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Relatório e Contas do Exercício de PDF

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Terras do Sousa, Ave, Basto e Tâmega, CRL Relatório e Contas do Exercício de 2016 Edifício da Sede Social Praça da República, nº Felgueiras Confiança Transparência Comunicação Motivação Valorização
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Terras do Sousa, Ave, Basto e Tâmega, CRL Relatório e Contas do Exercício de 2016 Edifício da Sede Social Praça da República, nº Felgueiras Confiança Transparência Comunicação Motivação Valorização [Esta página ficou propositadamente em branco] Relatório e Contas do Exercício C O N V O C AT O R I A A S S E M B L E I A G E R AL O R D I N ÁR I A Nos termos do n.º 2 do artigo 22º e dos artigos 23 e 24º dos Estatutos da Caixa de Crédito Agrícola Mútuo de Terras do Sousa, Ave, Basto e Tâmega, C.R.L., pessoa colectiva n.º , com sede social na Praça da República, 228, Margaride em Felgueiras, matriculada na Conservatória do Registo Comercial de Felgueiras sob o n.º , com o capital social realizado de ,00 (variável), convoco os Senhores Associados, em pleno gozo dos seus direitos, a reunirem em Assembleia Geral Ordinária, no próximo dia 17 de Março de 2017 pelas 10:00 horas, nas instalações da sede social, sitas na Praça da República, 228, Margaride, em Felgueiras, com a seguinte, ORDEM DE TRABALHOS 1. Discussão e votação do Relatório de Gestão e das Contas da Caixa Agrícola relativo ao exercício de 2016 e do relatório anual do Conselho Fiscal; 2. Deliberação sobre a Proposta de Aplicação de Resultados; 3. Apresentação e apreciação de relatório com os resultados da avaliação anual das políticas de remuneração praticadas na Caixa Agrícola; 4. Apreciação geral sobre a Administração e Fiscalização da Caixa Agrícola; 5. Apreciação, discussão e deliberação sobre o pedido de exoneração de Associados; 6. Discussão de outros assuntos de interesse para a Caixa Agrícola. Nota: Não será admitido nesta Assembleia Geral o voto por correspondência, nem o voto por representação, por força do disposto no nº1 do Artigo 43º do Novo Código Cooperativo, aprovado pela Lei nº 119/2015, de 31 de Agosto, que entrou em vigor no dia 30 de Setembro. Se à hora marcada não estiverem presentes ou representados mais de metade dos Associados, a Assembleia Geral reunirá em segunda convocatória, com qualquer número uma hora depois, em conformidade com o estipulado no nº 2 do artigo 25 dos referidos Estatutos. Felgueiras, 21 de Fevereiro de 2017 O Presidente da Mesa da Assembleia Geral (Dr. Ernesto Augusto Rodrigues) OBS. O Relatório e Contas e demais documentos, encontram-se à disposição dos Srs Associados na sede da CCAM, nos 15 dias anteriores à realização da Assembleia Geral. Relatório e Contas do Exercício [Esta página ficou propositadamente em branco] Relatório e Contas do Exercício Órgãos Sociais Estrutura Organizacional da CCAM CA Crédito Agrícola Somos maiores que a soma das partes, ÍNDICE Mensagem do Presidente do Conselho de Administração Principais Indicadores 1. Enquadramento Económico 1.1 Economia Internacional 1.2 Economia Nacional 2. Mercado Bancário 2.1 Situação Global 2.2 Evolução e Perspectivas - Grupo Crédito Agrícola 3. Actividade da CCAM 3.1 Linhas Gerais de Acção 3.2 Desempenho das Principais Actividades da CCAM 4. Análise às Contas 5. Gestão de Riscos 6. Proposta de Aplicação de Resultados 7. Notas Finais 8. Demonstrações Financeiras Balanço Demonstração dos Resultados Demonstração de Alterações no Capital Próprio Demonstração dos Fluxos de Caixa Demonstração do Rendimento Integral Anexo às Demonstrações Financeiras Certificação Legal de Contas 9. Anexos Relatório e Parecer do Conselho Fiscal Órgãos de Gestão e Colaboradores Presença Geográfica e Rede de Agências 10. Relatórios sobre a estrutura e as práticas de Governo Societário 11. Relatório de Avaliação da Política de Remuneração Página Relatório e Contas do Exercício [Esta página ficou propositadamente em branco] Relatório e Contas do Exercício Órgãos Sociais Relatório e Contas do Exercício [Esta