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Sumário. Informativo ABRATES ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE TECNOLOGIA DE SEMENTES. Editado pela ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE TECNOLOGIA DE SEMENTES

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ISSN X ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE TECNOLOGIA DE SEMENTES Sumário Editado pela ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE TECNOLOGIA DE SEMENTES Presidente FRANCISCO CARLOS KRZYZANOWSKI Embrapa Soja Mensagem do Presidente Notícias III Workshop Brasileiro sobre Controle de Qualidade de Sementes... Trabalhos Ténicos º Vice-Presidente JOSÉ DE BARROS FRANÇA NETO EMBRAPA SOJA 2º Vice-Presidente NORIMAR DÁVILA DENARDINI UPF Rua Raja Gabaglia, Jd. Quebec Londrina, PR Editor FRANCISCO CARLOS KRZYZANOWSKI Embrapa Soja velocidade de secagem de arroz em secador intermitente rápido com emprego de dois fluxos de ar. Cláudio Wrege Leite, Francisco Amaral Villela... isoflavonas e a qualidade das sementes de soja. Marizangela Rizzatti Ávila, Leandro Paiola Albrecht... Qualidade física e fisiológica de sementes de capim-colonião e milheto, comercializadas no estado do paraná. Osvaldo de Castro Ohlson, Camila Ribeiro de Souza, Maristela Panobianco... A importância do uso de semente de soja de alta qualidade. J.B. França-Neto, F.C. Krzyzanowski, A. A. Henning... Sementes de espécies florestais nativas do sul do Brasil. Marcelo Benevenga Sarmento, Francisco Amaral Villela Manejo de glyphosate em soja rr e a qualidade das sementes. Leandro Paiola Albrecht, Marizangela Rizzatti Ávila importância do tratamento de sementes de soja com fungicidas na safra 2010/2011, ano de la niña. Ademir Assis Henning, José de Barros França Neto, Francisco Carlos Krzyzanowski, Irineu Lorini... 55 Informações gerais O é uma publicação quadrimestral da Associação Brasileira de tecnologia de Sementes. Publica artigos técnicos de caráter prático os quais efetivamente poderão contribuir para o desenvolvimento tecnológico da indústria de sementes. Toda matéria publicada é de inteira responsabilidade dos autores Tiragem 500 exemplares Diagramação Claudinéia Sussai de Godoy Ficha catalográfica Maria José Ribeiro Betetto CRB 9/ 1.596, Londrina v. 20, n. 1 e 2 Agosto, 2010 vol.20, nº.1,2, 2010 Publicação de Trabalhos É necessário que no mínimo um dos autores do trabalho seja sócio efetivo da. Serão aceitos para publicação trabalhos técnicos, revisões de literatura sobre temas de interesses da área de sementes e informações técnicas para o setor sementeiro. O conteúdo dos trabalhos é de inteira responsabilidade de seu(s) autor(es), ficando a critério do Comite Editorial a aprovação da publicação ou não dos trabalhos em função da sua relevância para o setor sementeiro. A digitação do trabalho deverá ser feita utilizando-se o editor de texto Word (DOC ou RTF) e os gráficos em programas compatíveis com o WINDOWS, como o EXCEL, e formato de imagens: Figuras (GIF) e Fotos (JPEG). Os trabalhos técnicos e os resumos de literatura deverão conter os seguintes tópicos: título, autor(es), resumo, termos para indexação, introdução, desenvolvimento, conclusões/ recomendações/ considerações finais e referências quando citadas no texto. Os trabalhos deverão ser escritos em linguagem técnica, contendo recomendações, técnicas ou informações baseadas em resultados experimentais e/ou em observações técnicas. Referências deverão obedecer às normas adotadas pela Revista Brasileira de Sementes. Outros pormenores para publicação de trabalho poderão ser obtidos junto ao Comitê Editorial da Revista. Estrutura do texto Normas * Introdução: - A introdução deve abordar com objetividade e clareza o problema, apresentando o objetivo a que se propõe o trabalho. * Desenvolvimento: - O desenvolvimento do tema deve conter as informações de ordem lógica, de maneira a facilitar sua compreensão imediata. - Deve conter divisões do assunto de maneira coerente, de forma a permitir total clareza e compreensão do texto. - Cada divisão deve apresentar seqüência