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1. O AMPARO DO ALTO Um Espírito Amigo obra psicografada por Hur-Than de Shidha 1 2. Leia também VOZES DO UNIVERSO psicografada por HUR-THAN DE SHIDHA No prelo SABEDORIA…
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  • 1. O AMPARO DO ALTO Um Espírito Amigo obra psicografada por Hur-Than de Shidha 1
  • 2. Leia também VOZES DO UNIVERSO psicografada por HUR-THAN DE SHIDHA No prelo SABEDORIA DA CRIAÇÃO psicografada por HUR-THAN DE SHIDHA 2
  • 3. O AMPARO DO ALTO Um Espírito Amigo obra psicografada por Hur-Than de Shidha Autoculpa Léon Denis A violência que se verifica na Terra não é apenas fruto da ação de homens voltados para o mal. Ela decorre também da inconseqüente omissão daqueles que poderiam contribuir para reduzi-la e não o fazem. Os homens têm por hábito serem omissos na prática do bem e ativos na prática do mal, gerando resultados desastrosos que se transformam em conflitos. É muito fácil criticar a ignorância de terceiros; o difícil é ajudá- los a combatê-la. É muito fácil ridicularizar os anseios dos menos favorecidos que lutam por uma vida melhor; o difícil é ter coragem de combater a corrupção que desvia recursos destinados à pobreza. É muito fácil falar da paz; difícil é parar de produzir e de vender armas. É muito fácil dizer que se está combatendo o crime; difícil é enfrentar quem de fato o sustenta. É muito fácil classificar criminosos de irrecuperáveis; o mais difícil é fazer algo para tentar reabilitá-los, dando a eles e à própria sociedade uma esperança de paz. É fácil cri- ticar e acusar; difícil é a autocrítica e o reconhecimento de que se precisa mudar. Enquanto os homens tentarem se esconder por trás das facilidades, a Terra será um lugar muito difícil para se viver. Se já são responsáveis pelas provações que têm de suportar, originárias de faltas encarnatórias, agravam ainda mais a própria situação, derrotando-se pela omissão e agredindo-se com a indiferença. Não há o que reclamar da vida e de Deus, pela autoculpa não reconhecida que se perpetua pelo receio da verdade. Que Deus os ilumine para que a encontrem! 3
  • 4. INDICE Prefácio: Árdua tarefa 1. A anacrônica modernidade do livre-arbítrio 2. A arte de curar 3. A caridade anônima de preservar a natureza 4. A competição 5. A contrapartida interna 6. A cronologia da discriminação 7. A deficiência, no corpo e no espírito 8. A emergência da cromoterapia 9. A escolha do Himalaia 10. A esperança que supera a vingança 11. A força da humildade 12. A fronteira da emoção 13. A fronteira do impossível 14. A importância da humildade 15. A incompreensão 16. A inconsistência das magias de amor 17. A inteligência como solução 18. A intolerância 19. A memória do Espírito 20. A missão de Pedro 21. A multiplicação das missões 22. A neutralidade de Deus 23. A normalidade dos acertos 24. A palavra como arma 25. A incompreensão 26. A memória do Espírito 27. A proteção angelical 28. A qualidade das escolhas 29. A recompensa máxima 30. A sabedoria de viver 31. A simbologia das entidades femininas: o Espírito tem sexo? 32. A sintonia correta 33. A solução 34. A verdade da verdade 35. A verdade e meias verdades 36. A vida na Terra 37. Aborto 38. Abrir o coração 39. Agentes da provações 40. Agressões contra crianças 41. Aguardar 42. Alavancas da evolução 43. Além de sua época 44. Amor próprio: a base dos relacionamentos 4
  • 5. 45. Ancorando a própria vida 46. Ânsia de poder 47. Apresentando-se 48. Aquarela Divina 49. Armas e poder 50. Arqueologia do Espírito 51. As cores da omissão 52. As cores do microcosmo 53. As duas frentes da obsessão 54. As palavras de Jesus 55. As primeiras horas de uma nova era 56. As raízes das emoções 57. As sementes do Bem 58. As verdadeiras cores da natureza 59. Até a fronteira da esperança 60. Atenção e meditação para entender 61. Atitudes infantis 62. Atos e sentimentos 63. Atos impensados 64. Atos sinceros 65. Por meio da fé 66. Autoculpa 67. Autoestima feminina Autoproteção e autocura. 