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SAFETY MEMO. Divulgação de Segurança Operacional Nº 06/GSO/ PDF

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Página: 1/6 Divulgação de Segurança Operacional Nº 06/GSO/2015 Data: 10/09/2015 Distribuição: FGA ATD MNT UOH ASSUNTO: JET BLAST E SUAS CONSEQUÊNCIAS Jet Blast é o fenômeno do movimento do ar produzido
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Página: 1/6 Divulgação de Segurança Operacional Nº 06/GSO/2015 Data: 10/09/2015 Distribuição: FGA ATD MNT UOH ASSUNTO: JET BLAST E SUAS CONSEQUÊNCIAS Jet Blast é o fenômeno do movimento do ar produzido pelos motores de aeronaves a jato e a hélice, especialmente antes da decolagem ou no início do taxi para quebra da inércia, onde é necessário aplicar mais potência. Um grande avião a jato pode produzir ventos de até 100 mph (160 km / h) até 200 pés (60 m) para trás, na sua potência máxima. Jet Blast pode ser perigoso para as pessoas ou outros objetos desprotegidos que estejam posicionados na parte traseira de uma aeronave, e é capaz de destruir edifícios e veículos. Os rotores dos helicópteros também são capazes de gerar ventos significativos e são chamados de downwash. Alguns aeroportos possuem placas informando tal perigo devido a proximidade de áreas onde as estradas ou as pessoas possam estar no caminho. Página: 2/6 Histórico número 1: Ao realizar a decolagem vertical da 1ª posição do pátio em Congonhas, o helicóptero realizou um pairado por aproximadamente 3 minutos e efetuou um giro de 180º, chegando próximo de um King Air que se encontrava estacionado ao lado (posição de número 2). Neste momento um grande fluxo de ar deslocou o equipamento GPU, que se encontrava calçado apenas em uma das rodas, fazendo com que atingisse a pá de hélice do motor número 2. Histórico número 2: Durante a aproximação final para pouso no heliponto da Líder em Congonhas, o piloto realizou manobras com o intuito de desviar de algumas pipas. Esta manobra fez com que a aeronave passasse mais baixo, o que acabou por passar próximo de algumas árvores e casas da comunidade ao redor do heliponto, o que ocasionou o destelhamento das mesmas e provocando a queda de algumas telhas sobre os carros do estacionamento dos funcionários da Líder. Quatro dos carros que estavam no estacionamento da Líder, ficaram avariados. Página: 3/6 Histórico número 3: A aeronave Embraer Legacy 135 estava posionado no pátio INFRAERO em Belém, na posição 10 e por volta das 18h20 horas local, ao iniciar o taxi, ao dar potência para fazer a curva, acabou por gerar um jet blast, ocasionando danos à porta de materiais da GOL Linhas Aéreas, a qual encontrava-se entreaberta. Histórico número 4: O helicóptero Bell 407 encontrava-se estacionado no spot 06 do Heliponto, com o GPU acoplado. Enquanto preparava-se para efetuar a partida do motor, ocorreu a movimentação de dois outros helicópteros, gerando um forte fluxo de ar que ocasionou a movimentação do GPU em direção ao helicóptero estacionado, quebrando a sua janela vigia inferior direita. Página: 4/6 Histórico número 5: Aeronave modelo Global Express durante o taxiamento para a posição 60 do pátio 06 da Inframerica a mesma foi redirecionada para o pátio da Líder, nesta ocasião, o Jet Blast da aeronave ocasionou danos materiais no hangar ao lado. Histórico número 6: A aeronave Beech Aircraft 400A estava em nosso pátio e ao iniciar o táxi em direção à taxiway dada pelo auxiliar de pista, a tripulação deu muita potência, gerando Jet Blast para dentro do hangar, que derrubou os postes delimitadores que ficam em frente a sala VIP. Não houve danos em aeronaves e pessoas não foram atingidas. Página: 5/6 Histórico número 7: Empresa terceirizada contratada para instalar os portões no hangar II (manutenção) estava utilizando uma espécie de quadro de avisos com rodas em sua estrutura e uma chapa de madeira para proteger as aeronaves e pessoas que estavam dentro do hangar dos detritos gerados pelas obras. Com uma intensidade maior do vento agindo sobre estes objetos, os mesmos vieram a cair sobre a parte dianteira da aeronave (King Air C90GT) danificando o tubo de pitot e o radome. Principais Fatores Contribuintes: 1. Forte fluxo de ar proveniente das aeronaves e/ou condições meteorológicas; 2. Fatores Humanos: Baixo alerta situacional, esquecimento, cansaço, stress, pressa, etc.; 3. Não utilização de calços; 4. Movimentação de aeronaves no pátio; 5. Falta de treinamento; 6. Alta potência nos motores; 7. Sopro de rotor (helicópteros). Alerta de Segurança Operacional Durante a operação das aeronaves, ficar atento quanto a pessoas e equipamentos próximos à mesma, garantindo que os equipamentos estejam protegidos e calçados e pessoas atentas à movimentação e fluxo de ar, mantendo uma distância de segurança. Calçar as rodas das GPU s em ambos os lados, evitando desta forma quaisquer possibilidade de deslocamento do equipamento, conforme observado na figura abaixo: Página: 6/6 Garantir que qualquer equipamento (escadas, caixas de ferramentas, carrinhos de bagagens, carrinhos de QTU/QTA, etc) posicionadas em áreas sujeitas a fluxo de ar (jet blast e downwash), que estejam devidamente travadas, de modo a evitar seu movimento involuntário em função de forte fluxo de ar. Em caso de dúvidas sempre converse com seu superior imediato, o mesmo poderá orientá-lo e ajudá-lo a encontrar a melhor solução. GO SAFE! Reynaldo Pinto Ribeiro Supervisor de Segurança Operacioal Natacha F. de Castilho Analista de Segurança Operacional
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