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Tcc Brigada de Incendio

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1. UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA SETOR DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E TECNOLÓGIAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL MASSANORI HARA SÉRGIO FONSECA JÚNIOR TELMO JOSÉ…
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  • 1. UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA SETOR DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E TECNOLÓGIAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL MASSANORI HARA SÉRGIO FONSECA JÚNIOR TELMO JOSÉ ANGELO MANUAL PARA FORMAÇÃO DE BRIGADA DE INCÊNDIO NO SETOR INDUSTRIAL PONTA GROSSA 2005
  • 2. MASSANORI HARA SÉRGIO FONSECA JÚNIOR TELMO JOSÉ ANGELO MANUAL PARA FORMAÇÃO DE BRIGADA DE INCÊNDIO NO SETOR INDUSTRIAL Trabalho de Conclusão de Curso apresentado para obtenção do título de Especialista na Universidade Estadual de Ponta Grossa, Área de Engenharia de Segurança do Trabalho. Orientador: Prof. Dr. Carlos Roberto Balarim Co-orientador: Prof. Esp. Gerson Luís Carneiro PONTA GROSSA 2005
  • 3. MASSANORI HARA SÉRGIO FONSECA JÚNIOR TELMO JOSÉ ANGELO MANUAL PARA FORMAÇÃO DE BRIGADA DE INCÊNDIO NO SETOR INDUSTRIAL Trabalho de Conclusão de Curso apresentado para obtenção do título de Especialista na Universidade Estadual de Ponta Grossa, Área de Engenharia de Segurança do Trabalho. Ponta Grossa, 07 de dezembro de 2005. Prof. Dr. Carlos Roberto Balarim – Orientador Prof. Esp. Gerson Luíz Carneiro – Banca Prof. Dr. Carlos Luciano Vargas – Banca Prof. Esp. Luíz Carlos Lavalle Filho – Banca
  • 4. RESUMO Este trabalho trata de Manual de Dimensionamento de Brigada de Incêndio no setor industrial e elaborado com o auxílio de um questionário que visava verificar os meios utilizados pelas indústrias para montagem de suas brigadas de incêndio. Uma vez a campo, iniciaram-se as dificuldades. A maioria das empresas nem se quer pensam no assunto. Outras, acanhadas pela formação precária de suas brigadas, não aceitavam falar a respeito. Por fim, alguns estabelecimentos foram muito prestativos em mostrar a composição das equipes de combate a incêndio. O ganho de conhecimento provocou uma mudança de rumo no trabalho. Resolveu-se montar o manual. Com isto, objetiva-se auxiliar as indústrias, dando-lhes uma ferramenta mais completa. Outro motivo é o fato de alguns assuntos não serem sequer citados pelas normas fazendo com que a formação de brigadas torne-se uma tarefa de tentativas. No Manual, foram incluídos: Critérios para seleção de brigadistas; Composição das brigadas; Atribuições das brigadas; Atribuições dos brigadistas; Atribuições da equipe de comunicação; Atribuições da equipe de abandono; Atribuições da equipe de salvamento e primeiros socorros; Atribuições dos empregados em geral; Como e quando é necessária a ação dos brigadistas; Plano de emergência; Organograma; O que é necessário treinar e quando; Palavras-chave: Brigada de Incêndio. Composição das Brigadas. Brigadistas.
