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Revista Entre Lagos Edição 111

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1. Brasília/DF, Agosto de 2015 Ano XIII - Edição 111 Publicação mensal Os 50 anos da Jovem Guarda. Página 22 Roberto Nogueira ZICO,eterno ídolo quer presidir a…
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  • 1. Brasília/DF, Agosto de 2015 Ano XIII - Edição 111 Publicação mensal Os 50 anos da Jovem Guarda. Página 22 Roberto Nogueira ZICO,eterno ídolo quer presidir a FIFA O mundo gira, a bola rola, o futebol brasileiro despenca e a Se- leção já não é mais aquela. Mas alguns ídolos continuam de pé, e entra ano sai ano eles continuam alegrando corações e mentes mundo afora. Um deles é Zico, o Galinho de Quintino que foi con- sagrado pelo Flamengo e continua sendo amado pela torcida. Dia desses esteve em Brasília a convite do SEBRAE e inaugurou, em Taguatinga, uma exposição itinerante mostrando sua arte, o fute- bol. Nesta edição Zico fala sobre isso, e confirma que quer presidir a FIFA. Está em campanha, pra valer. Páginas 28 a 31 HENRIQUE ALVES Acessibilidade, tem que melhorar. Página 6 Equipe de Brasilia, Marcelo Pahl, Felipe Terrana, Paulo Guimarães, Rafael Poubel, Marcelo Bosi e Caio Nascimento, faz sucesso na canoagem Havaiana. Páginas 34 e 35
  • 2. Diretor Responsável: José Natal Edição: Kátia Maia Projeto gráfico e diagramação: Evaldo Gomes de Abreu Impressão: Gráfica e Editora Ideal Ltda. Colaboradores: Alexandre Garcia, Luís Natal, Ricardo Noblat, José Fonseca, Sheila D´Amorim, Wilson Ibiapina, Milton Seligman, MônicaWaldvolgel, Mayrluce Vilella, Paulo Pestana, Silvestre Gorgulho, Heraldo Pereira, Gilnei Rampazzo, Fernando Guedes, Christiane Samarco, Greicy Pessoa e Silvia Caetano. CHRIS NASCIMENTO/SÃO PAULO FABIANA FERNANDES/CURITIBA ENTRE LAGOS/RIO Editora: Dayse Nascimento (02121 7854 4428) Colaboradores: Carlos Sampaio, Cássia Olival, Ronsangela Alvarenga, Paulo César Feital, Daisy Nascimento e Luis Augusto Gollo. www.revistaentrelagos.com.br Expediente Rio Grande Comunicação S/S Ltda • SHCN CL quadra 211 Bloco A, Nº 10 - Sala 218 - Brasília - DF. CNPJ: 33.459.231/0001-17 • Tel.: (61) 8170.3702 - 3366.2393 A FOTO DO FATO A FOTO DO FATO A FOTO DO FATO A FOTO DO FATO André Gustavo Stumpf Jornalista Anuncie aqui! A Revista Entre Lagos possui 10 anos de tradição. É distribuída gratuitamente em pontos comerciais e órgãos públicos.61 8170 3702 www.revistaentrelagos.com.br AS CULPA É DE TODOS NÓS... Dias atrás o mundo, chocado, viu as imagens do corpo do menino Aylan Kurdi, de 3 anos estirado nas areias da Praia de Bodrun, na Turquia. Ele, o irmão de 5 anos e a mãe morreram afogados após cairem do barco em que tentavam fugir do Esta Islamico. O pai, desesperado, não conseguiu segura-los. Outras imagens parecidas invadem as redes sociais e as agencias de noticias, num registro macabro da fuga do imigrantes que buscam trabalho e a paz na Europa. Milhares já morreram, vítimas da arrogancia, irresponsabilidade, preconceito e de regimes radicais. De certa forma, todos nós temos uma parcela de culpa nessa tragédia. Omissão? Talvez... A política brasileira está resvalando para o perigoso terreno da galhofa. Ninguém se entende. E, mais sério, as autoridades se desentendem em público. Cada um aponta numa direção. É um primarismo absurdo. Ações provincianas, respostas incompletas e súbitas correções de rumo que desmentem, dia após dia, o que foi decidido antes. A presidente Dilma assume os microfones para dizer que há sinais de que a inflação está em queda. Ela, provavelmente, não frequenta supermercados, não vai à feira, nem paga as suas viagens. O dólar turismo passou dos quatro reais. Trata-se do sinal mais evidente de que o poder central se desestabilizou. Não há mais comando, nem aquela instância decisória que coloca o ponto final nas discordâncias. A presidente insiste em falar de impro- viso, e cometer absurdos verbais, envolve-se até na questão dos taxis. Ela manifestou sua opinião contra o Uber. É um debate municipal, não é federal. Mas ela não resiste a dar