página ficou propositadamente em branco] Relatório e Contas do Exercício Órgãos Sociais para CA Crédito Agrícola Somos maiores que a soma das partes, MESA DA ASSEMBLEIA GERAL Presidente Vice-Presidente Secretário Dr. ERNESTO AUGUSTO RODRIGUES Sr. JOSÉ MARTINS SAMPAIO Sr. VIRGÍLIO AUGUSTO GONÇALVES CUNHA CONSELHO FISCAL Presidente Vogais Dra. EDUARDA CRISTINA TEIXEIRA CERQUEIRA MIRANDA Dr. FERNANDO ANTÓNIO DA MOTA MARINHO Sr. JOÃO MANUEL TEIXEIRA FREITAS CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Presidente Vogais Dr. ARTUR TEIXEIRA DE FARIA Dra. ISABEL ALEXANDRA TEIXEIRA CARDOSO ABREU Dr. MANUEL FERREIRA DE FARIA (não executivo) REVISOR OFICIAL DE CONTAS SANTOS CARVALHO & ASSOCIADOS, SROC, S.A. Representada por: Dr. André Miguel A. e S. J. Mendonça R.O.C. n.º 1530 Suplente: Dr. Manuel Oliveira Rego R.O.C. n.º 404 Relatório e Contas do Exercício [Esta página ficou propositadamente em branco] Relatório e Contas do Exercício Estrutura Organizacional da CCAM Relatório e Contas do Exercício [Esta página ficou propositadamente em branco] Relatório e Contas do Exercício Organograma Institucional CA Crédito Agrícola Somos maiores que a soma das partes, AG - Assembleia Geral ROC - Revisor Oficial de Contas CF - Conselho Fiscal CA - Conselho de Administração CAE - Conselho de Administração Executivo DAI - Departamento de Auditoria Interna CCF - Conselho de Crédito e Financeiro GGR - Gabinete da Gestão de Riscos DAJ - Departamento de Assuntos Jurídicos GFC - Gabinete da Função Compliance CG - Coordenador Geral Serviços Centrais Serviços Comerciais DAF - Departamento Administrativo e Financeiro DAC - Departamento de Análise de Crédito DCM - Departamento Comercial RAG - Rede de Agências GSG - Gabinete de Seguros B24 Relatório e Contas do Exercício [Esta página ficou propositadamente em branco] Relatório e Contas do Exercício Mensagem do Presidente do Conselho de Administração Relatório e Contas do Exercício [Esta página ficou propositadamente em branco] Relatório e Contas do Exercício Senhores Associados, Clientes e Parceiros da actividade, Introdução - Breve referência ao contexto da economia: É consabido que o fraco crescimento da economia, que se verifica desde o início do século é o maior problema estrutural da economia portuguesa. Os principais problemas que nos têm afetado desde os altos índices de desemprego, à despesa pública, à alta carga fiscal, à sustentabilidade da segurança social, passando ainda pelo endividamento das famílias - somente serão ultrapassados com um crescimento económico. Ora, o período de abundância que vivemos no final do século passado está, agora, a sofrer os ajustamentos! As demais medidas políticas que foram tomadas no passado vieram a tornar-se em verdadeiros pesadelos para as empresas e particularmente para as famílias. As facilidades de crédito que se verificavam, conduziram a um endividamento desmesurado e, por consequência, colocam agora em causa as condições de vida duma classe endividada, verificados os altos indicadores de desemprego e tamanha carga fiscal. Além disso, as nossas empresas apresentam uma grande retração no investimento, face à incerteza - ao consumo -, nomeadamente de escoamento dos seus produtos e à competição em termos de preços. Mas, acima de tudo, importa fazer e incentivar a fazer. Pelo nosso passado, pelos nossos recursos, pelo nosso dinamismo, importa que os nossos governantes restaurem a confiança, no sentido das nossas empresas produzirem e, simultaneamente, os nossos concidadãos consigam ganhar a tão desejada confiança. Torna-se indubitavelmente necessário, efectuar as necessárias reformas, que conduzirão ao restabelecimento das taxas de juro da nossa dívida, as quais se encontram anormalmente altas, o que contribui para a deterioração das contas do Estado e, por consequência, do aumento da carga fiscal. Relatório e Contas do Exercício Medidas em curso: CA Crédito Agrícola Somos maiores que a soma das partes, Encontrando-se a economia a viver um período de baixas taxas de juro, mormente pelas medidas tomadas pelo Banco Central Europeu, pela via do lançamento