  • 5. LISTA DE GRÁFICOS GRÁFICO 1 - O dimensionamento da brigada foi feito por qual profissional? ..........12 GRÁFICO 2 - Como foi dimensionada a brigada? ....................................................12 GRÁFICO 3 - Como é composta a brigada?.............................................................13 GRÁFICO 4 - Qual o critério usado na escolha dos brigadistas?..............................13 GRÁFICO 5 - Todos são voluntários ou existe algum cargo indicado?.....................14 GRÁFICO 6 - Houve necessidade de ajustes na brigada? .......................................14 GRÁFICO 7 - São realizados treinamentos periódicos com a brigada?....................15 GRÁFICO 8 - Quem presta este treinamento?..........................................................15 GRÁFICO 9 - A empresa possui um manual para uso dos brigadistas e para informação dos funcionários em geral? ..............................................16
  • 6. SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO.........................................................................................................6 2 REVISÃO DA LITERATURA ..................................................................................9 3 MATERIAIS E MÉTODOS ....................................................................................11 3.1 LEVANTAMENTO DOS DADOS OBTIDOS.......................................................11 4 RESULTADO E DISCUSSÃO ...............................................................................12 4.1 MANUAL DE DIMENSIONAMENTO DE BRIGADAS DE INCÊNDIO ................20 4.1.1 Definições ou glossário de termos técnicos pertinentes à área da prevenção contra incêndio ...............................................................................................20 4.1.2 Critérios básicos para seleção de candidatos a brigadistas ...........................21 4.1.3 Composição da brigada..................................................................................23 4.1.3.1 Em função do uso dos extintores .................................................................27 4.1.3.2 Em função do uso do sistema de hidrantes..................................................27 4.1.3.3 Em função das atividades necessárias ........................................................29 4.1.3.3.1 Equipe de comunicação .............................................................................29 4.1.3.3.2 Equipe de abandono ..................................................................................29 4.1.3.3.3 Equipe de salvamento e primeiros socorros...............................................30 4.1.3.3.4 Empregados em geral ................................................................................30 4.1.3.3.5 Outros.........................................................................................................31 4.1.4 Atribuições das brigadas.................................................................................32 4.1.5 Atribuições da equipe de comunicação ..........................................................33 4.1.6 Atribuições da equipe de abandono ...............................................................34 4.1.7 Atribuições da equipe de salvamento e primeiros socorros............................34 4.1.8 Atribuições dos empregados em geral ...........................................................35 4.1.9 Identificação dos brigadistas...........................................................................37 4.1.10 Como e quando é necessária a ação da brigada de incêndio .......................37 4.1.11 Plano de emergência.....................................................................................39 4.1.12 Organograma da Brigada de Incêndio...........................................................43 4.1.13 O que é necessário treinar.............................................................................44 5 CONCLUSÃO .......................................................................................................48 6 SUGESTÕES PARA NOVOS TRABALHOS SOBRE O ASSUNTO....................49 REFERÊNCIAS.........................................................................................................50 ANEXO A – Tabela do Percentual de Cálculo para Composição da Brigada de Incêndio (Nbr 14276)...........................................................................51 ANEXO B – Fluxograma de Procedimento da Brigada de Incêndio (NBR 14276) ..............................................................................................................54
  • 7. 6 1 INTRODUÇÃO Nenhum sistema de prevenção de incêndios será eficaz se não houverem pessoas treinadas e capacitadas para operá-lo. Pessoas que, com conhecimento de prevenção e combate ao incêndio, com capacitação para situações imprevistas e de emergência, com controle emocional e ainda com conhecimento de técnicas de primeiros socorros, serão decisivas em situações críticas salvando empresas de sucumbirem diante do fogo e acima de tudo evitando que vidas sejam perdidas. No Brasil, o acontecimento de tragédias relacionadas a incêndios, faz com que surjam momentos de reflexão, na comunidade e nos empresários, que acabam por levantar um questionamento: Como está a segurança e a prevenção na minha empresa? E, então, começou um processo de pesquisa à procura de insumos capazes de auxiliar a empresa a enquadrar-se em dois pontos cruciais: Segurança e Prevenção. Iniciou-se aí, uma corrida para que os novos projetos previssem instalações de proteção e combate a incêndio capazes de evitar o acontecimento destas tragédias. Normas e velhos conceitos foram revistos e as exigências nos projetos de Prevenção e Combate a Incêndio tornaram-se mais rigorosas. E agora, têm-se boas instalações, manutenção e inspeções periódicas dos equipamentos, um estabelecimento perfeito, seguro, será? No caso da ocorrência de um sinistro, um princípio de fogo, as pessoas saberão como operar os equipamentos evitando que ele se alastre? As pessoas sabem como se organizar para uma evacuação segura? E o atendimento aos feridos? Faz-se então necessária à formação de grupos responsáveis pelo combate às chamas, pelo abandono do local e pelo atendimento de primeiros socorros às vítimas. Este grupo será treinado para este fim e será capaz de controlar o princípio do incêndio e evacuar a área com segurança protegendo assim as vidas e o patrimônio.