seu palpite. Ela passa a impressão de que perdeu o controle das ações políticas de seu governo. E tenta criar uma realidade inexistente. Esse é fenômeno que ocorre no final dos regi- mes. No Brasil, o presidente João Baptista Figueiredo, que como Dilma não tinha prévia experiência políti- ca, se perdeu nos últimos anos de seu governo. Disse que preferia o cheiro de cavalo ao cheiro do povo. Sofreu violento infarto, mas detestava seu vice Aure- liano Chaves. Não renunciou. Foi mantido no poder por intermédio de um arranjo de gabinete. Mandava quase nada. Terminou sua administração brigado com quase todos à sua volta. Não passou a faixa presiden- cial para seu sucessor, José Sarney. Saiu pela porta dos fundos do Palácio do Planalto. Foi morar no Rio de Janeiro, onde passou a dar furiosas entrevistas contra os políticos. Estava falando, literalmente, sozinho. Morreu isolado. Sem entender o que havia acontecido em seu país. A pre- sidente Dilma Rousseff concordou em enviar para o Congresso o já famoso orçamento que prevê déficit Vácuo de 30 bilhões de reais. Não é um problema tão sério quanto se supõe. Nos Estados Unidos, o orçamen- to contempla déficit de um trilhão de dólares. Vários países são deficitários. Uma das teorias econômicas sustenta até que esse resultado é positivo para financiar o desenvolvimento da economia. O problema não é econômico. É político. Joa- quim Levy, ministro da Fazenda, fez circular no Planal- to, nesta semana, que estava disposto a deixar o car- go e retornar a seus afazeres usuais, além de velejar na baía da Guanabara e passar um tempo em Washin- gton, com a mulher e as filhas. Duas coisas acontece- ram. A presidente Dilma decidiu mandar uma espécie de complemento à peça orçamentária. Retificou a pri- meira versão. Em seguida, convocou Levy e Nelson Barbosa para, lado a lado, exibirem a mesma opinião. Em São Paulo, o vice-presidente Michel Temer disse que com baixíssima popularidade é difícil chegar ao final do mandato. Isso ocorreu depois de ter convidado o pró- prio vice-presidente Michel Temer para reassumir o cargo de articulador político do governo. Recebeu um retumbante não e ainda teve que ouvir lamentos e ressentimentos por causa da eventual sabotagem que o ex-operador sofreu no seu curto mandato. A pre- sidente reconheceu, implicitamente, seu isolamento. Se o poder perde substância começam a surgir even- tuais substitutos em polos distintos. A natureza tem horror ao vácuo. John Maynard Keynes afirmava que a economia capitalista iria bem se os empresários entendessem que ela estivesse no caminho certo. No sentido con- trário, os números irão mal quando os empresários assim acharem. Ninguém investe sem esperança, sem expectativa de que vai receber a devida recompensa. Essa é a crise. Na discussão sobre novos impostos o governo se mostrou dividido. Eventuais investidores não confiam nas soluções. E os números pioram a cada dia. Esse é labirinto de Dilma. Ela precisa assu- mir a presidência da República. Esse vai e vem está destruindo o que restou da boa economia brasileira, a sétima maior do mundo, com ótimo mercado consu- midor. Mas o desalento fez as máquinas pararem. E o pessoal parou de comprar. As agências de risco acompanham a relação entre dívida e produto interno bruto para manter ou tirar o grau de investimento do Brasil. A operação lava jato caminha com seu ritmo próprio. A superação das crises econômica e política só poderá decorrer da ação presidencial e de suas circunstâncias. A crise está ali. 2 3AGO / 2015 Revista Entre LagosRevista Entre Lagos AGO / 2015