68. Dificultando a ação de obsessores 69. Caminhada lenta 70. Caminhada 71. Caminhos similares, ensinamentos diferentes 72. Cargas pesada 73. Caridade e autocaridade 74. Caridade, forçada e espontânea 75. Causas e culpados 76. Cegueira espiritual e material 77. Cegueira, daltonismo e cromoterapia 78. Chacra laringeo e problemas na tireóide: Um enfoque exorcista 79. Chacras desproporcionais: as cores ajudam? 80. Com outros olhos 81. Combate silencioso 82. Compartilhando os sentimentos 83. Competição 84. Conflitos familiares 85. Confundir por não conhecer 86. Conhecimento 87. Conquistando o inatingível 88. Conquistas compartilhadas 89. Construindo a relação afetiva 90. Construindo o equilíbrio 91. Contradições sobre Deus 92. Corações partidos 93. Cores, arcanos a desvendar 5
  • 6. 94. Crer em Deus 95. Criação, transformação, transmutação 96. Crueldade contra os animais 97. Cultivando a razão 98. Cura 99. Cura da mente e não dos olhos 100.Decifrando o axioma 101.Descoberta 102.Desconfianças recíprocas 103.Descuidar da vida material? 104.Desenhando o futuro 105.Despertando o inconsciente 106.Despertando para conquistar Deus 107.Deus é tirano? 108.Deus 109.Diplomatas de Deus 110.Disciplina mediúnica 111.Discussões edificantes 112.Durante e após as crises 113.Em todos os momentos 114.Encarnação como escola 115.Encarnação especial 116.Entendendo Deus 117.Entendendo o livre-arbítrio 118.Eremitas do ego 119.Espírito e Alma 120.Espiritualizando a existência 121.Eternamente a humildade 122.Evitar a autodestruição 123.Expandindo a mente 124.Falsa percepção 125.Falsas verdades e verdades ocultas 126.Falso paradigma 127.Falta de personalidade e doença espiritual 128.Fé e serenidade 129.Futuro irreversível 130.Guerras pessoais 131.Heróis de paz 132.Homem do futuro 133.Humildade e personalidade 134.Humildade para aprender 135.Incertezas educativas 136.Início da estrada 137.Inquisidores modernos 138.Insistir 139.Interpretações indevidas 140.Investir no Espírito 141.Isolacionismo forçado 142.Jesus: exemplo ou intimidação? 143.Jovens e idosos 6
  • 7. 144.Ler, aprender e assimilar 145.Levar a cruz até o fim 146.Liderança responsável 147.Livre-arbítrio coletivo e cientificismo 148.Livre para construir o Reino de Deus 149.Lutar pelo mérito 150.Magia, alquimia, religião: as cores do bom senso 151.Mantendo a consciência 152.Maturidade terrena e maturidade espiritual 153.Mediunidade e mediunidades 154.Mediunidade racional e os falsos magos 155.Menosprezando Deus 156.Mentalização colorida e luzes coloridas 157.Mente saudável 158.Mérito Divino 159.Momentos eternos 160.Morada mais aprazível 161.Multiplicando o carma 162.Mundo de provas 163.Natureza humana 164.O aprendiz 165.O ateu 166.O Bem vence 167.O caminho do meio 168.O conhecimento que liberta 169.O crime político 170.O despertar da caridade 171.O dia dos inversos 172.O estático dinamismo de deus 173.O estigma das drogas 174.O eterno conhecimento 175.O eterno perdão Divino 176.O dábito de ser feliz 177.O humilde silêncio de Deus 178.O inefável valor das cores 179.O joio e o trigo 180.O mestre 181.O passado como futuro 182.O Rei dos reis 183.O significado da paz 184.O som do amor Divino 185.O tempo na senda da evolução 186.O Universo em expansão 187.O uso da simbologia 188.O valor da penitência 189.O valor do dinheiro 190.O vazio criador 191.O oásis de paz Observações precipitadas: 192.O holocausto e a humanidade 193.Obsessão física 7
  • 8. 194.Ocupando espaços 195.Orar contra a violência 196.Orar pelos inimigos 197.Orientando-se 198.Os códigos da aura 199.Os dois predicados 200.Otimismo 201.Pais são filhos de Deus 202.Parcimônia Divina 203.Pedido 204.Pensamentos 205.Perdão e reencarnação 206.Pontes da maledicência 207.Por que fora da caridade não há salvação? 208.Porque os violentos perdem 209.Programando a eternidade 210.Projetando o infinito 211.Quando as imperfeições afloram 212.Quando o obsediado é o próprio obsessor 213.Quando se deve construir a fé 214.Querendo ser Deus 215.Racionalizar a liberdade 216.Razão e amor 217.Reforçando as injustiças 218.Religião e radicalização 219.Respeito Divino 220.Responsabilidade perante o futuro 221.Responsabilidades 222.Respostas do nada 223.Revivendo um erro 224.Sabendo decidir 225.Sabendo utilizar a Luz 226.Saber chegar a Deus 227.Saber ouvir 228.Saber pedir 229.Salvando-se 230.Sentimentos humanos 231.Seriedade espiritual 232.Serviço e humildade 233.Servir fielmente 234.Sob outro enfoque 235.Sobre a corrente branca do Himalaia 236.Sobre a mediunidade 237.Sobre a paciência 238.Sobre o apóstolo Pedro 239.Solidão do Espírito 240.Suicídio 241.Temer a morte e a vida 242.Tempo perdido 8