  • 8. 7 Porém, apesar de existirem instruções para se organizar as Brigadas de Incêndio, estas informações estão espalhadas em uma série de literaturas que nem sempre estão disponíveis ou ao alcance das pessoas que acabam por improvisar, ou por criar grupos com pouco critério, sem uma base coerente, deixando o estabelecimento à mercê do sinistro. Com este trabalho espera-se acabar com grande parte da dificuldade encontrada pelos empresários na formação de suas Brigadas. Não tem a finalidade de ser a última fonte de pesquisa, nem de contemplar todas as situações possíveis nas indústrias, pois isto seria uma utopia, mas é uma ferramenta de auxílio na formação das Brigadas. Contudo, espera-se que cada um aprofunde os estudos em função das suas necessidades, dos seus riscos e do seu estabelecimento. Unindo isto, certamente, uma excelente Brigada de Incêndios será formada. A Lei Federal nº. 6.514, de 22 de dezembro de 1977, que dá diretrizes sobre Segurança e Medicina do Trabalho, regulamentada pela Portaria 3.214/78, prevê grupos de enfrentamento a emergências, denominados de Brigadas de Incêndio. A constituição destas equipes, seguida de um bom treinamento garante, às empresas que as mantém, premiações relativas a Tarifação do Seguro de Incêndio do Brasil. Apesar da referência nas leis que tratam de proteção contra incêndio, constata-se que os grupos de combate a incêndios, não dispõem de amparo normativo tão detalhado como deveria ser, segundo a opinião da maioria dos profissionais de Segurança. Mais recente, a NBR 14276 - Programa de Brigada de Incêndio, da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT, aborda com mais profundidade o assunto propondo relações do número de funcionários com a classe da edificação (ANEXO A) para definição dos brigadistas e dá algumas atribuições e procedimentos.
  • 9. 8 Com tudo isto, ainda sobram lacunas na definição das brigadas como, por exemplo, a definição das funções dos componentes e suas atribuições, equipes de apoio, plano de ação, etc. Não existem dados suficientes para se saber quantas empresas possuem suas brigadas (com certeza a porcentagem é bem pequena) e nem se sabe quais foram às bases para a constituição destas, porém, se o próprio corpo de bombeiros admite a necessidade de 5 a 15 minutos para que suas brigadas cheguem ao local de um incêndio então é imperativo o apoio para que muitas outras empresas venham a criar as suas brigadas. Muitas localidades ainda não possuem Corpo de Bombeiros e estas brigadas, podem vir a suprir esta deficiência. Por isso é que se faz necessária à elaboração de um manual para auxiliar a formação de brigadas de incêndio. O primeiro objetivo deste trabalho é verificar como é que as empresas estão formando suas Brigadas de Incêndio. Os critérios utilizados, os profissionais envolvidos, a literatura de apoio, enfim, todo o estudo que foi realizado até a formação final. O segundo objetivo é elaborar um manual para auxiliar as empresas a chegarem à formação de uma Brigada, que venha satisfazer as suas necessidades em função de seu porte, número de funcionários e dos seus riscos, que tem sua característica própria, afim de que possam organizar sua prevenção contra incêndios. O grande benefício do trabalho é oferecer um manual para se chegar à formação de uma Brigada de Incêndio dentro das necessidades de cada empresa.