  • 3. A presidente da Câmara Legislativa, Celina Leão, fez duras críticas ao excesso de burocracia, que tem travado a atividade econômica da Capital do Brasil. Ela foi a convidada dos membros do LIDE BRASÍLIA para o almoço- debate, realizado no Hotel Kubitschek Plaza. Além da presença de mais de 40 associados do grupo, o evento foi prestigiado pelo secretário de Justiça do DF, João Carlos Souto, e pelos deputados distritais Bispo Renato e Raymundo Ribeiro. A deputada foi saudada pelo presidente do LIDE BRASÍLIA, Paulo Octavio, que fez duras críticas ao tratamento dado ao setor produtivo no Brasil. “Vivemos um momento terrível. A burocracia está tomando conta do estado. Em Cingapura, um projeto demora uma semana para ser aprovado. Aqui, mais de três anos», alertou.    Logo em seguida, a deputada Celina Leão fez sua apresentação inicial, falando do trabalho conjun- to comosetorprodutivo.“Nóstemos15proposições em que há convergência para desenvolvimento do setor produtivo; sete delas são para aprovação ime- diata. Fechamos um acordo no colégio de líderes em relação aos itens onde houvesse consenso, para levar à votação, dando o parecer que caberia às co- missões no plenário. Não vou citar todos, mas esta foi a primeira ação”, detalhou. Outro ponto impor- tante abordado pela presidente da Câmara Legisla- tiva é a questão da licença ambiental que, segundo ela, é “demorada, lenta e burocrática”, como citou aos empresários. “Preparamos um grupo que ana- lisou e detectou vários entraves na liberação da li- cença e encaminhamos uma proposta ao Executivo, para que ele o encaminhe à Câmara, já que isso é iniciativa daquele poder”, destacou. Ela também cri- ticou duramente a situação do Instituto Brasília Am- biental (Ibram). “Descobrimos que o Ibram está lota- do, com mais de 3 mil licenças ambientais, para sete, oito técnicos liberarem. Um cenário destes precisa de solução. Vamos contratar técnicos, consultoria? Não dá é para não resolver”, avaliou.  A deputada lembrou ainda a necessidade de aprovar a legislação que trata da Zona Azul de esta- cionamento, reivindicação da Associação Comercial do DF. “Temos mais de mil comércios fechados no DF, dificuldade de estacionar e o estado sem recursos. A Celina Leão ataca burocracia em almoço do LIDE BRASÍLIA  Presidente da Câmara Legislativa fala da aliança com o setor produtivo para reduzir medidas que atravancam o desenvolvimento no DF possibilidade de criar a zona Azul traz recursos para o governo e permite o giro da economia também”, avaliou. Ela também lembrou ao apoio ao projeto de cooperativismo, que já entrou na pauta, e o da política industrial, que aguarda a proposta da Fibra.”Quanto ao projeto de desburocratização, já recebemos a mi- nuta dos presidentes do Sinduscon-DF (Sindicato da Indústria da Construção Civil no DF) e da Ademi-DF (Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do DF). Nós esperaremos até o fim de agosto e devemos cobrar este projeto do governo, que fala sobre alvará, habite-se e a simplificação do RIT. Sobre este ponto, há uma divergência na Câmara se podemos legislar. A CCJ acredita que poderíamos fazer o projeto, pois ele não fala de recursos. Mas há uma corrente que defende que isso venha do Executivo”, acrescentou.  Após a exposição da deputada, o primeiro a perguntar foi o próprio Paulo Octavio, que lembrou que, em 2009, a folha de pagamento de servidores no DF chegava a R$ 10 bilhões. Hoje, está na casa dos R$ 25 bilhões. Segundo a deputada, o DF teve um cresci- mento vegetativo da folha de pagamento exponencial, contratações na área de saúde e o reajuste dos médi- cos - cujo impacto foi de R$ 400 milhões, fora novas contratações. Mas ela reconheceu que a folha de pa- gamento está sem controle, culpando o Governo de Agnelo Queiroz (2006-2010) por isso.  “O Estado mandou para a Câmara Legislativa, na gestão passada, 40 projetos de lei dando aumento para categorias, acho que numa tentativa de ganhar a eleição em cima do servidor público. O servidor tem de ser valorizado, mas só se pode dar aumento para todos se houver caixa para isso. E o estado não tinha caixa. E não eram leis inconstitucionais, mas irres- ponsáveis porque o governo mandou para a Câmara sem ter recurso. Tive o cuidado de falar isso com o governador Rolemberg em outubro, pois eu sempre fiscalizei muito. Quando chegou a folha de pagamento de março de 2014, gastávamos o dinheiro do Fundo Constitucional e completávamos com mais R$ 500 milhões. A arrecadação era de R$ 1 bilhão e sobra- vam R$ 500 milhões para investimentos. Em agosto, estávamos arrecadando o mesmo