  • 9. 243.Teoria e prática 244.Trabalhar humildemente 245.Traição e culpa 246.Transformar dificuldades em ensinamentos 247.Transmutar o ego 248.Um bem intangível 249.Um convite à Deus 250.Um universo de seres 251.Valorizar a vida 252.Ver e compreender 253.Vida e encarnação 254.Vidas ao vento 255.Viver o presente 9
  • 10. Apresentação Árdua tarefa Dr. Bezerra de Menezes As instruções que são enviadas à Terra, como parte do trabalho de esclarecimento ao planeta, constituem uma árdua tarefa. A começar pela dificuldade de encontrarmos obreiros aplicados a serviço da espiritualidade. Passando, então, por aqueles que recebem as comunicações e as escondem, com receio de sofrerem críticas dos céticos, muitos dos quais se dizem espiritualizados. E soma-se também a isso, a indiferença de muitos ao lerem as instruções, não as avaliando devidamente pela meditação construtiva. O que mais nos entristece, no entanto, é quando alguns dos que já praticam há anos o trabalho espiritual, não assimilam as diretrizes que recomendamos. São aqueles que falam repetidamente sobre o amor e a caridade, porém adotam posturas de vida diferentes desses princípios. Pois apenas participam de reuniões mediúnicas com o intuito de demonstrarem conhecimento doutrinário, dando expansão à vaidade e ao interesse por cargos superiores em suas instituições. Por essa razão existem tantas comunicações que enviamos sobre poder e humildade. Pois irmãos que se dizem espiritualistas estão comprometendo nossos trabalhos com seu despreparo, que afasta das sessões aqueles que se decepcionam com os comportamentos inadequados de certos médiuns. Portanto, digo-lhes que nossa tarefa é árdua. E esperamos que vosso livre-arbítrio seja sábio o bastante para cultivar não somente o amor e a caridade, mas também a humildade de que tanto necessitamos. Pois é dessa forma que, sinceramente, se afastarão de novas provações, cumprindo suas missões na obra de Deus. Que as bênçãos de Jesus e de Maria atinjam todos. 10
  • 11. 1. A anacrônica modernidade do livre-arbítrio Embora cada homem tenha o livre-arbítrio desde o momento de sua criação, ele não entende, no início, essa liberdade como sendo uma dádiva concedida por Deus. Os passos embrionários são no sentido de seguirem os instintos e emoções, agindo de forma animalesca, a exemplo do que ocorreu com os chamados seres pré-históricos na Terra. Porém, a medida que se vai adquirindo conhecimento e utilizando mais a razão, a liberdade se torna também mais ampla, embora não necessariamente respaldada pela sabedoria. E prosseguindo dessa forma através das diversas encarnações, cada homem tem então dois tipos de caminhos a trilhar em relação ao seu livre-arbítrio. O primeiro deles é aquele em que o livre-arbítrio é dinamizado pela contínua convergência entre emoção e razão, na busca do equilíbrio, fundamentado em Deus. É o crescimento espiritual, que tem a razão plena como meta, embasado pelos valores que retratam a perfeição da alma. O segundo caminho continua, tal qual nos primórdios, apoiado nos instintos e emoções, apenas alicerçado não na razão divina, mas naquela que possibilita a organização dos desejos. O amor que vem da perfeição continua adormecido em sua essência, e as manifestações do ego suplantam os parcos indícios da razão plena. O homem se torna moderno na matéria, porém anacrônico na espiritualidade. Como a vida na Terra tende a recompensar aqueles que investem mais no âmbito material, o planeta se torna um campo fértil para homens