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Relatório Semanal de Estratégia de Investimento

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21 de outubro de 2013 Relatório Semanal de Estratégia de Investimento Destaque da Semana O acordo no Congresso norte-americano não resolveu as questões fiscais, mas as postergou; O BC quebra o paradigma
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21 de outubro de 2013 Relatório Semanal de Estratégia de Investimento Destaque da Semana O acordo no Congresso norte-americano não resolveu as questões fiscais, mas as postergou; O BC quebra o paradigma de que sofre pressões políticas; mai-05 dez-05 jul-06 fev-07 set-07 abr-08 nov-08 jun-09 jan-10 ago-10 mar-11 out-11 mai-12 dez-12 abr-04 nov-04 jun-05 jan-06 ago-06 mar-07 out-07 mai-08 dez-08 jul-09 fev-10 set-10 abr-11 nov-11 jun-12 jan-13 ago-13 Economia Internacional O grande tema no cenário internacional, na semana passada, foi o acordo no Congresso norte-americano que não resolveu as questões fiscais, mas as postergou. Portanto, o mercado deve viver três meses de relativa paz, até este tema voltar à cena. O financiamento do orçamento está assegurado até 15 de janeiro e o teto da dívida não estourará até 7 de fevereiro por meio de medidas intragovernamentais. Importante frisar que as medidas, na prática, podem estender para o verão (no hemisfério norte) o próximo deadline para o (improvável) calote dos EUA. Ao longo dos 16 dias de shutdown (suspensão parcial de atividades do governo), os cálculos do mercado se voltaram para os impactos prováveis sobre a atividade econômica, seja via abalo na confiança, seja pela paralisação dos serviços federais. A tarefa dos analistas volta-se agora com mais ímpeto na equação dos desdobramentos em termos de reação do Fed (BC dos EUA) e os preços de ativos neste cenário. Em linhas gerais, o mercado já havia postergado a expectativa do começo da redução do programa de compras de ativos pelo Fed (QE, quanititative easing), mas tudo conspira agora para que isso ocorra com mais probabilidade no fim e não no começo do primeiro trimestre de Sendo assim, é lícito supor que o Fed vá comunicar aos mercados que as mudanças no programa de QE não começarão até que o impasse fiscal seja resolvido em uma base estrutural e pode até haver espaço para mais, se eles não quiserem correr riscos com o entrave fiscal. Além do esperado impacto desse imbróglio sobre a economia - projeções de impacto sobre o PIB do quarto trimestre variam, mas o viés é inexoravelmente negativo - o atraso nas coletas e divulgações de indicadores como desemprego e inflação coloca uma venda sobre os olhos dos formuladores de política. O novo prazo para a divulgação do relatório do mercado de trabalho de setembro, por exemplo, é amanhã (22 de outubro). Aliás, os dados de outubro serão mais críticos (e também atrasarão), já que a qualidade da coleta será mais restrita. Se tomado o Livro Bege como única pesquisa que abrangeu o início da paralisação do governo (focou o período de 27 de agosto a 7 de outubro), o diagnóstico para o mercado de trabalho é que o crescimento do emprego permaneceu modesto em setembro. Sob o ponto de vista dos ativos, a estabilidade fiscal temporária é uma janela para menos volatilidade, sendo o retorno do Treasury de 10 anos mais perto de 2,6% um alívio para as economias emergentes. Outros temas da semana passada: 1) Banco Central Europeu (BCE): se o início da redução de estímulos está, por ora, fora da agenda, os investidores começarão a desafiar os níveis de tolerância de Mario Draghi (presidente do BCE) para a moeda e as taxas futuras. O euro está no maior nível desde fevereiro e o BCE não dá sinais de mais flexibilização monetária no curto prazo. Ademais, o pagamento das LTROs (operações de refinanciamento de longo prazo) em mãos dos bancos ao BCE representa, na prática, menos liquidez disponível; 2) PIB chinês teve expansão de 7,8% no 3º trimestre, superando as expectativas, o que é bom para países como o Brasil. A muito o que acompanhar no front internacional até o final do