de crédito, através do programa Targeted long-term refinancing operations (TLTRO) e compra de activos, como forma de estimular os bancos e a economia (desideratos para travar a deflação), parece-nos que estas medidas não são visíveis na nossa economia. Porém, vemos com bom grado e forte estímulo, as linhas PME entretanto criadas. Vivido já algum tempo debaixo deste cenário, outras medidas se impõem para conduzir ao crescimento económico, pois, na realidade, o efeito de demasiada liquidez a preços anormalmente baixos, somente tem conduzido à degradação do sistema financeiro e a uma concorrência entre instituições de crédito, que nos faz lembrar um regresso ao passado recente de profunda crise. Atente-se a destruição de postos de trabalho na banca e o elevado número de encerramento de agências, fruto obviamente da falta de crescimento económico que conduz à ausência de negócio, mas também das reduzidas margens com que é confrontado o sistema financeiro. Que a banca tem de se adaptar a uma nova realidade, parece-nos não existir quaisquer dúvidas. Mas, conviver com taxas de referência negativas, trata-se de um paradigma jamais visto. Nova realidade do sistema financeiro: Neste cenário de crise do sistema financeiro, importa, como atrás referido, efetuar ajustamentos profundos nesse sistema. Cremos, profundamente, que o emagrecimento verificado poderá ser ainda mais penoso, perante a falta de retoma económica e falta de confiança. Atualmente, a banca vive em constante mudança, com os tradicionais balcões, munidos de bastantes recursos humanos, a deixar de ser rentáveis, pois as novas tecnologias vêm impondo um novo figurino e a forma de negócio tradicional mudou radicalmente. Importa obrigatoriamente uma nova e diferente adaptação! Relatório e Contas do Exercício A este propósito, a banca confronta-se com as novas empresas designadas de Fintech s, que mais não são que prestadoras de serviços ao setor financeiro, utilizando tecnologias modernas e inovadoras. Esses serviços, para além de serem inovadores, são mais fáceis de usar, mais baratos e menos burocratas. Estes produtos têm o seu auge na internet, particularmente nas tecnologias móveis, onde se pode realizar grande parte das transacções. Eis, aqui, algo a que a banca tem de recorrer, reduzindo custos, nomeadamente através de economia de recursos humanos. Hodiernamente, a procura da banca faz-se em casa, com simples cliques, num corte definitivo com a banca tradicional, revelando-se, portanto, um exercício importantíssimo no atual contexto de gestão do sistema financeiro. Exploração da CCAM no exercício de 2016: Considerando os constrangimentos bem como as virtudes das mudanças em curso no sistema financeiro, as mesmas obviamente têm algum impacto na gestão desta Caixa Agrícola. Neste contexto, encerrou-se no último semestre do ano de 2016 a agência de Ponte, concentrando-se o negócio na agência principal da cidade, não se justificando desta forma o acréscimo de custos que uma agência comporta, aliado às possibilidades que as novas tecnologias aportam. Nessa senda, por forma a colmatar essa ausência de proximidade, os recursos humanos passam a ter um papel mais interventivo no terreno, através de visitas contínuas de proximidade, tendo-se para o efeito admitido um colaborador para a área de empresas, que opera na região de Guimarães e, simultaneamente, dotando os clientes dos meios tecnológicos de acesso imediato à CCAM. Desta forma, a administração tentou encontrar exaustivamente as melhores soluções para a manutenção e incremento da actividade, nunca descurando o negócio. Para tal se ajustou, em baixa, a margem financeira e, consequentemente, o produto bancário, embora sem nunca colocar em causa os resultados de exploração, pois o fenómeno das imparidades para crédito vencido continua a ter o seu impacto. Com menos agências, conseguiu-se aumentar substancialmente o volume de negócio!!! Relatório e Contas do Exercício No que à actividade creditícia diz respeito, não descuramos o nosso papel no desenvolvimento económico da área geográfica onde estamos inseridos, financiando