com amplo espectro de atitudes emocionais e que usam a razão apenas para justificar, defender e fortalecer essas emoções. E como a vida planetária os premia, acham-se encorajados a prosseguir nessa seara, que os afasta cada vez mais de Deus. Nesse momento cria-se o poder temporário, que não possui raízes na eternidade. Faz do homem uma criatura embrutecida pela matéria, a qual continua ampliando o campo de ação de seu livre-arbítrio, mas de forma equivocada. Quanto mais age dessa forma, menos entende a sua natureza intrínseca. Por esse motivo, vemos na Terra os desvarios que são cometidos, em função do livre- arbítrio mal utilizado. Os homens nunca poderão dizer que Deus não lhes concedeu liberdade. Eles esquecem é que essa liberdade deve ser fundamentada na razão, para que seja exercida conforme os mais sutis gestos conseqüentes de amor e de caridade. É o livre-arbítrio que constrói a leveza do espírito, e não aquele que destrói uma existência na matéria, por não ter sido convenientemente utilizado. A modernidade material está, assim, criando homens cada vez mais livres para exercerem indevidamente a liberdade. Fazendo-os esquecer que sua origem parte de Deus, o verdadeiro Criador dos homens. 11
  • 12. 2. A arte de curar Todas as dificuldades pelas quais os homens passam são frutos de suas próprias imperfeições. Decorrem das faltas que praticaram em vidas anteriores ou daquelas promovidas na vida atual, não importa quando. O importante é que tais faltas são causas de sofrimentos pela lei do carma. Sofrimentos decorrem, portanto, de doenças espirituais. E enquanto existir a doença existirá o sofrimento. Essa é uma lei imutável promulgada pela justiça divina, que a utiliza como meio de ensinamento. Assim, para estarem livres de sofrimentos, os homens precisam curar o espírito. E a cura requer disciplina, resignação, humildade e a aceitação de que os remédios muitas vezes são amargos. A cura, na prática, é um exercício de tolerância com a própria evolução. O Pai, quando criou seus filhos, concedeu-lhes o livre-arbítrio, e lhes deixou em aberto a opção de desenvolverem a doença do espírito. Mas também lhes concedeu a dádiva de encontrarem a cura na mesma fonte das doenças. Isso significa que os remédios para os males do espírito estão na capacidade de cada um transmutar as imperfeições. Essa tarefa não necessita ser longa e penosa. Isso depende de cada um. Depende principalmente da autoestima, do desejo sincero de não mais sofrer, de encontrar o caminho para um universo pessoal iluminado pela sabedoria divina. Eu não pretendo aqui lhes dizer como devem agir para aceitar a cura, pois isso resulta da experiência que cada um adquire. Posso apenas recomendar que estejam atentos, vigilantes com relação a seus atos e pensamentos. Lembrem-se que atos podem ser tolhidos, não manifestados, por diversas razões, entre as quais o processo de autocrítica ou o medo e a vergonha das conseqüências. Mas que pensamentos são livres, e se constituem nas sementes dos atos. Se conseguirem transmutar pensamentos, estarão eliminando do espírito as raízes dos maus sentimentos. A cura, dessa forma, é um exercício de amor próprio. É a arte de encontrar a luz na escuridão, fato plenamente possível, considerando que Deus está à disposição de todos em qualquer lugar. Quem deseja O encontra. 12
  • 13. 3. A caridade anônimade preservar a natureza Inúmeras falanges espirituais de luz atuam sobre o ambiente terrestre. Enviam à Terra as vibrações necessárias para o equilíbrio eletromagnético do planeta, com o objetivo de despertar nos encarnados as manifestações divinas que são onipresentes no Univérso. Sem esse trabalho contínuo, a Terra, além de ficar fisicamente isolada no espaço, estaria também isolada espiritualmente. Seria entregue à própria sorte, em virtual ambiente caótico. Com as vibrações enviadas, ocorre a conexão eletromagnética das energias telúricas com as energias cósmicas, proporcionando aos homens a possibilidade da escolha entre as manifestações espirituais e materiais, entre o bem e o