valor e comple- mentávamos a folha com R$ 980 milhões. A conta não fecha. Foi algo muito sério o que ocorreu, uma irresponsabilidade muito grande do gestor. Acredito que vamos demorar um tempo para recompor os co- fres públicos”, disparou. Perguntada por Ericksson Blum, do Hospital Brasília, que espantou-se com o alto gasto da folha e a falta de pessoal em autarquias, se o Estado es- taria insolúvel e quais seriam as medidas para evitar a evasão da classe empresarial para outras unidades da federação, a presidente da Câmara Legislativa dis- se que, apesar das limitações do papel da Casa, há medidas sugeridas. “Minimizar a burocracia para a aprovação de projetos é um dos caminhos. E a infor- matização tem de ocorrer. Quatro meses atrás, eu avisei que não iria funcionar o processo de centraliza- ção doa alvarás. Isso não vai funcionar nunca. O GDF precisa investir em gestão e eficiência e minimizar os processos. Hoje, o servidor público tem temor de assinar, com medo de ser processado. Mas se ele ti- ver uma lei reduzida e clara, ele pode assinar. Só que uma lei leva para outra, e esta leva para um decreto. É preciso uma organização legislativa, mas nós não po- demos iniciar este processo, pois teríamos um vício de origem”, alertou. O presidente do Sinduscon-DF, Luiz Carlos Botelho, fez duras críticas ao secretário de Habita- ção, Thiago de Andrade, acusando-o de descumprir o que ficou acertado com o setor da construção civil, no sentido de desburocratizar a emissão de licenças e alvarás, responsabilizando-o pela paralisia no seg- mento até, pelo menos, o final do primeiro semestre do ano que vem, no que chamou de um “genocídio econômico”, com mais de uma centena de projetos parados nas pranchetas das empresas. Logo em se- guida, Paulo Muniz, presidente da Ademi-DF, criticou a estrutura da secretaria, com excesso de poderes, afirmando que juntar planejamento e execução é um desastre administrativo. A deputada concordou com as críticas feitas, e destacou que o perfil dele é técni- co. “O tempo dele é um tempo burocrático e se ele não dá conta da missão, ou ele pede para sair ou cum- pre a missão, que é resolver o problema”, afirmando estar disposta a acompanhar o presidente da entidade em encontros com o governador. 4 5AGO / 2015 Revista Entre LagosRevista Entre Lagos AGO / 2015
  • 4. Q uando assumi a Presidência da Câmara dos Deputados, tive a oportunidade de mudar uma realidade que há décadas prejudicava parlamentares cadeirantes no acesso à Tribuna. Fechamos a plenária por três meses para colocação de rampas de acesso, garantindo um direito básico para os que dependiam de cadeiras de roda para se locomover. Ações muitas vezes simples fazem a diferença no cotidiano das pessoas com algum tipo de deficiência.   Encarar com seriedade e da forma mais ampla possível a acessibilidade é uma medida cidadã, que, no mercado de turismo, além de ser necessária rende ganhos de imagem e financeiros para os empresários. Atualmente, o Brasil tem mais de 45 milhões de pes- soas com deficiência. Estamos falando um mercado gigante que, infelizmente, ainda não recebe a atenção que merece. Estamos falando, como base de compa- ração, de um contingente equivalente a toda a popu- lação da Argentina e maior que a da Polônia. Recentemente o Ministério do Turismo lançou o site Turismo Acessível voltado às pessoas com de- ficiência. Desde a sua criação, o site já registrou mais de 1,3 milhão de acessos e ficou com a segunda colo- cação na última edição do Prêmio Nacional de Acessi- bilidade na Web, categoria site governamental. Acessibilidade: uma rampa, um site e empregos Ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves O site foi uma iniciativa do ministério para mo- bilizar todos os envolvidos na cadeia do turismo. Do lado do cidadão, ele pode avaliar empreendimentos e atrativos turísticos sob a perspectiva da acessibilida- de. Do ponto de vista dos empresários, donos desses estabelecimentos, as informações obtidas através do site ajudam na tomada de decisões e possíveis ade- quações de seus espaços. Em setembro, pela