  • 10. 9 2 REVISÃO DA LITERATURA Segundo a Lei Federal nº. 6.514, de 22 de dezembro de 1977, que dá diretrizes sobre Segurança e Medicina do Trabalho, regulamentada pela Portaria 3.214/78, prevê grupos de enfrentamento a emergências, denominados de Brigadas de Incêndio. (www.sober.org.br, 2005) No Paraná, apenas 43 dos 399 municípios, possuem esses grupos, ficando a cargo das cidades que os tem, fazer o atendimento. Acontece que, devido às distâncias, ao chegarem no local, é tarde de mais. (Informação obtida informalmente no Corpo de Bombeiros – Guarapuava-PR). Pelo manual do Instituto de Resseguros do Brasil, chega-se a um dimensionamento de brigadas em função do risco e área. Número de brigadistas por m². (IBR, 1985) Pelo manual do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo, o dimensionamento está em função do número de funcionários e da distância do Corpo de Bombeiros ao local. Número de brigadistas por número de funcionários. (SÃO PAULO, 2005a) Pela NBR 14276, temos uma relação do número de funcionários com a classe de ocupação. Número de brigadistas por número de funcionários, novamente. (ABNT, 1999) Camillo Júnior (2004, p. 129), define os critérios básicos para seleção de candidatos à brigada, e alerta ainda, que “caso nenhum candidato atenda aos critérios básicos relacionados, devem ser selecionados aqueles que atendam ao maior número de requisitos”. A NBR 14276, no item 4.2.1, fala sobre a composição da brigada de incêndio, e mostra como deve ser composta.
  • 11. 10 Todas as edificações sujeitas ao Código de Prevenção de Incêndios devem possuir sistema móvel de proteção contra incêndios (Seção IV, Art.35, p. 22), ou seja, por extintores. No combate ao fogo, sempre devemos considerar o uso simultâneo de dois extintores, logo, são necessários dois brigadistas por pavimento, no mínimo. (PARANÁ, 2001) Quando se tem uma edificação em que é necessária instalação de sistema de hidrantes (Seção III, Art. 31-34, p. 21 do Código de Prevenção de Incêndios), devemos considerar a necessidade do uso simultâneo de duas linhas de mangueiras no combate ao fogo o que nos dá mais um parâmetro: são necessárias mais duas equipes para atuar com as mangueiras de incêndio. (PARANÁ, 2001) Para Camillo Júnior (2004), o plano de emergência é onde estão relacionadas às ações a serem tomadas em cada caso de emergência. Conforme a NBR 14276, o organograma da brigada de incêndio da empresa varia de acordo com o número de edificações, o número de pavimentos em cada edificação e o número de empregados em cada pavimento/compartimento. Segundo o Anexo A (normativo) da NBR 14276, temos o currículo básico do curso de formação de brigada de incêndio, necessário para o treinamento da brigada. (ABNT, 1999)
  • 12. 11 3 MATERIAIS E MÉTODOS A metodologia utilizada, além da consulta à norma e bibliografias existentes, foi a de pesquisa junto a empresas que possuem suas Brigadas já formadas. Por isso, a primeira etapa deste trabalho consistiu em elaborar um questionário para a pesquisa para verificar como se desenvolveu a formação destas. Com base no questionário, foram entrevistadas as pessoas responsáveis pela constituição das Brigadas em suas empresas, para saber os critérios utilizados, a metodologia, à literatura em que se basearam, os profissionais envolvidos, enfim, tudo o que pudesse reverter em dados que contribuíssem para a elaboração de um manual. Com as respostas obtidas que contemplam a experiência destas empresas e com base na literatura existente, foram relacionados os principais critérios e elaborado um manual. 3.1 LEVANTAMENTO DOS DADOS OBTIDOS Apesar da dificuldade de se encontrar empresas que possuam suas brigadas, pois a maioria não as possuem e nem pensam em formá-las, foi possível realizar a pesquisa com 15 empresas. Também não foi fácil o acesso às informações, pela insegurança que às empresas têm, em mostrar algo que não se sabe se está correto. Por outro lado, em grande parte das empresas que formaram suas brigadas, verifica-se a preocupação no aperfeiçoamento contínuo e nos treinamentos constantes, mostrando uma verdadeira preocupação com o assunto e, por isso à experiência alcançada por elas, garantem a confiabilidade dos dados.
