente quer comida/Diversão e arte", é correto afirmar que: Leia o Texto VI para responder à questão 5. a os governantes refletem sobre a vida do Texto VI povo nordestino, que sofre com a seca, o que demonstra a falta de comprometimento A cidadania moderna implica, ao mesmo tempo, o para com esses cidadãos. direito à liberdade, à participação e à garantia da vida e da sobrevivência, pelo estado de direito, aos b o ser humano é ávido por uma vida mais membros reconhecidos como cidadãos, de acordo justa, na qual prevaleçam a justiça e a com o marco legal democraticamente estabelecido soberania intelectual promovidas pelos (FALEIROS & FALEIROS,2006). governantes para que os acontecimentos do mundo sejam compreendidos. 5. Ao se levar em conta a leitura do Texto VI, observa-se a preocupação com a dignidade c os governantes não disponibilizam meios humana. Nesse sentido, a alternativa correta para que o povo não sofra com a vida, por relacionada à temática em questão é: isso a atitude de prover conhecimentos à população é essencial, além de elaborar a e até quem me vê lendo o jornal na fila do ações que diminuam os problemas sociais. pão sabe que eu te encontrei/E ninguém dirá que é tarde demais/Que é tão diferente d os governantes impossibilitam o cidadão de assim (Último Romance, Los Hermanos). conhecer o mundo novo, além de b tem um Brasil que é lindo, outro que fede/O sonegarem conhecimento em função de um Brasil que dá/É igualzinho ao que pede... determinado objetivo. (Brasis, Seu Jorge). e a população, de um modo geral, se inflama c veado no mato é bicho corredor/Corre por causa da atitude dos governantes em veado lá vem caçador/Lá vem caçador, lá não serem transparentes em suas ações, o vem caçador/Corre veado lá vem caçador que demonstra o descaso com o povo. (O Caçador, Mestre Lucindo). d de tarde quero descansar/Chegar até a praia e ver/Se o vento ainda está forte/E vai ser bom subir nas pedras/Sei que faço isso pra esquecer (Vento no Litoral, Legião Urbana). e devia ter amado mais/Ter chorado mais/Ter visto o sol nascer/Devia ter arriscado mais/E até errado mais/Ter feito o que eu queria fazer... (Epitáfio, Titãs).UEPA PROSEL – 3ª Etapa / PRISE - Subprograma XII Pág. 4
  • 5. UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ Leia os Textos VII e VIII para responder à 7. Ricardo Reis é um heterônimo de Fernandoquestão 6. Pessoa que poetiza as relações do homem com Texto VII a natureza. Assinale os versos em que ele- numa reação à concepção utilitarista da vida, Epitáfio segundo a qual tudo deve ter um resultado Devia ter amado mais prático- eleva o pensamento aos temas mais Ter chorado mais complexos da existência, buscando um gozo Ter visto o sol nascer que ultrapassa os limites do corpo. Devia ter arriscado mais a Não quieto nem inquieto, meu ser calmo E até errado mais Quero erguer alto acima de onde os Ter feito o que eu queria fazer... homens Devia ter complicado menos Têm prazer ou dores. Trabalhado menos b Anjos ou deuses, sempre nós tivemos, Ter visto o sol se pôr A visão perturbada de que acima Devia ter me importado menos De nós e compelindo-nos Com problemas pequenos Agem outras presenças. Ter morrido de amor... c Só os deuses socorrem (Titãs) Com seu exemplo aqueles Que nada mais pretendem Texto VIII Que ir no rio das coisas. Brasis d Cada um cumpre o destino que lhe cumpre, E deseja o destino que deseja; Um Brasil que investe Nem cumpre o que deseja, Outro que suga... Nem deseja o que cumpre. Um de sunga e Dia após dia a mesma vida é a mesma. Outro de gravata O que decorre, Lídia, Tem um que faz amor No que nós somos como em que não somos E tem o outro que mata Igualmente decorre. Tem um Brasil que é lindo Leia o Texto IX para responder à questão 8. Outro que fede O Brasil que dá Texto IX É igualzinho ao que pede... ESTAVA LÁ AQUILES, QUE ABRAÇAVA (Seu Jorge) Mário Faustino6. Sobre a relação entre os textos, leia as Estava lá Aquiles, que abraçava Enfim Heitor, secreto personagem seguintes afirmativas: Do sonho que na tenda o torturava; I. As contradições presentes em Brasis Estava lá Saul, tendo por pajem confirmam a fragilidade da condição Davi, que ao som da cítara cantava; humana diante da hierarquia de valores E estavam lá seteiros que pensavam da sociedade, cujo arrependimento é Sebastião e as chagas que o mataram. expresso em Epitáfio. Nesse jardim, quantos as mãos deixavam Levar aos lábios que os atraiçoaram! II. Se importar menos com problemas Era a cidade exata, aberta, clara: pequenos, ver o sol se pôr, dos quais nos Estava lá o arcanjo incendiado fala Epitáfio, significa não ignorar os Sentado aos pés de quem desafiara; Brasis. E estava lá um deus crucificado III. Trabalhar menos e ver o sol se pôr nos Beijando