a economia local, onde houve uma clara aposta na linha PME, em parceria com as Sociedades de Garantia Mútua, Agrogarante, Norgarante e Garval, apoiando o desenvolvimento económico da região onde opera a CCAM. Aliás, a este propósito, estamos certos que o nosso contributo tem sido altamente positivo para o desenvolvimento socioeconómico desta região. É nosso propósito dar-lhe continuidade, obviamente dentro dos critérios prudenciais e com criteriosa e rigorosa análise de risco. Seguimos, como até aqui, uma estratégia de rigor, de gestão sã e prudente, no sentido de continuar a reforçar a rentabilidade e solidez, que só se consegue com uma gestão de grande profissionalismo e, essencialmente, lançando as bases de um futuro promissor para a economia local e para a CCAM em particular. Saliente-se o resultado líquido do exercício de 2016, no montante de , situando-se bastante acima do ano anterior, mormente por efeito extraordinário de anulação de provisões excessivas e já tributadas, devido à transição do Aviso 3/95 para o Aviso 5/2015, ambos do Banco de Portugal. Adicionalmente, não considerando este efeito, o resultado manter-se-ia ao nível dos anos anteriores. Entendemos ser de registar um marco importantíssimo para esta CCAM: o facto de atingir um montante de capitais próprios ultrapassa os 28.1 M, sinónimo da solidez e boa gestão. Conseguimos cumprir, neste ambiente adverso e de forma marcante, os objetivos delineados para o exercício em análise, cujas principais linhas de orientação assentavam em: - aumento da base de depósitos; - crescimento dos índices de crédito; - controlo do crédito vencido; - contenção de custos; - preparação da CCAM, com resposta imediata, às exigentes obrigações supervisionais. Relatório e Contas do Exercício Assim, cremos ser motivo de satisfação, não só os resultados obtidos, bem como o cumprimento dos objectivos de base, que consideramos prioritários. Outrossim, digno de registo em termos de ranking de resultados do SICAM, é esta CCAM ter obtido o 7º lugar no ranking nacional, sendo ainda de realçar que foram acauteladas todas as situações geradoras de imparidades, duma forma muito conservadora. Estamos certos que o ambiente que vive a nossa economia não é propício a grandes veleidades, registando-se resultados negativos, apresentados por uma parte significativa da restante banca. Porém, constatamos que, com o rigor seguido, associado ao grande profissionalismo e competência dos nossos colaboradores que fazem verdadeiros milagres, com armas diferentes, (o que consubstancia um indicador claro do grande capital de confiança que é depositado na CCAM e nas pessoas que a servem) tal só se poderia traduzir nos resultados alcançados. Em jeito de conclusão, cremos ser oportuno fazer o seguinte paralelismo, no setor financeiro: - do ano 2007 à actualidade, vivemos a depressão; - no momento atual, vive-se com stress; - daqui em diante, viveremos em agonia. Os próximos tempos o dirão! Oxalá que não. É, pois, de toda a justiça, neste momento, dar um agradecimento especial aos nossos colaboradores, pelo seu empenho e profissionalismo, representando o assimilar das estratégias definidas e elevando o grau de responsabilidade da Administração. Para estes, estejam certos, que jamais defraudaremos as vossas expectativas, pois são os grandes obreiros do crescimento e do capital de confiança, pelo que a nossa disponibilidade convosco é incondicional. Uma palavra especial de agradecimento aos restantes órgãos sociais, pela colaboração próxima e profícua, sempre numa base de estreita colaboração e confiança, que muito ajuda a nossa acção. Relatório e Contas do Exercício Ao Banco de Portugal e restantes autoridades governamentais, aos auditores externos, ao Revisor Oficial de Contas, pela colaboração sempre pronta e próxima, às restantes empresas do Grupo CA, pela cooperação e disponibilidade e, por fim, à Caixa Central, pela inestimável colaboração, os nossos agradecimentos. Finalmente, uma especial menção aos nossos Associados e Clientes que, diariamente e constantemente, nos presenteiam com a sua