  • 13. 12 4 RESULTADO E DISCUSSÃO A seguir são apresentados alguns dos resultados obtidos com a pesquisa. 39 33 22 6 0 20 40 60 80 100 Profissionais envolvidos (%) Engenheiro de Segurança Bombeiro Técnico de Segurança Empresa Especializada GRÁFICO 1 - O dimensionamento da brigada foi feito por qual profissional? 0 20 13 67 0 20 40 60 80 100 Manual (%) Manual do Instituto de Resseguros do Brasil Corpo de Bombeiros Empresas Especializadas Dimensionamento próprio GRÁFICO 2 - Como foi dimensionada a brigada?
  • 14. 13 33 7 47 13 0 20 40 60 80 100 Elementos (%) Elementos com conhecimentos gerais e sem função específica Os elementos se auto dividem em equipes conforme a necessidade Elementos divididos em equipes com funções específicas Elementos divididos em equipes sem funções específicas GRÁFICO 3 - Como é composta a brigada? 13 27 40 20 0 10 20 30 40 50 Critérios (%) Não há critério Todos são brigadistas Critérios essenciais à atividade Quando é preciso seleciona-se por vários critérios GRÁFICO 4 - Qual o critério usado na escolha dos brigadistas?
  • 15. 14 47 20 7 27 0 10 20 30 40 50 Condição (%) Todos são voluntários Somente o comando é indicado Todos são indicados Todos são brigadistas GRÁFICO 5 - Todos são voluntários ou existe algum cargo indicado? Neste questionamento, levantou-se ainda o seguinte: - Eles recebem benefício pela função 27 % 80 20 0 20 40 60 80 100 sim/não (%) sim não GRÁFICO 6 - Houve necessidade de ajustes na brigada?
  • 16. 15 6 12 35 29 12 6 0 20 40 60 80 100 Periodicidade (%) Não Sim, anual Sim, semestral Sim, mensal Sim, semanal Sim, sem programação GRÁFICO 7 - São realizados treinamentos periódicos com a brigada? 12 41 12 35 0 20 40 60 80 100 Quem dá treinamento (%) Engenheiro de Segurança Bombeiro Técnico de Segurança Outro GRÁFICO 8 - Quem presta este treinamento?
  • 17. 16 53 47 0 20 40 60 80 100 Sim/Não (%) Sim Não GRÁFICO 9 - A empresa possui um manual para uso dos brigadistas e para informação dos funcionários em geral? Através dos resultados acima, verifica-se nesta análise, que muitos itens mostram uma tendência nas indústrias; o dimensionamento próprio. As indústrias tentam resolver os problemas dentro de casa, aproveitando seus próprios profissionais, mas o que preocupa, são indústrias que o fazem sem nenhum critério. A literatura que trata do assunto é muito pouca ou quase nada utilizada e a informação é sempre a mesma: – Elas não são suficientes para que se faça o dimensionamento ou – Nem sei aonde encontrar estas normas. Dentro destas tendências, o uso da experiência dos Bombeiros profissionais é notável. Muitas indústrias, 67% utilizam o conhecimento destes profissionais ou para ajudá-las a dimensionar suas brigadas ou para treiná-las, ou ainda, os contratam para fazer parte ou comandar suas brigadas. O que se viu, também, nesta pesquisa é que indústrias com bom equipamento de prevenção (detectores de fumaça, sistemas de alarme e sprinklers), apesar de terem muitos funcionários ou mesmo terem uma área muito grande, podem possuir equipes relativamente menores, se comparadas a outras, pelo grande auxílio destes equipamentos.
  • 18. 17 Ponto positivo é o alto índice de voluntariado. Quase, 50% das indústrias, não têm problemas em formar suas brigadas pelo alto índice de interesse por parte dos funcionários. O lado negativo fica por conta de indústr
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