ano. O que olhar na semana? uma série de indicadores econômicos nos EUA: o mais importante é o relatório oficial de emprego (payroll), amanhã. Na quinta, o índice de atividade dos gerentes de compra (PMI) da indústria. Destaque também para importantes balanços. Na Europa, confiança do consumidor em outubro, PMI composto da zona do euro e PIB do Reino Unido. Na Ásia, o destaque é o PMI industrial da China deste mês. Gráfico G1- China: PMI vs PIB Gráfico G2- China: Vendas ao Varejo e Produção Industrial PIB YoY PMI Manufacturing Vendas a Varejo (% YoY) Produção Industrial (% YoY) Milhares Economia Brasileira No cenário doméstico, tivemos uma série de indicadores publicados na semana passada, com destaque para a Ata da reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central (COPOM), a prévia da inflação oficial (IPCA-15), o número de criação de vagas formais de trabalho (CAGED), o dado de vendas a varejo e o IBC-BR (proxy do PIB, medido pelo BC). Começando pela Ata, os parágrafos mais relevantes foram o 27 e o 28. No primeiro, explicita-se que a elevada variação dos índices de preços ao consumidor nos últimos doze meses contribui para que a inflação ainda mostre resistência . A palavra ainda foi uma novidade. Já a piora na percepção dos agentes quanto à inflação, que aparecia em agosto (parágrafo 25), foi retirada. O BC afirmou também que nesse contexto, inserem-se também os mecanismos formais e informais de indexação e a percepção dos agentes econômicos sobre a dinâmica da inflação . Tendo em vista os danos que a persistência desse processo causaria à tomada de decisões sobre consumo e investimentos, na visão do Comitê, faz-se necessário que, com a devida tempestividade, o mesmo seja revertido , completou, ainda no parágrafo 27. No de número 28, disse ser apropriada a continuidade do ritmo de ajuste do aperto monetário em curso. Aliás esse parágrafo é dos mais importantes porque dá a noção de continuidade que o mercado já tinha incorporado do documento divulgado na quarta-feira passada. Ao sinalizar 0,50 pp em novembro, o BC quebra o paradigma de que sofre pressões políticas. Isso somado com a citada inflação ainda resistente, nos fez revisar em alta a projeção para a Selic, de 9,75% no fim deste ano para 10,25% ao ano, em janeiro do ano que vem. Em relação à prévia do índice oficial de inflação, a aceleração observada no IPCA-15 de outubro na margem, para 0,48% ante 0,27% no mês anterior, foi impulsionada pelas altas nos grupos de alimentação e habitação. Juntos, Gráfico G3- Brasil: CAGED e TX. De Desemprego eles formaram 56% do índice do mês, com impactos de 0,17 ponto porcentual e de 0,10 ponto porcentual, respectivamente. Na taxa 12 meses até outubro, contudo, o IPCA-15 desacelerou para 5,75%, ante 5,93% até setembro. A alta nos preços em alimentação foi de 0,70%, contra apenas 0,04% no IPCA-15 de setembro. Já no que tange o CAGED, a informação foi surpreendente com a geração de empregos com carteira assinada em setembro (a expectativa era criação de 150 mil vagas). Destaca-se o desempenho do comércio, com um saldo líquido de vagas - ante vagas em igual mês de 2012 o que pode sinalizar falta da mão de obra no setor para o Natal. Nessa mesma linha, cita-se ainda o avanço de 0,9% nas vendas do varejo em agosto ante julho, apontada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), para justificar o cenário positivo do comércio. Por fim, o IBC-Br subiu 0,08% em agosto em relação ao mês anterior, revertendo parte da queda, de 0,34%, de julho ante junho (dado revisado), na série com ajuste sazonal. A alta do indicador ficou abaixo da mediana das projeções dos analistas (+0,20%), o que deve levar a alguma retração na margem da economia brasileira no terceiro trimestre, após forte expansão no segundo trimestre. No entanto, como citamos no começo do texto, essa relativa acomodação da atividade, não deve impedir atuação de política monetária do Banco Central (que como mencionamos, deve vir com alta de 0,50 p.p e novembro e 0,25 p.p. em janeiro). A conferir. O que olhar na semana? A arrecadação