uma vez mais o enforcado remetem à preguiça e à orgia, por outro lado, prosperidade e gravata, a 8. No poema acima, cria-se um espaço de trabalho e seriedade. convivência harmônica, conciliação e IV. O mundo hostil, de violência e morte, de coexistência entre opostos. Numa perspectiva Brasis, não impede que ainda exista que mistura história, religião e mito, Mário alguém que morra de amor, que haja Faustino sugere uma grande vontade de ternura. apreender a inteireza do tempo e assimilar o diferente. Para isso, o recurso estético utilizado V. O espaço referencial no qual transitam as no poema é/são: ideias de Epitáfio revela apenas um dos a situações paradoxais que mostram a Brasis existentes em ambos os textos. impossibilidade de comunhão entre opostos. De acordo com as afirmativas acima, a b circunstâncias paradoxais que aspiram à alternativa correta é: convergência de contrários. a II, III e V c pleonasmos que reafirmam a impossibilidade de convergência entre b I, IV e V contrários. c I, II e IV d hipérboles que minimizam a possibilidade d III, IV e V de que os opostos convivam. e sinestesias que apelam à materialidade das e II, III, IV sensações.UEPA PROSEL – 3ª Etapa / PRISE - Subprograma XII Pág. 5
  • 6. UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ Leia com atenção o comentário a seguir para Leia o Texto XI para responder à questão 11.responder à questão 9. Texto XI As narrativas têm por eixo central incidentes de crime e violência. Nelas, homens rudes resolvem com O ser humano parece ser um animal destinado as próprias mãos suas desavenças. Vivem num a viver contradições insolúveis. O progresso, por ambiente rural integrados à natureza como as pedras exemplo, traz consequências danosas ao equilíbrio e os outros bichos. São camponeses de um mundo dos sistemas ambientais. Até a luz elétrica, mesmo que ainda desconhece as sutilezas da argumentação, quando deriva basicamente da força motriz dos rios, o respeito pela vida humana e pelos códigos legais causa danos, pois o processo das barragens altera o institucionalizados. Neste espaço geográfico, ainda equilíbrio dos seres vivos ao seu redor. Todavia, sem não chegaram os meios de transporte que utilizam os ela, os autores modernos perderiam um grande derivados do petróleo, não há poluição: as aliado para poder estruturar criativamente o personagens fazem longas caminhadas a pé. Os processo de desenvolvimento da trama. Isso quer homens estão harmonizados com a natureza e dizer que, mesmo até boa parte do século XIX, o desarmonizados entre si. recurso não esteve disponível para que dele9. Assinale a alternativa que contém o autor, ou lançassem mão cenógrafos e iluminadores. autores, e os títulos das obras que podem ser corretamente associados ao comentário. a Graciliano Ramos: Vidas Secas / Miguel 11. Assinale o objetivo de Nélson Rodrigues quando Torga: O Lopo, A Confissão. utilizou a luz elétrica em Vestido de Noiva. b Miguel Torga: A Confissão, O Lopo, Natal. a Para iluminar os momentos de maior c Graciliano Ramos: Vidas Secas /Miguel violência dos atos das personagens e assim Torga: A Confissão. intensificá-los. d Nélson Rodrigues: Vestido de Noiva / b Para melhor caracterizar os sentimentos Miguel Torga: O Lopo, A Confissão / dos personagens. Por exemplo, nas cenas Graciliano Ramos: Vidas Secas. de ódio, usa a cor vermelha na iluminação. e Miguel Torga: A Confissão, O Lopo. c Para desarticular a estrutura lógica do tempo, permitindo um desenvolvimento da Leia o Texto X para responder à questão 10. ação que se assemelha ao fluxo da Texto X memória. Água Morrente d Para economizar na construção do cenário, realizando a peça em um só espaço. Meus olhos apagados, e Para intensificar o lado escuro da alma Vede a água cair. humana, fazendo a ação se desenrolar Das beiras dos telhados, quase sempre numa espécie de luz tênue. Cair, sempre cair. Das beiras dos telhados, Cair, quase morrer... 12. As relações sociais derivam, em grande parte, Meus olhos apagados, das relações econômicas. Em Vidas Secas, a E cansados de ver. posse da terra nas mãos de poucos fazendeiros Meus olhos, afogai-vos lhes dá um controle do meio ambiente que lhes Na vã tristeza ambiente. permite dominar os vaqueiros. Este duplo Caí e derramai-vos controle, que o Estado consente, é socialmente Como a água morrente. irresponsável, pois gera ressentimentos graves, como é possível observar no seguinte extrato10. No conhecido poema de Camilo Pessanha, o do romance. Sujeito reserva a si uma atitude passiva diante a Pedir é um triste ofício, e pedir em Lourosa, do mundo, fazendo sentir sobre si os efeit
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    Aug 4, 2018
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