primeira vez, o Ministério do Turismo vai participar do Dia D, em 25 de setem- bro, uma iniciativa do Ministério do Trabalho e Em- prego para ajudar a posicionar as pessoas com defi- ciência no mercado de trabalho. Vamos juntar as duas pontas interessadas: de um lado estimulando empre- sários a abrirem espaço para este público e, de outro, sensibilizando os trabalhadores para a oportunidade. Por meio das redes sociais, do portal institu- cional e de e-mails marketing vamos difundir a infor- mação certos do engajamento dos meios de comuni- cação no processo. Todos sairão ganhando, não tenho dúvida. Ações simples podem fazer a diferença na vida de milhões de pessoas. Que venham mais rampas, si- tes e empregos para dar dignidade e contribuir para tornar o mundo mais amigável a esses brasileiros. Num ano pré-olimpíada e paralimpíada, não há mais tempo a esperar. www.tassalarmes.com.br PROMOÇÃO DE CFTV! Na aquisição de um Circuito Fechado de Televisão com até 6 câmeras digitais, receba GRÁTIS: - um sistema de alarme monitorado, ou - um rastreador veicular. Acesse www.tassalarmes.com.br para obter os detalhes desta promoção da TASS. 6 7AGO / 2015 Revista Entre LagosRevista Entre Lagos AGO / 2015
  • 5. R enata* abraçou os próprios braços em um gesto de angústia. Encontrávamo-nos na varanda do meu escritório. Eram quase seis horas da tarde, mas o sol já se escondia. Ali mesmo, Renata me confiou suas inquietações profissionais. Quais os talentos especiais diferenciam os que são bem sucedidos nos negócios, daqueles que falham? Por que alguns, mesmo com boas formações acadêmicas, falem uma empresa? Quais capacidades possibilitam que alguns levem empresas medíocres a serem grandes e prósperas corporações? A resposta não é apenas sorte. Existem algu- mas qualidades que permitem as pessoas atenderem às complexas exigências dos negócios. Essas qualida- des estão nas equipes espetaculares e empresas ex- cepcionais. Existe uma inteligência para negócios. Estudiosos como Howard Gardner há muito tempo mudou a maneira como se entendia a inteli- gência quando explicou que existem vários tipos de in- teligência que incluem habilidades corporais, musicais. Coach pela Sociedade Brasileira de Coaching e Behavioral Coaching Institute, Mestre em Sociologia/ UNB, Doutoranda em Psicologia Organizacional/ UNB, Tetracampeã Mundial de Karate e de Kickboxing. Email: carla@ carlaribeiro.com.br Carla Ribeiro Quais as qualidades necessárias para ter um negócio próspero• O que especificamente você está buscando? • Não me sinto realizada onde trabalho. Estou suportando porque preciso do salário... ganho pouco...não estou satisfeita com meu salário...não mesmo. Acho que ter meu negócio. No caso da inteligência para negócios é a ca- pacidade de resolver problemas, encarar desafios ou criar produtos de valor. Ou seja, esse talento é essen- cial para o sucesso no mercado: superar os obstáculos e as crises com habilidade, responder no tempo ne- cessário, sempre agregando valor aos negócios. Verificamos que os indicadores mais impor- tantes do sucesso são os talentos, que diferenciam o ótimo do medíocre. Para cultivar os pontos fortes é preciso desenvolver essas habilidades. Existem aptidões que distinguem os indivíduos de alto desempenho dos medianos dentro de uma or- ganização. Quando elas são harmonizadas criam uma atitude profissional de sucesso. Conforme mudamos de cargo, de funções existem novas habilidades que precisamos desenvol- ver. Trata-se de um aprendizado contínuo. Percebe- -se que hoje em dia não se consegue ter domínio de todos os elementos da inteligência nos negócios. A boa notícia é que podemos e devemos contar com a expertise de outros. Isso não invalida a necessidade de se buscar constantemente os conhecimentos necessários para se ter êxito. Os melhores nos negócios sabem quais conhecimentos precisam ter e como usá-los. Em suma, o essencial é saber o que deve ser feito em seguida! É isso aí! Viva apaixonadamente e seja feliz! O colesterol alto é silencioso e se torna perceptív
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