federal em setembro além da taxa de desemprego do mesmo mês. Além disso, saem Dívida Pública Federal de setembro as transações correntes e Investimento Estrangeiro Direto (IED) em setembro. Gráfico G4- Brasil: IPCA Meses 8,00% ,0 7,0 6,00% 5,75% 0 4,0 4,00% CAGED 12 Meses Taxa de Desemprego 2,00% jan-09 out-09 jul-10 abr-11 jan-12 out-12 jul-13 Página 3 de 6 Mercados BOLSA A bolsa de valores de São Paulo, tem boas chances de chegar à quarta alta mensal consecutiva. É verdade que o desempenho recente do mercado não é suficiente para reverter as perdas acumuladas no ano (no fechamento da última sexta-feira o índice acumulava em 2013 queda de 9,14%), no entanto, alguns pontos positivos chamam a atenção, a saber: a) a mudança da composição societária da OGX parece ter agradado os mercados e os papéis da empresa registram alta de 95% na última semana; b) os estrangeiros ampliaram as apostas na alta do índice futuro até o dia 18 estavam R$ 1,5 bi comprados no derivativo; c) o comprometimento do BC e Fazenda na gestão da política monetária e fiscal, após a revisão das expectativas de importantes agências de risco em relação à nota soberana brasileira parece ter tido efeito, e o EMBI Brasil (indicador de risco país), voltou a ceder após atingir a máxima do ano em junho. Estas variáveis, assim como os números de atividade melhores do que se temia no momento de maior pessimismo com o país em meados do ano, justificam a recente evolução positiva do índice. Entretanto, a solidificação do crescimento econômico é condição necessária para um melhor desempenho da Bovespa. Under Over CÂMBIO A resolução temporária do impasse político para a questão fiscal dos EUA trouxe melhora na percepção de risco dos investidores. Diante do provável adiamento da reversão dos estímulos monetários praticados na maior economia do planeta, capitais voltaram a fluir às economias emergentes. Isto, somado às recorrentes atuações do BC brasileiro no mercado futuro de moedas (diariamente a instituição oferta swaps cambiais) e a alta da taxa básica de juros (há sinais de novo aumento de 0,5 ponto percentual da taxa Selic), que eleva o custo de oportunidade de se apostar contra o Real, foram suficientes para trazer a paridade R$/US$, no decorrer da semana que passou, ao patamar de R$ 2,15. Algo inimaginável para os mais pessimistas há apenas dois meses (apregoavam que R$ 3,00/dólar era algo provável para o final de 2013). No curtíssimo prazo, a moeda brasileira pode se valorizar ainda mais, mas esse não é nosso cenário base. Seria positivo para fins de controle da inflação, mas prejudicial à competitividade da indústria local. No médio prazo, acreditamos que a moeda local se encaminhe para uma paridade entre R$ 2,30 R$ 2,40 por dólar, à medida em que a economia dos EUA consolide um ritmo consistente de crescimento, como se antevia antes da recente crise fiscal. Nada que se pareça com os exageros recentes do mercado. Under Over JUROS A curva de juros doméstica apresentou aumento generalizado de seus rendimentos em resposta à Ata do Copom que, ao manter um conteúdo próximo ao observado no documento anterior, elevou as apostas do mercado em relação a novo aumento de 0,5 ponto percentual da taxa Selic no próximo encontro da instituição (o que levaria a taxa básica de juros local aos 2 dígitos). A mediana das expectativas da taxa básica de juros para o fim deste e do próximo ano, pela pesquisa Focus, se deslocou de 9,75% (patamar observado nos últimos 2 meses) para 10% e 10,25% ao ano, respectivamente. A nosso ver, a postura mais austera do BC é justificada. No entanto, não podemos desprezar que parte das pressões inflacionárias de curto prazo estão correlacionadas a choques nem sempre combatidos pelos métodos convencionais de política monetária. Exemplo: a expressiva desvalorização cambial ocorrida em setembro foi revertida por atuações do BC no mercado de moedas e pela mudança do discurso do Federal Reserve (Fed- banco central dos EUA), em relação ao prolongamento da política de expansão monetária. A questão a se fazer agora é se o mercado não