confiança, motivo de grande orgulho para nós, sendo eles, na verdade, a sustentabilidade para ultrapassar os crescentes desafios com os quais nos deparamos, e o contributo para o reforço da solidez que todos servimos. A todos, um grande bem haja! Fevereiro 2017 O Presidente do Conselho de Administração, Artur Teixeira de Faria (Dr.) Relatório e Contas do Exercício Principais Indicadores Relatório e Contas do Exercício [Esta página ficou propositadamente em branco] Relatório e Contas do Exercício Síntese de Indicadores CA Crédito Agrícola Somos maiores que a soma das partes, Variação Valor Valor Valor % Balanço Aplicações na Caixa Central ,1 Créditos a Clientes (bruto) ,9 Recursos de Clientes (empresas e particulares) ,7 Capitais Próprios ,2 Activo Líquido ,3 (Euros) Rendibilidade Margem Financeira Estrita ,1 Margem Financeira ( ) (12,9) Produto Bancário Comercial ( ) (5,6) Produto Bancário ( ) (5,7) Cash Flow do Exercício ( ) (26,5) Resultado do Exercício ,3 Transformação de Recursos em Crédito 59,8 (*) 58,9 (*) +0.9 p.p. (1,5) Rendibilidade dos Capitais Próprios (ROE) 8,7 5, p.p. 55,4 Rendibilidade do Activo (ROA) 1,3 0, p.p. 44,4 Rendibilidade da Margem Financeira 2,1 2,6-0.5 p.p. (19,5) Rendibilidade do Produto Bancário 3,4 3,9-0.5 p.p. (12,9) Qualidade do Crédito Crédito Vencido / Crédito Total 7,2 9,2-2.0 p.p. (21,7) Crédito Vencido Bruto 90 dias / Crédito Total 6,9 9,1-2.2 p.p. (24,2) Crédito Vencido Líquido / Crédito Total Líquido 0,9 0, p.p. N/A Imparidade de Crédito Vencido / Crédito Vencido 88,5 101, p.p. (12,6) Provisões p/ Crédito / Crédito Vencido 97,0 110, p.p. (12,1) Produtividade Activos por Empregado ,3 Produto Bancário por Empregado (8.577) (5,7) Recursos de Clientes por Empregado ,7 Comissões Líquidas / Produto Bancário 34,4 29, p.p. 17,4 Eficiência Rácio de Eficiência 60,9 56, p.p. 7,8 Gastos Operativos / Activos Totais 2,1 2,2-0.1 p.p. (4,5) Gastos Operativos / Margem Financeira 101,3 86, p.p. 16,8 Gastos com Pessoal / Produto Bancário 32,1 29, p.p. 8,0 Quadro de Pessoal / Agências (Unidades) Solvabilidade Rácio de Solvabilidade 34,0 34,4-0.4 p.p. (1,2) Rede de Distribuição Agências unid. (8,3) Dos quais: Concelhos (*) De acordo com o cálculo da Caixa Central (Circular CAE/293/2010 de 15 de Setembro). Relatório e Contas do Exercício Destaques CA Crédito Agrícola Somos maiores que a soma das partes, Relatório e Contas do Exercício Ranking Nacional (2016) (universo de 82 CCAM s) (Euros) Designação CA SICAM (Caixas Associadas) TSABT Ranking Média Rubricas Resultado do Exercício º Margem Financeira º Produto Bancário º Activo Líquido º Depósitos Clientes º Crédito Concedido º Crédito Vencido Bruto º Indicadores Rácio de Transformação (BdP) 59,8% n.d. 65,4% Rendibilidade dos Activos (ROA) 1,3% n.d. 0,6% Rácio Crédito Vencido Bruto 7,2% 55.º 6,5% Rácio de Eficiência 60,9% 15.º 67,7% Fonte: DFOA On-Line. n.d. Dado não disponível. Dos valores apresentados pela Caixa de Crédito Agrícola Mútuo de Terras do Sousa, Ave, Basto e Tâmega, merecem uma especial atenção o Resultado do Exercício - Lucro ( ), que nos coloca no 7.º lugar a nível nacional. O resultado obtido é muito superior à média apurada pelo SICAM para as Caixas Associadas ( ). Destaca-se, com muito apreço, o 28.º lugar a nível nacional dos valores registados nos Depósitos de Clientes da CCAM, o que confirma a confiança dos clientes na Instituição, numa altura em que se verifica uma forte concorrência nas taxas das operações passivas. A média registada pelo SICAM ( ) é consideravelmente inferior aos montantes registados pela Caixa Agrícola ( ). Em termos de indicadores, destacamos o Rácio de Eficiência (60,9%), que assume um lugar relevante, ocupando também o 15.º lugar a nível do ranking nacional. O rácio de Crédito Vencido Bruto, que representa 7,2%, continua a ser resultante do efeito das fusões e da actual conjuntura económico-financeira e social, ocupando o 55.º lugar a nível nacional, sendo superior à média do SICAM em apenas 0.7 p.p.. Relatório e Contas do Exercício [Esta página ficou propositada
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