lógica, com princípio, meio e fim, utilizando, quando necessário, ilustração, tabelas e figuras para facilitar a compreensão. - No desenvolvimento poderá apresentar, além das recomendações, resultados de pesquisa utilizadas por diferentes autores, através de citações bibliográficas. * Conclusões: - Deve ser expressada claramente, acompanhada de técnicas ou recomendações. Os trabalhos deverão ser enviados para o Mensagem do Presidente Em 18 de Setembro deste ano de 2010, a comemora 40 anos de existência contribuindo de maneira efetiva e eficiente para o desenvolvimento da ciência e da tecnologia de sementes brasileira. É com orgulho e alegria que celebramos esta data em nossa gestão, tendo esta diretoria cumprido com todas as metas de trabalho propostas até então, garantindo e melhorando cada vez mais a qualidade da Revista Brasileira de Sementes que neste ano passou a ser trimestral. Nós da agradecemos os Editores, Editores Associados e Assessores Científicos que contribuem com o seu tempo, trabalho e conhecimento para aprimorar cada vez mais o conteúdo da RBS. Agradecemos aos Autores de artigos científicos que confiam e acreditam na revista. Nossa sincera gratidão aos nossos Associados que nos apóiam e reconhecem o nosso trabalho. A transferência da tramitação e consulta dos trabalhos para o site do SciElo Scientific Eletronic Library Online, biblioteca eletrônica de grande impacto para a RBS, tem o propósito de elevar o Qualis da RBS perante a CAPES, e neste ano, nosso trabalho está focado na adaptação dos nossos associados com o site. Estamos instruindo os Editores e Autores para solucionar as dúvidas freqüentes no processo de submissão e avaliação do artigo, pois o mesmo é bastante diferenciado e possui mais detalhes do que sistema utilizado anteriormente pela, mas o grande benefíciario de todo esse esforço é a Universidade Brasileira, em particular os Cursos de Pós Graduação em Tecnologia de Sementes, celeiro de profissionais que são responsáveis pela evolução da Ciência e da Tecnologia de Sementes no Brasil. Convido o setor de sementes do Brasil a participar dos: 1. III Workshop Brasileiro de Controle de Qualidade de Sementes, que será realizado de 5 a 8 de Outubro de 2010, no CDL Convenções e Eventos na cidade de Uberlândia MG. Este evento é uma realização das Universidades Federal de Uberlândia UFU, Universidade Federal de Lavras UFLA e. 2. XVII Congresso Brasileiro de Sementes, que será realizado de 15 à 18 de agosto de 2011, no Centro de Convenções de Natal RN. O CBSementes é um dos maiores congresso do mundo a discutir sobre Produção, Qualidade e Tecnologia de Sementes, com altíssima qualidade na programação técnica e científica. Contamos com a presença de todos vocês, para que possamos mais uma vez ampliar nosso conhecimento e colher bons frutos destes nossos eventos. Francisco Carlos Krzyzanowski Presidente da Gestão vol.20, nº.1,2, 2010 7 III Workshop Brasileiro sobre Controle de Qualidade de Sementes De 5 a 8 de outubro de 2010, acontece o III Workshop Brasileiro sobre Controle de Qualidade de Sementes, com o tema Desafios tecnológicos dos atributos genéticos e sanitários das sementes. O evento será realizado em Uberlândia -MG, no CDL- Convenções e Eventos, nos dias 05 e 07 de outubro. No dia 06 de outubro serão realizados mini-cursos e reuniões dos grupos temáticos que ocorrerão no campus Umuarama da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). A Universidade Federal de Uberlândia (UFU), realiza o workshop em conjunto com a Universidade Federal de Lavras (UFLA), a Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes () e a Associação dos Produtores de Sementes de Minas Gerais (APSEMG). A UFLA sediou as duas primeiras edições do workshop, em 1991 e 2001, das quais participaram representantes de todos os segmentos do setor sementeiro do país e cujos resultados contribuíram significativamente para ações decisórias relativas à efetivação da Lei de Proteção de Cultivares e da Lei de Sementes atual. Na edição deste ano, haverá palestras, reuniões de grupos temáticos e minicursos, com participação