está exagerando nas perspectivas de alta da taxa Selic, na medida em que o IPCA pode ficar, neste ano, abaixo do que se viu em Além disso, o PIB não deve ser muito diferente em 2014 do que será em 2013 (perto de 2,5%) e a grande (e inflacionária) desvalorização do Real tem sido controlada. Os exageros começam a existir e as oportunidades de maior inversões de recursos em prefixados e títulos vinculados à inflação também. Juros Pré-Fixado Inflação Under Over Under Over , , , , , , ,00 jan-11 jul-11 jan-12 jul-12 jan-13 jul-13 Bovespa Média 6 M Desv + Desv - -14,65 Variação moedas em relação ao Dólar (YTD) -11,73-8,82-7,23-5,91-4,08-1,87-1,69-1,39-1,29-0,67 0,22 0,54 1,01 2,76 2, ,40 11,90 11,40 10,90 10,40 9,90 9,40 8,90 8,40 Fonte: Bloomber, 21/10/2013 às 07:00 Rand sul-africano Iene Dólar australiano Coroa norueguesa Real Dólar canadense Dólar de Cingapura Libra esterlina Dólar de Taiwan Peso mexicano Won sul-coreano Coroa sueca Franco suíço Dólar neozelandês Euro Coroa dinamarquesa 18/10/ /10/ /10/2013 Indicadores e Cotações F EC HA M EN T O N A SEM A N A N O M ÊS N O A N O 3 M ESES 6 M ESES 12 M ESES IBOV ,19% 5,81% -9,14% 13,44% 0,90% -7,29% S&P ,42% 3,74% 22,32% 3,08% 10,50% 19,70% DOW JONES ,07% 1,78% 17,52% -1,08% 4,62% 13,66% NASDAQ ,23% 3,79% 29,63% 9,36% 19,73% 27,38% M SCI WORLD ,62% 3,53% 19,40% 5,16% 10,69% 19,30% C OM M OD IT IES: PETRÓLEO 10 0,8 1-1,19% -1,49% 7,84% -3,24% 13,19% 6,82% OURO ,6 0 3,66% -0,93% -22,03% -1,54% -6,97% -25,18% CRB COM M ODITIES 287 0,11% 0,48% -2,74% -1,28% 2,11% -7,07% M OED A S: REAL / DOLAR 2,170-0,28% -2,12% 5,77% -1,98% 7,29% 7,05% DOLAR / EURO 1,3 7 1,06% 1,18% 3,74% 3,51% 5,32% 4,74% JU R OS PÓS F IX A D OS: DI OVER 9,3 2 % 0,18% 0,45% 6,38% 2,10% 4,07% 7,93% FED FUND 0,2 5% 0,00% 0,01% 0,20% 0,06% 0,12% 0,25% JU R OS PR É F IX A D OS: PRÉ DE ANO 10,3 9 % 0,15% 0,31% 3,25% 1,38% 2,44% 3,12% LIBOR 6 M ESES 0,3 6 % 0,00% -0,01% -0,15% -0,04% -0,07% -0,21% TREASURY 10 ANOS 2,58 % -0,11% -0,03% 0,82% 0,07% 0,87% 0,74% SEGUNDA TERÇA QUARTA QUINTA SEXTA Agenda Semanal Produção industrial SAZ M/M EUR Aug -- -1,50% ++ Criação de empregos formais Total BRA Sep Vendas a varejo M/M BRA Aug 0,40% 1,90% ++ Vendas no varejo A/A BRA Aug 5,30% 6,00% +++ Índice Empire State, manufatura em Nova York EUA Oct 8 6,29 ++ IPC A/A EUR Sep F 0, IGP-10 Inflação FGV M/A BRA Oct -- 1,05% + IPC M/M EUA Sep 0,20% 0,10% +++ U.S. Federal Reserve Releases Beige Book EUA 00/jan Atividade econômica M/M BRA Aug -- -0,33% + COPOM Monetary Policy Meeting Minutes BRA 00/jan Construção de casas novas EUA Sep 913K 891K +++ Licenças p/construção EUA Sep 935K 918K ++ Produção industrial M/M EUA Sep 0,40% 0,40% +++ PIB A/A CHI 3Q 7,80% 7,50% +++ Produção industrial A/A CHI Sep 10,20% 10,40% ++ Vendas no varejo A/A CHI Sep 13,40% 13,40% ++ IPCA-15 (MoM) BRA Oct -- 0,27% +++ IPCA-15 Inflação IBGE A/A BRA Oct Página 5 de 6 INFORMAÇÕES IMPORTANTES AO INVESTIDOR Este material, meramente informativo, foi preparado pela área de Estratégia do Votorantim Private Bank e não se caracteriza como relatório de análise, para fins da Instrução CVM nº 483/2010, e, não foi produzido por analista de valores mobiliários. As informações contidas neste material foram obtidas por meio de comunicação de acesso público, tais como jornais, revistas, internet entre outros, de forma aleatória. Tais informações estão sujeitas a alterações, a qualquer momento, sem que haja necessidade de comunicação neste sentido. Apesar das informações aqui contidas terem sido obtidas de fontes consideradas confiáveis, a área de Estratégia não pode garantir a precisão e veracidade das mesmas. As recomendações de alocação deste documento refletem única e exclusivamente a opinião pessoal dos profissionais da área de Estratégia do Votorantim Private Bank, de modo que as recomendações foram elaboradas de forma independente e autônoma com relação às demais áreas da Votorantim Asset Management DTVM Ltda., ao Banco Votorantim S.A. e demais empresas do Consolidado Econômico Financeiro Votorantim. 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