mal, entre a razão e a inconseqüência, entre outras possibilidades evolutivas. De modo algum é afetado o livre-arbítrio, apenas são concedidos os meios para a realização das escolhas, que são justamente funções do livre- arbítrio. Esse trabalho requer grande esforço conjunto das falanges, que enviam calor, som, cores, símbolos, inclusive muitos dos quais originários de outras galáxias. Os elementos da Natureza também são trabalhados para que seja mantido o equilíbrio entre eles, bem como o intra- equilíbrio entre seus diversos agentes. Mas pouco adiantam todos esses cuidados, se os próprios encarnados não ajudam. A indiferença pela Natureza tem resultado em modificações significativas para pior na vida do planeta. Testes com artefatos atômicos desvirtuam a atmosfera e as energias enviadas do Cosmo. A difusão de poluentes no ar e os químicos que afetam a camada de ozônio trazem conseqüências muito mais funestas do que imaginam. E tudo isso contribui para que as manifestações cósmicas sejam amortecidas por muitas nuvens de negatividades e de detritos que envolvem não somente a periferia do planeta, como a própria intimidade etérica. Aqueles que defendem as propostas ecológicas não estão fazendo apenas um bem ao meio em que vivem. Estão fazendo bem à própria natureza pessoal, tendo em vista que quanto mais limpa a atmosfera e menor a poluição, cada indivíduo receberá com maior intensidade as manifestações eletromagnéticas do Cosmo, podendo desenvolver a percepção sobre Deus com maior acuidade. Considere-se ainda que a atmosfera mais limpa e elementos da Natureza em equilíbrio, significam raios solares na medida adequada para a propagação do prana, do fohat e do kundalini, as energias vitais do planeta. Assim, a defesa e a preservação da natureza são atos de caridade, tendo em vista que a humanidade é beneficiada. Cada um que se propõe a atitudes compatíveis com a preservação ambiental estará praticando a caridade anônima. Pois a Natureza não é apenas o cenário vital para a permanência do homem na Terra, ela se constitui também no principal veículo da integração do homem com Deus, na forma de expressão máxima da vida. 13
  • 14. 4. A competição A competição pode e deve ser uma atividade saudável, em que os homens não precisam se ver necessariamente como inimigos. E sentir inveja pelo sucesso alheio é o prin- cípio de derrotas ainda maiores, se esse problema não for corrigido. O sucesso alheio deve ser visto como uma alavanca, que nos incentiva e estimula a continuarmos lutando por vitórias futuras. Mas lembrem que nem sempre a derrota em uma atividade se configura como um fracasso na vida. Deus, em sua infinita sabedoria, sempre nos orienta para o melhor e, sendo assim, derrotas passageiras podem ser o encaminhamento para rumos vitoriosos em nossas vidas. Confiem nos desígnios do Pai. Mas, acima de tudo, tenham fé e confiança na própria força de vontade para vencer. Estarão, assim, formando a base para pensamentos e ações que os fortalecerão em lutas vindouras. 14
  • 15. 5. A contrapartida interna Os homens são livres para agir e para falar o que desejam. E essa liberdade que decorre do livre-arbítrio sabiamente concedido pelo Criador, implicitamente traz as marcas da justiça divina. Atos mal intencionados que provocam agressões a terceiros, ou palavras impróprias que ferem, têm de imediato a contrapartida interna no espírito de quem os formulou. As vibrações respectivas não são apenas registradas externamente, mas conservam cópias exatas no invólucro espiritual do faltoso, marcando implacavelmente sua história. São símbolos vivos do perfil evolutivo daquele homem, que por onde andar os levará como partes do próprio corpo. E, quanto mais faltas, mas obscuro será seu espírito. Mais cego ele estará por culpa própria, não podendo se queixar ou acusar outros pelo que ele mesmo fez. E aí já começa a operar a justiça divina. Ao contrário do que muitos pensam ela não tarda, ela é instantânea. Apenas o faltoso descobre aos poucos
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