de representantes das regiões produtoras, de segmentos do setor e de especialistas brasileiros e estrangeiros. O objetivo é difundir conhecimentos básicos e técnicas avançadas aplicadas na área de sementes, promover discussões e traçar diretrizes para o desenvolvimento do setor sementeiro. O debate proposto para o evento visa levantar sugestões legítimas para subsidiar o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA) e demais segmentos públicos e privados na missão de desenvolver o setor. Serão discutidos e apresentados temas atuais fortemente sintonizados com as demandas tecnológicas e as referentes à organização do Sistema Nacional de Sementes e Mudas. Os temas escolhidos convergem para uma preocupação mundial com a resposta de profissionais da área de sementes, em relação aos desafios impostos pelas mudanças climáticas que assolam o planeta, a segurança alimentar, a sustentabilidade e a biodiversidade. Essa preocupação está na declaração da segunda Conferência Mundial de Sementes, organizada pela Food and Agriculture Organization of the United Nations (FAO), em 2009, e que propôs, dentre outras coisas, que os governos devem ser fortemente motivados a implementar um ambiente previsível, confiável, amigável e acessível para garantir que os agricultores tenham sementes de alta qualidade. Faça sua inscrição pelo site e garanta sua vaga! vol.20, nº.1,2, 2010 9 Programação III Workshop Brasileiro sobre controle de Qualidade de Sementes 6 de outubro de 2010 quarta-feira 8h às 12h 14h às 18h 1. Avanços no tratamento e recobrimento de sementes 2. Análise de imagens em tecnologia de sementes 3. Fisiologia de sementes avanços e inovações tecnológicas 4. Inovações tecnológicas em patologia de sementes 5. Métodos para determinação da pureza genética de sementes 6. Tecnologia para produção de semente de soja de alta qualidade *Público inscrito não participante dos grupos temáticos REUNIÕES DOS GRUPOS TEMÁTICOS** 1. Integração entre instituições públicas e iniciativa privada 2. Estratégias para valorização da semente certificada 3. Padrões da qualidade sanitária de campos e lotes de sementes 4. Qualificação de profissionais da área de sementes 5. Padrões da qualidade e da identidade genética de campos e lotes de sementes **Participação a convite: representantes de entidades de classe, de universidades, de instituições de pesquisa, de órgãos públicos, de produtores de sementes e outros. 7 de outubro de 2010 quinta-feira 8h 8h30 Relato do grupo temático Integração entre instituições públicas e a iniciativa privada 8h30 8h50 Sessão de discussão 8h50 9h20 Relato do grupo temático Estratégias para valorização da semente certificada 9h20 9h40 Sessão de discussão 9h40 10h Intervalo para café 10h 10h30 Relato do grupo temático Padrões da qualidade sanitária de campos e lotes de sementes 10h30 10h50 Sessão de discussão 10h50 11h20 Relato do grupo temático Qualificação de profissionais da área de sementes 11h20 11h40 Sessão de discussão 11h40 12h10 Relato do grupo temático Padrões da qualidade e da identidade genética de campos e lotes de sementes 12h10 12h30 Sessão de discussão 12h30 14h Intervalo para o almoço 14h 15h Validação dos relatórios dos grupos temáticos Legitimação da comissão para propor estratégias de ação do MAPA quanto às propostas dos grupos 15h 15h40 temáticos 15h40 16h Intervalo para café 16h Encerramento das atividades em plenário do workshop 8 de outubro de 2010 sexta-feira Reunião conjunta de coordenadores e relatores dos grupos temáticos com a comissão organizadora e a 8h 11h comissão legitimada em plenária, para elaborarão do documento oficial do evento intitulado Desafios Tecnológicos dos Atributos Genéticos e Sanitários de Sementes Carta de Uberlândia h 12h Intervalo para o almoço Reunião da comissão organizadora para elaboração do relatório dos resultados do III WORKSHOP 14h 18h BRASILEIRO DE CONTROLE DE QUALIDADE DE SEMENTES vol.20, nº.1,2, 2010 10 VELOCIDADE DE SECAGEM DE ARROZ EM SECADOR INTERMITENTE RÁPIDO COM EMPREGO DE DOIS FLUXOS DE AR CLÁUDIO WREGE LEITE 1 FRANCISCO AMARAL VILLELA 2 RESUMO - O presente trabalho teve como objetivo verificar o comportamento da velocidade de secagem em arroz (Oryza sativa L.) em secador intermitente rápido empregando dois fluxos de ar. Foram secadas 167 cargas de arroz em quatro secadores com capacidade estática de 25 t, utilizando dois teores de água (16% e 13%), de acordo com os estádios de colheita, inicial e final. Os fluxos de ar empregados foram 280 e 200 m³/min.t. Foram monitorados os tempos de secagem, umidade inicial e final e rendimento de grãos inteiros. Os resultados obtidos permitem concluir que: a) a utilização de fluxo de ar de 280 m³/min.t comparativamente a 200 m³/min.t possibilita aumento de 0,40 pontos percentuais por hora na velocidade de secagem, entre teores de água de 23% e 16% e de 0,32 pontos percentuais por hora, entre teores de água de 19% e 13%; b) a secagem intermitente de arroz até teor de água de 16% associada à complementação de secagem com ar ambiente forçado em silo até teor de água de 13% permite elevação na capacidade operacional de secagem e no rendimento de grãos inteiros. Termos para indexação: Oryza sativa, capacidade de secagem, complementação de secagem, rendimento de grão inteiros. INTRODUÇÃO A produção nacional de arroz (Oryza sativa L.) situa-se em onze milhões de toneladas, com mais de 70% proveniente de lavouras irrigadas. Dessas, 50% provém do Rio Grande do Sul com uma área cultivada estimada de 971 mil há, na safra 2001/2002 (IRGA, 2002). Levando-se em conta a importância da cultura do arroz em âmbito nacional, é fundamental que o produtor rural possa lançar mão de tecnologia que lhe permita ganhos na cadeia produtiva e agregar valores ao produto final. A colheita do arroz irrigado deve ser realizada quando os grãos apresentam teor de água entre 19 e 24%, para assegurar maior quantidade e qualidade do produto, particularmente rendimento de grãos inteiros (Villela e Peske, 1998). Devido à alta umidade do grão no momento da colheita, o arroz deve sofrer secagem o mais rápido possível (Valle, 1978). Para reduzir, em escala comercial a umidade do arroz, utiliza-se secagem artificial, dispondo-se para tal, de vários tipos de secadores (Peske e Aguirre, 1986 ; Brooker et. al., 1992), sendo intermitente (rápido e lento), os mais empregados. Em secador intermitente rápido, a relação entre o tempo que o produto é exposto ao ar aquecido na câmara de secagem e o período de equalização é variável de 1:6 a 1:12. Em secador intermitente lento, a relação de intermitência varia de 1:1 a 1:4, de acordo com o modelo do secador. Na secagem de sementes de arroz entre teores de água de 21% e 12 %, em secador intermitente lento empregando ar aquecido a 70 ºC, Luz e Peske (1998) verificaram que a velocidade de secagem é praticamente constante de 1,8 pontos percentuais por hora e que a percentagem de grãos com fissuras aumenta de forma acentuada na faixa de teor de água de 16 a 12%. As reduções de qualidade de sementes de arroz verificadas entre a maturidade fisiológica e o momento de colheita, conseqüentemente, seu maior ou menor grau de deterioração dependerão das condições ambientais reinantes (Valle, 1978). É importante uma adequada sincronia entre o fluxo de colheita e a capacidade operacional de secagem, para minimizar as perdas quantitativas e qualitativas na lavoura. No início da colheita do arroz, quando o grão apresenta alta umidade, é necessário aperfeiçoar o processo de secagem, para que o arroz colhido não sofra perda de qualidade, pelo ¹Dr., Eng. Agr., parte da Dissertação de Mestrado Profissional do Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Sementes. UFPel/FAEM, Pelotas, RS. ² Professor Associado. Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Sementes. UFPel/FAEM. Caixa Postal 354. CEP Pelotas, RS. Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq. francisco. vol.20, nº.1,2 p , 2010 11 retardamento de secagem. Para a adequada operacionalidade desse fluxo, há necessidade de uma estrutura de secagem bem dimensionada, tendo em vista, o alto investimento das instalações de secagem e a sua baixa taxa de utilização durante o ano, não chegando há dois meses por ano. O fluxo de ar é um dos fatores responsáveis pelo aumento da velocidade de secagem, juntamente com o tempo de exposição do arroz ao ar aquecido, teor de água no grão e temperatura do ar de secagem. Levando em conta estes fatores, desenvolveu-se o presente trabalho, para verificar a velocidade de secagem de arroz empregando dois fluxos de ar, em secador intermitente rápido. DESENVOLVIMENTO O trabalho foi realizado na Granja do Salso, em Santa Vitória do Palmar, RS, na unidade de secagem e armazenamento denominada Carola, nos meses de abril e maio. Foram utilizados grãos de arroz (Oryza sativa L), cultivar El Paso 144, colhidos nos campos de produção da propriedade. A unidade de secagem é composta por quatro secadores marca Vitória modelo SV500 (denominados 1, 2, 3 e 4) com capacidade estática individual de 25 t, abastecidos por elevadores de caçambas e regulados para realizar a descarga em 30 minutos, sendo três minutos de exposição ao ar aquecido (tempo de residência) e relação de intermitência de 1:9, caracterizando um secador intermitente rápido. A fonte de calor foi constituída por duas fornalhas com queima de casca de arroz, cada uma alimentando dois secadores dispostos em um mesmo duto de ar aquecido. O acompanhamento de secagem foi realizado nos quatro secadores, coletando os dados de tempo de secagem, teores de água inicial e final para determinação da velocidade de secagem (remoção de pontos percentuais de umidade por hora - pp/h). O monitoramento da secagem teve como parâmetro, temperatura máxima da massa de grão em 42 ºC e temperatura do ar variando de 80 a 115 ºC. A modificação no fluxo de ar foi realizada no secador 1, alterando de 200 m³/min.t para 280 m³/min.t. Esse acréscimo (20%) de fluxo de ar foi obtido pela substituição do ventilador do secador. Os outros três secadores foram mantidos com o fluxo de ar de 200 m³/min.t Foram utilizados dois níveis de teor de água final, de acordo com os estádios de colheita. Estádio inicial de colheita, compreendendo ao período do início até a metade do período de colheita com média de teor de água inicial de 23% e secagem intermitente até 16%. Estádio final de colheita, compreendendo o período do meio ao final da colheita, com média de teor de água inicial de 19% e secagem intermitente até teor de água de 13%. No início da colheita, a secagem foi realizada até teor de água de 16%, para aumentar a capacidade de recepção de arroz na unidade e permitir que a colheita tivesse fluxo contínuo na lavoura. Após essa secagem parcial, o arroz seguiu para silos com ventilação programada com fluxo de ar de 0,4m³/min.t, onde permaneceu por aproximadamente 90 dias até completar a secagem até teor de água para 13%. A determinação do teor de água do arroz durante o processo de secagem foi realizada com determinador de umidade marca Dolle 400, aferido ao longo do período de secagem pelo método direto de destilação. Para determinação do rendimento de grãos inteiros, foram coletadas amostras em dois silos com capacidade estática individual de t, um com arroz armazenado com teor de água de 13% e outro com 16%. A camada de arroz nos silos atingiu a altura de 11,8m e foram retiradas amostras a cada 1,80m na vertical, totalizando seis pontos de amostragem por silo, por meio de amostradores introduzidos lateralmente nas paredes laterais dos silos. O rendimento de grãos inteiros foi determinado em engenho de provas marca Suzuki. O peso das amostras para essa determinação foi de 100g de grãos, em quatro repetições. Os resultados foram expressos em percentagem. Os dados de velocidade de secagem foram analisados segundo delineamento inteiramente casualizado, com diferentes números de repetições (não balanceado). As médias foram comparadas pelo teste de Tukey em nível de probabilidade de 5%. Na secagem até teor de água de 16%, foi verificado que o secador 1, com maior fluxo de ar apresentou velocidade de secagem de 1,20 pontos percentuais por hora (pp/h), significativamente superio
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